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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

03/06/2020

14:00

É bom relembrar...

03/06/2020

08:15

Dura derrota: em sessão termômetro para Witzel, Alerj derruba 17 dos 18 vetos do governador

Em uma sessão considerada um termômetro para o governo de Wilson Witzel na Assembleia Legislativa, nesta terça-feira, o Palácio Guanabara amargou uma dura derrota: dos 18 vetos assinados por Witzel e apreciados pelo penário, a Alerj derrubou 17. Com isso 14 novas leis entrarão em vigor no estado sem a vontade de Witzel. Outras três leis já existentes que haviam sido vetada parcialmente pelo governador também serão atualizadas. A sessão reforçou a fragilidade do governo, que tenta recompor sua base para garantir 35 votos necessário para barrar a instauração do processo de impeachment, que deverá ser submetido pelo presidente da Alerj, André Ceciliano (PT), ao plenário da Casa nos próximos dias.

Ao todo seis vetos derrubados são relacionados a projetos sobre o coronavírus, aprovados pela Alerj após o início das medidas de isolamento social. Já os outros onze vetos são referentes a projetos aprovados em meses anteriores à pandemia. As 14 novas normas serão promulgadas pelo presidente da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), e publicadas no Diário Oficial do Legislativo dos próximos dias. Outras três leis já sancionadas e em vigor serão atualizadas. Um veto foi mantido e outros três vetos foram retirados de pauta para serem analisados pelos parlamentares posteriormente.

Um dos vetos derrubados relacionados à pandemia de coronavírus foi ao projeto de lei 2.132/20, que regula a prática de cremação e incineração de cadáveres durante a emergência por conta da Covid-19. A medida autoriza a cremação de mortos pelo vírus desde que solicitado pelo cônjuge, ascendente e descente, nesta ordem.

Outro veto derrubado foi o parcial ao projeto de lei 2.019/20, que já se tornou a Lei 8.843/20. A medida instituiu um programa de diretrizes de atenção às populações mais vulneráveis em situações de emergências decorrentes de epidemias no estado do Rio de Janeiro. Ao todo, o governador havia vetado os artigos que definiam isenção de 100% do ICMS de produtos de proteção e tratamento da emergência sanitária e a desobrigação do pagamento de impostos durante a quarentena por parte de microempreendedores.

REPRODUÇÃO: O GLOBO

03/06/2020

08:00

É bom relembrar...

03/06/2020

07:07

Witzel decide demitir Lucas Tristão, seu principal secretário e suspeito de ser operador do esquema da Saúde no Rio

O governador do Rio, Wilson Witzel, disse a interlocutores agora há pouco que decidiu demitir seu secretário de Desenvolvimento Econômico, o advogado Lucas Tristão. Há evidências de que Tristão intermediou pagamento de propina ao governador. O advogado é um dos principais alvos da Lava Jato. Ambos negam quaisquer ilegalidades.

Segundo pessoas próximas, Witzel se convenceu de que Tristão é um problema. O advogado entrou de férias. Mas o governador sabe que esse período de afastamento é insuficiente. Ele confidenciou que pretende publicar a exoneração no Diário Oficial hoje ou amanhã.

Antes de resolver demitir Tristão, Witzel fizera o caminho inverso: dera mais poder ao seu secretário, nomeando o sub dele como secretário de Fazenda.

O governador se prepara para enfrentar mais uma fase da Lava Jato.

REPRODUÇÃO: VORTEX MEDIA

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02/06/2020

23:45

Processo de impeachment de Witzel é acenado positivamente até por governistas na Alerj

O presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), André Ceciliano (PT), o deputado mais antigo da Casa, Luiz Paulo (PSDB), e até mesmo Márcio Pacheco (PSC), que até a semana passada liderava o governo de Wilson Witzel no parlamento, sinalizaram de forma positiva à instauração do processo de impeachment, em reunião do colégio de líderes nesta terça-feira (2). Primeiro deputado a receber a palavra de Ceciliano, Luiz Paulo afirmou:

— Vossa excelência (Ceciliano) tem acenado que as propostas de impeachment do governador e do (secretário de Desenvolvimento Econômico) Lucas Tristão terão ambiente propício para caminhar dentro da Casa. Isso é muito importante. Eu e a deputada Lucinha protocolamos hoje um outro pedido de impeachment do governador, dessa vez respaldado pela rejeição das contas, por unanimidade, do TCE, uma vez que o governo não investiu 12% na Saúde, nem 25% em Educação, nem 2% em Ciência e Tecnologia — discursava o parlamentar, quando o presidente da Alerj o interrompeu para lembrar outra irregularidade detectada pelo tribunal:

— E ainda tem o Fundo de Habitação!

