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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

30/01/2017

14:53

Prisão de Cabral e companhia vira marchinha de carnaval

Aproveitando o recesso dos tribunais superiores, a defesa de Sérgio Cabral tentou mais uma vez um habeas corpus, desta vez no plantão do STJ. Mas o presidente em exercício do STJ, ministro Humberto Martins negou o pedido. Por falar em Cabral vai virar sucesso a marchinha intitulada "Hotel Bangu" que me enviaram, composição do grupo Os marcheiros.

30/01/2017

13:34

O Palácio do Planalto e o medo das delações da Odebrecht

Reprodução da Folha de S. Paulo
Reprodução da Folha de S. Paulo

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia homologou as delações de 77 executivos da Odebrecht, mas as manteve sob sigilo. Essa questão do sigilo era o que mais atormentava o Palácio do Planalto, Michel Temer deve estar respirando aliviado. Digamos que foi como naquela música de Lulu Santos "Assim caminha a Humanidade", que diz: "Não vou dizer que foi ruim / Também não foi tão bom assim".

Na verdade a ministra Cármen Lúcia deixou para o novo relator que vier a ser escolhido, a decisão sobre o sigilo das delações. Mas todo mundo sabe que assim que acabar o sigilo das delações o governo enfrentará uma tempestade política, afinal Michel Temer, Eliseu Padilha e Moreira Franco são citados nas delações. Quando as informações vierem a público a reação da opinião pública será imediata nas redes sociais e a mídia fará um "carnaval", isso no mínimo, porque dependendo do clima pode provocar uma onda de manifestações contra o governo. A repercussão no Congresso também fará estragos. Portanto o Palácio do Planalto não se livrou do problema, mas pelo menos o adiou por mais um tempo.

30/01/2017

12:32

Eike Batista tem pressa na delação premiada

Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online

Que Eike Batista vai falar ninguém mais tem dúvidas. A dúvida é sobre o que o MPF vai querer que ele conte. Na viagem de Nova Iorque para Rio, Eike já deixou claro que o esquema de corrupção dos governos é maior do que se imagina e que não era ele quem oferecia carona para governantes em seu avião, mas sim os políticos que o pressionavam. Ele afirmou ainda que, em geral, os empresários são vítimas dos políticos corruptos. E disse, com todas as letras, que acredita que não errou.

Ora, dizer que não errou não dá pra levar a sério. Mas pode se redimir de uma parte dos seus erros contando tudo o que sabe. E se contar quem foram os passageiros dos seus aviões muita gente vai se surpreender.

Naturalmente, Eike falará dos seus "negócios" com Sérgio Cabral, incluindo Regis Fichtner. O que mais contará é uma incógnita. Não se sabe se o MPF da Operação Calicute vai querer saber dos negócios com o governo Lula, se jogará para a força-tarefa da Lava Jato, ou ainda se passará ao largo dessa questão.

Vamos ter que aguardar, mas Eike tem pressa para sair detrás das grades. E sabe que se mentir, como fez em novembro numa colaboração espontânea ao inquérito da Operação Calicute, perderá direito à delação premiada.

Não é só a quadrilha de Cabral que está em pânico com a delação de Eike, o PT e muita gente em Brasília está tremendo de medo.

30/01/2017

10:55

Encontro Marcado com Garotinho (Segunda - 30/01)

30/01/2017

08:54

Incrível! Pezão quer que STF o autorize a descumprir Lei de Responsabilidade Fiscal

Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online

É inacreditável que o governador Pezão peça ao Supremo Tribunal Federal autorização para não cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. É dever constitucional do STF garantir o cumprimento das leis, o ordenamento jurídico do país. Agora imaginem se a moda pega. Pezão, na prática, pede que o Supremo ignore a lei, feche os olhos ao descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal que pretende praticar, aliás, o que já fez e por isso deveria ter sido afastado do cargo. Como o STF ainda está em recesso até amanhã, Pezão quer a ministra Cármen Lúcia, responsável pelo plantão dê a liminar ainda hoje, correndo. Caso a ministra não decida hoje ou amanhã, o pedido irá para as mãos do ministro Luiz Fux, que foi sorteado. Me custa a crer que a mais alta Corte do país aceite essa aberração jurídica sem precedentes, que permita que uma única pessoa em todo o Brasil, no caso Pezão como governador do Rio, receba autorização para descumprir uma lei vigente.

