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sábado, 15 de maio de 2021

09/05/2021

11:21

Feliz Dia das Mães!

Minha mãe Samira, meu carinho, minha vida, meu amor.
São 89 anos de muitas lutas e vitórias.
Obrigado, Senhor Jesus, pela mãe que me deste e por Rosinha, essa esposa maravilhosa que ilumina meus dias.
Parabéns a todas as mulheres que já experimentaram a benção de ser mãe.

07/05/2021

22:18

Cláudio Castro, Garotinho, Rosinha e Wladimir se juntam para reinaugurar o Restaurante do Povo em Campos

O governador Cláudio Castro e o prefeito Wladimir Garotinho inauguraram nesta sexta-feira, em Campos dos Goytacazes, o Restaurante do Povo. A cerimônia contou também com a participação dos ex-governadores Garotinho e Rosinha, da deputada federal Clarissa, além do prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis. O ato marca a aliança política entre o governador e os Garotinho.

Implantado incialmente por Garotinho, o restaurante foi fechado em 2017 pela gestão do prefeito Rafael Diniz. Na época, o município informou que o prefeito pretendia buscar parcerias público-privadas para dar continuidade ao projeto, o que não aconteceu.

Agora, o restaurante foi reinaugurado pela Prefeitura em parceria com o Governo do Estado. A parceria vai possibilitar a oferta de 1.500 refeições gratuitas por dia, incluindo os finais de semana, a partir do Programa RJ Alimenta. Neste primeiro momento serão distribuídas quentinhas de almoço, além do café da manhã e também jantar.

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

05/05/2021

11:50

O povo tem memória

Ontem, o instituto de pesquisa Instituto Prefab Future (empresa LabPop Group), divulgou pesquisa de intenção de voto para o governo do estado. Apareço empatado tecnicamente, dentro da margem de erro, em primeiro lugar, com o atual prefeito do Rio, Eduardo Paes. Gostaria de fazer algumas considerações. A primeira delas é que passei por uma verdadeiro massacre midiático com desinformações a respeito de minha vida política e da minha esposa Rosinha. Não respondemos a nenhum processo relativo à Operação Lava Jato, nem temos condenações por nossa atuação à frente do governo do estado como, principalmente a Globo, faz parecer. Os dois casos que envolveram o nosso nome são relativos à justiça eleitoral de Campos e tem sido revisto nas estâncias superiores. A segunda é que, em momento algum, me coloquei como candidato ao governo do estado. A terceira é que a pesquisa apresentou diversas opções de nomes, a grande maioria deles no interior e na Baixada, regiões onde sou mais forte eleitoralmente. O que significa que, em uma pesquisa com menos nomes, vou aparecer bem melhor. Quarto, é natural que o prefeito do Rio, Eduardo Paes, que disputou e venceu recentemente a eleição para prefeito do Rio, esteja na memória dos eleitores, já que teve grande exposição no horário de campanha eleitoral. Dito isto, me parece que a pesquisa mostra claramente que há três tipos de eleitores no estado. O primeiro deles são os desencantados: acreditaram que uma pessoa sem nenhuma experiência política iria resolver os graves problemas administrativos e financeiros do estado do Rio de Janeiro. O segundo grupo é composto dos eleitores mais ideológicos, que votam à esquerda ou à direita, entrando na polarização que vive o Brasil hoje. E o terceiro são os eleitores pragmáticos: querem votar em quem tem experiência comprovada à frente do governo estadual.

O governador Cláudio Castro pode aproveitar esse vazio e crescer muito, já que o seu nome é pouco lembrado pela maioria dos eleitores do estado. Vale lembrar que, antes de ser vice-governador e agora governador, se elegeu vereador pela cidade do Rio de Janeiro. Mas com os cofres cheios e uma administração criativa que supere a burocracia e a desordem que imperaram nos últimos anos no Rio, pode se tornar um candidato forte e viável. Só depende dele.

Quanto a mim, não estou filiado a nenhum partido. E não decidi se vou disputar qualquer cargo na próxima eleição. Quero aproveitar para agradecer ao povo. Afinal, já são quase 20 anos que deixei o governo do estado com a maior aprovação já obtida por uma governador, segundo o Datafolha. E a pesquisa mostra que o povo não esqueceu.


