Visitantes online : 271 sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Censura
09/12/2016 18:05
Reprodução do blog O Antagonista
Reprodução do blog O Antagonista

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09/12/2016 16:44
Reproduções de O Dia e do G1
Reproduções de O Dia e do G1


Wagner Jordão Garcia foi nomeado assessor especial de Pezão, quando ele acumulava a secretaria de Obras com o cargo de vice-governador. Na época Hudson Braga, o Braguinha, era o subsecretário de Obras. Depois Pezão virou secretário-executivo e Braguinha virou secretário de Obra, mantendo Wagner Jordão Garcia como assessor especial. Segundo a delação da Andrade Gutierrez, Wagner apanhava pacotes de dinheiro das propinas em bares e restaurantes do Centro do Rio, a senha era "vamos tomar um café". Pois justamente Wagner Jordão é o primeiro a se oferecer para fazer delação premiada na Operação Calicute. Pezão deve estar desesperado.

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09/12/2016 15:32
Rafael Picciani
Rafael Picciani


O plano de Pezão foi por água abaixo. Na reforma administrativa decidiu que a Secretaria da Casa Civil, que é responsável também pelo Detran e pela publicidade, receberia também as secretarias de Governo e de Trabalho e Renda. Virou uma supersecretaria e foi oferecida a Rafael Picciani, filho de Jorge Picciani, que atualmente é secretário-executivo de Eduardo Paes. Rafael Picciani aceitou o convite para virar supersecretário. Mas depois de uma conversa com o pai, Rafael voltou atrás e declinou do convite, não quer assumir esse abacaxi na hora em que o governo estadual está no fundo do poço. Agora Pezão não sabe o que fazer.

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09/12/2016 14:25
Manchete do Globo
Manchete do Globo


O governo deixou os militares fora da reforma da Previdência porque não quis melindrar a caserna. Mas 24 horas depois de apresentar o projeto, decidiu revê-lo e tirar das novas regras também policiais militares e bombeiros. O motivo é simples. O Palácio do Planalto avaliou, vendo as redes sociais, que os policiais militares e bombeiros de todo o país iriam para as ruas protestar. E todo mundo sabe que protesto de policiais e bombeiros pode levar a encrenca grande. Para escapar do problema livrou os policiais militares e bombeiros. Mas arrumou outra encrenca, as Centrais Sindicais ficaram ainda mais revoltadas. Além disso a decisão vai contra o que os governadores querem por conta dos rombos nas previdências estaduais. Como o governo Temer vai desenrolar essa confusão só o tempo dirá.

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09/12/2016 11:21
E a valiosa "bancada do ouro"


Ontem recebi muitas ligações após a publicação no nosso blog da matéria “Está faltando gente em Bangu”. Como disse na matéria faço denúncias e investigações contra o grupo de Cabral / Pezão há quase 10 anos. Acho que a matéria de hoje abrindo o blog vai dar tanto reboliço quanto a de ontem. Quando me afastei de Cabral, antes mesmo da sua posse no primeiro mandato, percebi por algumas escolhas que suas intenções não eram boas. Dali pra frente seguiu-se a série de confusões entre mim e ele, onde invariavelmente eu fui colocado pela mídia como bandido e ele como mocinho. Agora a população está conhecendo pelo menos parte dos graves crimes que Cabral cometeu junto com um grupo de maus empresários, políticos, e conforme disse ontem, membros de outros poderes. Se a força-tarefa que apura a organização criminosa liderada por Cabral for levar as investigações adiante vai faltar cela em Bangu.


A bancada do ouro



O escândalo de lavagem de dinheiro usando a compra de joias que aparenta ser somente de Cabral e Adriana Ancelmo envolve mais gente. Como mostramos há anos atrás houve o famoso assalto na casa de Pezão, onde o ladrão levou 14 caixas de joias. Essa investigação nunca terminou. Há vários anos falei no blog a respeito dos incentivos fiscais dados a joalherias que renderam também milhões em joias a um grupo de deputados estaduais e secretários de Cabral. Ao contrário do que andam dizendo por aí não são apenas seis deputados estaduais que vão ter seus nomes em breve revelados pela joalheria H. Stern. São 15 deputados e ex-deputados estaduais sendo que só um deles pagou em dinheiro mais R$ 2,5 milhões na aquisição de joias. Conhecida como a “bancada do ouro” envolve também deputados federais (atuais e ex), além de outros secretários de Cabral ainda não citados na operação Calicute.


