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domingo, 22 de setembro de 2019

13/06/2018

07:30

Operador de Cabral diz que distribuiu propina de helicóptero

Apontado pela Justiça como operador do esquema financeiro chefiado por Sérgio Cabral, Carlos Miranda afirmou em delação que usou até helicóptero para transportar propina. Miranda disse que em 2012 recebeu a ordem, de Wilson Carlos, então secretário de governo na gestão de Cabral, para fazer pagamentos mensais de R$ 100 mil ao PDT por meio de Carlos Lupi, presidente nacional do partido desde 2004.

Segundo Carlos Miranda, os pagamentos eram feitos para uma pessoa conhecida como "Senhor Loureiro", que seria tesoureiro do PDT, na sede do partido, pelos funcionários do doleiro Renato Chebar. Os pagamentos teriam sido feitos de 2012 até março de 2014.

O operador contou, anteriormente, que o esquema chefiado por Cabral movimentou R$ 500 milhões de reais e, com quantias tão altas e os interessados com tanta pressa, ele não podia perder tempo. Miranda afirmou, em outro trecho da delação, que pra recolher R$ 400 mil numa empresa no interior do estado chegou a alugar um helicóptero. O transporte aéreo aconteceu na campanha eleitoral de 2010, e o dinheiro vinha de propina na área da saúde.

Segundo Carlos Miranda contou aos procuradores, o homem por trás do dinheiro seria Ronald de Carvalho, empresário e amigo do governador Luiz Fernando Pezão, que na época era vice-governador. Ronald de Carvalho é dono da Metulúrgica Valença, que teve contratos milionários com o governo do Rio para construir com contêineres das UPAS. O TCU já apontou irregularidades nesses contratos

Carlos Miranda também disse que houve pagamento de propina na Secretaria de Meio Ambiente no primeiro mandato de Sérgio Cabral, entre 2007 e 2010. O delator afirma que construtora Queiroz Galvão pagou 300 mil reais à ex-presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, e a Carlos Minc, então secretario de Meio Ambiente de Cabral.

12/06/2018

14:36

PF faz buscas em casas e gabinete de Cristiane Brasil

Reprodução do site Brasil 247
Reprodução do site Brasil 247
Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, a segunda fase da Operação Registro Espúrio para aprofundar investigações sobre suposta organização criminosa que teria cometido fraudes na concessão de registros de sindicatos pelo Ministério do Trabalho. O alvo desta fase da operação é a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ).

A partir do material apreendido na primeira fase da operação, a PF chegou até a deputada. Em análise de conversas de WhatsApp do funcionário do Ministério do Trabalho Renato Araujo Júnior, preso na primeira fase, a PF descobriu que foi a deputada quem o indicou para o cargo de chefia no ministério e quem controlava também a aprovação dos registros sindicais.

Esta fase da operação envolve três mandados de busca e apreensão nas residências e no gabinete da deputada em Brasília e no Rio de Janeiro. Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal. A Corte também autorizou medidas cautelares como proibição de frequentar o Ministério do Trabalho e de manter contato com os demais investigados ou servidores da pasta.

A primeira fase da Operação Registro Espúrio foi deflagrada no dia 30 de maio e mirou os deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB). Além do presidente do PTB e pai de Cristiane Brasil, deputado cassado Roberto Jefferson; o suplente de deputado Ademir Camilo Prates Rodrigues (MDB-MG); e os senadores Dalírio Beber (PSDB-SC) e Cidinho Santos (PR-MT), atualmente licenciado do mandato.

12/06/2018

12:23

Polícia anuncia fim da UPP Cidade de Deus: “modelo falhou”

A próxima comunidade que ficará sem Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) será a Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio.

Foi o que anunciou o porta-voz da Polícia Militar, major Ivan Blaz, durante a inauguração da Companhia Destacada da Vila Kennedy, também na Zona Oeste, que deu lugar à UPP local. A comunidade da Mangueirinha, em Duque de Caxias, já está passando pelo mesmo processo.

