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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

14/08/2023

11:06

ONDE ESTÃO AS INVESTIGAÇÕES DO CEPERJ ?

MAIS DE 27 MIL PESSOAS RECEBENDO DINHEIRO NA BOCA DO CAIXA SEM TRABALHAR...
TUDO ARQUITETADO POR RODRIGO BACELLAR.

TIC...TOC...TIC....TOC...
NÃO PERCAM DAQUI A POUCO A HISTÓRIA DE ALÊ, O AMIGO DE NELSON BACELLAR. O EMPRESÁRIO QUE SE TORNOU UMA MISTURA DE DELTA E REI ARTUR.

12/08/2023

14:40

Presidente da Alerj recebe auxílio moradia para alugar cobertura milionária

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar, recebe auxílio moradia da Alerj para pagar a cobertura milionária onde vive em um bairro nobre do Rio. Nesta quinta-feira (10/8), o repórter Arthur Guimarães, do Metrópoles, revelou que a cobertura pertence ao advogado Jansens Calil Siqueira, um advogado e amigo “de longa data” de Bacellar, que comprou o imóvel com dinheiro vivo.

Bacellar recebe da Alerj uma quantia de R$ 3.189,75 de auxílio moradia. O advogado dono da cobertura onde o presidente da Alerj mora disse que empresta a cobertura para Bacellar por R$ 2,2 mil mais as taxas de condomínio. O aluguel total, segundo o próprio Bacellar, chega a R$ 4,5 mil.

O valor pago é considerado irrisório para uma cobertura luxuosa em um bairro nobre do Rio de Janeiro, Botafogo, e com vista direta para o Cristo Redentor. Siqueira admitiu que a cobrança quase simbólica pelo imóvel é motivada pelo interesse na influência política do presidente da Alerj.

Além de ter pago R$ 2,1 pela cobertura em que Bacellar mora, Siqueira também comprou, por R$ 3 milhões, uma mansão em Teresópolis, cidade na Região Serrana do Rio de Janeiro, que também é usada pelo presidente da Alerj. A mansão na Serra também foi paga com dinheiro vivo.

REPRODUÇÃO: METRÓPOLES

12/08/2023

13:57

As conexões entre mineradora investigada e o governo do Rio

Em novembro do ano pasado, o Ministério Público Estadual abriu investigação sobre o uso de helicóptero da Zocar Rio Caminhões pelo então Secretário de Governo e atual presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar (PL).  A aeronave, de prefixo PR-JVZ, tem as iniciais MM, numa referência ao dono da Zocar: Márcio Macedo Sobrinho, o empresário é também dono da M. M. Gold, empresa de mineração com capital social de 40 milhões de reais, criada em 2017, com sede em Itaiatuba, no Pará. A Zocar, com sede em Parada de Lucas, na Zona Norte da cidade do Rio, registra 25 milhões como capital social.

Em julho do ano passado, a empresa de garimpo foi alvo da operação Ganância, no Pará. Foram sessenta mandados de busca e apreensão, cinco pessoas foram presas, por movimentação ilegal de 16 bilhões de reais. Na época, a polícia informou que o dinheiro para financiar o esquema de desvios teria partido de uma empresa de caminhões em Parada de Lucas, com o mesmo dono da empresa de mineração: a  M. M. Gold ou Gana Gold.  A própria licença da mineradora era irregular. A operação foi noticiada pelo “Fantástico”, na Rede Globo. VEJA teve acesso a parte dos autos.

A rede de conexões não para aí. Um dos presos foi Domingos Dadalto Zoboli, é também sócio da Zocar Rio Caminhões. A Zocar tem parcerias com uma empreiteira, a Construverde, para quem, recentemente, alugou 40 caminhões para prestar serviços  à Cedae, Companhia Estadual de Águas e Esgoto. Via Lei de Acesso à Informação, VEJA levantou quatro contratos vigentes da Construverde com a Cedae. Para complementação de rede para atendimento do Museu Nacional, em São Cristovão, na Zona Norte da Capital fluminense; para ampliação do sistema de abastecimento de água do sistema Zona Oeste; para terraplanagem e macrodrenagem da Estação de Tratamento de Guandu; e para “serviço contínuo” de locação de caminhões tanques, com capacidade de 10 mil e e 20 mil litros, que atendem a diretoria do Interior do estado do Rio. Foi para este último contrato que a Zocar foi utilizada.

