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segunda-feira, 22 de julho de 2019

06/11/2017

09:25

Fala Garotinho (Segunda, 06/11/2017)

05/11/2017

12:30

A delação do publicitário Renato Pereira entrega Cabral, Paes, Pezão, Pedro Paulo e outros

Já há mais de um mês falei em meu programa de rádio sobre a delação do publicitário Renato Pereira, da Prole, o marqueteiro oficial do PMDB e dos governos do Rio. Inclusive quando da apreensão ilegal dos meus pen drives pela Polícia Federal, até hoje não devolvidos, faço citação à delação de Renato Pereira. Hoje, além da manchete principal, o Globo publica extensa matéria sobre a delação. Não sei se foi de forma proposital ou se ainda pretende divulgar outros detalhes, mas a matéria omite várias situações e outros políticos, a menos que Renato Pereira não tenha conseguido documentação para comprovar o que falou em relação a outras pessoas. Também estranho que quando recebi a informação e os detalhes da delação fui alertado que um vazamento detalhado, e foi o que eu evitei, apenas comentando os assuntos no blog e no programa, poderia gerar um pedido de nulidade da delação. Hoje o Globo publica até gráfico entre os valores declarados nas campanhas de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo, que certamente algum deles poderá solicitar ao ministro Ricardo Lewandowski, a quem cabe a homologação dessa delação, a nulidade visto que ainda não foi quebrado o sigilo. Como Eduardo Paes é o “queridinho” das Organizações Globo fica a dúvida. Vazaram o que interessava para gerar a nulidade ou não têm a delação completa?

Vamos a um resumo do que disse Renato Pereira.

As licitações no governo Sérgio Cabral eram fraudadas, e que ele próprio escolhia junto Maurício Cabral (irmão de Sérgio Cabral) as empresas que seriam vencedoras. Ajudou inclusive a redigir os editais de concorrência junto com Regis Fichtner e Wilson Carlos. Segundo Renato Pereira até mesmo pareceres e justificativas para notas baixas das agências concorrentes eram escritas por sócios da Prole e depois homologadas pela comissão de licitação do Governo do Estado. Ele afirmou que tudo foi acertado num café da manhã no Copacabana Palace em 2007. Segundo ele, Ricardo Cota, subsecretário de Comunicação do governo Cabral, o procurou para que coordenasse os editais de licitação. O publicitário designou seu sócio Flávio Horácio Peixoto Azevedo para apresentar os pareceres e as propostas. Além de Cota e Flávio Horácio, o publicitário afirma que participavam das reuniões e decisões, o ex-secretário de Governo, Wilson Carlos, já preso, Regis Fichtner, ainda solto, além de Maurício Cabral. Na primeira licitação, como a Prole não tinha condições de aparecer entre os cinco vencedores, indicou a PPR (Profissionais da Propaganda Reunidos). A empresa de Renato Pereira venceu os editais seguintes. Entre 2008 e o início de 2014, a PPR e a (Prole) faturaram R$ 230 milhões, resultantes de licitações fraudulentas onde havia mais 4 agências. Segundo o delator 1/3 do lucro dos contratos da PPR era repassado à Prole e outro 1/3 ao irmão de Sérgio Cabral. O favorecimento tinha o aval de Wilson Carlos, de Ricardo Cota e do próprio Sérgio Cabral, a quem Renato Pereira declara gratidão pelo crescimento súbito de sua agência. Ainda segundo ele, também participavam do esquema a Carioca Filmes, a Agência 3, que também ganhou a conta da CEDAE no valor de R$ 50 milhões, e a agência Eurofort. Todas praticavam o mesmo sistema, 1/3 do lucro para a Prole e 1/3 para Maurício Cabral.

A matéria do Globo relatou com riqueza de detalhes a fraude nas licitações do Estado, mas não deu uma linha sobre como o esquema funcionava na Prefeitura do Rio, sob o comando de Eduardo Paes.





O caixa 2 de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo

Subitamente a matéria esquece o esquema das verbas oficiais e passa a tratar das campanhas eleitorais. “Cuidadosamente” o texto não usa nunca a palavra corrupção, cita sempre “caixa dois”. Renato Pereira revela a diferença entre o que foi declarado pelos candidatos à Justiça Eleitoral e o que ele efetivamente recebeu.