Só Carolina (Beltrame ) não viu...

José Mariano Beltrame não viu nada
José Mariano Beltrame não viu nada


Sérgio Cabral, que já tinha um DNA criminoso desde a Assembleia Legislativa onde costumava fazer os seus acertos dentro do banheiro, não criou um grupo político no Rio, mas uma facção criminosa, tamanha extensão e o poder dos envolvidos. Outro dia me lembrei dos lindos versos de Chico Buarque, da música Carolina, “o tempo passou na janela e só Carolina não viu” em relação a José Mariano Beltrame, o homem do setor de Inteligência da Polícia Federal e que comandou a Segurança Pública do Rio. Viu o roubo passar na sua frente, e por omissão ou participação não tomou providência alguma. Aliás, mostrei que ele morava em Ipanema, no apartamento de um dos “laranjas” de Cabral, Paulo Magalhães Pinto. O documento que entreguei à Procuradoria Geral da República contém fotos da filha de Beltrame passeando na lancha Manhathan, que segundo os investigadores da Calicute, pertence a Sérgio Cabral e custou R$ 5,3 milhões.

Mas o que levou o Estado à falência, além da corrupção, foi o esquema concebido intelectualmente por Regis Fichtner através do pagamento de dívidas através de precatórios, que envolve mais de uma dezena de bancas de advocacia do Rio de Janeiro, nomes famosos, capitaneados pelo escritório de Adriana Ancelmo.


Ricardo Teixeira e Carlos Arthur Nuzman com Sérgio Cabral
Ricardo Teixeira e Carlos Arthur Nuzman com Sérgio Cabral


Não podem passar despercebidas as maracutaias envolvendo Cabral e Pezão com Ricardo Teixeira e com Carlos Arthur Nuzman. Teixeira, que tentei investigar como deputado federal, teve a proteção da bancada da bola e acabou se salvando. Enviei os documentos para o MP da Suíça, que de lá pediu a colaboração da promotoria dos Estados Unidos, que meteu em cana José Maria Marin e está no encalço de Teixeira, Marco Polo Del Nero e outros ladrões que saquearam a CBF. No caso de Nuzman, ele vem recebendo há muito tempo a proteção de um escritório de advocacia que diz ter grande influência com promotores do Rio. Vamos ver o que ocorrerá com esses dois porque isso vai puxar o fio que levará dezenas de outros malfeitores juntos.


O Comando Cabral

Rei Arthur, Sérgio Côrtes e Regis Fichtner; abaixo Mauricinho Cabral (irmão do ex-governador) comemorando com Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz; e Wilson Carlos
Rei Arthur, Sérgio Côrtes e Regis Fichtner; abaixo Mauricinho Cabral (irmão do ex-governador) comemorando com Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz; e Wilson Carlos

Com certeza quando construiu Bangu 8, presídio destinado a criminosos de nível superior, Cabral já tivesse a dimensão da extensão da facção criminosa que ele comandava no Estado do Rio.

Impressionante é a diversidade de setores e empresas envolvidas na roubalheira de Cabral. Como afirmei dias atrás aqui no blog, as empreiteiras talvez representem menos de 20% do dinheiro ilícito de Cabral e sua facção. O setor de prestação de serviços, os incentivos fiscais, os precatórios, as desapropriações, os investimentos feitos em publicidade e assessoria de imprensa, entre outras atividades, representam mais de 80% do dinheiro sujo adquirido pela organização criminosa de Cabral. Aliás, transformaram a até então modestíssima FSB, de Chiquinho Brandão, numa das maiores empresas de assessoria do país, quem dava as cartas lá era o irmão de Cabral, Mauricinho Cabral, que poucos dias antes de Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz ser preso, tomou chope com ele para comemorar alguma coisa muito importante. Dizem que a quadrilha teria alcançado o primeiro bilhão de dólares e a notícia precisava ser transmitida ao chefe.