29/01/2017

13:24

O caminho para encontrar mais dinheiro de Cabral

Rei Arthur já prestou depoimento



Usando a metáfora do procurador da República que a riqueza desviada por Cabral é um “oceano” ainda pouco conhecido, eu diria que aquilo que foi descoberto até agora é apenas uma gota d’água deste “oceano”, onde o ex-governador “navegou com sua caravela e a de outros piratas” que saquearam os cofres do Estado do Rio de Janeiro. Entre esses “piratas”, além do grupo próximo a Cabral já identificado e uma parte presa, existem deputados estaduais e federais, empresários de vários setores, e não apenas empreiteiros, escritórios de advocacia, pessoas influentes de outros poderes, marqueteiros e agências de publicidade, e uma gama de espertos, ladrões de pequeno porte, que ao longo dos últimos 10 anos roubaram algo em torno de R$ 8 bilhões.

O que veio à tona até agora é fichinha. Mas esta semana, sem alarde, a força-tarefa da Lava Jato no Rio ouviu o depoimento de Arthur César de Meneses Soares Filho, o Rei Arthur, de longe o homem que com suas empresas irrigou com mais dinheiro o esquema de corrupção comandado por Cabral e Picciani.

Ainda não se sabe o teor do seu depoimento, mas para alguém que nos últimos 10 anos, entre as empresas do grupo Facility, que mudou de nome para Prol, recebeu dos cofres públicos mais de R$ 3 bilhões, certamente, se teve medo de ser preso, Arthur deve ter revelado mistérios com cifras que vão muito além dos US$ 100 milhões descobertos até agora.


Cabral não operava com um único doleiro, Álvaro Novis, nem muito menos com os irmãos Chebbar que o delataram no caso de Eike Batista. Aliás, nesse caso caiu mais um mito inventado por setores da imprensa que sempre foram generosos com Cabral. O dinheiro de Rodrigo Silveirinha, cuja mulher estava nomeada no cargo mais importante da ALERJ quando Cabral foi presidente, e cuja amizade remonta aos tempos em que os dois trabalharam juntos na Turisrio (empresa de turismo do Estado do Rio), no governo Moreira Franco, era realmente de Cabral. Sempre afirmei isso, mas como Silveirinha havia ocupado um cargo no governo Rosinha (indicado por Cabral) tentaram empurrar o propinoduto do Rio para cima de mim e dela. Silveirinha sempre foi homem ligado a Sérgio Cabral.

Voltando ao esquema da quadrilha de Cabral não será difícil mapeá-la, mas será trabalhoso. O passo mais importante é ir atrás dos representantes da Mossack Fonseca no Brasil. Aliás, é surpreendente que eles tenham sido presos numa operação em São Paulo e quando viram o tamanho da encrenca resolveram contornar a curva para seguir com a Lava Jato.

A Mossack Fonseca, cujo dono é um panamenho já citado neste blog, utiliza-se da legislação de seu país para fazer o que José Dirceu e Eduardo Paes fizeram. Simples como vamos explicar agora.

Pelas leis do Panamá qualquer cidadão natural daquele país e que lá tenha residência física pode abrir uma offshore ou outra modalidade de empresa sem precisar declarar a origem do dinheiro. Depois em um cartório do país é feita uma procuração passando o direito de movimentar as contas da empresa e todo o seu patrimônio para um beneficiário final, que na verdade é o verdadeiro dono da empresa. No Panamá não são poucos os jardineiros, guardadores de carro, cozinheiras, auxiliares de escritório que são donos de verdadeiras fortunas no papel, mas cujos proprietários reais são outras pessoas, como, aliás, mostrou bem reportagem da BBC de Londres quando da divulgação do escândalo Panamá Pappers, mostrando que haviam contas em nome do pai do ex-primeiro-ministro inglês, David Cameron, do falecido ditador líbio Muammar Kadhafi, do ex-ditador egípcio Hosni Mubarack, do todo-poderoso presidente da Rússia, Wladimir Putin, e até o ex-primeiro-ministro da Islândia que renunciou quando tudo veio à tona.

