Visitantes online : 1527 sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
04/01/2017 19:31
Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja


Nos comerciais da Prefeitura do Rio e no horário eleitoral de Pedro Paulo era anunciado que 146 mil famílias recebiam o Cartão Família Carioca, um complemento do Bolsa Família, com valores variáveis até R$ 400. Pois a nova secretária de Desenvolvimento Social do Rio, Teresa Bergher assumiu o cargo e descobriu que só há 70 mil cadastrados, menos da metade do número divulgado. Agora resta saber quanto efetivamente foi pago com esse programa social e quem eram os beneficiados. Pelo jeito tem caroço grande nesse angu. É bom mesmo fazer uma auditoria.

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04/01/2017 17:32
Reprodução do Facebook
Reprodução do Facebook


Só amanhã é que sai a primeira parcela do salário de novembro, é verdade, de novembro, para grande parte dos servidores estaduais, e serão apenas R$ 264 que irão para as contas. Uma vergonha! Quanto ao 13º salário não há nenhuma previsão. A revolta é cada vez maior, proporcional ao desespero dos servidores. Aliás, está tudo parando no Estado. Proderj, Detran, Saúde já estão em greve e outras categorias devem seguir os mesmos passos. Amanhã os servidores voltam a protestar, mas Pezão não está nem aí.

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04/01/2017 15:44





Há muito tempo venho denunciando as organizações sociais que nos governos Sérgio Cabral e Eduardo Paes roubaram milhões da saúde pública no Rio. Por enquanto estourou apenas o primeiro caso, como vocês podem ver na matéria acima, que envolve os irmãos Walter e Wagner Pelegrini, da OS Biotech, presos em 2016. É um escandaloso esquema de desvio de dinheiro da saúde para enriquecimento ilícito de empresários, que compraram fazendas, carros milionários, cavalos que custam de R$ 1 milhão cada um, e vai por aí afora. Muita gente estranhou quando coloquei na minha denúncia ao Procurador Geral da República o nome do secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Hans Dohmann. Ele está envolvido nesse esquema junto com o ex-prefeito Eduardo Paes até a medula. Mas não é o mentor intelectual da safadeza. O cabeça da maracutaia é Sérgio Côrtes, que transportou o esquema de corrupção praticado no Estado na era Cabral para a prefeitura sob o comando de Eduardo Paes. Côrtes e Dohmann trabalharam juntos no Instituto de Traumato-Ortopedia, e conforme venho afirmando há anos, o esquema da saúde foi durante a gestão Cabral - Paes uma das maiores fontes de corrupção e propinas.

Os dois empresários presos são apenas a pontinha do iceberg. Muitas outras instituições e organizações sociais foram montadas para fraudar a saúde e outras foram adaptadas para esse fim. Tudo com o conhecimento pleno e total do senhores Sérgio Côrtes e Sérgio Cabral.

É bom que a polícia siga por este caminho apontado por nós e chegue até ao IABAS (relembrem abaixo matéria publicada aqui no blog em 2013) e ao coronel Rafael Paixão, lotado no gabinete de Sérgio Côrtes, que chegou à proeza de exportar a corrupção do Rio de Janeiro para o Rio Grande do Norte. Lá deu cadeia para muita gente a pedido do MP-RN, enquanto isso aqui no Rio de Janeiro...





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04/01/2017 13:43
Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247


Janeiro é mês de férias e o Congresso está de recesso. Mas em fevereiro com a retomada da atividade política devem voltar com força os protestos "Fora Temer". As reformas trabalhista e previdenciária serão o mote para centrais sindicais e movimentos sociais irem para a rua. O Palácio do Planalto receia que nessa onda embarquem os desempregados e a classe média, principalmente. Com a popularidade cada vez mais baixa e a falta de confiança no governo Temer o clima é propício para ressuscitar as manifestações por todo o país. Esse é um sério risco que Temer terá que enfrentar. Por isso está investindo em publicidade, mas isso não vai resolver o problema.