Não sou advogado de empreiteiras, mas colocar a culpa só nelas, como vem ocorrendo até agora no caso Cabral, com a Carioca e Andrade Gutierrez, que são as investigadas na Operação Calicute, é uma profunda incoerência. O império de corrupção desenvolvido por Cabral inclui empresas situadas em paraísos fiscais, que venderam remédios para o Estado, empresas de informática que participaram do Mensalão de Arruda no Distrito Federal, o ex-bilionário Eike Batista, várias empresas de factoring, várias organizações sociais que compõem a sociedade carioca, entre elas o Viva Rico, contratadas para gerir o sistema de saúde estadual e transformá-lo num caos, esquemas para fabricação de UPAs e UPPs de lata, aluguéis de ar refrigerado para escolas, o bilionário contrato de aluguel das viaturas da polícia, enfim, os procuradores têm em mãos aquilo que as crianças, através de um joguinho antigo costumavam brincar: o caminho que leva ao tesouro. Mas para fazê-lo terão que esbarrar nas longas mãos de Cabral que foram estendidas até outros setores do Estado, e não somente o Executivo. Acredito na boa intenção daqueles que após o início da Lava Jato passaram a investigar Cabral. Repito: estou fazendo isso há quase 10 anos. Espero que investiguem todos e que não escolham alguns como carne fresca para matar a fome dos leões e serem entregues às feras, e depois tudo continuar como dantes no quartel de Abrantes, deixando de fora a maior parte dos que cometeram atos criminosos contra o Estado.


Em tempo: Aproveito para esclarecer um fato. Não tenho contato de nenhuma espécie, nem política, pessoal com o senhor Luiz Rogério Magalhães há exatos 10 anos. De fato fui muito amigo dele até rompermos nossa amizade de infância em Campos, quando em meados de 2006 tivemos uma áspera discussão, que inclusive resultou na retirada de seu nome da lista de candidatos a deputado federal que o meu grupo político apoiaria. Digo isso porque toda vez que apresentam na mídia os diálogos envolvendo Luiz Rogério e Wagner Jordão, dizem que ele foi meu secretário e de Rosinha. Foi sim, inclusive em Campos, quando fui prefeito em 1989. Seu pai, Magalhães foi um dos homens de esquerda mais sérios que conheci. Numa certa ocasião, o DOPS quis prender o professor Luiz Magalhães (Magalha) dentro do Liceu de Humanidades de Campos. Na condição de diretor do Grêmio Estudantil, eu e outros colegas impedimos a entrada da polícia da ditadura na escola. O pai era um homem idealista, honestíssimo. Não posso dizer o mesmo do filho...


Em tempo 2: Um amigo que me visitou no meu escritório esta semana, me disse que eu deveria tomar cuidado com a minha segurança. Segundo ele corro o risco de morte. Perguntei a ele: “Pedir segurança a quem cara pálida? A Justiça do Rio tem um presidente que ao tomar posse anunciou como seu primeiro ato que vai me processar. Seu irmão, deputado federal, disse em Brasília a minha filha que a família Zveiter é inimiga dos Garotinhos. A polícia do Estado era comandada até poucos dias por José Mariano Beltrame, que além de estar me processando por eu ter denunciado negócios seus no sul do país, não conseguiu ver nada do que aconteceu debaixo do seu nariz no estado. Como poderia me dar proteção? As longas mãos de Cabral, como disse, se estendem por outros setores que cruzam os braços para não defender quem se levanta contra o ex-governador e sua gangue. Atualmente vivemos uma crise nas instituições, embora dentro delas existam pessoas de bem, que não se curvam ao indesejável amor ao dinheiro.


