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domingo, 20 de setembro de 2020

25/06/2020

20:00

É bom relembrar...

25/06/2020

16:00

Ex-ministro Silas Rondeau é alvo da Lava Jato RJ em operação contra fraudes na Eletronuclear

A força-tarefa da Lava Jato iniciou nesta quinta-feira (25) a Operação Fiat Lux, contra fraudes na Eletronuclear.

Silas Rondeau, ministro das Minas e Energia entre 2005 e 2007 (no segundo governo Lula), é um dos alvos. O ex-deputado federal Anibal Ferreira Gomes (DEM-CE) também é procurado.

O juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do RJ, expediu, ao todo, 17 mandados de busca e apreensão e 12 de prisão temporária nos estados do Rio de Janeiro (capital, Niterói e Petrópolis), São Paulo e no Distrito Federal.

A Lava Jato pediu também o sequestro dos bens dos envolvidos e de suas empresas pelos danos materiais e morais causados no valor de R$ 207 milhões.

Delação de lobistas

O esquema investigado é mais uma etapa que visa a atingir os responsáveis por contratos fraudulentos e pagamento de propina na Eletronuclear, que não foram abrangidos pelas operações Radioatividade, Irmandade, Prypiat e Descontaminação.

A investigação teve como base a colaboração premiada dos lobistas Jorge Luz e o filho, Bruno, ligados ao PMDB. Os Luz presos em 2017, por ordem da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR.

A delação de Jorge e Bruno apontou o pagamento de vantagens indevidas em pelo menos seis contratos firmados pela Eletronuclear.

Os recursos eram desviados por meio de subcontratação fictícia de empresas de serviços e offshores, que por sua vez distribuíam os valores entre os investigados.

Segundo o MPF, a exigência de propina teve início logo após Othon Pinheiro chegar à presidência da estatal.

A vantagem indevida seria uma contrapartida à celebração de novos contratos e ao pagamento de valores em aberto de contratos que se encontravam em vigor.

Parte do esquema operou com empresas sediadas no Canadá, França e Dinamarca — por isso, o MPF solicitou a cooperação internacional e vai compartilhar o material da investigação com o Ministério Público destes países.

REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

25/06/2020

15:37

Operação mira Organização Social que gere hospitais e UPAs no Estado

REPRODUÇÃO TRIBUNA NF
REPRODUÇÃO TRIBUNA NF

25/06/2020

14:00

É bom relembrar...

25/06/2020

13:55

MAIS CORRUPÇÃO NA SAÚDE DO ESTADO

REPRODUÇÃO TRIBUNA NF
REPRODUÇÃO TRIBUNA NF

25/06/2020

08:00

É bom relembrar...

24/06/2020

20:00

É bom relembrar...

24/06/2020

14:00

É bom relembrar...

24/06/2020

08:00

É bom relembrar...

24/06/2020

07:05

O divórcio sigiloso (e multimilionário) entre a Globo e a Fifa

Vítima das transformações e crises provocadas pela pandemia de coronavírus no planeta, o casamento de 14 anos entre a Globo e a Fifa começou a caminhar para o fim na semana passada.

O litígio multimilionário foi aberto pela emissora brasileira no dia 16, a partir de uma ação protocolada na 6ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ela envolve o contrato de licenciamento de direitos para a transmissão, no Brasil, de diversos eventos esportivos organizados pela FIFA entre 2015 e 2022.

O arranjo foi firmado em 2011, no valor de 600 milhões de dólares, a serem pagos em nove parcelas, restando três pagamentos anuais de 90 milhões de dólares (cerca de 450 milhões de reais na cotação atual) por vencer.

Em uma petição de 35 páginas à juíza Maria Cristina Brito Lima, a emissora solicita uma autorização liminar para não pagar à entidade máxima do futebol a parcela que vencerá no próximo dia 30 e avisa que tomou a decisão de acionar a cláusula de arbitragem contra a Fifa para rediscutir o contrato na Justiça da Suíça.

“Para assegurar à Globo o direito de levar adiante o litígio com a Fifa sem que sofra prejuízos irreversíveis, é necessário não apenas obter uma ordem judicial que suspenda o cumprimento da obrigação até que ela seja submetida à apreciação dos árbitros, mas também que essa ordem produza efeitos em relação à instituição financeira garantidora da obrigação. Do contrário, de nada valerá a decisão judicial”, registram os advogados do escritório Sergio Bermudes, na ação, citando ainda a garantia bancária do negócio pela qual o Itaú deve pagar a parcela, se a emissora não honrar o compromisso.

Diante do cancelamento de uma série de competições esportivas importantes, previstas no contrato, por causa da pandemia, a Globo considera o mais correto encerrar o acordo com a Fifa.

“Até hoje a Globo não descumpriu uma única obrigação assumida com a Fifa no contrato de licenciamento. Todos os pagamentos foram feitos a tempo e a hora. Esse continua sendo o espírito que norteia o comportamento da autora. Porém, diante da injustificada resistência da Fifa em reconhecer o óbvio; da miopia da entidade maior do futebol mundial em relação às profundas mudanças que a humanidade enfrenta em razão do cenário de pandemia, que se apresentam ainda com maior gravidade no caso brasileiro, não resta alternativa à Globo senão buscar a proteção dos seus legítimos direitos, mesmo antes de iniciada a arbitragem que se avizinha”, escrevem os advogados.

A mudança de realidade mundial, com competições paralisadas ou suspensas, além do desvirtuamento do calendário de eventos são argumentos usados pela emissora para invocar o direito de renegociar os termos.

A emissora junta na ação um documento em que a própria Fifa reconhece que, atualmente, não há certeza alguma sobre se e quando serão realizadas as competições internacionais de futebol. “É evidente que o surto da Covid-19 pode levar a situações em que os contratos não possam ser realizados em todo o mundo como inicialmente previsto pelas partes. As obrigações impostas às partes serão potencialmente impossíveis: jogadores e treinadores serão incapazes de trabalhar, e os clubes serão incapazes de fornecer trabalho”. A Fifa, no entanto, segue determinada a receber integralmente a parcela de 90 milhões de dólares.

REPRODUÇÃO: VEJA

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23/06/2020

20:00

É bom relembrar...

23/06/2020

17:03

Jogo de empurra

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

23/06/2020

14:12

MEXENDO EM MEUS GUARDADOS

Encontrei essa foto, de 1983, que foi publicada na edição nº 289 do Jornal Dois Estados, de 25 de junho de 2004. A reportagem em questão era sobre a morte de Leonel Brizola. A foto é de julho de 1983 e Brizola concede uma entrevista ao radialista Garotinho, da Rádio Cidade de Campos, direto do Palácio Guanabara. A partir da esquerda: Avelino Ferreira, Brizola, Garotinho e Walace Oliveira, também radialista.

23/06/2020

14:00

É bom relembrar...

23/06/2020

13:50

Que bagunça, o nosso estado...

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

23/06/2020

08:00

É bom relembrar...