A sequência é quase sempre a mesma. O dinheiro sujo ganha a aparência de uma offshore legalizada com sede no Panamá, e dali são abertas outras empresas em países diferentes para dificultar o rastreamento do dinheiro. A Mossack Fonseca tem escritórios com representantes em 40 países. Agora dá para entendem por que Sérgio Cabral teve que fazer o dinheiro passear pela Panamá e depois espalhá-lo por outras contas no mundo.

Mas Sérgio Côrtes não teria feito o mesmo? Ele era um dos mais frequentes acompanhantes de Cabral pelas viagens pelo mundo, inclusive na mais famosa divulgada pelo nosso blog, a farra Paris. Seu irmão, Nelson Côrtes, é um especialista em lavanderia de dinheiro.

Não teria feito o mesmo George Ryan Sadalla, o Gê, que além de abrir uma factoring para esquentar dinheiro da Delta, do seu amigo Cavendish, através de outro doleiro, Adir Assad?

Não teria se utilizado de esquema semelhante Regis Fichtner, que acompanha Cabral desde o tempo da Assembleia Legislativa, um dos seus mais fiéis escudeiros?

Há também os que além de lavar dinheiro preferiram transformá-lo em patrimônio aparentemente legal com a compra de fazendas, embriões, mineradoras. Tudo com a aparência de normalidade, mas que não resiste a uma mínima investigação. Aliás, os deputados Jorge Picciani e Paulo Melo sabem disso. É por isso que precisam da proteção de seus colegas para não serem presos.

Na contabilidade dos integrantes da força-tarefa do Rio ainda não foi somado esse dinheiro todo que virou patrimônio, muito menos o esquema envolvendo outras empreiteiras. O que se sabe até agora é somente em relação à Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia.

E quando for homologada a delação premiada de Fernando Cavendish, o dono da Delta? Ele é disparado o maior parceiro de Cabral e Picciani há anos, inclusive em negócios com várias prefeituras do PMDB.

É surpreendente que a Odebrecht tenha conseguido produzir mais de 800 depoimentos, de 77 diretores, e a Delta até agora não tenha sua delação homologada. O que será que Cavendish tem que outros não têm? Alguma “eficiência” ou algum segredo guardado além de Calicute?

O Estado do Rio virou um balcão de negócios sob a gestão de Cabral e Pezão. Dos grandes aos pequenos negócios tudo gerava em torno de propina.

A expressão usada pelo procurador ao afirmar que o “oceano” de Cabral não está completamente desbravado é tão verdadeira quanto a de Shakespeare ao afirmar que “existem mais segredo entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia”.

Cabral pode delatar alguém? Essa é a pergunta que se faz. Investigando a quadrilha há 10 anos posso garantir que sim, para cima e para baixo, afinal ele navegou por mares nunca dantes navegados, protegido pelo manto da impunidade, não queria ser apenas o “descobridor” do Brasil, queria ser o dono com direito a acompanhantes. Seus sócios maiores ou menores estão vivos, livres, alguns operando a pleno vapor em prefeituras, na ALERJ, na Câmara dos Deputados, no governo federal, no governo estadual e também dentro de instituições que se dizem representativas de segmentos da sociedade, mas que fecharam os olhos e se lambuzaram na farra do dinheiro público promovida por Sérgio Cabral e sua quadrilha.

29/01/2017

11:48

O desespero das agências de publicidade

Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online

Se os escritórios de advocacia estão comemorando a Operação Calicute, como mostrei na postagem anterior, o mesmo não se pode dizer das agências de publicidade. Se nos primeiros reina a euforia entre a turma da publicidade impera o desespero. Eu falei isso logo que o irmão de Cabral foi levado coercitivamente pela Polícia Federal. Mas entendam o raciocínio simples e lógico. Segundo os procuradores da Calicute, Francisco de Assis Neto, o Kiko, ainda foragido e na lista da Interpol era outro operador de propinas de Sérgio Cabral. Bem, ele era subsecretário estadual de Publicidade, vinculado a Regis Fichtner na Casa Civil, cuidava das agências de propaganda. Logo de onde poderia vir a propina que ele intermediava? Elementar! Grandes agências cariocas vão virar personagens da Calicute já, já.

