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domingo, 27 de setembro de 2020

17/06/2020

08:00

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16/06/2020

20:00

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16/06/2020

14:00

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16/06/2020

11:52

Advogado de Witzel também defende réus dos respiradores

Uma série de coincidências coloca o Governador do Rio conectado com o caso da venda de respiradores do Rio e no Pará. Advogado do ex-juiz é também a conexão com a Refit

Estranhas coincidências de WW

A defesa do governador Wilton Witzel no STJ foi feita pela mesma firma de advogados que defende os alvos da operação da Polícia Federal sobre a venda de respiradores no Pará.

O advogado Marco Joaquim Gonçalves Alves defende a turma que foi acusada de ter tido os mesmos problemas também no Rio. As páginas 13 e 14 da peça assinada pelo ministro Falcão, no STJ, e que autorizou a operação contra o governador Helder Barbalho, são totalmente dedicadas à conexão Rio/Pará.

A conexão com réus da saúde

Para um conhecido advogado, é “inacreditável que um ex-juiz federal cometa um erro tão primário, de dividir o mesmo advogado de defesa com réus envolvidos também em possíveis falcatruas no seu próprio governo”

No dia 12 de maio, o dono da MJ ALVES e BURLE assina correspondência ao governador do Pará, prometendo devolver os valores dos respiradores, que, a exemplo do lote do Rio, não serve para pacientes infectados pela covid-19.

Outra terrível coincidência

Este elo comum entre Witzel e MJ, como Marcos Joaquim é conhecido, coloca o governo no centro das operações ligadas à saúde. Ou seja, cria um vínculo direto com os maiores problemas que a Polícia Federal investiga.

A primeira coincidência foi apontada pelo Correio da Manhã na semana passada: Marcos Joaquim é advogado da Refit, maior devedor do estado, que, atendendo um pedido do Governador, doou R$ 20,5 milhões para a Liesa, que, por sua vez, pagou os serviços do camarote do governo na Supucaí.

Agora é tarde ...

O advogado do Witzel, que teria - segundo o site Antagonista- renunciado à defesa do Governador, por problemas éticos de também defender a turma presa no Pará, é especialista em operações da Polícia Federal.

Ele próprio, um dos alvos da operação ProBronos, que, além de penhorar Imoveis de MJ, bloqueou R$ 3 milhões da conta do seu instituto.

Novas coincidências

Marcos Joaquim, no governo do seu cliente WW, teve livre trânsito na Secretaria da Fazenda tentando utilizar precatórios para abater a dívida da Refit, e também tentar parcelamento da dívida para a empresa que está em recuperação judicial. Todas barradas pelo MP.

Ele foi advogado do ex-deputado Eduardo Cunha e ganhou muito relacionamento no MDB, partido do Helder Barbalho e do André Felipe de Oliveira da Silva, suplemente de senador pelo MDB do Distrito Federal, alvo da operação do Rio e no Pará, que hoje é defendido também pelo MJ.

Só pode ter endoidecido!

Estas coincidências colocam Witzel com a difícil tarefa de explicar, já que, como ex-juiz federal, é casado com “experiente” advogada, se saberia o ônus que as conexões de MJ poderiam trazer para a sua delicada situação.

Difícil jogar a responsabilidade nos bagrinhos ou no major PM Edmar Santos, seu ex-secretário de Saúde , quando compartilha o mesmo advogado com os réus conectados com possíveis fraudes na compra de respiradores no Rio e no Pará.

Muito mais que o direito...

Marcos Joaquim não é apenas um advogado. Ele também assume algumas funções de representação dos seus clientes, como foi o caso da Refit, no qual esteve como anfitrião no Carnaval.

No Pará, 18 dias antes de protocolar a defesa de Witzel no STJ, tentava, na esfera administrativa, resolver o problema com devolução de R$ 25 milhões. Uma parte já havia sido bloqueada judicialmente na conta da NSK pelo Pará.

Pedrinho, Helena, Tristão e João Mattos

As conexões envolvendo o uso de contratos com advogados complicaram, esta semana, ainda mais, a vida de Helena Witzel, quando surgiu a cópia de uma revisão dela (pega na impressora de Lucas Tristão), com a empresa do subsecretário de Educação, Mário Jorge .

Como a coluna registrou há algumas semanas, o sumiço de Mário Jorge agora começa-se a compreender, porque o braço direito de Pedrinho Fernandes arrumou as gavetas e pediu para sair a jato. Saiu apavorado e suando frio.

Burlando

Com tantos problemas envolvendo clientes como Witzel, Refit e os réus dos respiradores, o nome completo da firma de MJ cai como luva: MJ ALVES e BURLE... é piada pronta.

REPRODUÇÃO: CORREIO DA MANHÃ

16/06/2020

11:00

Escritórios de advocacia contratados para pagamento de propina de até 20%

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

16/06/2020

10:00

Ex-deputado Renato de Jesus morre aos 67 anos por Covid19

Morreu no final da tarde desta segunda-feira (15 de junho), o ex-deputado estadual Renato de Jesus, após lutar por 34 dias contra o covid-19.

Morador de Belford Roxo, Renato de Jesus, também conhecido como o "Homem da Alimentação", foi deputado estadual por 4 mandatos, nos anos de 1994, 1998, 2002 e 2006.

Pai da ex-vereadora Renata de Jesus, o ex-deputado foi um grande colaborador das causas sociais de Belford Roxo, na Baixada Fluminense e amigo do ex-governador Anthony Garotinho.

REPRODUÇÃO: NOTÍCIAS DE BELFORD ROXO

16/06/2020

08:00

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15/06/2020

21:39

Alerj define nomes para comissão de impeachment de Witzel

REPRODUÇÃO: BLOG DO RALFE REIS
REPRODUÇÃO: BLOG DO RALFE REIS

15/06/2020

20:00

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15/06/2020

17:52

Advogado deixa defesa de Witzel

REPRODUÇÃO: BLOG DO RALFE REIS
REPRODUÇÃO: BLOG DO RALFE REIS

15/06/2020

16:00

Preso na Favorito negociou aluguel de imóvel para ex-secretário de Witzel

O ex-secretário Lucas Tristão (à esquerda) e o governador Wilson Witzel Divulgação/VEJA.com
O ex-secretário Lucas Tristão (à esquerda) e o governador Wilson Witzel Divulgação/VEJA.com
Preso na Operação Favorito, o empresário Leandro Braga de Sousa intermediou a locação de um apartamento de luxo na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, para Lucas Tristão, ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais. VEJA teve acesso ao contrato. Em entrevista exclusiva, o dono do imóvel Edson Trindade Pedrosa confirmou que negociou o valor do aluguel diretamente com Leandro, apontado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal de ser um dos operadores do esquema de corrupção em contratos envolvendo Organizações Sociais, o governo Wilson Witzel e o grupo do empresário Mário Peixoto, que também foi preso na mesma ação. Segundo Edson, Peixoto, amigo de Tristão, esteve no local pelo menos uma vez para conhecer as instalações onde ainda mora o ex-secretário.

O contrato de locação foi feito em nome de Sabrina Farias Roveta, esposa de Lucas Tristão. O apartamento, de número 201, fica em um prédio localizado na Avenida Érico Veríssimo, área nobre, a poucos metros da praia. É uma unidade por cada andar. De acordo com o documento obtido por VEJA, o prazo de locação é de 30 meses, a partir de 15 de janeiro do ano passado até 14 de janeiro de 2021. Avaliado em pelo menos 3,5 milhões de reais, o imóvel é amplo. Tem quatro suítes, sendo uma delas com hidromassagem, mais dois banheiros separados dos cômodos, sala e varanda. No total, são 360 metros quadrados. O valor do aluguel acertado entre Edson Pedrosa e Leandro Braga foi de 5 mil reais por mês, sem contar com a taxa de condomínio.

VEJA consultou corretores de imóveis. O preço médio de mercado para alugar um apartamento deste tipo não fica por menos de 10 mil reais mensais. Edson Pedrosa admitiu ter reduzido pela metade o preço a pedido de Leandro Braga. De acordo com o proprietário, o empresário argumentou que Lucas Tristão não teria como justificar o pagamento mensal por causa de seu salário como secretário estadual. VEJA consultou o site da Transparência do governo do Rio. O vencimento de Tristão, em maio, era de R$ 12,2 mil (líquidos).

“Na época, eu estava na Europa. Mandei um amigo mostrar o imóvel a ele (Leandro Braga). No dia 13 de janeiro, (o Tristão) já estava (morando) lá. Eles tinham muita pressa porque a mulher (Sabrina) estava em um apart-hotel pequeno”, contou Edson Pedrosa. “Em uma das visitas para conhecer o apartamento, foram a Sabrina, o Leandro, o Lucas e o Mário Peixoto”, revelou o dono. De volta ao Brasil, em fevereiro de 2019, então, Edson Pedrosa negociou o aluguel pessoalmente com Leandro Braga. Os dois se encontraram no condomínio Golden Green, também na Barra. “Como o Lucas já estava dentro do imóvel, achei melhor fechar logo o contrato em 5 mil reais mesmo para não ficar sem alugar e sem o dinheiro. Eu tinha ainda uma promessa de compra do apartamento da parte dele”, explicou Edson.

Tristão até hoje não comprou o apartamento. Pior: ainda deve quase três meses de aluguel, mais taxas de condomínio e IPTU, além de reajustes previstos no acordo. A dívida, segundo Edson Pedrosa, está em 35 mil reais. Ele decidiu cobrar o ex-secretário na Justiça. “O Lucas Tristão nunca pagou aluguel em dia. Vou ajuizar uma ação ainda esta semana. Me sinto envergonhado em ter que ligar para as pessoas e cobrar. Uma vez o encontrei na garagem do prédio, pedi para conversar (sobre os constantes atrasos), mas ele disse que não poderia falar comigo. Fechou o vidro do carro e foi embora”, disse Edson Pedrosa. A equipe de reportagem de VEJA esteve no prédio. Um dos porteiros informou que Lucas Tristão está viajando.

Leandro Braga é dono da LP Farma Comércio Importação e Distribuidora de Produtos Hospitalares. De acordo com o Ministério Público, o empresário é suspeito de ter repassado dinheiro desviado de contratos superfaturados de alimentação para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ao grupo criminoso de Mário Peixoto. A LP Farma, segundo a força-tarefa da Lava-Jato, tinha contratos para fornecer insumos hospitalares à Unir Saúde e ao Instituto Data Rio, Organizações Sociais investigadas no esquema. Em 2016, Braga foi candidato a vereador em Mesquita, na Baixada Fluminense, mas perdeu.

Peixoto é um dos principais fornecedores de mão-de-obra terceirizada na gestão de Wilson Witzel e atuava no Palácio Guanabara desde os governos de Sérgio Cabral e de Luiz Fernando Pezão, ambos do MDB e presos na Lava-Jato. No mês passado, a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que deflagrou a Operação Placebo – Witzel foi um dos alvos de busca e apreensão – menciona a relação entre Lucas Tristão e o empresário. As empresas de Peixoto fizeram depósitos de R$ 225 mil para o escritório de advocacia de Tristão, conforme consta no documento.

REPRODUÇÃO: VEJA

15/06/2020

14:00

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15/06/2020

13:44

Força-tarefa mira suposto desvio de recursos para a Covid-19 em Cabo Frio

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) iniciaram nesta segunda-feira (15) a Operação Exam, contra um suposto esquema de desvio de recursos para a Covid-19 e na Saúde de Cabo Frio, na Região dos Lagos do RJ.

A PF e o MPF afirmam que as irregularidades podem ter causado um prejuízo de mais de R$ 7 milhões aos cofres públicos, "prejudicando o combate à pandemia do coronavírus na Região dos Lagos".

Agentes saíram para cumprir mandados de busca e apreensão em Cabo Frio e em endereços na capital, São Pedro da Aldeia, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Miracema - mais Vila Velha, no Espírito Santo.

São 28 alvos, dentre residências, empresas e órgãos públicos, sendo 14 pessoas físicas, 11 empresas e três órgãos públicos. Um dos locais é a sede da secretaria municipal de Saúde, em Cabo Frio.

Foram mobilizados 90 agentes da Polícia Federal e 15 da Controladoria Geral da União (CGU).

A “Operação Exam” investiga desvios de recursos na área da saúde e do combate à pandemia em Cabo Frio, na Região do Lagos do Rio de Janeiro.

Segundo o MP Federal, a investigação começou antes da pandemia, com um aprocedimento do MPF, anterior à pandemia, que apurava licitações e contratos para a realização de exames laboratoriais

“O planejamento inicial era a realização de operações após passada a pandemia, uma vez que o MPF vem se colocando a favor de medidas restritivas, inclusive, quando for o caso, do isolamento social. Mas verificou-se a necessidade de se antecipar a ação", afirmou o procurador da República, Leandro Mitidieri.

Com a colaboração da Controladoria-Geral da União, a força-tarefa passou a inspecionar a aquisição e a distribuição de remédios.

No âmbito do inquérito instaurado na PF, as apurações recaíram sobre os recursos federais para combate ao Covid-19 no município.

O que diz a Prefeitura de Cabo Frio

A Prefeitura de Cabo Frio informou, em nota, "que as denúncias têm como alvo principal contratos firmados na gestão anterior e que irá colaborar com toda e qualquer investigação. Esclarece ainda que preza pela transparência e toda informação sobre a verba federal destinada para o combate ao Covid-19 é encaminhada para Câmara de Vereadores e órgãos competentes. As informações também estão disponíveis no Portal da Transparência."

REPRODUÇÃO: G1

15/06/2020

08:00

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14/06/2020

20:00

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14/06/2020

14:00

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