Com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), outro órgão vinculado ao governo do estado do Rio, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) identificou contratos com supertaturamento de 30 milhões de reais, num total de mais de 70 milhões em obras

Rodrigo Bacellar afirma que usou o helicóptero, no ano passado, por ser amigo de um dos donos na empresa. Em nota, neste sábado, afirmou que “na condição de agente público, sempre preza pela legalidade, não tem conhecimento de contratos de terceiros nem vínculo sobre a relação empresarial da Zocar”.

“O deputado Rodrigo Bacellar repudia qualquer tentativa de condenação midiática sem fundamento e baseada em denúncia política, como vimos recentemente na história do nosso país”, completa a nota.

REPRODUÇÃO: VEJA

11/08/2023

23:46

RJ TV MOSTRA IMAGENS AÉREAS DO FRIGORÍFICO DO SÓCIO DE RODRIGO BACELLAR.

11/08/2023

22:03

JÁ SÃO 14 IMÓVEIS... NINGUÉM SABE ONDE TERMINA O MAPA DA MINA. TIC...TOC...TIC....TOC... LOGO MAIS TEREMOS OUTRAS NOVIDADES.

11/08/2023

15:29

TIC....TOC...TIC...TOC... CADA VEZ PIORA A SITUAÇÃO DE RODRIGO BACELLAR. VEM MAIS COISA AÍ...

11/08/2023

10:25

TIC...TOC...TIC...TOC... E A VACA VAI ACABAR INDO PRO BREJO!

Cercado por uma forte equipe de segurança, Jansens Calil, o homem que adquiriu recentemente R$50 milhões em imóveis e é sócio de Rodrigo Bacellar em uma mansão em Teresópolis, está construindo na localidade de Ribeiro do Amado, no 7º distrito de Campos, um mega frigorífico que tem capacidade para abater 250 cabeças de gado por dia.

TIC...TOC...TIC...TOC... Vem mais aí!

Veja as imagens exclusivas da obra:

11/08/2023

08:19

‘Sócio’ de presidente da Assembleia do Rio comprou 50 milhões em imóveis

Dono de um escritório de advocacia com capital social de 30 mil reais, o advogado Jansens Calil Siqueira comprou, desde 2018, 14 imóveis em Campos do Goytacazes, no Norte Fluminense, e na capital do estado. Ao todo, desembolsou cerca de 50 milhões de reais. Documentos aos quais VEJA teve acesso comprovam as negociações, envolvendo o advogado, que também pagou 500 mil reais como parte de uma propriedade  utilizada – e também paga – pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (PL) , uma mansão de 500 metros quadrados em Teresópolis, na Região Serrana do estado. Bacellar tem berço eleitoral em Campos, onde seu irmão, Marquinhos Bacellar, preside a Câmara dos Vereadores.

Entre os imóveis, estão coberturas, casas em condomínios e apartamentos em áreas nobres de Campos. Na capital fluminense, comprou ainda duas coberturas na Rua São Clemente, em Botafogo, na Zona Sul. Em entrevista ao site Metrópoles, Jansenn confirmou que pagou parte do valor da mansão e o total do apartamento onde mora Bacellar – uma das coberturas, no valor de 2,5 milhões de reais na cidade do Rio. Bacellar, em nota, afirmou que, de fato, pagou pela mansão, que estava em disputa judicial, e sustentou que tudo está declarado à Receita Federal. Na informação sobre seus bens, que prestou à Justiça Eleitoral, no entanto, constam 793 mil reais. E nenhum imóvel.

A mansão fica no mesmo condomínio de José Graciosa, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), afastado por suspeita de corrupção e reintegrado ao cargo em março deste ano. Bacellar já foi assessor de Graciosa. O atual presidente da Alerj é homem de confiança do governador do estado, Cláudio Castro (PL). Foi seu secretário de Governo e indicou ao menos seis secretários estaduais. Procurado por VEJA, Jansens não retornou. Além de comprar imóveis, Jansens também investe em bitcoins. Mesmo com um capital social declarado de 30 mil reais, desembolsou 1,12 milhão em 2021  na empreitada – e perdeu.

REPRODUÇÃO: VEJA

10/08/2023

22:45

Presidente da Alerj mora em cobertura de advogado que usou empréstimo de agência do estado e com quem investiu em mansão

Empréstimo financiou um frigorífico do qual Bacellar também é apontado como sócio.

Um advogado de Campos dos Goytacazes que pegou um empréstimo por meio da Agência de Gomento do Rio (AgeRio) para a construção de um frigorífico é dono de duas coberturas onde mora o presidente da Alerj, deputado Rodrigo Bacellar (PL).

As duas coberturas, de alto padrão, são alugadas por apenas R$ 2,2 mil, um quinto dos valores médios de apartamentos semelhantes.