29/01/2017

11:05

Escritórios de advocacia do Rio comemoram Operação Calicute

Um amigo meu me contou a cena que narrar para vocês. Aconteceu na sexta-feira, na hora do almoço, em um restaurante no Centro do Rio. Dois advogados criminalistas, donos de bancas renomadas, se encontraram e travaram um diálogo mais ou menos assim: "O negócio está ficando bom com a Calicute", disse um. Ouviu como resposta: "Finalmente essas operações chegaram ao Rio. 2017 promete ser um bom ano pra nós". Esse é um lado oculto da Operação Calicute, um desdobramento. Há muito tempo que a impunidade impera no Rio. Não eram abertos nem inquéritos contra a corrupção, o que dirá processos judiciais. Com isso nos últimos anos, enquanto escritórios de São Paulo e Brasília se movimentavam no Mensalão, no Petrolão e outros escândalos de corrupção que chegaram aos tribunais, no Rio de Janeiro nada acontecia. A Calicute já está provocando corrida aos grandes escritórios criminalistas cariocas, que têm experiência em processos de corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes correlatos. Realmente 2017 promete ser um bom ano para os advogados dessa área.

28/01/2017

22:04

Tucanos na berlinda: Janot pede bloqueio da conta usada por Serra e pelo PSDB na Suíça

28/01/2017

11:39

Um furacão vai varrer a ALERJ

Jorge Picciani e a ALERJ cercada por policiais
Jorge Picciani e a ALERJ cercada por policiais

Não pensem que neste momento os deputados estaduais têm como prioridade a discussão do novo pacote de maldades de Pezão ou a eleição do presidente da ALERJ. O clima é de pânico com o furacão que os deputados sabem que está chegando à Assembleia Legislativa. A todo momento trocam telefonemas desesperados em busca de notícias sobre os desdobramentos da Operação Calicute. Três nomes fazem muitos deputados tremerem: Sérgio Cabral, Hudson Braga e Wilson Carlos. Sabem que as delações premiadas desse trio cairão como uma bomba atômica no Legislativo. Hudson Braga, o Braguinha, "homem da mala" de Pezão já está fazendo a delação. Cabral avisou aliados que vai negociar a delação premiada, e em Curitiba, Wilson Carlos vai seguir o mesmo caminho. Todos sabem que um raio vai cair na cabeça de Jorge Picciani e depois virá a enxurrada que atingirá dezenas de deputados estaduais. A casa vai cair.

28/01/2017

10:44

A repercussão do Papo do Blog sobre a Gangue de Cabral

Reproduções do Brasil 247, Estadão, UOL, IstoÉ, Diário do Grande ABC, O Tempo
Reproduções do Brasil 247, Estadão, UOL, IstoÉ, Diário do Grande ABC, O Tempo



Foi surpreendente a repercussão do Papo do Blog desta sexta-feira: "A Gangue do Cabral: Ainda falta muita gente". Incontáveis sites e blogs importantes reproduziram as minhas palavras sobre o fato de não me surpreender com o tamanho da roubalheira da quadrilha de Cabral, mas sim por algumas pessoas ainda não estarem presas. Por isso se vocês não tiveram oportunidade de ler cliquem no link abaixo.

Clique aqui para ler o Papo do Blog sobre a Gangue de Cabral



27/01/2017

18:24

Adivinhem quem Cabral quer delatar

Reprodução do Estadão
Reprodução do Estadão



Cabral sabe que não há a menor chance de conseguir três habeas corpus para sair de Bangu 8. Também tem consciência que não escapará de uma condenação com longa pena. Assim só lhe resta negociar a delação premiada para tentar diminuir a inevitável longa temporada atrás das grades que o aguarda. E quem Cabral vai delatar? Quem? Quem? Ora, é elementar, só lhe resta entregar Pezão e Jorge Picciani.