03/05/2021

11:35

PERSEGUIÇÃO POLÍTICA

Veículos de comunicação devem ter compromisso com fatos jornalísticos, com a verdade. As organizações Globo insistem na mentira que os governadores Garotinho e Rosinha foram presos por corrupção praticada no estado. Faço o desafio à Globo: diga, qual é o fato que levou à nossa privação de liberdade? Não falam porque me perseguem a muitos anos. Os casos relacionados a mim e à Rosinha são relativos à prefeitura de Campos e estão todos na justiça eleitoral, nada tendo a ver com alguma atitude tomada à frente do governo do estado. Confundir a população é uma prática muito antiga de falar de fatos sem as devidas explicações. Infelizmente, no dia em que o ex-governador Witzel foi definitivamente cassado, mais uma vez não falaram dos fatos contra nós para passar a ideia que somos "farinha do mesmo saco".
Isso não é jornalismo. Isso tem outro nome. Chama-se perseguição política.

01/05/2021

11:22

GAROTINHO HOMENAGEIA O TRABALHADOR BRASILEIRO

30/04/2021

21:20

O RESTAURANTE POPULAR VEM AÍ!

30/04/2021

18:08

WITZEL, FORA. TRIBUNAL FORMA MAIORIA QUALIFICADA PARA AFASTAR GOVERNADOR ACUSADO DE CORRUPÇÃO

O Tribunal Especial Misto (TEM) formado para julgar processo de impeachment do governador afastado do Rio de Janeiro Wilson Witzel (PSC) formou maioria na tarde desta sexta-feira (30) para condenar o ex-juiz a perder o cargo de governador e torná-lo inabilitado para ocupar funções eletivas por cinco anos. Para o relator, deputado estadual Waldeck Carneiro (PT-RJ), houve improbidade administrativa e omissão criminosa de Witzel diante de esquema que foi montado na Secretaria Estadual de Saúde para desviar recursos e favorecer duas Organizações Sociais de Saúde (OSS).


Por 7 votos a zero, o TEM já possui maioria para respaldar a decisão do relator de condenar Witzel e inabilitá-lo. O TEM é formado por desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Até o momento, votaram: o relator Waldeck Carneiro (PT), o desembargador José Carlos Maldonado de Carvalho, o deputado Carlos Macedo (Republicanos), o desembargador Fernando Foch de Lemos Arigony da Silva, o deputado Chico Machado (PSD), a desembargadora Teresa de Andrade Castro Neves e o deputado Alexandre Freitas (Novo) – que não acompanhou integralmente Waldeck, mas defendeu o impedimento.

Em seu voto, Waldeck reconheceu como procedentes as duas denúncias que pesavam contra o governador. A primeira aponta que ele teria cometido improbidade administrativa e adotado conduta incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo ao permitir a requalificação da OSS Unir Saúde. Já a segunda se refere à contratação milionária da OSS IABAS para a montagem de 7 hospitais de campanha no estado; neste ponto, o governador é acusado de integrar um grande esquema de desvio de dinheiro público e pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos.

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

30/04/2021

16:50

Leilão da Cedae arrecada R$ 22,6 bilhões pelos blocos 1, 2 e 4. Bloco 3 não teve proposta

O leilão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), nesta sexta-feira (30) na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), arrecadou R$ 22,6 bilhões com a venda de três dos quatro blocos ofertados. A venda superou a expectativa de arrecadação inicial que era de R$ 10,6 bilhões .

Em aproximadamente uma hora e meia de leilão, os três blocos mais valiosos da companhia já tinham sido arrematados com ágio superior a 100% do valor inicial.

O ágio é o valor adicional ao mínimo que era exigido no edital do leilão. O bloco mais barato, que reúne bairros da Zona Oeste da cidade e seis municípios, não foi vendido.

Confira o resultado final do leilão de concessão da Cedae:

Bloco 1 – arrematado pelo Consórcio Aegea por R$ 8,2 bilhões – ágio de 103,13%
Bloco 2 – arrematado pelo Consórcio Iguá por R$ 7,286 bilhões - ágio de 129,68%
Bloco 4 - arrematado pelo Consórcio Aegea pelo valor de R$ 7,203 bilhões - ágio de 187,75%
Bloco 3 – sem vencedor – a única proposta havia sido apresentada pelo Aegea, que optou por retirá-la antes que fosse aberta, o que lhe foi permitido já que havia arrematado o bloco leiloado antes dele, o 4.
Logo após o encerramento do leilão, o governador em exercício disse que o leilão foi "um importante recado para quem deseja investir no Rio de Janeiro".