O publicitário relata também que ele e seus sócios da Prole recebiam pessoalmente dinheiro vivo em sacolas, repassado por empresas prestadoras de serviço, empreiteiras ou fornecedoras dos governos estadual e municipal do Rio. Segundo ele, os maiores colaboradores foram Andrade Gutierrez, Odebrecht e pelo empresário de ônibus Jacob Barata, e diz mais, que a pré-campanha de Pezão ao Governo do Estado (2013, um ano antes da eleição) foi bancada pelo “rei dos ônibus” e custou R$ 5 milhões, valor acertado numa reunião no Palácio Guanabara onde participaram além dele, Sérgio Cabral, Pezão e Wilson Carlos. Diz Renato Pereira que Pezão necessitava de uma atenção especial em razão da sua dificuldade de comunicação, e ele ficou responsável pelo treinamento de fala, vídeos para redes sociais e aparições em programas de TV, e ainda conta que o responsável pelos pagamentos era Hudson Braga, o Braguinha. Foram entregues, entre junho de 2013 e junho de 2014, R$ 400 mil mensais no prédio da agência Prole, na Urca. Outros R$ 700 mil foram entregues também na agência por Paulo Fernando Magalhães Pinto, amigo e ex-assessor de Cabral, que foi preso e está condenado a 9 anos de prisão. Renato Pereira afirma que o mesmo método usado nas campanhas de Cabral e Pezão se usou nas últimas duas eleições para a Prefeitura do Rio. Ele afirma que foi o próprio Eduardo Paes que lhe comunicou como funcionaria o esquema. No caso da prefeitura além das entregas de dinheiro na sua agência, na Urca, também aconteciam entregas na Nimbus Comunicação, uma produtora pertencente ao seu grupo. O dinheiro dos pagamentos ilícitos da campanha de Paes à reeleição e da de Pedro Paulo era entregue diretamente a ele por Guilherme Schleder, integrante da Casa Civil da prefeitura, que tinha como secretário Pedro Paulo. Ocorriam normalmente em restaurantes e citou o Outback da Barra da Tijuca. Segundo ele repasses foram feitos por Fernando Duba, assessor de Pedro Paulo, e Bernardo Fellows, subchefe de gabinete de Eduardo Paes. A delação conta ainda que uma das grandes fontes de contribuição financeira da pré-campanha de Pedro Paulo foi o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, colega de cela de Cabral, e outro, Jacob Barata. O valor de Jacob Barata na pré-campanha foi de R$ 2 milhões. Renato afirmou também que Sérgio Cabral chegou a lhe pedir ajuda para receber no exterior uma dívida de propina da Odebrecht no valor de US$ 130 mil, que acabou sendo depositada na conta de um doleiro, que transformou em dinheiro e repassou a Wilson Carlos e Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz, outro preso com Cabral em Benfica. Também disse que a pré-campanha de Cabral em 2010 custou R$ 12 milhões, que foram bancados pela Odebrecht. O dinheiro foi entregue à Rua General Garson, no Jardim Botânico, onde fica o prédio da sua produtora Nimbus. Durante a campanha quando os valores aumentaram passaram a ser transportado em uma Pajero blindada e entregues no estúdio onde a equipe trabalhava.

O que Renato Pereira retirou da delação ou o Globo ainda não publicou

1 – O esquema montado por ele na Prefeitura de Niterói com o ex-secretário da Cabral e atual prefeito da cidade, Rodrigo Neves.

2 – Quem participou das fraudes nas licitações da Prefeitura do Rio.

3 – Seu envolvimento com Nelson Bornier e a Prefeitura de Nova Iguaçu.

4 – As contas onde depositou dinheiro no exterior para Eduardo Paes e Pedro Paulo.

5 – Os nomes dos fornecedores do Estado e da Prefeitura do Rio, além daqueles já conhecidos, que colaboraram para as campanhas de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo, através de notas frias que ele emitia de sua agência.

6 – A ordem que ele deu para jogar milhões de reais na Baía de Guanabara no dia da Operação Calicute, quando Cabral foi preso, cujas notas apareceram boiando durante vários dias para alegria de pescadores e endividados.

É bom lembrar a Renato Pereira que omissões assim como acusações sem provas materiais podem anular a delação. Seu acordo foi altamente benéfico diante dos crimes que cometeu em parceria com a Gangue do PMDB. Pelos crimes confessados, ele vai pagar uma multa entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões, valor irrisório diante da montanha de dinheiro que recebeu. Sua pena também deverá ser bem reduzida. Um bom conselho a Renato Pereira, um ótimo marqueteiro: Fale tudo antes que perca tudo. A mentira pode convencer no marketing, mas não na justiça.

Em tempo: A semana promete fortes emoções para figuras influentes do PMDB do Rio. Dizem as más línguas que será servida uma bela macarronada à italiana. A conferir.