A relação do advogado Jansens Calil Siqueira e de Bacellar, que também é de Campos, não para por aí: os dois também racharam a compra de uma mansão na Região Serrana.

O espaço foi totalmente reformado e quem vistoriou foi o diretor de engenharia da Alerj, nomeado por Bacellar.

O FRIGORÍFICO

O frigorífico adquirido pela empresa do advogado com recursos da agência de fomento fica em um terreno de 62 mil metros quadrados - equivalente a seis campos de futebol.

A propriedade tem a capacidade de abater 250 cabeças de gado por dia, com um potencial de produzir 54 toneladas de carne bovina por mês, além de 333 quilos de miúdos congelados.

Em valores atualizados, o espaço pode render R$ 1 milhão por mês com a venda da carne.

A grandeza pode ser medida também na planta do projeto: a indústria tem quase mil e quinhentos metros quadrados. O local tem ainda várias salas, como escritório, faturamento, RH e controle de qualidade.

O mega empreendimento é um consórcio: o RJ2 apurou que o presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, é um dos nomes por trás do frigorífico. Ele é apontado como sócio e já foi visto algumas vezes inclusive visitando as obras.

O empreendimento fica em Campos dos Goytacazes, reduto eleitoral do deputado Bacellar.

A licença ambiental integrada do empreendimento foi pedida em fevereiro do ano passado e concedida pelo Instituto Estadual do Ambiente, o Inea, em setembro - um prazo considerado "rápido, mas não impossível" por uma fonte com experiência no instituto.

Quem assina a licença é o superintendente Leonardo Barreto Almeida Filho. Nas redes sociais, Leonardo faz publicações de homenagem ao deputado. Em uma delas até colocou a hashtag "família Bacellar".

Leonardo já foi secretário de desenvolvimento ambiental de Campos na gestão de um aliado de Bacellar: o ex-prefeito Rafael Diniz.

Derrotado nas urnas, Rafael acabou ganhando uma vaga na Alerj: em abril, tornou-se diretor de informática, com salário líquido de quase R$ 18 mil, nomeado por Bacellar.

Outro sócio por trás do frigorífico é o advogado Jansens Calil Siqueira, como ele mesmo admite: "O frigorifico é meu, é meu, está sendo construído. E vai ser inaugurado em novembro".

O nome dele também aparece em um comprovante obtido pelo RJ2.

É o advogado Jansens que faz o pagamento de R$ 1,5 mil para a tramitação do processo de certificação do frigorífico junto ao Inea.

Ele admitiu ao repórter Rafael Nascimento, do g1, que é quem está por trás do negócio.

Uma declaração também revela um pedido feito pelo frigorífico em construção de financiamento: a Age-Rio, agência de fomento fluminense, ligada ao poder público, investiu no negócio.

Questionado se teve recursos da Age-Rio para financiamento, o advogado não nega que fez um empréstimo no ano passado, mas diz que já quitou. "Lá atrás, peguei 1 milhão e meio, mas já paguei. Peguei o empréstimo com a Agerio, depois Sicoob, paguei. Agora só tenho Sicoop".



A sociedade no frigorífico não é a única parceria entre o advogado e Rodrigo Bacellar.

O presidente da mais importante casa legislativa do estado vive na casa do advogado: ou melhor, nas casas. É o advogado quem aluga pra ele duas coberturas de alto padrão em Botafogo, Zona Sul do Rio.

E também usa uma mansão em Teresópolis, na Região Serrana. A propriedade dos imóveis foi revelada pelo portal Metrópoles e confirmada pelo RJ2.

Quando está no Rio, o presidente da assembleia vive em uma cobertura de frente para o Palácio da Cidade. O imóvel tem vista livre pro Cristo Redentor.

Segundo o advogado de Campos, um imóvel que ele aluga por R$ 2,2 mil - um valor muito abaixo do mercado, ainda mais porque se tratam de duas coberturas que foram integradas.

Na internet, coberturas no bairro de Botafogo estão avaliadas em valores muito superiores do que os R$ 2,2 mil pagos pelo presidente da Alerj.

No site da construtora, as coberturas tem de 184 a 244 metros quatros, "sendo todos com suites sofisticadas, cozinha moderna. Além da impressionante vista particupar pro Cristo".

O aluguel de R$ 2,2 mil é mais barato até do que um penduricalho concedido pela própria Alerj para os deputados que não são da capital: mensalmente, a casa paga um auxílio moradia de R$ 3,3 mil para quinze parlamentares. Inclusive, pra ele próprio: Rodrigo Bacellar.