O objetivo é substituir a polícia de proximidade pelo modelo clássico de policiamento, focado em operações para combater o crime.

Major Blaz admitiu falhas no modelo pacificador.







12/06/2018

09:03

Por R$ 2,7 milhões, Temer quer usar celular durante voo

Reprodução do blog do Lauro Jardim
Reprodução do blog do Lauro Jardim

11/06/2018

17:23

Garotinho lança pré-candidatura ao governo do Rio

Garotinho foi recebido com festa, agora à tarde, para o lançamento de sua pré-candidatura ao Governo do Estado pelo PRP.

O evento acontece no Clube Boqueirão do Passeio, próximo ao Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio.





11/06/2018

14:45

Planalto não comenta reprovação recorde de Temer em pesquisa Datafolha

Reprodução jornal O Dia
Reprodução jornal O Dia

11/06/2018

09:49

Secretário de obras de Eduardo Paes é interrogado na Lava Jato

O ex-secretário de Obras na gestão do ex-prefeito Eduardo Paes, Alexandre Pinto, será interrogado nesta segunda-feira como réu da Operação Mãos à Obra, desdobramento da Operação Rio 40°C, parte da Lava Jato fluminense.

A investigação é sobre um esquema de propinas envolvendo obras do BRT Transbrasil, corredor exclusivo de ônibus articulado ligando o Centro ao bairro de Deodoro, com custo previsto de R$ 1,4 bilhão. Segundo os investigadores, o esquema de propina era comandado por Alexandre Pinto, e foram identificadas remessas ilegais de recursos ao exterior.

Pinto já havia sido preso durante a investigação Rio 40ºC, que apura desvios de R$ 35,5 milhões. De acordo com a denúncia, foram pagas propinas em obras do BRT Transbrasil, Linha Vermelha, Asfalto Liso, Transoeste, Maracanã, Transcarioca e na recuperação das bacias de Jacarepaguá e da Barra.

Em março, Eduardo Paes depôs como testemunha de defesa no processo. O ex-prefeito declarou que nunca soube nada contra seu subordinado nem contra qualquer funcionário da prefeitura.

11/06/2018

08:30

Garotinho, ao vivo, no SBT Rio

11/06/2018

08:00

Garotinho no SBT

Daqui a pouco vou participar da sabatina com os pré-candidatos ao governo do Rio, promovida pelo SBT em parceria com o portal Uol e jornal Folha de S. Paulo. Acompanhe ao vivo, às 8h30, a transmissão pelo Facebook e sites do SBT Rio, Uol e Folha.

Não percam!

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SITES:

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10/06/2018

23:00

Papo Reto com Garotinho

10/06/2018

09:00

Justiça do Rio obriga estado a pagar R$ 20 mil a sindicato

FONTE: JORNAL O DIA - COLUNA DO SERVIDOR
FONTE: JORNAL O DIA - COLUNA DO SERVIDOR

09/06/2018

08:09

A conta de Cabral não fecha

FONTE: G1
FONTE: G1

O ex-governador Sérgio Cabral admitiu ao juiz Marcelo Bretas que usou dinheiro de campanha para fins pessoais. Em depoimento na última sexta-feira, Cabral disse que a promiscuidade das doações foi muito grande e ele "se perdeu" com tanto dinheiro.
Cabral chegou a dizer que faria uma proposta ao Ministério Público para devolver parte deste dinheiro.
Só pode ser piada, não é?
O operador financeiro do ex-governador Carlos Miranda - o avestruz - já declarou que somente com a família os gastos de Cabral ultrapassavam os 4 MILHÕES DE REAIS por mês.
Em uma conta rápida, durante os 8 anos de governo, Sérgio Cabral teria gasto mais de 380 MILHÕES com a vida luxuosa em família.
Ou seja, essa conta não fecha e ele mais uma vez mente para a justiça.
Cabral já foi condenado a mais de 100 anos de prisão.