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04/01/2017 12:27
Reprodução do Extra online
Reprodução do Extra online


Torço para que tudo dê certo nesse acordo com o Governo do Estado para que em breve os oito Restaurantes Populares da cidade do Rio, abertos por mim e por Rosinha e fechados por Pezão, possam reabrir. O prefeito Marcelo Crivella mostra sensibilidade e cumpre o que sempre disse durante a sua campanha, que iria cuidar das pessoas. Neste momento com tantos desempregados e com os servidores estaduais sem receber em dia os restaurantes têm ainda maior importância social. E pessoalmente fico muito feliz de ver minha filha, Clarissa Garotinho à frente desse projeto.

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04/01/2017 08:46
A guerra de facções criminosas pode se espalhar pelo Brasil


Diferente do que diz o ministro da Justiça, Alexandre Moraes a rebelião em Manaus é sim uma briga de facções. Fatos semelhantes em proporção menor ocorreram nos presídios de Porto Velho, Rio Branco e Boa Vista, e é uma disputa entre o PCC e o Comando Vermelho. A facção criminosa paulista tem hoje cerca de 33 mil integrantes fora do Estado de São Paulo e o Comando Vermelho cerca de 20 mil fora do Rio de Janeiro. A guerra ficou declarada quando o PCC tomou o comando do tráfico de drogas da Rocinha na cidade do Rio de Janeiro. As cenas do massacre de Manaus deixam claro que a luta por controle de pontos de drogas e armamento, se não for interrompida rapidamente, vai gerar um caos dentro e fora dos presídios. Integrantes da FDN (Família do Norte), ligada ao Comando Vermelho, cortaram cabeças de outros criminosos gritando: "Esse aqui é do PCC! Esse é aqui do PCC!"

Não adianta tentar esconder a verdade da população. É guerra de facções criminosa, briga feia. Tudo começou quando um dos líderes do Comando Vermelho, que tinha base em Pedro Juan Caballero, cidade que fica na fronteira do Brasil com o Paraguai, e que era um dos substitutos de Fernandinho Beira-Mar, preso por mim em 2001, foi assassinado. Ele era o distribuidor atacadista de drogas para os pontos dominados pelo CV. A autoria do crime foi atribuída ao PCC e a guerra foi então deflagrada.

Não estamos falando de pouca gente, nem de poucas armas. Estamos tratando de exércitos criminosos que somados dentro e fora das cadeias têm mais de 100 mil criminosos espalhados pelo país. Estamos falando de organizações que têm infiltração nos meios políticos, jurídicos, policiais e um enorme poder financeiro. A crise é séria e se o Ministro da Justiça não convocar uma reunião imediata com os secretários estaduais de Segurança milhares de pessoas poderão morrer no país, não só os bandidos como pessoas inocentes, pois a tendência desta briga é descambar para a rua e atingir cidadão de bem que nada têm a ver com o conflito dos bandos criminosos.

A violência tende a aumentar na busca desses grupos por dinheiro, isso significa mais roubos de carro, assaltos a agências bancárias e qualquer outra possibilidade que gere dinheiro para a compra de armas.

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03/01/2017 18:15
Reprodução do blog de Lauro Jardim
Reprodução do blog de Lauro Jardim


Apresentar as contas da Autoridade Pública Olímpica o ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB) não faz. Mas já está pedindo ao presidente Michel Temer para manter a APO, com 40 cargos para seus apadrinhados. E olha que o Brasil vive uma crise e Temer prometeu cortar os gastos. Mas a família Picciani sempre quer se dar bem, com crise ou sem crise, o país que se dane. É um absurdo!


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03/01/2017 17:11
Reprodução do Extra online
Reprodução do Extra online


Aqui na cidade do Rio de Janeiro, na sede da Prefeitura, a equipe de Marcelo Crivella deu pela falta de computadores e aparelhos de ar condicionado, entre outras itens. Por isso será feita uma auditoria. Mas em Japeri a situação foi completamente inusitada. O novo prefeito, Carlos Moraes (PP), quando chegou no gabinete descobriu que até a mesa tinha sido levada pela administração anterior, do prefeito Timor.