"O apartamento em Botafogo é meu, as duas coberturas são minhas. Eu nem conhecia o Rodrigo. Depois eu quis emendar. Ele foi almoçar lá em casa outro dia, ele falou ‘me aluga essa cobertura, to com esse problema’. Nós fizemos em contrato, fizemos o pagamento. Eu alugo a cobertura, Rodrigo paga R$ 2.200 e as taxas", explica.

Em 2018, quando Bacellar foi feleito deputado pela primeira vez, ele declarou a Justiça Eleitoral ter apenas R$ 85 mil. Tudo, em cash: dinheiro em espécie. Quatro anos depois, o patrimônio de Bacellar subiu: nas últimas eleições ele declarou ter R$ 793 mil, sendo R$ 150 mil em dinheiro vivo.




CASA RACHADA EM TERESÓPOLIS

Também foi em moeda viva parte do pagamento dos dois imóveis onde Bacellar mora -- no Rio e em Teresópolis. A mansão de Teresópolis, no bairro do Quebra-frascos, teria sido dividida pelo deputado e o advogado. Ela estava à venda recentemente. Já era luxuosa e ficou mais depois de uma reforma.

Nesta quinta (10), o Globocop sobrevoou a região e viu movimento de obras no local. A casa ganhou novos acessos e uma quadra de futebol e uma de areia.

O empresário, dono do frigorífico e da cobertura em Botafogo, disse que dividiu a empreitada com Bacellar.

"A relação que eu tenho com ele são duas: ele mora numa cobertura minha e é condômino lá em Teresópolis. Mas o negócio é bom. O negócio é bom, eu quero vender. Rodrigo mora numa cobertura minha, e a casa que ele tem vinte por cento, eu 80, tá tudo em cartório. Tudo feito. Pagamento feito", afirma.

O RJ2 apurou que a obra da mansão de teresópolis teve como responsável técnico um especialista da confiança de Bacellar.

A ponto de ser o diretor de engenharia da assembleia. Antonio de Padua Gesualde dos Santos foi nomeado por Bacellar, mas, segundo fontes ouvidas pelo RJ2, dava expediente na reforma em Teresópolis.

Ele próprio confirmou que trabalhou na reforma durante férias que tirou na Alerj. Quase toda família dele também acabou ganhando cargos de confiança, pagos com dinheiro público.

O filho, Diogo Grandini dos Santos, assistente nove, com salário de R$ 2,8 mil. E a esposa, Denise Mesquita da Silva, que tem o mesmo cargo e um salário um pouco menor.

Antonio nega, porém, que a reforma estava condicionada a nomeação de parentes.

O QUE DIZEM OS CITADOS

As equipes do RJ2 foram a Campos dos Goytacazes para gravar uma entrevista com o advogado Jansens Siqueira, mas ao chegar na cidade, a mais de 200 quilômetros do Rio, o advogado mudou de ideia e não quis mais falar.

As equipes também foram para a Alerj para conversar com o presidente Rodrigo Bacellar, mas não fomos autorizados pela segurança da casa a entrar no plenário. No local, os repórteres foram avisados que Rodrigo Bacellar estaria em agenda externa.

Por nota, o deputado Rodrigo Bacellar disse que repudia ilações e que seus bens são compativeis com sua remuneração e as informações patrimoniais estão no Imposto de Renda. Sobre o frigorífico, Bacellar negou participação na obra.

Sobre a cobertura em Botafogo, disse que é alugada e, sobre a mansão em Teresópolis, disse que comprou em processo judicial e que a casa estava prestes a ser leiloada por causa de dívidas.---

O Instituto Estadual do Ambiente nega que haja interferência política nos processos de licenciamento e disse que cumpre os prazos do novo sistema estadual de licenciamento ambiental.

O Inea afirmou ainda que a licença do frigorífico em Campos cumpriu os trâmites legais e a emissão, em 7 meses, está dentro dos prazos médios do órgão.

A Agerio disse que concedeu em maio de 2022 financiamento para o frigorífico, que o contrato foi quitado em janeiro de 2023 e não restam pendências financeiras.

REPRODUÇÃO: G1

10/08/2023

20:18

A MÁQUINA DE CORRUPÇÃO DE RODRIGO BACELLAR NO ESTADO.

Acompanhe na reportagem a máquina de corrupção de Rodrigo Bacellar a todo vapor. Ainda tem muito mais. Jansens Calil não é o único laranja.

