Visitantes online: 149
logo topo

domingo, 12 de julho de 2020

29/06/2020

15:28

Eduardo Paes e seu ódio pelos pobres.

29/06/2020

15:05

Novo ministro da Educação pode nem assumir

REPRODUÇÃO AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO AGENDA DO PODER

29/06/2020

14:00

É bom relembrar...

29/06/2020

08:00

É bom relembrar...

28/06/2020

20:00

É bom relembrar...

28/06/2020

16:23

DE PROPINA A GLOBO ENTENDE. FAZ DÉCADAS QUE ELA PAGA PARA CONTROLAR O FUTEBOL.

28/06/2020

14:00

É bom relembrar...

28/06/2020

08:00

É bom relembrar...

27/06/2020

21:17

Matéria da Veja destaca nossa vitória em ação que pede antecipação de provas das festas feitas por Eduardo Paes para Sérgio Cabral

A partir da nossa ação pedindo a devolução do dinheiro gasto em festas e jantares particulares que Eduardo Paes oferecia aos familiares de Cabral, a Justiça do Rio determinou que o município e o TCM informem sobre quais eram esses eventos e os respectivos custos. Os indícios de uso do dinheiro público para promover esses encontros são fortes! Por isso, queremos que as autoridades concluam o quanto antes essas investigações. Não podemos permitir que a população carioca pague a conta dessa amizade nefasta.

Clique aqui para ler a matéria completa

27/06/2020

20:11

Justiça manda prefeitura do Rio informar sobre eventos realizados por Paes

A juíza Alessandra Cristina Tufvesson, titular da 8ª Vara de Fazenda Pública do Rio de Janeiro, determinou que a prefeitura da capital informe quais foram os eventos realizados na residência oficial da Gávea Pequena pelo ex-prefeito Eduardo Paes (atualmente no DEM) durante o período entre janeiro de 2009 e janeiro de 2017, que compreende os dois mandatos dele à frente da cidade do Rio de Janeiro.

A decisão também manda o TCM-RJ (Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro) informar de forma discriminada os gastos com cada um dos eventos que ocorreram na Gávea Pequena.

O despacho da juíza determina um prazo de 20 dias para a resposta e atende a um pedido do PROS, presidido pela pré-candidata à prefeitura do Rio, Clarissa Garotinho. Eduardo Paes também é pré-candidato à chefia do Executivo municipal.

A ação civil se baseia em um vídeo publicado pelo ex-deputado federal Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral Filho (MDB), no qual ele afirma que diversos jantares e festas de aniversário foram realizados na residência oficial do prefeito quando Eduardo Paes ocupava o cargo.

"Marco Antônio Cabral fez revelações graves. Queremos que a Justiça conclua essas investigações. Há fortes indícios de uso de dinheiro público para homenagear e bajular um dos políticos mais corruptos da história do Brasil, de quem Paes sempre foi aliado. Queremos que os eventuais danos aos cofres públicos sejam reparados pelo ex-prefeito", disse Clarissa.

O pedido do PROS ainda busca determinar o depoimento de Marco Antônio Cabral, mas a juíza preferiu esperar as respostas da prefeitura e do TCM-RJ antes de designar a realização de uma audiência de oitiva.

"Essa foi uma decisão importante, pois permitiu a produção de provas para a apuração de denúncias de grande gravidade trazidas a público por Marco Antônio Cabral. Após as informações prestadas pelo município e pelo TCM, apontando todos os eventos realizados, confrontados com as declarações em juízo do ex-deputado, analisaremos as medidas cabíveis para o devido ressarcimento do erário", disse o advogado Bruno Pena, que representa o PROS.

REPRODUÇÃO: UOL

27/06/2020

10:07

O Garotinho está no ar! Programa FALA CAMPOS - Rádio Difusora Sábado, de 10h às 12h

27/06/2020

08:00

É bom relembrar...

26/06/2020

22:26

Justiça faz levantamento de gastos na Gávea Pequena durante gestão de Eduardo Paes.

A Justiça determinou que seja feita uma devassa nos gastos com eventos realizados na Gávea Pequena, durante o período em que Eduardo Paes ocupou a residência oficial dos prefeitos do Rio, entre 2009 e 2016.

Movida pelo PROS/RJ, a pedido da pré-candidata Clarissa Garotinho, a ação de produção antecipada de provas teve como base um vídeo recente do ex-deputado federal Marco Antônio Neves Cabral.

O vídeo vem circulando nas redes sociais desde o início de junho, e, nele, o filho de Sérgio Cabral afirma que Paes teria promovido, na Gávea Pequena, festas de aniversário e jantares para homenagear o ex-governador, preso por corrupção desde 2016.