05/11/2017

10:37

Facção criminosa do PMDB relembra os rituais do antigo Comando Vermelho

Reprodução da coluna de Lauro Jardim, do Globo
Reprodução da coluna de Lauro Jardim, do Globo
Como diz a nota do jornalista Lauro Jardim, Sérgio Cabral é "amigo dos amigos", expressão que virou nome da facção criminosa A.D.A.. Podem imaginar a cena? A Gangue dos Guardanapos perfilada, atendendo a ordem de Cabral, saudando com aplausos a chegada de Carlos Arthur Nuzman é cena antológica, merece estar num filme.

Mas para os mais novos relembro aqui uma cena semelhante ocorrida nos idos dos anos de 1980 quando o Comando Vermelho ainda era conhecido como Falange Vermelha, tendo como um dos seus principais líderes o traficante José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha, do morro do Juramento, que se notabilizou por sua fuga cinematográfica do presídio da Ilha Grande usando um helicóptero.

Os presos da Falange Vermelha ficavam no presídio Milton Dias Moreira, no complexo de Frei Caneca. Escadinha, preso mais uma vez foi levado para a galeria A. Ao chegar, Francisco Viriato, o Japonês, outro cabeça da facção criminosa que já estava no presídio fez os presos se perfilarem e recepcionarem Escadinha com aplausos.

O tempo passou, surgiu no Rio uma nova facção criminosa, a do PMDB, chefiada por Sérgio Cabral, mas os velhos hábitos dos presídios se repetem. E mais uma vez fica claro quem manda no presídio vip de Benfica.

04/11/2017

14:41

Pedro Paulo foi matar saudades de Eduardo Paes nos Estados Unidos?

Reprodução do Extra (a foto da matéria é de um turista brasileiro)
Reprodução do Extra (a foto da matéria é de um turista brasileiro)
O deputado federal Pedro Paulo (PMDB-RJ) aproveitou o feriadão para correr ao encontro do seu ex-chefe, Eduardo Paes em Maryland, no estado americano da Virgínia. Um turista brasileiro os flagrou numa degustação de vinhos na vinícola Sugarloaf Mountain Vineyard. Só não se sabe se o vinho embalou boas lembranças ou lamúrias pela tempestade que se avizinha, o furacão Lava Jato, que será para eles tão devastador quanto o Irma que recentemente varreu os Estados Unidos, e chegou à Virgínia onde se encontram.

O que a matéria não diz é que - vejam a tremenda coincidência - de Maryland até Delaware, conhecido paraíso fiscal onde Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes e outros integrantes da Gangue dos Guardanapos montaram esquemas de lavagem de dinheiro da corrupção através de offshores, de garro gasta-se pouco mais de uma hora. Será apenas coincidência?

04/11/2017

13:10

Pezão manda jogar a sujeira para baixo do tapete

Reprodução do Globo
Reprodução do Globo
O ministro da Justiça, Torquato Jardim deixou Pezão possesso com suas afirmações sobre o envolvimento do crime organizado com a PM e autoridades, além de políticos. Foi até ao STF contra Torquato. Mas vocês não acham muito estranho, estranhíssimo que tenha mandado exonerar a equipe da Corregedoria da PM, um grupo de oficiais que vinha batendo recordes de prisões de policiais com má conduta, que se envolveram em crimes. Todo mundo sabe nos principais gabinetes do Palácio Guanabara e do Quartel General da PM que a ordem é abafar investigações que possam levar à prisão de policiais envolvidos com o crime organizado para não dar margem a operações mais aprofundadas pelo Ministério Público ou pela Polícia Federal, dependendo da natureza dos crimes. E tão grave é o apoio dissimulado, através da omissão, que recebe da ALERJ nessa escandalosa "operação abafa".

04/11/2017

10:34

O mercado com medo da polarização Lula x Bolsonaro

A capa da nova edição da revista Veja retrata bem o desespero que está tomando do mercado, leia-se empresários, bancos e grandes investidores, diante do quadro eleitoral que vai se desenhando com a polarização entre Lula e Jair Bolsonaro. Essa turma quer porque quer um candidato que atenda seus interesses. Por isso tentam levantar os nomes de Luciano Huck e Henrique Meirelles, plano A e plano B, não necessariamente nessa ordem. Bolsonaro é de direita, mas o mercado não confia.

03/11/2017

16:48

A mando de Pezão, deputados do Rio vão com tudo para cima do ministro da Justiça

Reprodução do blog de Ricardo Noblat
Reprodução do blog de Ricardo Noblat
O ministro da Justiça, Torquato Jardim vai à Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira. Pezão já pediu aos deputados federais do Rio, do PMDB e alguns aliados, para voarem no pescoço do ministro. Querem desmoralizá-lo, mas, como mostra o artigo de Ricardo Noblat, o ministro Torquato Jardim, embora tenha generalizado, não falou por falar. Ele vai enfrentar a bancada do Pezão, e tem bala na agulha.