O presidente da Casa retomou a palavra e afirmou que, nos últimos dias, Witzel ofereceu secretarias a parlamentares para "tentar nos enfraquecer aqui no Legislativo".

— Ele ofereceu todas as secretarias. Só não vi (ser ofertada) a Secretaria de Desenvolvimento Econômico. O resto, ofereceu. Ofereceu liderança do governo, ofereceu secretaria de Polícia Civil, a de Esporte, de todo jeito. E se nós aqui fôssemos repetir o gesto do governo, no dia de ontem teria que ter aceitado o processo de impeachment. Nenhum momento isso passa pela minha cabeça. Não é da minha índole. A gente não vai agir com o fígado. O parlamento precisa ter essa tranquilidade — disse. Em seguida, completou:

— Eu também queria colocar os comentários que se faziam lá no Palacio Guanabara. Que deputado é igual jujuba: em qualquer esquina você pode comprar. Que, na hora da votação, vai parar o carro forte na assembleia (para comprar votos). Mais de um parlamentar veio comentar comigo isso.

Em seguida, a palavra foi passada a Márcio Pacheco, líder do governo Witzel que entregou o posto na semana passada após Witzel mudar o comando das secretarias de Fazenda e de Casa Civil, em um movimento interpretado pela Alerj como de fortalecimento do secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Tristão, acusado por Ceciliano de usar a estrutura do estado para espionar deputados. Pacheco explicou por que deixou a função de defensor de Witzel na Alerj.

— Não posso permitir que, no meu mandato, tenha o registro de que não respeitei o parlamento, não respeitei a Casa. Então me afasto em um momento em que algumas ações (de Witzel) demonstraram profundo desrespeito ao parlamento, aos líderes (de partidos). Não tenho condições de não defender o parlamento neste momento — disse justificando o real motivo de sua saída, uma vez que, na sexta, o deputado havia afirmado apenas que estava "cansado" de exercer a função.

REPRODUÇÃO: O GLOBO

02/06/2020

20:00

É bom relembrar...

02/06/2020

18:08

Witzel é "peixe fisgado"

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

02/06/2020

15:06

Ceciliano recebe apoio de líderes partidários e esvazia negociação de Witzel diretamente com deputados

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

02/06/2020

14:00

É bom relembrar...

02/06/2020

08:00

É bom relembrar...

01/06/2020

22:44

Caso ‘Nervosinho’ vai a julgamento no STF

A Primeira Turma do STF, presidida por Rosa Weber, pautou para o dia 2 o julgamento de Eduardo Paes e do deputado Pedro Paulo. Ambos foram delatados por Benedicto Júnior, ex-presidente da Odebrecht, e outros dois colaboradores.

Na delação revelou-se que o apelido dado a Paes era “Nervosinho”, por ter, segundo Junior, um "estilo muito impositivo".

Junior afirma ter pago R$ 3 milhões a Pedro Paulo para sua campanha a deputado em 2010, tendo a transação sido facilitada por Paes.

REPRODUÇÃO: COLUNA DO LAURO JARDIM - O GLOBO

01/06/2020

20:26

Rosenverg recusa convite para assumir liderança do governo na Alerj

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

01/06/2020

20:00

É bom relembrar...

01/06/2020

18:14

Corpo técnico do TCE e Ministério Público sugerem rejeição das contas de Witzel de 2019

REPRODUÇÃO: CLICK CAMPOS
REPRODUÇÃO: CLICK CAMPOS

01/06/2020

14:00

É bom relembrar...

01/06/2020

12:12

Uma vergonha...

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER