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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

12/07/2018

22:42

Papo Reto com Garotinho

12/07/2018

15:21

Nova Lei de Licitações favorece família de relator, deputado João Arruda

Relator do projeto de lei que revoga a Lei de Licitações (8.666/1993) e cria uma nova norma para concorrências públicas no Brasil, o deputado federal João Arruda (MDB-PR) encampou em seu relatório regra sob medida para beneficiar conglomerado de empresas controlado por seu sogro e sua mulher.

Um dos artigos prevê que, nos casos de obras de grande vulto, será exigido de empreiteiras contratadas pelo poder público um seguro-garantia de 30% do valor inicial do contrato. Ele serve para cobrir obrigações das empresas, inclusive as multas e indenizações em caso de interrupção dos empreendimentos.

Se o texto passar, as seguradoras vão faturar mais e a tendência é de que as obras públicas encareçam. Atualmente, o percentual do seguro-garantia varia de 5% a 10%.

Arruda é casado com Paola Malucelli, uma das acionistas do grupo JMalucelli, que inclui a JMalucelli Seguradora. A empresa é líder no segmento de seguro-garantia, conforme seus balanços.

As alterações na Lei de Licitações foram aprovadas pelo Senado e mantidas pelo deputado em seu relatório. Se aprovado na comissão da Câmara criada para discutir o assunto, o texto segue para o plenário da Casa. Em seguida, terá de ser apreciado de novo pelos senadores.

12/07/2018

13:07

Senado aprova verba e criação de cargos para intervenção federal no RJ

O Senado aprovou duas medidas provisórias voltadas para a intervenção federal em segurança pública no estado do Rio de Janeiro. Os dispositivos criam cargos e destinam recursos para a atuação do gabinete interventor. Os dois textos foram aprovados nesta quarta-feira pela Câmara dos Deputados e seguem para sanção presidencial.

A primeira MP aprovada destina R$ 1,2 bilhão para custear as atividades do Gabinete de Intervenção Federal. Pelo texto, esses recursos serão utilizados na compra de veículos (blindados e não blindados), armamento, munição, equipamento individual, na contratação de serviços e no pagamento de pessoal. Desde o mês de fevereiro, o estado do Rio de Janeiro está sob intervenção federal na área de segurança pública.

A aprovação das medidas era uma das prioridades do governo antes do início de recesso parlamentar, segundo o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun.

12/07/2018

09:37

Justiça quebra sigilo de conta do governo Pezão no Bradesco

Reprodução do blog do Lauro Jardim
Reprodução do blog do Lauro Jardim

11/07/2018

15:53

A Justiça tem que ser para todos

"MESMO A MELHOR LEI SE TORNA INJUSTA QUANDO A DECISÃO CAI NAS MÃOS DE UM MAU JUIZ".

A decisão totalmente ilegal do Juiz Ralph Manhaēs em proibir uma reunião politica partidária dentro de um clube é o oposto do que determina a lei eleitoral. Ele praticou censura. Se alguém tinha dúvida de sua parcialidade, de sua perseguição a mim e ao meu grupo político nas ações que vem atuando, agora ficou claro.

Cumprimos a decisão judicial mas não é possível que um juiz que tem partido continue a proteger seus aliados e perseguir quem se opõe ao grupo político do atual prefeito Rafael Diniz.

O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL será acionado para que esse ato que faz lembrar a ditadura não se repita.
A JUSTIÇA É PARA TODOS.

VEJA A REVOLTA DO POVO NOS VIDEOS ABAIXO.


11/07/2018

14:24

Quem vai cuidar da imagem de Pezão?

Reprodução do blog do Lauro Jardim
Reprodução do blog do Lauro Jardim

11/07/2018

06:19

VEM AÍ A SÉRIE DE REPORTAGENS SOBRE A "GANGUE DOS GUARDANAPOS"

Mais detalhes, imagens e fatos inéditos. Você vai ficar chocado! Revoltado!

10/07/2018

15:44

Mesmo na solitária, Geddel continua indisciplinado

A juíza Leila Cury, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, afirmou ter recebido informações do Presídio da Papuda de que, mesmo diante do isolamento imposto ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, ele permanece indisciplinado.
Segundo a juíza, em decisão do começo de julho, o isolamento disciplinar não prejudica o estado de saúde dele, que tem se recusado a receber todas as refeições diárias e sair para o banho de sol.

O isolamento começou em 27 de junho e durou dez dias em razão da prática de desacato. Além disso, Geddel também já foi alvo de suspeitas de uso de remédios não prescritos dentro do presídio, o que está sob apuração. No fim de junho, uma supervisora da vara de execuções cobrou, de ordem da juíza Leila Cury, o presídio sobre as medidas tomadas.

A juíza destacou que, como em todo isolamento, Geddel teve acesso suspenso à cantina, à televisão e visitas, tendo sido mantido banho de sol diário de 3 horas, mas que ele se recusa sem "razão plausível". Ela citou que Geddel estava cumprindo o isolamento em cela com mais de seis metros quadrados, tamanho mínimo recomendado, e com estrutura mínima.

Geddel cumpre prisão em Brasília desde o ano passado, após investigação sobre fraudes na Caixa Econômica Federal. Ele foi preso depois de a Polícia Federal ter apreendido, na Operação Cui Bono, R$ 51 milhões em dinheiro que estavam distribuídos em malas, em um apartamento supostamente utilizado pelo ex-ministro em Salvador.

10/07/2018

12:57

A gulosa Assembleia: auxílio-alimentação de servidores é reajustado em 50%

Reprodução do blog da Berenice Seara
Reprodução do blog da Berenice Seara

10/07/2018

09:43

Operador de Cabral diz que Picciani recebeu R$ 400 mil por mês quando ficou sem mandato

O ex-operador de Cabral, Carlos Miranda, disse nesta segunda-feira que Picciani e Paulo Melo receberam dinheiro do caixa único de propinas que o ex-governador Sérgio Cabral mantinha. Miranda ele prestou depoimento ao Tribunal Regional Federal da 2a Região.

Segundo Carlos Miranda, Picciani e Cabral já dividiam propinas desde os tempos em que o ex-governador comandou a Alerj. Quando Picciani ficou sem mandato, depois de ser derrotado na disputa para o Senado, passou a receber R$ 400 mil mensais do caixa de propina de Cabral entre 2011 e 2014. Picciani recebeu dinheiro ilícito também durante suas gestões na Assembleia, segundo delatou o ex-operador.

Miranda disse que Paulo Melo recebia esporadicamente propinas quando era líder do governo e, quando assumiu o comando da Alerj, passou a ganhar R$ 700 mil mensais, que depois viraram R$ 900 mil.

O ex-operador fazia o controle financeiro das propinas de Cabral. Ele disse que o dinheiro pago por empresas como Delta, Carioca Engenharia, Andrade Gutierrez, Facility, etc, era juntado num caixa único gerenciado por ele.

10/07/2018

07:04

Justiça do Rio suspende aumento do desconto da previdência de servidores proposto por Pezão

Os desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) aceitaram os pedidos feitos por representações de servidores estaduais e concederam liminar para suspender o aumento da alíquota previdenciária, que passou de 11% para 14%, em função de lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio em maio de 2017. A medida foi proposta pelo governador Pezão como forma de ajudar o estado a contornar a crise econômica que atravessa.

O relator do caso, desembargador Fábio Dutra, considerou o fato de os servidores estarem sendo "nitidamente prejudicados" pela má gestão do Estado, e o peso causado pelo aumento da contribuição sobre as rendas mensais.

O desconto ao Rioprevidencia é aplicado sobre todos os servidores ativos do Estado, além dos aposentados e pensionistas que recebem acima do teto do INSS, de R$ 5.645,80. No caso da folha de maio, por exemplo, mais de 270 mil funcionários foram taxados em 14%.

09/07/2018

15:37

Conselho de Ética vota cassação de deputado do provolone na calça

O processo de cassação a que Celso Jacob responde por quebra de decoro parlamentar será votado pelo Conselho de Ética da Câmara na próxima quarta-feira.

O deputado do MDB fluminense, que cumpre pena por falsificação de documentos públicos e dispensa de licitação, ficou conhecido como "deputado presidiário" por trabalhar na Câmara durante o dia e ter que se apresentar no Centro de Detenção Provisória da Papuda à noite e por ter sido flagrado com dois pacotes de biscoito e um de queijo provolone dentro da calça ao retornar para a cadeia.

Celso Jacob foi condenado em um processo em que foi acusado de irregularidades em licitações realizadas quando ele era prefeito da cidade de Três Rios. Desde o mês passado, por autorização do juiz Fernando Messere, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, cumpre pena em regime aberto.

09/07/2018

11:03

Picciani, Paulo Melo, Albertassi e delatores são interrogados nesta segunda

Os três deputados estaduais do MDB presos na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato no Rio, serão ouvidos nesta segunda-feira sobre a investigação no Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi serão interrogados à tarde pelo desembargador federal Abel Gomes, relator do processo.

De manhã, os delatores Carlos Miranda, que admitiu ter sido o principal operador do ex-governador Sérgio Cabral no esquema criminoso, e Jonas Lopes de Carvalho Júnior, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) também vão prestar esclarecimentos sobre as acusações.

Os três deputados são acusados de favorecer os empresários de ônibus nas votações da Assembleia Legislativa.

O trio de deputados foi preso em novembro e a denúncia foi oferecida no dia 5 do mês seguinte. Eles são acusados de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de capitais. No total, eles tiveram R$ 270 milhões bloqueados pela Justiça.

09/07/2018

08:12

Saúde não tem transparência em Mesquita

Reprodução da coluna Informe do Dia
Reprodução da coluna Informe do Dia

08/07/2018

11:35

São Gonçalo tem taxa de desemprego maior do que a do Haiti

Reprodução do blog do Ancelmo Gois
Reprodução do blog do Ancelmo Gois

08/07/2018

08:11

Arquivamento de casos no STF alerta força-tarefa da Lava Jato

A sequência de seis arquivamentos de inquéritos por ministros do Supremo Tribunal Federal em um período de um mês deixou em alerta procuradores e delegados da Polícia Federal que atuam na Operação Lava Jato. Os reveses, para representantes da PF e do Ministério Público Federal, significam um obstáculo às investigações, que chegam a uma fase decisiva na Corte, e põem em xeque o potencial da delação da Odebrecht.

Ministros apontaram excesso de prazo e falta de provas para arquivar os seis inquéritos. Em cinco deles, a Procuradoria-Geral da República havia pedido o envio das investigações para a primeira instância, com base na decisão do próprio Supremo que limitou o foro privilegiado. Em outro foi negado um pedido de prorrogação de prazo.

As decisões foram recebidas com contrariedade na Procuradoria. Nenhum dos arquivamentos foi solicitado pelo órgão, o que não é usual no Supremo. O mais comum é o arquivamento após pedido dos próprios procuradores.

Nos bastidores da PF, os episódios reforçam o receio de que o acordo de delação da Odebrecht, fechado em dezembro de 2016 pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, tenha falhas que comprometam o avanço de uma parcela das investigações da Lava Jato.