10/08/2023

19:43

Toffoli anula provas da Odebrecht contra Rosinha Garotinho

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (10) anular provas da Odebrecht utilizadas para embasar processos contra a ex-governadora Rosinha Garotinho. O ministro já havia anulado as provas em relação ao ex-governador Anthony Garotinho e ao empresário Sérgio Barcelos.

As provas foram utilizadas na denominada operação Secretum Domus, que chegou a prender os ex-governadores por menos de 24 h em 2019, com base nos sistemas Drousys e My Web Day B, utilizados no Acordo de Leniência celebrado pela Odebrecht. O acordo e os dados extraídos do sistema da empreiteira foram considerados ilícitos no âmbito das investigações contra o presidente Lula.

Os ex-governadores e empresários são réus em uma ação penal na 2ª Vara Criminal de Campos dos Goytacazes.

Garotinho foi acusado de ter recebido caixa 2 da empreiteira em contratos do programa de habitação popular da prefeitura do município, o “Morar Feliz”, entre 2009 e 2014. No período, a ex-governadora Rosinha Garotinho era a prefeita de Campos.

Com a decisão, os processos contra o casal de ex-governadores devem ser arquivados.

REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

10/08/2023

19:12

#TBT: Rio foi exemplo para o Brasil. Garotinho foi precursor na implantação da política de cotas

Com atraso de um ano, a Câmara dos Deputados aprovou ontem, em votação simbólica, o projeto que atualiza a Lei de Cotas.

Poucos parecem lembrar que fui eu o pioneiro na adoção de política de cotas raciais nas universidades públicas. Em 2001 quando eu era governador, muito antes de o Governo Federal definir uma diretriz nacional para o assunto, criei a política de cotas para a Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ e Universidade Estadual do Norte Fluminense - UENF.

Vejam a íntegra da Lei das Cotas Raciais:

ÍNTEGRA DA LEI Nº3708, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2001
ÍNTEGRA DA LEI Nº3708, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2001


REPRODUÇÃO FOLHA DE SP
REPRODUÇÃO FOLHA DE SP


REPRODUÇÃO MEMORIAL DA DEMOCRACIA
REPRODUÇÃO MEMORIAL DA DEMOCRACIA


DISCURSO NO PLENÁRIO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS - 26/03/2014



Você sabia? #tbt

10/08/2023

18:32

O ESQUEMA DO LARANJA DO RODRIGO BACELLAR.

10/08/2023

09:03

RODRIGO BACELLAR: TIC... TOC... TIC... TOC... APARECEU O PRIMEIRO LARANJA!

REPRODUÇÃO:METRÓPOLES (CAPA)
REPRODUÇÃO:METRÓPOLES (CAPA)
Rodrigo Bacellar, atual presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), subiu na vida. Literalmente. Até 2018, o deputado era um advogado do interior fluminense que não tinha casa própria nem carro. O patrimônio declarado por ele à Justiça Eleitoral não passava de R$ 85 mil. Antes de se tornar um dos homens fortes da política no estado, com ligações estreitas com o governador Cláudio Castro, Bacellar havia ocupado cargos públicos de baixo prestígio, todos por indicação, e morava de aluguel em um sobrado simples em Campos dos Goytacazes, município a 270 quilômetros da capital.


(Bacellar se elegeu deputado estadual pela primeira vez em 2018)

Em 2018, foi eleito deputado estadual pela primeira vez e se mudou para o Rio a fim de cumprir o mandato, que seria renovado quatro anos depois, quando se candidatou à reeleição. Em dois períodos, entre 2021 e 2022, Bacellar deixou a Assembleia para ocupar a Secretaria de Governo de Cláudio Castro, que, assim como ele, é filiado ao PL. Neste ano, voltou e, com a bênção do governador, foi eleito presidente da Alerj.

Junto da ascensão meteórica na carreira política veio uma mudança expressiva no padrão de vida do deputado. Se antes vivia em endereços mais modestos, agora Rodrigo Bacellar mora em uma confortável cobertura com piscina e vista livre para o Cristo Redentor, no bairro de Botafogo, zona sul do Rio, e costuma descansar nos finais de semana em uma luxuosa mansão de três andares e tinindo de nova em um condomínio em Teresópolis, na Região Serrana fluminense, conhecido retiro da alta sociedade carioca (veja imagens aéreas mais abaixo).


(A cobertura em Botafogo: área nobre com vista privilegiada para o Cristo Redentor)

Os dois imóveis foram comprados recentemente por R$ 5,1 milhões. Do valor total, a maior parte foi paga com dinheiro que, até então, estava guardado em espécie. Sim, dinheiro vivo. E nenhuma das propriedades – nem a cobertura, nem a casa – está em nome de Bacellar, cujos salários recebidos nos últimos anos não alcançariam a cifra. O apartamento e a casa estão ligados, porém, a um mesmo personagem, um amigo do peito do deputado que, até agora, era pouco conhecido no mundo da política fluminense.