08/06/2018

13:09

Mantega diz que dinheiro na Suíça é de venda de imóvel

A defesa do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega apresentou à Justiça Federal do Paraná esclarecimentos sobre uma conta do cliente na Suíça e do recebimento de quase US$ 1,3 milhão, depositado em duas vezes por Victor Sandri. Segundo Mantega, o dinheiro é lícito.

Sandri foi apontado como intermediador de propina para o ex-ministro na delação de Joesley Batista, dono do grupo J&F.

Os documentos foram anexados na quarta-feira ao processo eletrônico, no âmbito da Operação Lava Jato, que está sob a responsabilidade do juiz Sérgio Moro.

Moro havia pedido à defesa de Mantega para explicar a origem desse dinheiro. O ex-ministro não é réu na Lava Jato.

A origem dos ativos mantidos na conta, de acordo com a petição apresentada pelos advogados do ex-ministro, é um negócio imobiliário realizado com a construtora de Sandri: “Referido negócio imobiliário consistiu na permuta de imóvel que o peticionário herdou de seu pai, Giuseppe Mantega, situado na rua Pequetita, Jardim Paulista, São Paulo-SP, por unidades do empreendimento imobiliário que veio a ser construído no local, denominado Edifício Atrium VII.”

08/06/2018

08:46

Rede de doleiros que serviu Cabral movimentou mais de R$ 6 bilhões

Uma rede de doleiros, que serviu ao ex-governador Sérgio Cabral movimentou em cinco anos 1,6 bilhão de dólares, o equivalente a mais de R$ 6,2 bilhões. O grupo montou um sistema de movimentação de dinheiro vivo proveniente de negociações envolvendo propinas pagas a agentes públicos, políticos por empresas, em uma espécie de banco paralelo no Brasil e em 52 países. A estrutura tinha direito a contas de mais de três mil offshores, empreendimentos de fachada, e até em nome de pessoas físicas. O sofisticado modelo surpreendeu até procuradores do Ministério Público Federal (MPF) que batizaram a operação de 'Câmbio, Desligo'.

Foram denunciados à Justiça Federal 62 suspeitos, entre eles, Dario Messer, apontado como o 'doleiro dos doleiros', que manobrava as transações financeiras do Uruguai. Eles foram acusados de 186 transações relacionadas aos crimes de quadrilha, organização criminosa, lavagem de ativos, evasão de divisas, corrupção passiva e operação de instituição financeira não autorizada. As penas variam de um a dez anos de prisão.

07/06/2018

14:13

Calote garantido

07/06/2018

11:45

PF pede ao Supremo quebra do sigilo telefônico de Temer, Moreira e Padilha

A Polícia Federal pediu a quebra do sigilo telefônico do presidente Michel Temer e dos seus ministros mais próximos: Eliseu Padilha, da Casa Civil e Moreira Franco, das Minas e Energia. A solicitação, feita ao Supremo Tribunal Federal é referente ao ano de 2014.

O objetivo é investigar um suposto pagamento de R$ 10 milhões que teria sido feito pela Odebrecht e acertado no Palácio do Jaburu, residência oficial de Temer, naquele ano. A Polícia Federal busca rastrear telefonemas feitos entre eles nas datas próximas das entregas de dinheiro em espécie relatadas pelos delatores da empreiteira.

Esta é mais uma investigação aberta contra o presidente, que é alvo de um inquérito em andamento por suspeita de ter editado um decreto que modificou regras do setor portuário, sob relatoria do ministro do STF Luís Roberto Barroso. Outros inquéritos contra o presidente que levaram a PGR a denunciá-lo por duas vezes estão suspensos após decisão da Câmara dos Deputados de barrar o prosseguimento até que Temer deixe o mandato presidencial.