Castro destacou que o certame foi realizado na data prevista, se referindo às diversas tentativas judiciais e legislativas para suspender a disputa. "Isso é segurança jurídica", enfatizou.

“Esse leilão é um marco para o estado do Rio de Janeiro e nos dá esperança para um futuro melhor para o nosso povo”, declarou Castro.

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

30/04/2021

13:52

Após Firjan fazer defesa do leilão da Cedae, Ceciliano enquadra Eduardo Eugênio: É imoral e inaceitável um presidente há 25 anos no cargo

O presidente da Alerj, André Ceciliano, reagiu com indignação à campanha da Firjan em favor da privatização da Cedae. Em nota nas redes sociais, nesta quinta-feira, enquadrou o presidente da federação, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, após publicação no site da entidade de contundente defesa da concessão da estatal.

“É “imoral e inaceitável” - para usar os mesmos termos da nota divulgada pela FIRJAN - que tenhamos uma federação que mantém há 25 anos o mesmo presidente”, afirmou.

Ceciliano apontou ainda as contradições da gestão longeva de Eduardo Eugênio à frente da entidade empresarial, num condenável processo de perpetuação no poder.

“ Neste período (entre 1995 e 2019), enquanto o emprego com carteira assinada no total da indústria de transformação no Brasil cresceu 47,4%, no ERJ ocorreu uma queda de 6,3% - o pior desempenho entre todas as unidades federativas, de acordo com dados da Rais/Ministério da Economia, sem que tenhamos assistido a uma reação do presidente da FIRJAN à altura da gravidade dos fatos.”.

Leia a íntegra da nota:

É “imoral e inaceitável” - para usar os mesmos termos da nota divulgada pela FIRJAN - que tenhamos uma federação que mantém há 25 anos o mesmo presidente. Neste período (entre 1995 e 2019), enquanto o emprego com carteira assinada no total da indústria de transformação no Brasil cresceu 47,4%, no ERJ ocorreu uma queda de 6,3% - o pior desempenho entre todas as unidades federativas, de acordo com dados da Rais/Ministério da Economia, sem que tenhamos assistido a uma reação do presidente da FIRJAN à altura da gravidade dos fatos.

A decisão - repito, SOBERANA - tomada pela ALERJ visa a permitir a negociação de um melhor acordo para o Estado renovar o RRF, assunto de fundamental importância para o futuro do Rio, mas que, infelizmente, o presidente da FIRJAN finge não compreender, talvez para, como de costume, ficar bem com o governante da vez.

Importante saber que, entre setembro 2017, quando foi assinado o RRF, e setembro de 2020, quando ele deveria ter sido renovado (não o foi até hoje), o Rio conseguiu aumentar as suas receitas em 18% (de R$ 50,1 bi para R$ 59,4 bi) e reduzir suas despesas com pessoal em 3% (de R$ 33,6 bi para R$ 32,5 bi) - números ignorados pela equipe econômica do Governo Federal quando da não renovação do RRF, do qual só não fomos excluídos por uma decisão liminar dada pelo ministro Luiz Fux, do STF.

A Alerj também fez a sua parte e, neste período, devolveu mais de R$ 1,5 bi para o Estado investir em áreas prioritárias, como Saúde, Segurança e Educação, pois era preciso dar o exemplo.

Quanto ao presidente da Firjan, me pergunto em que medida ele está realmente fazendo a parte dele na legítima defesa dos interesses da indústria do Rio de Janeiro.

Atenciosamente.
Deputado André Ceciliano”

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

30/04/2021

11:13

Governo do Rio pede a Fux suspensão de projeto aprovado pela Alerj que interrompe leilão da Cedae

O governo do estado do Rio de Janeiro pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, a suspensão de projeto aprovado pelos deputados estaduais que interrompe o processo de leilão da Cedae, previsto para sexta-feira. Entre outras coisas, governo argumenta que Fux já suspendeu duas decisões judiciais que impediam o leilão.

O documento é assinado pelo procurador-geral do Rio, Carlos da Costa e Silva Filho. O argumento é que a concessão dos serviços de saneamento diz respeito aos municípios da Região Metropolitana, que apenas delegaram a condução do processo ao estado. Assim, não caberia à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) suspender o leilão.Segundo o governo do Rio, o projeto aprovado, assim como as decisões judiciais já suspensas por Fux, tem por objetivo "obstaculizar a expansão da prestação dos serviços de saneamento básico na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, afastando, por via transversa, a eficácia da primeira decisão aqui proferida".