O HOMEM DO DINHEIRO VIVO

Trata-se de Jansens Calil Siqueira, advogado de Campos de Goytacazes, o município de origem de Rodrigo Bacellar. Calil comprou a cobertura e a casa na montanha em 2022 e, logo depois, as propriedades foram colocados à disposição do presidente da Alerj. Ao Metrópoles ele admitiu o “favor” ao amigo poderoso e disse, sem meias palavras, que cede os imóveis por interesse. “Nada é de graça. O cara é influente e conhece um monte de gente. (…) Rodrigo abre portas para mim em decorrência do próprio cargo que ocupa”, disse Jansens Calil. Além de amigo, ele afirma que é advogado de Bacellar.


(O advogado Jansens Calil tem um escritório em Campos e acaba de comprar um frigorífico)

Pelo apartamento em Botafogo, Calil pagou R$ 2,1 milhões. Já a mansão na serra foi adquirida por R$ 3 milhões. Nesse segundo negócio, Bacellar teria arcado com uma parte do pagamento: R$ 500 mil, um quinto do valor total. O Metrópoles apurou que quem usa ambos os imóveis é o próprio Rodrigo Bacellar – o que Calil confirma.

Para fazer o investimento, o advogado lançou mão de uma reserva financeira: usou pelo menos R$ 3,6 milhões que guardava, em dinheiro vivo. Indagado sobre o assunto, Calil afirmou que o valor tem origem em honorários que recebeu para liberar um precatório judicial. O serviço advocatício, diz ele, teria rendido mais de R$ 11 milhões para seu escritório.

O advogado afirma que depois de receber os honorários milionários, aos poucos foi retirando parte do dinheiro do banco porque pretendia comprar uma fazenda, um negócio que precisaria ser feito com recursos em espécie. Como a transação não foi adiante, ele diz que guardou o dinheiro, usado posteriormente na aquisição das duas propriedades usadas pelo presidente da Alerj. “A grande parte guardei comigo, em casa”, disse, acrescentando que, ao comprar os imóveis, depositou os recursos no banco novamente e fez transferências bancárias em seguida para os vendedores.

SEM REGISTRO

No 3º Ofício de Registro de Imóveis de Teresópolis, a compra da mansão não tinha sido informada até esta semana. O imóvel ainda está registrado em nome dos donos anteriores. Não há, nas certidões, qualquer menção a Calil ou a Bacellar. Já a aquisição da cobertura em Botafogo foi registrada em 1º de julho de 2022 no 3º Ofício de Registro de Imóveis do Rio. Além desse apartamento, usado pelo deputado, Calil comprou a cobertura vizinha, que ele diz usar quando está na cidade.


(Vista aérea da mansão em Teresópolis usada pelo presidente da ALERJ, Rodrigo Bacellar: estrutura tinindo de nova após reforma)


No condomínio da região serrana, o amigo de Bacellar comprou cinco lotes de uma vez. Na área, que soma pouco mais de 20 mil metros quadrados, já havia algumas construções, incluindo a casa principal, com elevador, adega, uma suíte master de 80 metros quadrados, sauna, churrasqueira e até uma capela. Depois da compra, e antes de Bacellar passar a usá-la, porém, a propriedade passou por uma ampla reforma. Corretores da região estimam que, como está hoje, a mansão vale entre R$ 7 e R$ 10 milhões.

RELAÇÃO MISTERIOSA

Bacellar ocupa cargos públicos há mais de 15 anos. Passou, por exemplo, pela Câmara de Vereadores de Campos, que já foi presidida por seu pai, Marcos Vieira Bacellar. Ele também foi funcionário de órgãos públicos estaduais, como o Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. Hoje, como deputado, seu salário é de R$ 25,3 mil brutos. O deputado é sócio de duas pequenas empresas em Campos, com atuação nos ramos automotivo e de eventos, e tem um escritório de advocacia com capital social de R$ 10 mil.

A relação dele com o amigo Calil é cercada de mistério. Embora um diga que advoga para o outro, no site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro não há processos em que essa relação apareça.

Até agora, em documentos oficiais de alcance público, os nomes dos dois aparecem juntos apenas em uma decisão tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio em uma ação na qual o presidente da Alerj tenta remover da internet um vídeo postado pelo ex-governador fluminense Anthony Garotinho.

