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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

18/03/2020

14:00

É bom relembrar...

18/03/2020

12:08

Papo Reto com o Garotinho

18/03/2020

08:00

É bom relembrar...

17/03/2020

19:00

É bom relembrar...

17/03/2020

14:01

É bom relembrar...

17/03/2020

10:26

Pânico

REPRODUÇÃO DA TRIBUNA NF
REPRODUÇÃO DA TRIBUNA NF

17/03/2020

08:00

É bom relembrar...

16/03/2020

19:00

É bom lembrar...

Mais um escândalo: Cabral dá R$ 8 milhões à concessionária que administra RJ - 116

Clique aqui para ler a matéria

16/03/2020

14:30

É bom relembrar...

16/03/2020

12:31

Defesa de Sérgio Cabral entrega à Polícia Federal mais 27 jóias

REPRODUÇÃO DA TRIBUNA NF
REPRODUÇÃO DA TRIBUNA NF

16/03/2020

08:04

É bom relembrar...

Papo do Blog

Os noticiários de televisão e os jornais de hoje deveriam envergonhar o governador Sérgio Cabral. Não há margem para dúvidas. O que venho repetindo aqui há muito tempo, finalmente, foi retratado pela imprensa. A área de saúde do estado agoniza e a população está abandonada pelo governo.

Abaixo, reproduzo a reportagem do jornal EXTRA e a primeira página do jornal O DIA, que são a comprovação da incompetência administrativa do governo Cabral. Mas, infelizmente, as matérias revelam mais do que isso. Denunciam uma armação para enganar a população e tentar melhorar a imagem do governador Sérgio Cabral, que hoje é reprovado pela maioria da população.

Vocês poderão ler que os hospitais visitados por Cabral ontem, foram pintados e limpos às pressas e que até setores fechados foram reabertos somente para a visita.

No Getúlio Vargas, na Penha, onde Cabral há um ano garantiu que em poucos meses seria um exemplo, uma mãe não se conteve. Mostrou ao governador 80 crianças aguardando atendimento há mais de 4 horas na pediatria. No Rocha Faria, em Campo Grande, houve até dedo na cara do governador. Cabral, constrangido, como as fotos mostram, pediu desculpas.

Não adianta pedir desculpas. É preciso trabalhar e olhar pela população pobre, que precisa dos hospitais públicos. Nunca na história deste estado – para usar uma expressão tão na moda – se viu cirurgias serem canceladas por falta de lâminas para bisturi, como aconteceu nos Hospitais Pedro II e Rocha Faria. Jamais se viu usar furadeiras domésticas para cirurgias ortopédicas. Falta tudo nos hospitais, conforme a imprensa mostrou em uma ou outra matéria.

A população acreditou nos compromissos de campanha de Cabral. Depois confiou na sua promessa já no governo, de que em seis meses daria um choque de gestão na saúde.

Passado um ano, a saúde vive uma crise sem precedentes. Por isso, desculpas não resolvem. Muito menos fazer uma maquiagem nas unidades para enganar a imprensa e a população para acreditarem, que está tudo bem. Isso não é atitude de um governante, que deveria se preocupar com a população pobre.

É triste, mas a realidade é uma só: a saúde do estado agoniza.

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15/03/2020

07:43

Garotinho e Rosinha trocam idéias com você.

13/03/2020

09:51

Quem protege Eduardo Paes?!

12/03/2020

21:21

A farra dos vôos da família Cabral envolvia até o cabelereiro particular.

12/03/2020

16:11

Fachin autoriza 12 novos inquéritos com base em delação de Sérgio Cabral

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou a abertura de 12 novos inquéritos no STF com base na delação premiada do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), assinada com a Polícia Federal, e negou recurso movido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a delação.

A decisão de Fachin é da semana passada. Após ser intimada do despacho do ministro, a PF protocolou ontem no STF os 12 novos inquéritos, que foram distribuídos aos cuidados de Fachin. Cabral apresentou no acordo 21 anexos envolvendo autoridades com foro privilegiado, dentre parlamentares e ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Tribunal de Contas da União (TCU).

Fachin também autorizou que parte do material da delação seja utilizado como prova em investigações já em andamento, como um caso sobre suspeitas de propina ao deputado Aécio Neves (PSDB-MG) e outro sobre a compra de apoio político do MDB à candidatura presidencial de Dilma Rousseff pelo grupo J&F.

A PGR havia apresentado embargos de declaração contra a decisão de Fachin que homologou o acordo de colaboração premiada de Cabral, sob argumento de que havia omissões na decisão. No recurso, o procurador-geral Augusto Aras afirmou que o ex-governador não tinha credibilidade nem boa-fé para ostentar a condição de colaborador e pediu que Fachin mantivesse as prisões preventivas decretadas contra Cabral, para evitar que ele fosse solto. Fachin rejeitou os argumentos e autorizou a PF a dar prosseguimento ao assunto.

O número total de investigações abertas a partir do acordo de Cabral ainda pode ser maior, porque parte do material será desmembrado para outras instâncias e ele ainda vai apresentar novos anexos sobre outros personagens.

Novo recurso

Agora, o procurador-geral Augusto Aras avalia se apresenta um novo recurso contra a delação. A estratégia da defesa de Cabral será argumentar à Justiça que, como colaborador, ele agora detém credibilidade perante as autoridades públicas e não pode mais ser mantido sob prisão preventiva. Em sua decisão, Fachin registrou que não há uma relação direta entre o acordo de colaboração e as prisões preventivas, mas não entrou no mérito se o ex-governador deve ser solto ou não.

Preso desde novembro de 2016, Cabral já foi condenado na Lava-Jato a penas que somam 282 anos de prisão. Fachin cita que, nos casos em que já há ação penal em andamento ou condenação, a Justiça pode decidir dar benefícios a Cabral se ele mantiver uma postura colaborativa, conforme previsto na lei de organizações criminosas, mas não haverá benefícios diretos da delação para essas condenações já existentes.

No acordo, Cabral reconheceu como sendo seus um total de R$ 380 milhões já apreendidos pela Lava-Jato do Rio, renunciando à posse dos valores. Também se comprometeu a procurar joias e outros itens de valor para devolver às autoridades.

Reprodução de O Globo

11/03/2020

17:08

Clarissa é pré-candidata

REPRODUÇÃO DO INFORME DO DIA
REPRODUÇÃO DO INFORME DO DIA