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08/12/2016 16:40
Reproduções do Facebook
Reproduções do Facebook


O presidente da ALERJ, Jorge Picciani antecipou do dia 15 para a próxima segunda-feira (12) a votação dos dois projetos do pacote de maldades de Pezão que mais interferem na vida dos servidores estaduais. Um é o projeto que aumenta a contribuição previdenciária de 11% para 14%, o outro propõe que todos os aumentos aprovados para várias categorias, que deveriam ser concedidos no próximo ano, sejam adiados para 2020. Os servidores já marcaram nova manifestação. O Batalhão de Choque está requisitando bombas de gás e de efeito moral a todos os batalhões da PM. O clima é o pior possível, e claro, existe a preocupação com infiltrados no movimento do funcionalismo que têm o objetivo de jogar a população contra a luta justa dos servidores. Só espero que as imediações da ALERJ não se transformem novamente em praça de guerra.

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08/12/2016 15:25
Texto reproduzido de O Dia
Texto reproduzido de O Dia


Essa história é no mínimo estranha. Eike Batista diz que pagou R$ 1 milhão ao escritório de Adriana Ancelmo porque estava pleiteando um financiamento de R$ 500 milhões da Caixa Econômica Federal para um empreendimento imobiliário. Por acaso o escritório de Adriana Ancelmo era agente credenciado da Caixa para financiamentos imobiliários? E agentes credenciados da Caixa não fazem negócios desse porte. A ser verdade essa história vale a pena investigar, mas que tem coisa estranha, lá isso tem.

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08/12/2016 13:34
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Sem alternativa, Pezão se viu obrigado a sancionar o projeto aprovado na ALERJ que limita os gastos de publicidade a 0,01% do orçamento anual. Para vocês terem uma ideia, no ano passado, mesmo com a crise instalada no Estado, Pezão gastou R$ 68 milhões. Para o ano que vem como o orçamento do Estado deve ficar em torno de R$ 60 bilhões, isso significa que só poderá gastar ao longo do ano R$ 6 milhões. Ou seja, não terá mais dinheiro para comprar a blindagem da mídia, nem mesmo da Globo. Podem apostar que a mídia de todo o estado não vai mais poupar Pezão. Acabou o milho, acabou a pipoca, ou melhor, acabou a blindagem.

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08/12/2016 12:39
Reprodução do Extra
Reprodução do Extra


Centenas de policiais militares e agentes da Força Nacional de Segurança cercam a ALERJ para evitar invasões nas manifestações dos servidores. O Governo do Estado não tem dinheiro para fornecer a alimentação, por isso ficou acertado que a Assembleia Legislativa assumiria a responsabilidade. Agora vejam a quentinha que é fornecida aos policiais. Um monte de arroz, sem feijão e meia-dúzia de pedacinhos de frango e linguiça. Uma humilhação. Será que Jorge Picciani comeria essa quentinha? Agora pasmem, a ALERJ paga por cada uma dessas quentinhas muquiranas R$ 15,80. Isso não vale nem R$ 10. É uma indecência!

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08/12/2016 11:04
Rei Arthur (Facility), Sérgio Côrtes comendo pizza em Paris, e Regis Fichtner
Rei Arthur (Facility), Sérgio Côrtes comendo pizza em Paris, e Regis Fichtner


Vocês que acompanham o blog sabem que pelo menos há 10 anos, venho denunciando a “organização criminosa” que se instalou no Governo do Estado sob o comando de Sérgio Cabral. Nós fornecemos número de contas de dinheiro no exterior, publicamos fotos, identificamos os “laranjas”, denunciamos o superfaturamento de obras e serviços e os respectivos empresários beneficiados. Repito: isso há quase 10 anos. E vínhamos alertando, como fiz durante a campanha eleitoral para o governo estadual que a consequência disso tudo seria a falência do Estado. Parabéns ao Ministério Público Federal que resolveu cumprir o papel que caberia a outras instituições. O que me intriga é o rol de presos até agora.

Como pode Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, o Rei Arthur, do Grupo Facility, não estar preso até agora?

Como podem os irmãos Côrtes, que exportaram a corrupção do Rio para outros estados e, através de Bruce Wood, abriram dezenas de offshores para Sérgio Cabral no exterior, ainda não estarem presos?

Como é possível que Regis Fichtner, que provocou um prejuízo milionário no Estado com o escândalo dos precatórios, boa parte com Adriana Ancelmo ainda esteja livre?