Por isso, a juíza Alessandra Cristina Tufvesson determinou também que seja designada, após o levantamento de provas, uma audiência para que Marco Antônio Cabral seja ouvido sobre suas declarações.

Caberá à administração pública municipal informar quais eventos foram realizados na Gávea Pequena no período em que Paes foi prefeito. Já o Tribunal de Contas do Município foi intimado a relatar quais foram os gastos de cada evento realizado.

“Marco Antônio Cabral fez revelações graves. Queremos que a Justiça conclua essas investigações. Há fortes indícios de uso de dinheiro público para homenagear e bajular um dos políticos mais corruptos da história do Brasil, de quem Paes sempre foi aliado. Queremos que os eventuais danos aos cofres públicos sejam reparados pelo ex-prefeito”, disse Clarissa.

Vídeo polêmico

Marco Antônio disse que o então prefeito Eduardo Paes teria organizado e realizado mais de 40 (quarenta) jantares para homenagear e prestigiar o ex-governador do Rio Sérgio Cabral, a quem chamava de “chefe”.

Marco Antônio Cabral contou no vídeo que Paes realizou, na Gávea Pequena, a festa de aniversário de 50 anos de Sérgio Cabral, para mais de 100 convidados; a festa de aniversário de 18 anos do próprio ex-deputado; e, em 2015, a festa de aniversário de Mateus Anselmo Neves, filho mais novo de Cabral.

“Essa foi uma decisão importante, pois permitiu a produção de provas para a apuração de denúncias de grande gravidade trazidas a público por Marco Antônio Cabral. Após as informações prestadas pelo município e pelo TCM, apontando todos os eventos realizados, confrontados com as declarações em juízo do ex-deputado, analisaremos as medidas cabíveis para o devido ressarcimento do erário”, disse o advogado Bruno Pena.

REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

26/06/2020

20:00

É bom relembrar...

26/06/2020

16:24

RJ foi estado que pagou mais caro na compra de respiradores durante pandemia da Covid-19

Uma ferramenta do Ministério Público do Rio (MPRJ) aponta que o Rio de Janeiro foi o estado que pagou mais caro na compra de respiradores durante a pandemia. Segundo a ferramenta, as três compras mais caras do ano para adquirir respiradores pertencem ao estado.

Os dados comparam os valores desembolsados pelo RJ com outros estados e com o Ministério da Saúde.

A iniciativa é uma inovação do MPRJ em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE). Apesar de ter feito altos gastos, os produtos ainda não foram recebidos. O RJ2 desta sexta-feira (26) fez um levantamento dos contratos.

“É uma ferramenta que busca dados numa parceria como TCE e também através de bancos de dados públicos de portais de transparência ela permite que o promotor atue focado naquele caso onde há maior risco de dano ao erário”, afirmou o coordenador do MP Sidney Rosa.

1ª colocada
Com a empresa A2A, o estado comprou 300 respiradores pelo preço de R$ 198 mil cada. Destes, nenhum foi entregue. E, mesmo assim, a empresa já recebeu R$ 19,8 milhões dos cofres públicos. O dono da A2A Comércio, Serviços e Representações Ltda, Aurino Filho, foi preso na Operação Mercadores do Caos.

2ª colocada
A segunda colocada no ranking dos preços mais altos foi a compra de 300 respiradores do modelo VG70 ventilator com a MHS, por R$ 187 mil cada. O dono da MHS, Glauco Octaviano Guerra, também está na cadeia. A empresa já recebeu mais de R$ 18 milhões e, dos 300 respiradores, apenas 97 chegaram ao país. Os aparelhos continuam no terminal de cargas do Aeroporto Tom Jobim.

3ª colocada
A terceira colocada no ranking é a ArcFontoura. Ela fechou um contrato com o estado para venda de 400 respiradores ao custo de R$ 169 mil. No entanto, entregou apenas 52, que não serviam pra Covid. O dono da empresa e sua esposa, – também estão presos.

Desde o início da pandemia, o estado do Rio de Janeiro já fez 160 contratações emergenciais, que não precisam de licitação, com 95 empresas.

Destas, o MPRJ mapeou que pelo menos nove já são investigadas por dano aos cofres públicos em negociações com o estado. O valor de todos os contratos somados passa de R$ 1,7 bilhão.

O que diz a secretaria de Saúde

A secretaria estadual de Saúde informou que está revisando todos os contratos e bloqueando as contas de fornecedores.

REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

26/06/2020

14:00

É bom relembrar...