Em uma live, Garotinho, que tem sua base eleitoral também em Campos dos Goytacazes e é adversário político de Bacellar, afirmou ter informações de que Jansens Calil estaria comprando imóveis que, na prática, seriam para Rodrigo Bacellar. “Dizem que ele é seu laranja, porque ele não tem dinheiro para comprar”, afirmou o ex-governador.

Ao tentar tirar o conteúdo da live da internet, Bacellar perdeu na primeira instância. Recorreu, mas novamente teve o pedido negado. Neste ano, o processo foi arquivado. A publicação de Garotinho está até hoje no ar.

PASSADO DE PROBLEMAS

Rodrigo Bacellar é investigado em várias frentes, direta e indiretamente, pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ). Uma delas, por sinal, envolve o uso suspeito de um apartamento de terceiros pelo irmão dele, Nelson Bacellar. Uma reportagem da TV Globo mostrou que, enquanto Rodrigo Bacellar era secretário estadual, Nelson morava em um imóvel de uma empresa que tinha contratos de R$ 73 milhões com o governo de Cláudio Castro. O caso está em andamento.

Bacellar também foi flagrado voando em um helicóptero de propriedade de empresários que também são donos de uma firma de venda e locação de máquinas detentora de contratos com uma empreiteira contratada pelo governo. Para além dessa conexão com os cofres públicos, os empresários são suspeitos de envolvimento com atividades ilegais de garimpo na Amazônia. Os voos do deputado no helicóptero do grupo passaram a ser igualmente investigados pela Promotoria. O resultado da apuração ainda não é conhecido.


(No cartório de Teresópolis, os últimos registros relativos à mansão usada por Bacellar trazem apenas informações sobre imbróglios jurídicos dos antigos donos. Não há menção ao nome do deputado nem do amigo dele.


(A compra da cobertura em Botafogo está registrada em cartório, em nome de Jansens Calil Siqueira, o amigo de Bacellar)

O nome do presidente da Alerj aparece ainda no chamado escândalo do Ceperj (Centro Estadual de Estatísticas e Formação de Servidores), um órgão do governo do Rio no qual folhas de pagamento secretas escondiam dezenas de funcionários fantasmas que sacavam, na boca do caixa, os salários que recebiam. Muitos desses funcionários, como mostrou uma reportagem do portal UOL, haviam atuado como cabos eleitorais de políticos.

Mais de R$ 220 milhões foram movimentados pelo esquema. Desse valor, R$ 12 milhões foram sacados em uma única agência bancária de Campos dos Goytacazes. Assessores de vereadores da cidade estavam entre os contratados. Todos eram aliados de Bacellar. A lista incluía um irmão do deputado, conhecido como Marquinho Bacellar. Uma cunhada do presidente da Alerj também fez saques. O MP-RJ apura se Rodrigo Bacellar, quando era secretário, detinha uma fatia das nomeações de funcionários fantasmas.

NOVELA FLUMINENSE

Nos últimos tempos, o topo do poder no Estado do Rio de Janeiro tem aparecido frequentemente no centro de rumorosos escândalos. Assim como as propriedades reveladas nesta reportagem, que ainda não eram conhecidas pelos órgãos de investigação, no auge da Lava Jato uma outra casa de luxo virou notícia: uma mansão em Mangaratiba, no litoral sul fluminense, onde o ex-governador Sérgio Cabral fazia festas e reunia empresários para negociatas.

A trama que levou Cabral para a cadeia — e a sentenças que passaram dos 400 anos de prisão — também tinha um escritório de advocacia, de propriedade da mulher dele, Adriana Ancelmo. De acordo as investigações, a banca era usada para recebimento de propinas pagas por empresas com contratos no governo.

As suspeitas de envolvimento em desvios e de enriquecimento ilícito se estendem aos ocupantes da cadeira de presidente da Assembleia. De 1995 para cá — ou seja, há 28 anos — todos os comandantes da Alerj foram presos por indícios de corrupção. A única exceção é o antecessor de Bacellar, André Ceciliano, do PT. Ele não foi para a cadeia, mas já sofreu buscas da Polícia Federal (PF) e, até hoje, é investigado pelos promotores do Rio por suspeita de rachadinha em seu gabinete.

“Nada é de graça. Isso é negócio. Rodrigo abre portas para mim”

O advogado Jansens Calil Siqueira disse que o uso que Bacellar faz dos seus imóveis é parte de um “negócio”. Ele afirma, com naturalidade, que acaba de adquirir um frigorífico e que espera contar com a ajuda do amigo para fazer o projeto prosperar. A cessão da casa na montanha seria, segundo Calil, uma maneira de estreitar ainda mais os laços com o presidente da Alerj.