Também sustentou que o projeto aprovado pela Alerj, "ao interferir no processo de concessão, desestrutura a organização administrativa e o planejamento realizado para a consecução dos serviços públicos de saneamento, afastando potenciais interessados em participar do certame".

Mais cedo, o governo estadual informou que o leilão de concessão da empresa de saneamento está mantido para esta sexta-feira, às 14h, na Bolsa de Valores de São Paulo. O governador Cláudio Castro determinou a continuidade do processo e considerou inválida a decisão da Alerj de suspender o leilão.

A discussão ganhou um novo desdobramento no início da noite. O presidente do Tribunal de Justilça do Rio, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, que negou o mandado de segurança impetrado pelos deputados Anderson Luiz de Moraes e Márcio Gualberto dos Santos, que pedia a suspensão da tramitação do PDL aprovado no início da tarde pela Alerj. O presidente do TJ argumentou que por conta da harmonia entre os poderes não cabe ao Judiciário intervir na discussão de projetos do legislativo:

''Impedir o poder Legislativo de exercer em sua plenitude a autonomia de discutir as normas que entende necessárias ao regramento social importa em ferir a Democracia'', escreveu o presidente do TJ em sua decisão.

A diretoria da Firjan, em nota divulgada nesta quinta, reitera a necessidade de privatizar a Cedae, a fim de proporcionar saneamento básico justo a uma cidade do tamanho do Rio, que é o estado com segundo maior PIB do Brasil. Segundo o comunicado, se for esperar pelo ritmo atual de investimentos da Cedae em saneamento, seriam necessários no mínimo 140 anos para universalizar a coleta e o tratamento de esgoto no Rio.

"São essas as razões que levaram a Diretoria da Firjan a defender e apoiar, desde o início, o processo de concessão dos serviços de coleta e tratamento de esgotos e de distribuição de águas para a iniciativa privada. Essa é a única solução real e concreta para resolver essa enorme dívida social, que afeta exatamente a parcela mais pobre da população de nosso estado", diz o comunicado.

REPRODUÇÃO: O GLOBO

30/04/2021

11:04

Presidente do TJRJ mantém decreto que suspendeu o leilão da Cedae

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, negou o mandado de segurança impetrado pelos deputados Anderson Luis de Moraes e Márcio Gualberto dos Santos que pedia a suspensão da tramitação do Projeto de Decreto Legislativo 57/2021, aprovado nesta quinta-feira pela Alerj.

Na decisão, o presidente do TJRJ afirmou que “impedir o Poder Legislativo de exercer em sua plenitude a autonomia de discutir as normas que entende necessárias ao regramento social importa em ferir a Democracia”.

Da decisão, o presidente do TJRJ afirmou ainda que a Constituição do Estado do Rio de Janeiro, em simetria ao comando da Constituição da República, garante a plena harmonia, independência e autonomia dos Poderes Constituídos. Isso significa a impossibilidade de se intervir na discussão de projeto em curso na Casa do Povo, sob pena de afrontar o sacro Estado Democrático de Direito.

O decreto de autoria do presidente da Alerj André Ceciliano foi aprovado nesta quinta-feira.

REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

30/04/2021

10:33

A DÍVIDA SOCIAL

Alguns analistas brasileiros teimam em avaliar a situação do país pelas reações do mercado.
Ignoram dados alarmantes da imensa dívida social que o Brasil tem com o seu povo.
Afirmo que se nada for feito o país pode cair num abismo perigosíssimo, um caos social que já se percebe pelas ruas do país.
Com um número crescente de pobres, desempregados, sem teto, sem terra. Com 50% dos domicílios sem saneamento e crianças brincando nos esgotos a céu aberto, a violência batendo recordes a cada dia, não precisa ser profeta para prever que em algum momento, os milhões de excluídos vão se rebelar.
O Brasil não está preparado para uma revolta popular em defesa da vida. Nossas elites ignoram ou fingem não ver a miséria tomando conta de todas as periferias das capitais e médias cidades.
Jovens perdem a esperança e seus sonhos e o que pode resultar dessa situação é o tudo ou nada.
Quem conhece e sente o coração do povo sabe que o limite está próximo.
Quem viver verá.