27/01/2017

17:35

Mercado publicitário do Rio alarmado com Operação Calicute

Reprodução do Blog do Garotinho (2010)
Reprodução do Blog do Garotinho (2010)



Como podem ver acima, há 10 anos eu já dizia que o esquema de publicidade do governo Cabral, capitaneado por seu irmão, Maurício Cabral, o Mauricinho, era "caso de polícia". Mais uma vez eu estava certo como todos viram ontem. Maurício Cabral foi conduzido coercitivamente para depor. O subsecretário de Publicidade do governo Cabral, Francisco Assis Neto, o Kiko, teve a prisão preventiva decretada. A PF e o MPF estão investigando a publicidade e o marketing do governo Cabral. Vão chegar à FSB, de Chiquinho Brandão, como já adiantei hpa muito tempo. Mas várias agências de publicidade estão desesperadas. Os publicitários de alguma agência, por mais criativos que sejam, sabem que não conseguirão criar uma história convincente para explicar várias movimentações financeiras. O dono da Prole, Renato Pereira já se adiantou e procurou o MPF. Podem apostar que outros publicitários vão seguir o mesmo caminho para tentar escapar da prisão.

27/01/2017

16:36

Em nome do bom senso

Reprodução do UOL
Reprodução do UOL

O delegado da Polícia Federal que coordena a equipe da Lava Jato, Igor Romário de Paula, concedeu entrevista hoje ao portal UOL. O que ele diz claramente é que em 30 ou 60 dias Lula pode ser preso. Ora, se tiverem elementos nos inquéritos da Lava Jato para prender Lula, que o façam no devido tempo, mas essa declaração soa intempestiva, quase uma ameaça. Além do mais quem vai decidir uma eventual prisão não é o delegado. Ele pode pedir, mas quem vai decidir é o juiz Sérgio Moro.

Todo mundo sabe que sou adversário de Lula, já fui muito perseguido por ele, mas no momento em que sua mulher, D. Marisa, está internada em coma induzido e em estado delicado, a declaração do delegado foge ao bom senso.

27/01/2017

15:05

Bombeiros fazem "festa surpresa" no aniversário de Sérgio Cabral

Hoje Sérgio Cabral completa 54 anos. Se dentro de Bangu 8 não houve comemoração, do lado de fora do presídio um grupo de bombeiros, categoria que foi perseguida por Cabral com prisões e expulsões, fez uma "festa surpresa" para ele com direito a bolo com vela. Foi uma forma de protestar contra o chefe da quadrilha que saqueou o nosso estado.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária não foi permitida nenhuma visita a Cabral por ser seu aniversário. Mas nunca se sabe, afinal lá dentro o ex-governador tem tratamento diferenciado com regalias.

Mas assistam a reportagem do SBT Rio sobre a "festinha" para Cabral



27/01/2017

14:09

Picciani antecipa volta da ALERJ e servidores mudam data de protesto contra Pezão

O retorno da ALERJ ao trabalho estava marcado para o dia 2 de fevereiro, mas ontem o presidente da Casa, Jorge Picciani convocou todos os deputados para um dia antes, quarta, 1º. Por isso o Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais também antecipou a manifestação de protesto contra o novo pacote de maldades de Pezão e onde pedirá também o impeachment do governador.

Na sessão do dia 1º de fevereiro haverá a eleição do novo presidente da ALERJ. Todos dão como certa a reeleição de Jorge Picciani, mas um pequeno grupo de deputados alerta que será uma humilhação para o Legislativo reelegê-lo, afinal está sendo investigado por enriquecimento ilícito, e diante de tudo o que está vindo à tona na Operação Calicute não vai demorar a ser atingido.

Na mesma sessão será apresentado o plano de Pezão, o novo pacote de maldades, mas deputados não acreditam que o governador tenha coragem de ir à Assembleia Legislativa, deve mandar o secretário da Casa Civil, Christino Áureo.




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