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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

02/07/2018

13:44

Doleiros investigados movimentaram contas em 29 países

Documentos entregues por delatores da ‘Operação Câmbio, desligo’ mostram que 35 doleiros movimentaram milhões de dólares por meio de 260 offshores com contas abertas em 97 bancos espalhados por 29 países. As transações foram feitas por meio do sistema financeiro paralelo comandado por Dario Messer, considerado o “doleiro dos doleiros”.

Segundo o Ministério Público Federal, o grupo de doleiros teria movimentado US$ 1,6 bilhão entre 2007 e 2016.

A ‘Câmbio, desligo’ é um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. A operação foi deflagrada em 3 maio e prendeu vários doleiros. Apontado como líder do esquema, Messer é considerado foragido da Justiça desde então.

Segundo o MPF, ele atuava como um “doleiro dos doleiros, indicando clientes que necessitavam de dólares (compradores) e que necessitavam de reais”.

02/07/2018

10:07

PGR é contra acesso de Padilha e Moreira a dados de quebra de sigilo de Temer

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer contra pedido dos ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco para acesso a dados de quebra de sigilos telefônicos no inquérito que investiga os dois e o presidente Michel Temer por conta das delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht.

O caso se refere a um jantar no Palácio do Jaburu em maio de 2014, em que se teria acertado o repasse ilícito de R$ 10 milhões ao MDB. De acordo os delatores da Odebrecht, teriam participado da reunião Eliseu Padilha, o então presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht, o ex-executivo Cláudio Melo Filho, e o então vice-presidente Michel Temer.

Para Dodge, o direito de acesso dos investigados aos autos se limita às provas já documentadas no processo, para que isso não prejudique a apuração.

Raquel Dodge também se manifestou contra dar acesso ao ex-diretor da Odebrecht Cláudio Mello Filho, delator no inquérito, a todo o processo. Para a procuradora, a íntegra, envolvendo conteúdo sigiloso, só pode ser acessado pelas partes do processo, e delator não é parte, somente os investigados.

A decisão sobre os pedidos dos ministros e de Cláudio Mello ainda será dada pelo relator da Lava Jato no Supremo, ministro Luiz Edson Fachin.

01/07/2018

13:16

PF continuará investigando Temer durante recesso

O ministro Luís Roberto Barroso autorizou a Polícia Federal a continuar investigando Michel Temer no inquérito dos portos durante o recesso do Supremo Tribunal Federal. A investigação apura se o presidente teria se envolvido em um esquema de corrupção para beneficiar empresas do setor portuário.

No despacho, Barroso afirma que há um “volume expressivo de providências já tomadas e um conjunto relevante de informações obtidas” pela PF no âmbito da investigação. E conclui dizendo que “atoriza o Delegado de Polícia Federal, Dr. Cleyber Malta Lopes, a prosseguir com as diligências de investigação até que venha aos autos a manifestação da Procuradoria-Geral da República”.

01/07/2018

09:45

Youssef usou seis bancos para lavar dinheiro da Petrobrás

Investigação da Polícia Federal identificou nas quebras de sigilo de empresas do grupo do doleiro Alberto Youssef que contas em seis bancos com sede no Brasil foram utilizadas para movimentar US$ 232 milhões. Os valores foram empregados em contratos de câmbio fraudulentos para lavar dinheiro desviado da Petrobrás. Segundo o Ministério Público Federal, o dinheiro passou por 109 contas de empresas que foram utilizadas para atividades ilícitas por meio da simulação de contratos de importação e exportação.

O Bradesco hospedou 39 contas, o Itaú Unibanco, 18, o Citibank, 15, a Caixa e o Santander, 13, e o Banco do Brasil, 11. Além de hospedarem contas dessas empresas com atuação ilícita, eles também efetuaram contratos de câmbio apontados pelos investigadores como fraudulentos.

30/06/2018

10:14

Empresa de coronel Lima atendeu a demandas da vida pública e privada de Temer, diz PF

O delegado Cleyber Malta Lopes, da Polícia Federal, responsável pelo inquérito dos portos, afirmou em relatório parcial enviado ao Supremo Tribunal Federal que a empresa Argeplan teve a estrutura utilizada para atender a "demandas da vida pública e privada" do presidente Michel Temer. A Argeplan tem entre os sócios João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, amigo de longa data do presidente e um dos alvos da investigação.

No mesmo documento, o delegado afirma também que o decreto dos Portos, assinado por Temer em maio de 2017, atinge empresas com vínculos financeiros suspeitos com a Argeplan, outras pessoas e empresas que mantêm relação com o grupo político do presidente.

Na última quinta-feira, a PF fez ao ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso no STF, o terceiro pedido de prorrogação da investigação por 60 dias. Os dois primeiros foram atendidos pelo ministro. Sobre o último, Barroso permitiu a continuidade do inquérito enquanto não toma uma decisão definitiva sobre a prorrogação.

29/06/2018

14:38

PF pede mais 60 dias para investigações no inquérito dos Portos

A Polícia Federal pediu nesta quinta-feira, ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, uma nova prorrogação de 60 dias das investigações no âmbito do inquérito do Decreto dos Portos.