30/04/2021

08:31

Com deságio de 64%, Petrobras encerra contencioso de R$ 1,5 bi com o Governo do Rio

A Petrobras informou que decidiu aderir a um programa de parcelamento do governo do Rio de Janeiro (PEP-ICMS) para encerrar contingências com a administração estadual sobre o pagamento de ICMS que somavam valor estimado de R$ 1,53 bilhão, segundo comunicado da companhia nesta quinta-feira (29).

O fim da disputa ocorrerá "mediante desembolso de R$ 544 milhões , com deságio de 64%", afirmou a petroleira.

A Petrobras disse ainda que, do total a ser pago, R$ 268 milhões envolvem débitos que estavam sendo contestados em contencioso administrativo ou judicial e que já se encontravam provisionados nas demonstrações financeiras da companhia referentes a 2020.

Além disso, segundo as regras do programa de parcelamento, garantias anteriormente depositadas de R$ 188 milhões serão recuperadas pela companhia tão logo autorizado pelo Judiciário, acrescentou.

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

29/04/2021

22:55

Cláudio Castro: "Não sou covarde. Ficarei no governo até o último dia do mandato".

O governador Cláudio Castro reagiu nesta quarta-feira (28) às crescentes especulações de que poderia não disputar a reeleição para ocupar uma vaga no Tribunal de Contas do Estado. De Brasília, logo após reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira, para tentar pautar projeto que pode injetar R$ 5 bilhões no caixa do estado, Castro concedeu entrevista exclusiva à Agenda do Poder. Em tom afirmativo, disse que ficará à frente do Palácio Guanabara até o último dia do mandato, em qualquer cenário eleitoral.

- Não sou covarde. Quem chegou ao comando do estado sem o crivo das urnas para responder pelo cargo tem a obrigação de permanecer até o final e, então, se submeter ao julgamento popular. Não há a hipótese de eu sair – disparou, com o nítido propósito de estacar a pressão política resultante do noticiário sobre eventual renúncia no prazo limite de desincompatibilização, 1 de abril de 2022.

O governador afastou a possibilidade de ocupar a próxima vaga no TCE e tampouco admitiu uma candidatura à Câmara Federal.

- A vaga do TCE deve ser do deputado Márcio Pacheco, meu amigo e líder no parlamento. Como poderia eu tirá-lo do cargo ? Trabalho junto de grande parte da bancada federal. Não teria sentido eu disputar espaço político com meus aliados. Não sou desleal – acrescentou.

A candidatura à sucessão estadual é uma construção política que não depende exclusivamente da vontade do postulante. Há variáveis incontroláveis, que vão desde a capacidade de produzir alianças eleitorais consistentes ao resultado administrativo do governo. Cláudio Castro tem plena consciência da árdua tarefa que tem pela frente. Admite que, se, hipoteticamente, não construir um cenário que lhe garanta condições eleitorais razoáveis, ainda assim permanecerá no governo até o último dia do mandato.

- Ficarei para defender meu legado. Se não for candidato, o que é improvável, mesmo assim acho que tenho o dever de permanecer no cargo para defender nossas conquistas para a população fluminense.

Ciente de que o seu futuro político depende o resultado objetivo do governo, Cláudio Castro afirmou que trabalha diuturnamente para conseguir recursos que lhe possibilitem implantar projetos estruturantes. A concessão da Cedae, tal como formatada, poderá render cerca de R$ 1,5 bilhão para o tesouro estadual, considerando a possibilidade de ágio no valor mínimo de R$ 10,6 bilhões. O governador não se conforma com a cifra e tenta ampliá-la de modo substantivo com a aprovação do projeto de lei complementar 54/2021, de autoria do deputado Hugo Leal (PSD).

A proposta autoriza o governo do Rio a ficar com os R$ 4,5 bilhões reservados ao pagamento do banco francês PNB-Paribas, do montante arrecadado no leilão. Se conseguir aprová-lo, Claudio Castro terá nos próximos meses cerca de R$ 6 bilhões – um vultoso caixa que poderá permitir grandes obras e, ao mesmo tempo, turbinar suas expectativas eleitorais para 2022.

O projeto do deputado Hugo Leal (PSD) permite incorporar o valor do BNP-Paribas ao montante da dívida do Governo do Rio com a União.

- Devemos cerca de R$ 200 milhões que vamos repactuar em 10 anos. Não muda nada se passarmos a dever R$ 205 bilhões – comentou o governador.