Os novos prefeitos que assumiram na Baixada Fluminense vão ter que fazer milagres para colocar as contas em dia. Aliás, o prefeito de Caxias, que deixou o cargo, Alexandre Cardoso, foi flagrado no dia 31 de dezembro embarcando para Portugal. Ele deixou na conta da prefeitura para o seu sucessor míseros R$ 13,29. Que vergonha!

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03/01/2017 16:08


Esse vídeo é de cortar o coração, mostra a revolta de uma filha enterrando a mãe, aposentada do Estado, que morreu no último dia do ano por causa de problemas decorrentes da falta de pagamento. Ela diz que Deus irá cobrar Pezão. Infelizmente a gente sabe outras pessoas ainda morrerão por causa da irresponsabilidade e desonestidade de Cabral e Pezão porque não têm dinheiro para comprar remédios. É revoltante!




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03/01/2017 15:01
Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online


No próximo dia 16 tomará posse o novo Procurador Geral de Justiça do Estado, Eduardo Gussem, que foi o mais votado na eleição do MP Estadual. Pezão confirmou sua nomeação ontem à noite. O novo chefe do MP Estadual terá muito trabalho pela frente diante do caos e da roubalheira que tomaram conta do Governo do Estado. Também enfrentará cobranças da sociedade. Desejo boa sorte ao novo Procurador Geral e torço para que agilize investigações sobre a gestão de Sérgio Cabral.

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03/01/2017 13:49
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Confesso que fiquei alarmado com o alerta do novo secretário municipal de Saúde, Dr. Carlos Eduardo de que mais de 3 milhões de moradores do Rio (metade da população) pode ser infectados pela chicungunha neste verão. É um número assustador e é bom lembrar que os efeitos da doença podem permanecer por três anos. Com a rede pública de saúde completamente sucateada como a população será atendida? Imaginem então nos municípios da Baixada Fluminense ou em São Gonçalo. Os hospitais e postos de saúde do Estado estão à míngua, as unidades federais também enfrentam graves problemas, e a rede municipal está melhorzinha, mas também enfrenta problemas. Vai ser um Deus nos acuda. É bom que as três esfera comecem logo a planejar como enfrentar esse problema. Vamos torcer para que mais essa calamidade não assole o Rio de Janeiro. O que mais pode nos acontecer?

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03/01/2017 12:24
Jorge Picciani e Leonardo Picciani
Jorge Picciani e Leonardo Picciani


Ontem denunciei durante o meu programa no Facebook, Encontro Marcado com Garotinho, mais uma das falcatruas da família Picciani, a sociedade com um defunto.

A história embora pareça hilária é uma fraude descarada. Joaquim Vivas Caravelas morreu em 21 de abril de 2011, aos 87 anos. Ele era acionista da Tamoio Mineração, empresa que forneceu brita para as empreiteiras que fizeram as obras olímpicas para a Prefeitura do Rio e para o Governo do Estado.

Dois meses após sua morte, em 29 de junho de 2011, consta que o morto, Joaquim Caravelas, compareceu à Junta Comercial do Estado para assinar de corpo presente (fraude) balanços financeiros da empresa da qual ele detinha 3/4 das ações. Em 2012, mais precisamente no dia 28 de setembro, o defunto "ressuscitou" novamente e apareceu num cartório para vender parte das ações da empresa avaliada em R$ 70 milhões para Jorge Picciani, presidente da ALERJ, e a seus filho, entre eles o atual do Ministro do Esporte do governo Temer, Leonardo Picciani.

O assunto é gravíssimo e merece um tratamento mais ágil porque trata-se de uma fraude milionária, pois a empresa, Mineradora Tamoio, ganhou rios de dinheiro fornecendo brita para as principais empreiteiras do Rio, a maioria delas envolvidas na Operação Lava Jato.

Com a palavra o Ministério Público Estadual.