O inquérito apura se o presidente Michel Temer recebeu propina de empresas portuárias em troca de favorecê-las em medidas de governo, como uma medida provisória e um decreto sobre o setor portuário.

A investigação já foi prorrogada outras duas vezes por Barroso, em ambos os casos por 60 dias. A última foi em maio, o que significa que o prazo terminaria em julho. Entre as medidas que já foram tomadas está a quebra do sigilo bancário de Temer.

O inquérito investigava inicialmente, além de Temer, Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor do presidente e ex-deputado federal, Antônio Celso Grecco e Ricardo Conrado Mesquita, respectivamente, dono e diretor da Rodrimar. Ao longo da apuração, entraram também na mira João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, amigo pessoal do presidente, e executivos do Grupo Libra.

29/06/2018

12:12

Assembleia vai contra parecer do TCE e aprova contas de 2017 de Pezão

Reprodução da coluna da Berenice Seara
Reprodução da coluna da Berenice Seara

29/06/2018

09:33

Geddel é transferido para 'solitária' na Papuda

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi levado para uma cela especial em que ficará isolado no Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, após ter desrespeitado um agente penitenciário durante uma revista pessoal.

Geddel deverá ficar ao menos 10 dias na chamada “solitária”. Durante o período de castigo, ele não poderá tomar banho de sol e só receberá visitas de advogados.

De acordo com a Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal, o procedimento é adotado no caso dos detentos que cometem falta disciplinar na prisão.

O ex-ministro está preso por suspeita de lavagem de dinheiro e organização criminosa, envolvendo o episódio dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento em Salvador.

28/06/2018

16:45

Maia quer gastar até R$ 212 mil com cortinas e persianas

Reprodução do blog Radar - Veja
Reprodução do blog Radar - Veja

28/06/2018

14:35

Governo Temer bate seu próprio recorde de rejeição

A avaliação negativa do governo de Michel Temer bateu seu próprio recorde em um levantamento do Ibope encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a pesquisa divulgada nesta quinta-feira, os índices de ruim e péssimo somaram 79% neste mês de junho, ante 72% verificados em março. Até então o pico de rejeição havia sido registrado em setembro de 2017, com 77%.

De acordo com a pesquisa, a avaliação de que o governo é regular caiu de 21% para 16% entre março e junho. Entre os entrevistados, 4% disseram que o governo é ótimo ou bom, ante 5% no levantamento passado.

Temer segue como o mais mal avaliado entre os presidentes desde José Sarney.

28/06/2018

11:27

Plenário do STF decidirá se rescinde delação da JBS

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, autorizou nesta 4ª feira a Procuradoria Geral da República a colher provas sobre as delações de executivos da JBS. Após esta etapa, o plenário decidirá se a colaboração dos empresários será rescindida.

Uma possível rescisão do acordo não anula as provas apresentadas pelos delatores.

A rescisão do acordo de delação premiada de Joesley Batista e Ricardo Saud foi pedida pelo ex-PGR Rodrigo Janot no ano passado e reiterada por Raquel Dodge neste ano. Janot apontou “omissão deliberada” dos delatores para justificar a solicitação.

Em fevereiro, já no comando da PGR, Dodge ampliou o pedido e incluiu Wesley Batista e Francisco de Assis na lista. De acordo com a procuradora-geral, os 2 descumpriram os termos de colaboração ao intencionalmente omitirem fatos criminosos dos quais tinham conhecimento quando fecharam acordos com o Ministério Público Federal.

28/06/2018

08:20

Justiça nega novo pedido de transferência de Sérgio Cabral

Reprodução do blog do Ancelmo Gois
Reprodução do blog do Ancelmo Gois

27/06/2018

18:11

CNJ suspende gastos de R$ 5 milhões do TJ do Rio com ginástica para juízes

Reprodução do O Globo
Reprodução do O Globo

27/06/2018

14:40

Cabral é julgado por uso de helicópteros para fins particulares

A Justiça do Rio começou, nesta terça-feira, o julgamento de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo pelo uso indevido de helicópteros da frota do governo do estado para fins particulares. No tempo em que Cabral foi governador, foram feitos quase 2.300 voos particulares, a maioria deles para a casa do ex-governador em Mangaratiba.

Segundo o Ministério Público, uso indevido da aeronave causou um prejuízo aos cofres públicos de R$ 19,9 milhões.

Na primeira audiência foram ouvidas as primeiras sete testemunhas de acusação. Cabral e Adriana Ancelmo não foram à audiência. Eles pediram autorização do juiz para não comparecer.


27/06/2018

11:13

Papo Reto com Garotinho

27/06/2018

10:03

PF acha novos indícios de propina a coronel amigo de Temer

Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247
O coronel João Baptista Lima Sobrinho é alvo de nova suspeita de propina investigada pela Polícia Federal. Num cofre da Argeplan, empreiteira do coronel, a PF encontrou uma planilha que indicaria o repasse de 17% de um contrato de R$ 50 milhões firmado entre uma empresa de coleta e incineração de resíduos e a Codesp, administradora do porto de Santos.

Segundo a Polícia Federal, na planilha, o percentual aparece associado ao nome J.P. Tecnolimp, do grupo Julio Simões, que, segundo a PF, fechou no mesmo ano um acordo de acionistas com a empresa Eliland, braço de uma offshore no Uruguai.