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domingo, 11 de abril de 2021

12/03/2020

16:11

Fachin autoriza 12 novos inquéritos com base em delação de Sérgio Cabral

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou a abertura de 12 novos inquéritos no STF com base na delação premiada do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), assinada com a Polícia Federal, e negou recurso movido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a delação.

A decisão de Fachin é da semana passada. Após ser intimada do despacho do ministro, a PF protocolou ontem no STF os 12 novos inquéritos, que foram distribuídos aos cuidados de Fachin. Cabral apresentou no acordo 21 anexos envolvendo autoridades com foro privilegiado, dentre parlamentares e ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Tribunal de Contas da União (TCU).

Fachin também autorizou que parte do material da delação seja utilizado como prova em investigações já em andamento, como um caso sobre suspeitas de propina ao deputado Aécio Neves (PSDB-MG) e outro sobre a compra de apoio político do MDB à candidatura presidencial de Dilma Rousseff pelo grupo J&F.

A PGR havia apresentado embargos de declaração contra a decisão de Fachin que homologou o acordo de colaboração premiada de Cabral, sob argumento de que havia omissões na decisão. No recurso, o procurador-geral Augusto Aras afirmou que o ex-governador não tinha credibilidade nem boa-fé para ostentar a condição de colaborador e pediu que Fachin mantivesse as prisões preventivas decretadas contra Cabral, para evitar que ele fosse solto. Fachin rejeitou os argumentos e autorizou a PF a dar prosseguimento ao assunto.

O número total de investigações abertas a partir do acordo de Cabral ainda pode ser maior, porque parte do material será desmembrado para outras instâncias e ele ainda vai apresentar novos anexos sobre outros personagens.

Novo recurso

Agora, o procurador-geral Augusto Aras avalia se apresenta um novo recurso contra a delação. A estratégia da defesa de Cabral será argumentar à Justiça que, como colaborador, ele agora detém credibilidade perante as autoridades públicas e não pode mais ser mantido sob prisão preventiva. Em sua decisão, Fachin registrou que não há uma relação direta entre o acordo de colaboração e as prisões preventivas, mas não entrou no mérito se o ex-governador deve ser solto ou não.

Preso desde novembro de 2016, Cabral já foi condenado na Lava-Jato a penas que somam 282 anos de prisão. Fachin cita que, nos casos em que já há ação penal em andamento ou condenação, a Justiça pode decidir dar benefícios a Cabral se ele mantiver uma postura colaborativa, conforme previsto na lei de organizações criminosas, mas não haverá benefícios diretos da delação para essas condenações já existentes.

No acordo, Cabral reconheceu como sendo seus um total de R$ 380 milhões já apreendidos pela Lava-Jato do Rio, renunciando à posse dos valores. Também se comprometeu a procurar joias e outros itens de valor para devolver às autoridades.

Reprodução de O Globo

11/03/2020

17:08

Clarissa é pré-candidata

REPRODUÇÃO DO INFORME DO DIA
REPRODUÇÃO DO INFORME DO DIA

11/03/2020

16:51

Não me calarei

Com o anúncio do lançamento do meu livro, inimigos políticos começaram a se movimentar mais uma vez contra mim. Temem que o livro traga à luz do dia roubalheiras de gente poderosa que conseguiu passar impune até agora.

Conforme revelei anteontem, há ainda centenas de empresários, políticos e membros de outros poderes que se beneficiaram do jogo sujo de Cabral e levou o Estado à maior crise da sua história. É importante frisar que Cabral tem aliados estratégicos em todos os poderes e alguns temem que o lançamento do livro empurre Cabral para uma delação mais ampla, envolvendo gente que está disposta a tudo para não perder o poder.




11/03/2020

12:45

O amor continua no ar

"Meu amor quando me beija
Vejo o mundo revirar
Vejo o céu aqui na terra
E a terra no ar".

10/03/2020

18:36

O futuro da delação de Sérgio Cabral no STF

Relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Edson Fachin deve levar ao plenário da Segunda Turma a discussão do recurso apresentado pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, contra a homologação da delação do ex-governador Sérgio Cabral.

Para Aras, a discussão do caso na Segunda Turma “será muito bem-vinda”.

O compartilhamento do debate com os demais ministros do colegiado da Segunda Turma também é o cenário trabalhado pela força-tarefa da Lava-Jato no Rio.