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03/01/2017 08:53
Boa notícia para o Rio: o preço do petróleo não para de subir


O barril de petróleo esta sendo cotado hoje acima de 58 dólares. Essa é uma excelente notícia para o estado do Rio de Janeiro que vem alegando dificuldades por causa da queda do preço do petróleo Brent que chegou a ser comercializado a US$ 27 o barril. O governo do Estado está tendo uma nova oportunidade para não cometer os erros que levaram à situação dramática das contas públicas que o estado do Rio vive hoje. Aliado a este preço, que deve continuar subindo pelos próximos meses, devido ao acordo firmado entre a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), o governo estadual precisa adotar outras medidas para evitar chegar ao fundo do poço novamente.

Não adiantará o preço do barril de petróleo alcançar níveis que elevem de maneira substancial a receita do estado, nem mesmo a medida tomada pelo Ministro Fux mandando calcular de uma forma mais favorável o valor dos royalties a serem pagos aos estados e municípios produtores, se o governo estadual, não adotar outras medidas, como por exemplo, o fim das terceirizações em setores desnecessários, o superfaturamento de obras, o fim da farra dos incentivos fiscais e dos precatórios e a mudança na forma de se relacionar com outros poderes, especialmente o legislativo estadual, que na época das vacas gordas não cumpria seu papel de fiscalizar as contas públicas.

É necessário também que o governo do estado implemente um rígido controle dos super-salários existentes em todos os poderes, executivo, legislativo, judiciário, ministério público, consomem bilhões de reais por ano, afrontando o teto constitucional.

Além de um elenco de medidas administrativas todas elas amplamente conhecidas e de fácil implementação, duas situações não podem seguir perdurando.

A primeira, a dívida do estado com instituições financeiras e o governo federal que atingiu a marca recorde de 117 bilhões de reais, sendo uma parte dela em dólar, o que demonstra a irresponsabilidade cometida com o dinheiro público. A dívida precisa ser imediatamente renegociada para que uma outra dívida, com fornecedores, possa ser gradativamente quitada e os serviços públicos voltem a ser realizados.

Hoje a lógica no estado é perversa. O estado não paga, os fornecedores fazem o serviço quando querem e a qualidade é a pior possível. Mas se a principal porta de saída do dinheiro continuar sendo a corrupção, como ocorreu na era Cabral/Pezão, não haverá preço de petróleo que ajude a solucionar o problema financeiro do Rio. O que se viu nos anos em que o preço do barril de petróleo ultrapassava a casa dos US$ 100 foi a transferência dos recursos públicos para enriquecimento de um grupo político mais preocupado com seu patrimônio pessoal do que com a vida dos cidadãos do nosso estado.

Enquanto a economia do estado empobreceu e funcionários ficaram sem salários, surgiram no estado novos milionários. Os exemplos de Jorge Picciani e Sérgio Cabral são os mais vergonhosos de todos.

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02/01/2017 16:59
Reproduções da Veja online e da Folha de S. Paulo online
Reproduções da Veja online e da Folha de S. Paulo online


Joaquim Barbosa nega, mas a mídia acredita que possa ser candidato. Talvez sim, talvez não. Quanto a Roberto Justus está lançando um balão de ensaio, também pode ser sim ou não, mas com certeza o PMDB não lhe dará a legenda. Se quiser ser candidato pra valer vai ter que buscar outra sigla. Devem ser candidatos Jair Bolsonaro (PSC), Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT). No PSDB temos Aécio, Alckmin e Serra, mas é preciso esperar a Lava Jato. Alckmin pode até deixar o ninho tucano. O PT quer lançar Lula, mas também depende da Lava Jato. E ninguém pode esquecer que Michel Temer - caso a economia melhore e não seja atingido pela Lava Jato - sonha todos os dias em ser candidato à reeleição pelo PMDB. A verdade é que por enquanto são muitas conjecturas, muitas suposições, mas é preciso esperar.