Será que a investigação se restringirá ao Poder Executivo ou chegará aos tentáculos em outros poderes?

Não creio que esteja havendo seletividade, escolha de quem deve ou não ser investigado. O fato é que a prisão de Cabral, Adriana Ancelmo, Wilson Carlos e alguns outros é só a ponta do iceberg. Nossa denúncia encaminhada à Procuradoria Geral da República pede a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico de 107 pessoas e empresas, isso porque procurei ser bem econômico e objetivo nos fatos.

Não envolver diretamente Pezão eu até entendo como uma estratégia da Procuradoria da República no Rio para não atrair a competência para o caso do STJ, já que como governador teria foro privilegiado. Mas declarar que Pezão é inocente é achar que ninguém raciocina neste estado. Hudson Braga, o Braguinha, que está preso, é velho amigo de Pezão, sua origem é Volta Redonda, onde foi posto para fora da prefeitura de Antônio Neto como ladrão. Braguinha sempre foi o “homem da mala” de Pezão, que, aliás, era o secretário de Obras até 2010 e depois passou a ser secretário-executivo. Não vou entrar nos detalhes das maracutaias de Pezão, porque repito, entendo a estratégia da Procuradoria no Rio. Mas quanto a outros envolvidos na roubalheira que quebrou o Estado e que não têm foro em Brasília não dá para entender por que não estão fazendo companhia a Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo. Espero que seja só por enquanto...

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08/12/2016 10:08
Reprodução da Folha de S. Paulo
Reprodução da Folha de S. Paulo


O MPF chegou ao Rei Arthur na Operação Calicute. Descobriu que o poderoso empresário Arthur Cesar de Menezes Soares Filho, dono do grupo Facility, que mudou o nome para Prol, repassou R$ 1,7 milhão para Adriana Ancelmo e Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz, principal laranja de Cabral. Mas isso não passa de troco. O grosso do dinheiro repassado pelo Rei Arthur a Sérgio Cabral está nos Estados Unidos. Aliás, em breve farei novas revelações sobre o esquema Cabral - Rei Arthur. No governo Cabral o grupo Facility embolsou R$ 2,8 bilhões do governo estadual.

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08/12/2016 08:57
Reprodução da Veja
Reprodução da Veja


Por 6 votos a 3, o Supremo decidiu manter Renan Calheiros no cargo de presidente do Senado. Renan chamou a decisão de "patriótica", mas foi uma decisão política. De qualquer forma Renan está terminando o seu mandato de presidente do Senado. No final da próxima semana a Casa entra em recesso e no retorno ao trabalho em fevereiro será eleito o novo presidente, que tudo indica será Eunício Oliveira (PMDB-CE). Mas Renan abriu um precedente perigoso ao se recusar a cumprir decisão de um ministro do STF. Mas quem comemorou também foi o Palácio do Planalto que não terá que negociar com o "inimigo", no caso o senador Jorge Viana (PT-AC), que assumiria a presidência do Senado no caso de ter sido confirmado o afastamento de Renan.

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07/12/2016 17:59
Reprodução do G1
Reprodução do G1


Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, Wilson Carlos, Braguinha, Avestruz e mais oito viraram réus na Operação Calicute. Ontem o ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, negou o pedido de Cabral para anular o inquérito. E hoje na coletiva dos procuradores da Operação Calicute foi anunciado que o MPF vai usar instrumentos de colaboração internacional para rastrear o dinheiro que Cabral e sua quadrilha esconderam no exterior. Já adiantei aqui no blog que devem começar por Delaware, paraíso fiscal de offshores nos Estado Unidos, procurando o senhor Bruce Woods, que está por trás do esquema de lavagem de dinheiro de Cabral e Sérgio Côrtes. Vão descobrir que os números falados até agora sobre o esquema de corrupção de Cabral são apenas um aperitivo no meio de um banquete.