“Eu tenho meus negócios. Nada mal eu ter um parceiro, um amigo que é presidente da Alerj”, disse Calil ao Metrópoles. “Nada é de graça. Ou seja, o cara é influente e conhece um monte de gente. Conhece um monte de gente que pode comprar minha carne. Você acha que é de graça? Isso é negócio. Rodrigo abre portas para mim em decorrência do próprio cargo que ele ocupa”, emendou (ouça abaixo).



Sobre a cobertura em Botafogo, Calil diz ter alugado o imóvel para Bacellar depois de uma conversa que os dois tiveram “numa Quarta-feira de Cinzas”. Ele conta que estava almoçando com Rodrigo Bacellar e que, interessado na vista deslumbrante que o apartamento tem para o Cristo, o deputado demonstrou interesse imediato em morar no local.

Ele afirma que Bacellar paga de aluguel R$ 2,2 mil, mais taxa de condomínio. É um valor quase simbólico em se tratando de uma cobertura de alto padrão em um endereço nobre da Zona Sul carioca — em sites de buscas, há até imóveis em favelas do Rio com aluguel mais caro do que aquele que Calil diz que Bacellar paga. “Ele (Bacellar) paga todo mês.”

Calil nega que tenha comprado a mansão e a cobertura para Bacellar. Ele também diz não ter interesses no governo: “Eu sou advogado, ganho muito para isso. Se perguntar aqui em Campos, vai ver qual é o maior escritório de advocacia”.

“Amigo de longa data”

Também procurado, o deputado Rodrigo Bacellar enviou uma nota na qual afirma que aluga a cobertura em Botafogo. Ele diz que “a soma do aluguel com condomínio, impostos e taxas” gira “em torno de R$4,5 mil”. “Tudo devidamente documentado”, prossegue.

Sobre a mansão em Teresópolis, o presidente da Alerj afirma que o imóvel “foi adquirido em processo judicial” e que tem em mãos “toda a documentação que comprova, de forma transparente, a legalidade da negociação no que cabe a ele”.

Perguntado sobre sua relação com Jansens Calil, Bacellar respondeu que o advogado é um “amigo de longa data, além de colega de profissão”. Disse ainda que Calil já atuou em processos da sua família e que ambos também “advogaram em parceria.”

O presidente da Alerj sustenta que as informações sobre seu patrimônio constam da declaração que apresentou à Justiça Eleitoral — a cota-parte de R$ 500 mil no negócio da mansão na região serrana, porém, não aparece no detalhamento de bens entregue por ele ao se candidatar no ano passado, com patrimônio total informado de R$ 793 mil. “Todos os bens do deputado são condizentes com sua remuneração, com todas as informações transparentes e disponíveis em seu imposto de renda, sem nada a esconder”, diz a nota.


REPRODUÇÃO: METRÓPOLES

09/08/2023

13:02

A MALDIÇÃO DAS MANSÕES

A primeira prova sobre o enriquecimento ilícito de Sérgio Cabral surgiu quando ele era presidente da ALERJ. Sua mansão em Mangaratiba. Depois disso, Cabral rodou pelo mundo gastando os milhões de dólares que roubou do estado do Rio de Janeiro.

Acabou preso.

Outro presidente da ALERJ, já falecido, Jorge Picciani, também dispontou no noticiário através de uma mansão adquirida em um luxuoso condomínio da Barra. Depois, vieram as fazendas e outras fortunas que o tornaram "O Rei do Gado".

Acabou preso.

Parece que os presidentes da ALERJ gostam de mansões. Mas elas sempre trazem maldições severas para quem gosta de torrar o dinheiro público em proveito próprio.

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08/08/2023

18:48

AS FOTOS NA SEQUÊNCIA SÃO A PROVA INQUESTIONÁVEL DE UMA FRAUDE.

Esse é o portão do quintal da firma do filho do vereador de Campos, ABDU NEME, localizada em BELFORD ROXO:





Abaixo, o faturamento de R$ 200 milhões de reais, em apenas 1 ano e meio, no Estado, de uma firma de fundo de quintal:



Atentem ao capital social da empresa de R$ 8,2 MILHÕES DE REAIS!



O dono da empresa, ABINHO, também conhecido como "TREM PAGADOR", reunido com o presidente da Câmara de Campos, Marcos Bacellar e os vereadores da dita oposição.

Um vereador que não aparece na foto, não pode comparecer, pois estava assistindo uma sessão de "cinema na praça".



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