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02/01/2017 16:39
Reprodução do Globo online; ao lado Eduardo Paes fingindo ser gari na Lapa
Reprodução do Globo online; ao lado Eduardo Paes fingindo ser gari na Lapa


O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB) estreou mal no cargo. Se vestiu de gari e fingiu que ia varrer uma rua da capital paulista, mas imprensa toda mostrou que antes dele chegar os verdadeiros garis limparam tudo, o local foi até lavado, foi só pose para a foto. Nós aqui do Rio conhecemos bem essas jogadas de marketing, Eduardo Paes adorava fazer isso. Será que Doria vai ser a versão paulistana de Paes?

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02/01/2017 15:54
Winston Churchill



Foi sepultado ontem no Cemitério da Política Brasileira o cidadão Anthony William Matheus de Oliveira, vulgo Garotinho. Muitos fanáticos e populistas estiveram presentes, assim como também trabalhistas, nacionalistas, patriotas e outras espécies em extinção.

Fazemos um alerta, o finado já foi enterrado várias vezes, foi dado como morto em diversas ocasiões, inclusive por este jornal.

Por interesses comerciais publicamos anúncios fúnebres, mas alertamos para os fatos acima, a fim de não perdermos a nossa pouquíssima credibilidade já que notas de falecimento e missas de 7º dia já foram publicadas outras vezes, mas o referido cidadão insiste em não querer morrer.

Seu assassinato político, planejado várias vezes com sucesso duvidoso, já foi comemorado por pessoas que acabaram morrendo politicamente antes dele, a saber:

José Dirceu (Condenado no Mensalão e na Lava Jato)
Sérgio Cabral (Bangu 8)
Pezão (Responsável pelo falecimento do Estado)
Eduardo Cunha (Preso em Curitiba)
Ricardo Teixeira (Caçado pelo FBI)
Arnaldo Vianna (Inelegível até 2022)
Sérgio Mendes (Perdeu para vereador)
Geraldo Pudim (Teve 2 mil votos para prefeito na última eleição)

Esses são os mais recentes, embora ao longo de 35 anos o fantasma ressuscite periodicamente assustando muita gente.

Se for visto por aí, eleito mais uma vez ou discursando em praça pública, não é assombração, é que o falecido tem uma capacidade impressionante de superar adversidades e perseguições. A última vez que foi dado como morto teve 700 mil votos para deputado federal.

Incrível como tanta gente possa acreditar neste "morto-vivo".

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02/01/2017 15:18


Nem no Natal, nem na virada do ano, só hoje pela manhã é que Pezão se manifestou - via Twitter - sobre a sua expectativa para 2017. Porém ficou claro que continua "catando papel na ventania", ou seja, completamente perdido. Bem, ou você espera que alguma coisa vá acontecer (torce, deseja, almeja) ou você tem certeza. Pezão diz as duas coisas, o que já demonstra a sua insegurança diante da situação. E fala nas medidas que vai tomar com o governo federal. Ora, não há nada decidido, muito pelo contrário. O Ministério da Fazenda ainda vai elaborar uma lista de contrapartidas para - só dessa forma - ajudar o Estado do Rio. Se Pezão queria tranquilizar alguém entrou pelo cano com essa mensagem dúbia. Só blablablá.


Em tempo: Por onde anda Pezão? Desde antes do Natal não aparece em público. Será que também viajou escondido como fazia Cabral?

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02/01/2017 13:53
Reprodução da capa do Glob; ao lado Crivella e seu vice Fernando Mac Dowell na posse na Câmara de Vereadores
Reprodução da capa do Glob; ao lado Crivella e seu vice Fernando Mac Dowell na posse na Câmara de Vereadores


Na primeira edição, após a posse de Marcelo Crivella, o Globo mostra que ainda não se refez da derrota eleitoral no Rio de Janeiro, quando apoiou Pedro Paulo (PMDB) no 1º turno e Marcelo Freixo (PSOL) no 2º turno. Já partiu para o ataque contra Crivella. Quem conhece bem os meandros das relações entre a mídia e o poder, como é meu caso, não tem dúvida de que a tática do Globo é "criar dificuldades para gerar facilidades", leia-se garantir verbas publicitárias e patrocínios da Prefeitura do Rio.

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