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quarta-feira, 20 de junho de 2018

15/06/2018

08:23

Moro aceita denúncia contra nove investigados em nova fase da Lava-Jato

O juiz Sergio Moro aceitou denúncia contra nove pessoas, entre ex-funcionários da Petrobras e operadores de propina, investigados na 51ª fase da Lava Jato, batizada de "Deja Vu". Eles são acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa.

Segundo o Ministério Público Federal, o departamento de propina da Odebrecht pagou cerca de US$ 24,7 milhões em vantagens indevidas a ex-executivos da Petrobras e da Odebrecht. Outros US$ 32 milhões teriam sido destinados a políticos do PMDB, que, segundo Moro, ainda não foram completamente identificados.

Em depoimento de delação premiada, Marcio Faria, delator da Odebrecht, afirmou que o presidente Michel Temer, que na época era candidato a vice na chapa de Dilma Rousseff, participou de reunião em julho de 2010 para discutir o valor, que chegava a US$ 40 milhões para o PMDB, e delegou a Eduardo Cunha e a Henrique Eduardo Alves, então deputados e presentes ao encontro, a tarefa de operacionalizar os repasses, que representavam uma taxa de 5% sobre o valor dos contratos.

14/06/2018

14:09

STJ nega novo pedido de revogação da prisão preventiva de Eduardo Cunha

Reprodução do blog do Ancelmo Gois
Reprodução do blog do Ancelmo Gois

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14/06/2018

11:49

Cavendish é condenado a 4 anos de prisão por desvios milionários

O dono da empreiteira Delta, Fernando Cavendish, e o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foram condenados nesta quarta-feira por lavagem de dinheiro e associação criminosa no processo da Operação Saqueador, que apurou a lavagem de dinheiro da empreiteira. O juiz Marcelo Bretas estabeleceu uma pena de quatro anos, dois meses e dez dias para Cavendish e de nove anos e seis meses para Cachoeira.

Cavendish foi acusado de ter gerado R$ 370 milhões para o caixa dois da Delta por meio de lavagem de dinheiro com as empresas de Carlinhos Cachoeira e de Adir Assad. Cavendish é réu confesso no processo. Ele reconheceu os crimes e declarou que parte dos recursos foi usado para pagar propina ao ex-governador Sérgio Cabral. Na sentença, o juiz fala que o empreiteiro era o principal líder do esquema criminoso.


14/06/2018

08:45

PF atribui a Temer obstrução de Justiça em compra do silêncio de Cunha

No relatório final da Operação Cui Bono, que investiga irregularidades na Caixa Econômica Federal, a Polícia Federal ressaltou o envolvimento do presidente Michel Temer na tentativa de compra de silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do operador Lúcio Funaro.

A acusação é baseada na delação premiada do empresário Joesley Batista, da J&F, que afirmou ter feito pagamentos de R$ 5 milhões após a prisão de Eduardo Cunha como saldo da propina de R$ 20 milhões relacionado à desoneração tributária do setor do frango. Também narrou pagamentos mensais de R$ 400 mil em benefício de Funaro. Ele relata que Temer tinha ciência disso. Ao ouvir de Joesley sobre os pagamentos, o presidente teria dito: "Tem que manter isso aí, viu?"

13/06/2018

16:14

TCU aprova com ressalvas contas do governo Temer

O Tribunal de Contas da União aprovou o relatório parcial do ministro Vital do Rêgo, que pede a aprovação, com ressalvas, das contas apresentadas pelo presidente Michel Temer, referentes ao ano de 2017.

O documento faz 24 recomendações, 22 ressalvas e quatro alertas às contas governamentais. No documento, o relator diz que falta ao governo demonstrar se, de fato, as desonerações tributárias têm apresentado os resultados positivos desejados.

13/06/2018

14:23

A generosidade da União

Reprodução do blog do Lauro Jardim
Reprodução do blog do Lauro Jardim

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13/06/2018

11:36

STF marca julgamento de Gleisi para a próxima terça

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para a próxima terça-feira, dia 19, o julgamento de uma ação penal contra a senadora Gleisi Hoffmann e o marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Gleisi é acusada de receber 1 milhão de reais do esquema da Petrobras para a sua campanha ao Senado em 2010.

A senadora será a segunda política a ser julgada pelo Supremo nos quatro anos de investigação da Operação Lava Jato. O primeiro, o deputado Nelson Meurer, foi condenado a 13 anos e 9 meses de prisão, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

No que depender da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, Gleisi vai engrossar a lista: em manifestações finais na ação, a chefe do Ministério Público Federal pediu a condenação à prisão de Gleisi e o pagamento de uma multa de 4 milhões de reais de indenização pelos danos.
A ação foi liberada para julgamento pelo revisor do processo, o ministro Celso de Mello, na última quinta-feira, 7. Além dele, votarão o futuro da senadora o relator, Edson Fachin, e os ministros Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Se for condenada, mas obtiver ao menos 2 dos 5 votos a seu favor, Gleisi poderá recorrer ao Plenário do Supremo.

13/06/2018

07:30

Operador de Cabral diz que distribuiu propina de helicóptero

Apontado pela Justiça como operador do esquema financeiro chefiado por Sérgio Cabral, Carlos Miranda afirmou em delação que usou até helicóptero para transportar propina. Miranda disse que em 2012 recebeu a ordem, de Wilson Carlos, então secretário de governo na gestão de Cabral, para fazer pagamentos mensais de R$ 100 mil ao PDT por meio de Carlos Lupi, presidente nacional do partido desde 2004.

Segundo Carlos Miranda, os pagamentos eram feitos para uma pessoa conhecida como "Senhor Loureiro", que seria tesoureiro do PDT, na sede do partido, pelos funcionários do doleiro Renato Chebar. Os pagamentos teriam sido feitos de 2012 até março de 2014.