03/11/2017

15:36

Crise? Que crise?

Reprodução do Diário do Poder
Reprodução do Diário do Poder
Entra governo, sai governo, com crise ou sem crise, os bancos no Brasil continuam lucrando cada vez mais. Enquanto mais de 20 milhões de brasileiros estão desempregados, muito mais que os 13 milhões apontados nas estatística oficiais, empresários fecham negócios, mais de 60 milhões de brasileiros estão com dívidas na praça, os bancos seguem contabilizando lucros bilionários. Só os três maiores bancos, Itaú, Bradesco e Santander, tiveram lucro líquido acima de R$ 13 bilhões, isso só no terceiro trimestre. E agora querem eleger o sucessor de Temer, mas antes sonham com a aprovação de alguma coisa da reforma da Previdência para faturar mais. Isto é o Brasil!

03/11/2017

14:13

Ministra tucana debocha dos brasileiros

Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online
A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, do PSDB, deveria ter mais bom senso. Querer ganhar acima do teto constitucional e alegar que receber apenas R$ 33 mil por mês “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo" é um deboche com 99% do povo brasileiro. Além dos R$ 33 mil, como ministra, Luislinda tem direito a carro com motorista, jatinhos da FAB, cartão corporativo e imóvel funcional. Mas em entrevista ao Estadão justificou que como ministra tem que estar sempre arrumada e maquiada. Enquanto isso os verdadeiros escravos, perdem direitos trabalhistas que antes eram assegurados pela CLT e "comem o pão que o diabo amassou". Depois que viu a repercussão negativa, Lusilinda agora diz que vai deixar para lá. Que vergonha!





03/11/2017

12:40

Encontro Marcado com Garotinho Especial (Sexta, 03/11/2017)

03/11/2017

09:27

Fala Garotinho (Sexta, 03/11/2017)

02/11/2017

14:20

Empréstimo da Cedae é mais uma maracutaia do governo Pezão

Reprodução do Blog do Pedlowski
Reprodução do Blog do Pedlowski
Vou reproduzir o que falei hoje cedo no meu programa da Rádio Tupi sobre o banco escolhido, o BNP Paribas, que está envolvido na maracutaia que quebrou o Rio Previdência:

"Brizola dizia uma frase que ficou muito conhecida, e que se assemelha a essa maracutaia que está para acontecer: tem rabo de jacaré, couro de jacaré, boca de jacaré, como que não é jacaré? Esse empréstimo tem juros absurdos, banco suspeito, vai ser feito num paraíso fiscal, com uma garantia que não é sólida. Como que não é jacaré? É impossível que essa operação não vá terminar na justiça.

Mas no meu live às 22h, no Facebook, vou falar mais sobre essa maracutaia.

02/11/2017

12:15

Hoje às 22 horas, tem Garotinho ao vivo no Facebook

02/11/2017

11:01

Temer quer garantir foro privilegiado depois que deixar a presidência

Michel Temer; abaixo manchete do G1
Michel Temer; abaixo manchete do G1
Michel Temer quer arrumar um candidato à Presidência que defenda o seu governo. Levando em consideração que sua aprovação está abaixo de 3% vai ser uma tarefa difícil. Quem for candidato e defender esse governo pode desistir da disputa porque não vai arrumar nada.

Mas o que Michel Temer quer, mais do que tudo, é eleger um presidente que seja aliado e/ou amigo para lhe garantir foro privilegiado quando deixar o cargo, negociando, mesmo que não seja abertamente, a aprovação de uma lei que garanta esse benefício não apenas a presidentes como a ex-presidentes. No Palácio do Planalto a avaliação é que o PT apoiaria essa ideia porque beneficiaria também Lula e Dilma.

01/11/2017

18:09

FHC e os erros dos tucanos

Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247
Essa história de reconhecer os erros é o mesmo discurso que o PT já usou. Mas reconhecer os erros mantendo Aécio Neves na presidência do partido é um reconhecimento da boca para fora, só para enganar os trouxas. Quero ver é, como sugere FHC, o PSDB conseguir convencer os eleitores que é diferente do PMDB. Pesquisas recentes mostram que PMDB e PSDB são considerados sócios da tragédia que se abate sobre o Brasil com esse governo Temer.

01/11/2017

16:53

Rei Arthur continua vivendo na realeza em Miami

Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja
Até agora já foram feitos três pedidos de extradição do Rei Arthur, que está escondido das autoridades brasileiras no seu refúgio milionário em Miami, na Flórida. Mas a força-tarefa da Lava Jato acredita que como o empresário agora já é réu na Justiça do Rio, o próximo pedido de extradição possa ser aceito pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.