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07/12/2016 16:40
Reprodução do Extra
Reprodução do Extra


As imagens que todos viram ontem, e que nós reproduzimos no blog, de policiais militares nas janelas da Igreja de S. José, ao lado da ALERJ, atirando bombas e disparando tiros de balas de borracha contra os servidores estaduais provocaram grande indignação na opinião pública e repercutiram muito mal nas redes sociais. Por esse motivo o comandante da PM, coronel Wolney Dias foi pedir desculpas pessoalmente ao arcebispo D. Orani Tempesta, que disse que isso não pode se repetir. Nem na ditadura militar a repressão invadia igrejas para atirar bombas em manifestantes. E até hoje de manhã a PM dizia que não tinha feito nada errado. E não se justifica o uso da froça desproporcional que a PM utilizou ontem contra os servidores. O episódio da invasão da igreja mostra o desespero do governo Pezão, além de provocar mais indignação contra o desgovernador do Rio.



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07/12/2016 15:34


A deputada federal Clarissa Garotinho se filiou ao Partido Republicano Brasileiro (PRB), nesta terça-feira (06), na liderança do partido na Câmara dos Deputados. Clarissa foi convidada para ingressar na legenda pelo senador e prefeito eleito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella.

No ato da filiação, Clarissa foi recebida pelo presidente licenciado do partido Marcos Pereira, ministro de Indústria, Comércio Exterior e Serviços e pelo presidente em exercício, Eduardo Lopes. Para Lopes, “Clarissa é muito boa de debate, defende seus posicionamentos com muito bom senso e defende suas posições e propostas”.

Já a deputada Tia Eron (BA) afirmou que “demorou demais para Clarissa vir para o PRB. Estou muito feliz com a filiação dela. A presença dela representa a importância da mulher na política”. O deputado Cleber Verde (MA) explicou que na legenda “Clarissa encontrará liberdade em um grande partido. A vinda de Clarissa é motivo de muita alegria”.

Segundo Crivella, “Clarissa foi a deputada mulher mais votada da história do Rio de Janeiro. Confio plenamente em Clarissa pelas suas lutas cotidianas. O povo está do nosso lado. Clarissa nos ajudou muito a nossa vitória no Rio. Ela é incansável, respeitada e tem muito prestígio”.

“Fui muito bem recebida e acolhida aqui. Meu perfil é do diálogo e de trabalhar junto. Vim para somar com essa família. Mesmo tendo recebido outros convites, escolhi crescer de forma consistente junto com PRB. Temos as mesmas bases populares e o mesmo objetivo de cuidar das pessoas”, finalizou Clarissa.

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07/12/2016 14:22
Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja


A questão diz respeito ao fato de que Zveiter já foi presidente do Tribunal de Justiça do Rio, e uma brecha foi criada lhe permitindo disputar novo mandato. O caso está na pauta de hoje do STF, que vai começar pelo julgamento da liminar que decidiu o afastamento de Renan Calheiros.

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07/12/2016 13:45
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Sinceramente o timing do Palácio do Planalto para a divulgação do projeto da Reforma da Previdência não podia ter sido pior. Eu sei que o governo está preocupado com a perda de confiança e quer mostrar serviço ao mercado interno e externo, mas, convenhamos, no momento em que o povo vai às ruas contra a corrupção e que uma crise atinge o Senado, com a decisão pelo afastamento de Renan Calheiros, mexer no vespeiro da Previdência é uma risco mal calculado. As centrais sindicais já estão repudiando o projeto e vão para as ruas. Vai juntar a indignação contra a corrupção e contra o Congresso com a reforma da Previdência, além da crise, é claro. A população vai juntar tudo e vai sobrar para o governo.


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07/12/2016 12:31
Reprodução da Veja
Reprodução da Veja


O juiz Marcelo Brêtas, que decretou a prisão de Adriana Ancelmo, que está Bangu, afirma na sua decisão: “A prisão preventiva de Adriana Ancelmo permitirá pôr termo ao ‘ciclo delitivo’ da organização criminosa e da lavagem e ocultação de ativos ora apontados, empreendida de forma disseminada e ostensiva pelos envolvidos.”