O operador contou, anteriormente, que o esquema chefiado por Cabral movimentou R$ 500 milhões de reais e, com quantias tão altas e os interessados com tanta pressa, ele não podia perder tempo. Miranda afirmou, em outro trecho da delação, que pra recolher R$ 400 mil numa empresa no interior do estado chegou a alugar um helicóptero. O transporte aéreo aconteceu na campanha eleitoral de 2010, e o dinheiro vinha de propina na área da saúde.

Segundo Carlos Miranda contou aos procuradores, o homem por trás do dinheiro seria Ronald de Carvalho, empresário e amigo do governador Luiz Fernando Pezão, que na época era vice-governador. Ronald de Carvalho é dono da Metulúrgica Valença, que teve contratos milionários com o governo do Rio para construir com contêineres das UPAS. O TCU já apontou irregularidades nesses contratos

Carlos Miranda também disse que houve pagamento de propina na Secretaria de Meio Ambiente no primeiro mandato de Sérgio Cabral, entre 2007 e 2010. O delator afirma que construtora Queiroz Galvão pagou 300 mil reais à ex-presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, e a Carlos Minc, então secretario de Meio Ambiente de Cabral.

12/06/2018

14:36

PF faz buscas em casas e gabinete de Cristiane Brasil

Reprodução do site Brasil 247
Reprodução do site Brasil 247

Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, a segunda fase da Operação Registro Espúrio para aprofundar investigações sobre suposta organização criminosa que teria cometido fraudes na concessão de registros de sindicatos pelo Ministério do Trabalho. O alvo desta fase da operação é a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ).

A partir do material apreendido na primeira fase da operação, a PF chegou até a deputada. Em análise de conversas de WhatsApp do funcionário do Ministério do Trabalho Renato Araujo Júnior, preso na primeira fase, a PF descobriu que foi a deputada quem o indicou para o cargo de chefia no ministério e quem controlava também a aprovação dos registros sindicais.

Esta fase da operação envolve três mandados de busca e apreensão nas residências e no gabinete da deputada em Brasília e no Rio de Janeiro. Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal. A Corte também autorizou medidas cautelares como proibição de frequentar o Ministério do Trabalho e de manter contato com os demais investigados ou servidores da pasta.

A primeira fase da Operação Registro Espúrio foi deflagrada no dia 30 de maio e mirou os deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB). Além do presidente do PTB e pai de Cristiane Brasil, deputado cassado Roberto Jefferson; o suplente de deputado Ademir Camilo Prates Rodrigues (MDB-MG); e os senadores Dalírio Beber (PSDB-SC) e Cidinho Santos (PR-MT), atualmente licenciado do mandato.

12/06/2018

12:23

Polícia anuncia fim da UPP Cidade de Deus: “modelo falhou”

A próxima comunidade que ficará sem Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) será a Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio.

Foi o que anunciou o porta-voz da Polícia Militar, major Ivan Blaz, durante a inauguração da Companhia Destacada da Vila Kennedy, também na Zona Oeste, que deu lugar à UPP local. A comunidade da Mangueirinha, em Duque de Caxias, já está passando pelo mesmo processo.

O objetivo é substituir a polícia de proximidade pelo modelo clássico de policiamento, focado em operações para combater o crime.

Major Blaz admitiu falhas no modelo pacificador.







12/06/2018

09:03

Por R$ 2,7 milhões, Temer quer usar celular durante voo

Reprodução do blog do Lauro Jardim
Reprodução do blog do Lauro Jardim

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11/06/2018

17:23

Garotinho lança pré-candidatura ao governo do Rio

Garotinho foi recebido com festa, agora à tarde, para o lançamento de sua pré-candidatura ao Governo do Estado pelo PRP.

O evento acontece no Clube Boqueirão do Passeio, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio.





11/06/2018

14:45

Planalto não comenta reprovação recorde de Temer em pesquisa Datafolha

Reprodução jornal O Dia
Reprodução jornal O Dia

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11/06/2018

09:49

Secretário de obras de Eduardo Paes é interrogado na Lava Jato

O ex-secretário de Obras na gestão do ex-prefeito Eduardo Paes, Alexandre Pinto, será interrogado nesta segunda-feira como réu da Operação Mãos à Obra, desdobramento da Operação Rio 40°C, parte da Lava Jato fluminense.

A investigação é sobre um esquema de propinas envolvendo obras do BRT Transbrasil, corredor exclusivo de ônibus articulado ligando o Centro ao bairro de Deodoro, com custo previsto de R$ 1,4 bilhão. Segundo os investigadores, o esquema de propina era comandado por Alexandre Pinto, e foram identificadas remessas ilegais de recursos ao exterior.

Pinto já havia sido preso durante a investigação Rio 40ºC, que apura desvios de R$ 35,5 milhões. De acordo com a denúncia, foram pagas propinas em obras do BRT Transbrasil, Linha Vermelha, Asfalto Liso, Transoeste, Maracanã, Transcarioca e na recuperação das bacias de Jacarepaguá e da Barra.

Em março, Eduardo Paes depôs como testemunha de defesa no processo. O ex-prefeito declarou que nunca soube nada contra seu subordinado nem contra qualquer funcionário da prefeitura.

11/06/2018

08:30

Garotinho, ao vivo, no SBT Rio

11/06/2018

08:00

Garotinho no SBT

Daqui a pouco vou participar da sabatina com os pré-candidatos ao governo do Rio, promovida pelo SBT em parceria com o portal Uol e jornal Folha de S. Paulo. Acompanhe ao vivo, às 8h30, a transmissão pelo Facebook e sites do SBT Rio, Uol e Folha.

Não percam!

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