Na próxima sexta-feira, se confirmado no cargo com o afastamento definitivo de Wilson Witzel pelo Tribunal Misto, Cláudio Castro vai anunciar sua nova filiação partidária – o PSD – e os nomes da reforma do seu secretariado.

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

29/04/2021

22:22

André Ceciliano denuncia que está sendo ameaçado por votar projeto que impede leilão da Cedae

Foi de alta voltagem a sessão da Alerj desta quarta-feira, véspera do dia em que será votado decreto legislativo para impedir o leilão da Cedae até que o ministro Paulo Guedes autorize a assinatura do novo acordo de recuperação fiscal do Rio. Em meio à divergências com o líder do governo, Márcio Pacheco, o presidente André Ceciliano denunciou que está sendo ameaçado por reafirmar a decisão de votar a proposta. Segundo Ceciliano, deputados também estão sendo ameaçados.

A colunista Berenice Seara, de O Extra, registrou a altercação pública dos parlamentares em nota :

“O presidente da Assembleia Legislativa do Rio, André Ceciliano (PT), anunciou em plenário, na tarde desta quarta-feira (28), que está sendo ameaçado por insistir em pôr em votação o projeto de decreto legislativo (PDL), de sua autoria, para suspender o leilão de concessão da Cedae. Ceciliano disse que deputados foram até ele reclamar que também estão sendo ameaçados, inclusive pelo governador em exercício Cláudio Castro (PSC).

O PDL será votado amanhã e o leilão está marcado para sexta-feira.

“Tenho recebido telefonemas desde ontem, inclusive com ameaças pessoais. Hoje já recebi vários deputados reclamando que o próprio governador tem ligado fazendo ameaças. Quero dizer ao deputado Márcio Pacheco (líder do governo) que nem o governador afastado fez isso. Nem o governador afastado ligou para deputado ameaçando”, disse Ceciliano, ao microfone.

"Isso não fica bem, não acaba bem, a gente já viu isso aqui. O parlamento é um poder autônomo, independente. Eu represento o parlamento e não vou permitir ameaças. Deputados federais ligando para deputado, senadores ligando para deputado. O governador não está de ingênuo nisso”, completou.

Márcio Pacheco (PSC) reagiu de imediato. E seguiu-se um bate-boca.

“Sobre ameaças, não corroboro com a fala de vossa excelência, a quem tenho profunda admiração e respeito . Quem conhece o governador Cláudio Castro sabe que não é do seu feitio, da sua personalidade, da sua disciplina e do seu aprendizagem político tal ação. O governador Cláudio Castro é talvez das pesssoas mais cordatas e preparadas para o cargo político que eu conheço e que pude tratar em toda a minha vida”, disse Pacheco.

“Vossa excelência está dizendo que eu estou mentindo? Que ele não ameaçou parlamentar?”, perguntou Ceciliano.

“Estou dizendo que ele não ameaça parlamentar”, respondeu Pacheco.

“Está dizendo que ele não ameaçou parlamentar? Sim ou não?", insistiu Ceciliano.

Diante da resposta do líder do governo de que não, de que Castro não teria ameaçado ninguém, o presidente da Assembleia ficou irritado.

“Vossa excelência quer que eu dê os nomes aqui? Olha para mim, deputado Márcio. Eu renuncio ao meu mandato aqui, e quero que vossa excelência renuncie ao seu, se ele não ameaçou parlamentar. Vossa excelência está dizendo que eu estou mentindo? Sim ou não? Eu estou mentindo?”, cresceu Ceciliano.

“Vossa excelência está levando a coisa para...”, gaguejou Márcio, reclamando que Ceciliano subiu o tom na discussão. “Não estou dizendo que vossa excelência mentiu. Estou dizendo que não é a postura do governador Cláudio Castro e que eu desconheço firmemente esse processo. O que eu quero dizer é que não há de minha parte a postura de ameaçar alguém. Pelo contrário, a postura sempre foi, desde o início, buscar o consenso”.

“Não vou aceitar ameaças a qualquer parlamentar. Seja da situação ou da oposição. Enquanto eu for representante do conjunto de parlamentares, não vou aceitar ameaças. Fica aí o recado diretamente ao seu governador”, encerrou Ceciliano, antes de se levantar para se retirar do plenário.”




REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

29/04/2021

20:10

EDUARDO PAES VAI A JULGAMENTO POR CORRUPÇÃO