Em depoimento à PF e ao MPF, a gerente financeira do escritório de Adriana Ancelmo revelou que semanalmente, Luiz Carlos Bezerra, lotado na ALERJ e grande amigo e companheiros de farras de Cabral pela Europa, todas as sextas-feiras levava uma mochila com R$ 300 mil para a ex-primeira-dama. Eram R$ 300 mil em dinheiro vivo semanalmente na mão de Adriana Ancelmo.

Os gastos mensais de Cabral e Adriana com cartões de crédito chegava a R$ 300 mil, e não esqueçam que a maioria dos gastos era em dinheiro vivo.

Uma assessora de Cabral que cuidava das despesas da família contou que recebia dinheiro vivo das mãos de Luiz Carlos Bezerra e que os gastos mensais ficavam em torno de R$ 220 mil.

Logo chegamos a uma conta que mostra bem a vida de milionário que Cabral e Adriana levavam. Só com despesas da família e cartões de crédito torravam mais de meio milhão de reais mensalmente. Fora as compras de luxo pagas em dinheiro vivo. Debochavam da cara de todos nós.

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07/12/2016 10:54


Me encontro em estado de perplexidade. Ontem na Câmara dos Deputados, o deputado Sérgio Zveiter discutiu com minha filha, a deputada federal Clarissa Garotinho. Ele insistia na tese que eu organizei um ato contra seu irmão em Niterói que quase terminou em linchamento, e aos gritos, em tom de ameaça afirmou a Clarissa: “Seu pai é inimigo. Vai ver como é bom ter a família Zveiter como inimiga”. Sinceramente não sei a quem pedir proteção já que o novo presidente do Tribunal de Justiça do Rio diz que vai me processar e o irmão dele diz que sou inimigo da família. O deputado Sérgio Zveiter participou da base política de sustentação do governo Sérgio Cabral, denunciado por mim, como todos sabem, há muitos anos. Ele quando faz tal afirmação não fala só por ele, mas por um grupo cujo chefe está na cadeia.

A Lei Orgânica da Magistratura impede que juiz tenha atividade político-partidária. O desembargador Zveiter quase perdeu o cargo uma vez por ter colocado no site do tribunal um vídeo de apoio à candidatura de seu irmão, escapou por um voto. Foi durante o governo Cabral que ocorreu a aprovação da Lei dos Fatos Funcionais. Em meio ao recesso parlamentar de 2009, a ALERJ aprovou a lei e logo em seguida Sérgio Cabral sancionou. A lei permite que um magistrado do Rio ganhe acima do teto constitucional de R$ 33.763. Um recente levantamento mostrou que 98,5% dos magistrados do TJ-RJ recebem acima do teto. Conhecida como lei Zveiter, os juízes passam a ter direito a receber auxílio-saúde, auxílio-moradia, auxílio-educação, auxílio-alimentação, adicionais por acúmulo de função e por dar aulas, além de outras vantagens. Os valores dos benefícios variam de R$ 850 a R$ 5 mil. Não há nada que traga mais felicidade a qualquer ser humano, não apenas juízes e desembargadores, do que dinheiro no contracheque. No mês de maio um desembargador que prefiro preservar o nome para não criar mais polêmica recebeu R$ 150 mil, tudo dentro da legalidade pela Lei dos Fatos Funcionais. Há dentro do Tribunal de Justiça do Rio em relação ao desembargador Zveiter dois sentimentos, um é de gratidão e o outro é de temor reverencial pelo seu poder.

Reafirmo que embora tenha muitos motivos para ser contra o desembargador Luiz Zveiter pelas perseguições que faz à minha família há muito tempo, direta ou indiretamente, no caso da manifestação de Niterói não tenho nada com isso, e mais uma vez para provar que não insuflei a multidão que parou em frente ao prédio dele em reproduzo matéria independente feita pelo SBT. Havia uma manifestação contra a corrupção, como em dezenas de cidades pelo país afora, na hora Zveiter voltava de uma caminhada pelo calçadão de Icaraí e foi reconhecido pelos manifestantes, nada mais do que isso. Vejam vocês e tirem suas conclusões.

Só deixo uma pergunta no ar: quem vai me defender das ameaças da família Zveiter?




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