No dia 6 de fevereiro, Fachin decidiu homologar o acordo de colaboração premiada firmado pelo ex-governador do Rio com a Polícia Federal.

A delação está no STF por envolver autoridades com prerrogativa de foro privilegiado, como ministros de tribunais superiores.

REPRODUÇÃO: RADAR / VEJA

10/03/2020

18:08

Quem protege Eduardo Paes?

Para relembrar...

09/03/2020

12:19

VEM AÍ: OS BASTIDORES, AS TRAMAS E TRAIÇÕES E OS SEGREDOS DA GANG DOS GUARDANAPOS

Como é de conhecimento público, desde 2007 venho mostrando ao povo do Rio e do Brasil as falcatruas da quadrilha liderada por Sérgio Cabral / Paes / Pezão. Em 2012 protocolei a primeira denúncia na Procuradoria Geral da República. Em 2016, a segunda, diretamente do gabinete do procurador geral, à época, Rodrigo Janot. Também é público que sofri e venho sofrendo retaliações e perseguições de toda natureza de integrantes desta falange que assaltou os cidadãos cariocas e fluminenses. Se é verdade que muita coisa já foi revelada e muitos dos envolvidos estão sendo punidos, também é verdade que muita sujeira ainda está embaixo do tapete. No meu livro, vou revelar esquemas bilionários que ainda não vieram à tona, como o caso dos precatórios, entre outros.

E tem mais:

- O que aconteceu com Fernando Cavendish e os contratos assinados por ele com a CEDAE são de arrepiar.
- A fraude da Rota 116
- Os bastidores da queda do helicóptero na Bahia
- A Ferrari de luxo de Wilson Carlos
- Lavoro Factoring, a lavanderia oficial do dinheiro roubado
- As fotos internas do apartamento de luxo de George Sadala
- O verdadeiro motivo do apelido Rei Arthur
- As mamatas da Júlio Simões

Há detalhes também de como o esquema funcionava dentro de outros poderes do Estado, especialmente, o Legislativo. Antes, porém, do lançamento do meu livro, o Rio ainda vai tremer bastante nas próximas semanas. Aguardem!

07/03/2020

22:14

Bate papo com Garotinho e Rosinha

07/03/2020

19:11

Que a justiça seja feita

REPRODUÇÃO DA TRIBUNA NF
REPRODUÇÃO DA TRIBUNA NF

07/03/2020

11:05

Garotinho em Itaboraí

A FORÇA DO POVO COM SÉRGIO SOARES, CLARISSA E GAROTINHO.

06/03/2020

23:36

Garotinho participa do evento de filiação de Sergio Soares ao PROS/90

Foi um grande evento a filiação do ex-prefeito por 3 vezes da cidade de Itaboraí, Sergio Soares, ao PROS/90.

Mais de mil pessoas, entre vereadores, pré-candidatos e simpatizantes, ouviram aos discursos do prefeito que mais realizou pela cidade além das lembranças de minhas realizações (muitas obras e programas sociais).

A presidente estadual, Clarissa Garotinho, afirmou que o PROS/90 está se preparando para vencer em várias cidades do estado.

06/03/2020

20:03

Há tempo, eu avisei...

REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF
REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

03/03/2020

16:10

Debate sobre a reformulação da Embratur

A TV Senado está transmitindo ao vivo a Audiência Pública que minha filha Clarissa convocou para analisar a MP 907/2019, que discute a possibilidade de transferência da sede da EMBRATUR para o Rio de Janeiro.

Acompanhe!

02/03/2020

11:17

Mais uma ameaça...

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

02/03/2020

08:00

Cabral delata Judiciário

29/02/2020

22:00

Contratos entre a prefeitura do Rio de Janeiro e a Fundação Roberto Marinho devem ser investigados pela Justiça

A Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal vai encaminhar à Procuradoria do Rio de Janeiro a denúncia sobre contratos assinados entre a Fundação Roberto Marinho e a Prefeitura do Rio na gestão de Eduardo Paes. Responsável por investigar casos de corrupção, a Câmara investiga contratos de obras e consultorias pagas com dinheiro público, que teria sido desviado até da merenda escolar da rede municipal. De acordo com a denúncia, a Fundação Roberto Marinho teria recebido mais de R$ 200 milhões pagos com dinheiro público.

REPRODUÇÃO: R7