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sexta-feira, 10 de julho de 2020

16/06/2020

08:00

É bom relembrar...

15/06/2020

21:39

Alerj define nomes para comissão de impeachment de Witzel

REPRODUÇÃO: BLOG DO RALFE REIS
REPRODUÇÃO: BLOG DO RALFE REIS

15/06/2020

20:00

É bom relembrar...

15/06/2020

17:52

Advogado deixa defesa de Witzel

REPRODUÇÃO: BLOG DO RALFE REIS
REPRODUÇÃO: BLOG DO RALFE REIS

15/06/2020

16:00

Preso na Favorito negociou aluguel de imóvel para ex-secretário de Witzel

O ex-secretário Lucas Tristão (à esquerda) e o governador Wilson Witzel Divulgação/VEJA.com
O ex-secretário Lucas Tristão (à esquerda) e o governador Wilson Witzel Divulgação/VEJA.com
Preso na Operação Favorito, o empresário Leandro Braga de Sousa intermediou a locação de um apartamento de luxo na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, para Lucas Tristão, ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais. VEJA teve acesso ao contrato. Em entrevista exclusiva, o dono do imóvel Edson Trindade Pedrosa confirmou que negociou o valor do aluguel diretamente com Leandro, apontado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal de ser um dos operadores do esquema de corrupção em contratos envolvendo Organizações Sociais, o governo Wilson Witzel e o grupo do empresário Mário Peixoto, que também foi preso na mesma ação. Segundo Edson, Peixoto, amigo de Tristão, esteve no local pelo menos uma vez para conhecer as instalações onde ainda mora o ex-secretário.

O contrato de locação foi feito em nome de Sabrina Farias Roveta, esposa de Lucas Tristão. O apartamento, de número 201, fica em um prédio localizado na Avenida Érico Veríssimo, área nobre, a poucos metros da praia. É uma unidade por cada andar. De acordo com o documento obtido por VEJA, o prazo de locação é de 30 meses, a partir de 15 de janeiro do ano passado até 14 de janeiro de 2021. Avaliado em pelo menos 3,5 milhões de reais, o imóvel é amplo. Tem quatro suítes, sendo uma delas com hidromassagem, mais dois banheiros separados dos cômodos, sala e varanda. No total, são 360 metros quadrados. O valor do aluguel acertado entre Edson Pedrosa e Leandro Braga foi de 5 mil reais por mês, sem contar com a taxa de condomínio.

VEJA consultou corretores de imóveis. O preço médio de mercado para alugar um apartamento deste tipo não fica por menos de 10 mil reais mensais. Edson Pedrosa admitiu ter reduzido pela metade o preço a pedido de Leandro Braga. De acordo com o proprietário, o empresário argumentou que Lucas Tristão não teria como justificar o pagamento mensal por causa de seu salário como secretário estadual. VEJA consultou o site da Transparência do governo do Rio. O vencimento de Tristão, em maio, era de R$ 12,2 mil (líquidos).

“Na época, eu estava na Europa. Mandei um amigo mostrar o imóvel a ele (Leandro Braga). No dia 13 de janeiro, (o Tristão) já estava (morando) lá. Eles tinham muita pressa porque a mulher (Sabrina) estava em um apart-hotel pequeno”, contou Edson Pedrosa. “Em uma das visitas para conhecer o apartamento, foram a Sabrina, o Leandro, o Lucas e o Mário Peixoto”, revelou o dono. De volta ao Brasil, em fevereiro de 2019, então, Edson Pedrosa negociou o aluguel pessoalmente com Leandro Braga. Os dois se encontraram no condomínio Golden Green, também na Barra. “Como o Lucas já estava dentro do imóvel, achei melhor fechar logo o contrato em 5 mil reais mesmo para não ficar sem alugar e sem o dinheiro. Eu tinha ainda uma promessa de compra do apartamento da parte dele”, explicou Edson.

Tristão até hoje não comprou o apartamento. Pior: ainda deve quase três meses de aluguel, mais taxas de condomínio e IPTU, além de reajustes previstos no acordo. A dívida, segundo Edson Pedrosa, está em 35 mil reais. Ele decidiu cobrar o ex-secretário na Justiça. “O Lucas Tristão nunca pagou aluguel em dia. Vou ajuizar uma ação ainda esta semana. Me sinto envergonhado em ter que ligar para as pessoas e cobrar. Uma vez o encontrei na garagem do prédio, pedi para conversar (sobre os constantes atrasos), mas ele disse que não poderia falar comigo. Fechou o vidro do carro e foi embora”, disse Edson Pedrosa. A equipe de reportagem de VEJA esteve no prédio. Um dos porteiros informou que Lucas Tristão está viajando.

Leandro Braga é dono da LP Farma Comércio Importação e Distribuidora de Produtos Hospitalares. De acordo com o Ministério Público, o empresário é suspeito de ter repassado dinheiro desviado de contratos superfaturados de alimentação para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ao grupo criminoso de Mário Peixoto. A LP Farma, segundo a força-tarefa da Lava-Jato, tinha contratos para fornecer insumos hospitalares à Unir Saúde e ao Instituto Data Rio, Organizações Sociais investigadas no esquema. Em 2016, Braga foi candidato a vereador em Mesquita, na Baixada Fluminense, mas perdeu.

Peixoto é um dos principais fornecedores de mão-de-obra terceirizada na gestão de Wilson Witzel e atuava no Palácio Guanabara desde os governos de Sérgio Cabral e de Luiz Fernando Pezão, ambos do MDB e presos na Lava-Jato. No mês passado, a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que deflagrou a Operação Placebo – Witzel foi um dos alvos de busca e apreensão – menciona a relação entre Lucas Tristão e o empresário. As empresas de Peixoto fizeram depósitos de R$ 225 mil para o escritório de advocacia de Tristão, conforme consta no documento.

REPRODUÇÃO: VEJA

15/06/2020

14:00

É bom relembrar...

15/06/2020

13:44

Força-tarefa mira suposto desvio de recursos para a Covid-19 em Cabo Frio

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) iniciaram nesta segunda-feira (15) a Operação Exam, contra um suposto esquema de desvio de recursos para a Covid-19 e na Saúde de Cabo Frio, na Região dos Lagos do RJ.

A PF e o MPF afirmam que as irregularidades podem ter causado um prejuízo de mais de R$ 7 milhões aos cofres públicos, "prejudicando o combate à pandemia do coronavírus na Região dos Lagos".

Agentes saíram para cumprir mandados de busca e apreensão em Cabo Frio e em endereços na capital, São Pedro da Aldeia, São João de Meriti, Nova Iguaçu e Miracema - mais Vila Velha, no Espírito Santo.

São 28 alvos, dentre residências, empresas e órgãos públicos, sendo 14 pessoas físicas, 11 empresas e três órgãos públicos. Um dos locais é a sede da secretaria municipal de Saúde, em Cabo Frio.

Foram mobilizados 90 agentes da Polícia Federal e 15 da Controladoria Geral da União (CGU).

A “Operação Exam” investiga desvios de recursos na área da saúde e do combate à pandemia em Cabo Frio, na Região do Lagos do Rio de Janeiro.

Segundo o MP Federal, a investigação começou antes da pandemia, com um aprocedimento do MPF, anterior à pandemia, que apurava licitações e contratos para a realização de exames laboratoriais

“O planejamento inicial era a realização de operações após passada a pandemia, uma vez que o MPF vem se colocando a favor de medidas restritivas, inclusive, quando for o caso, do isolamento social. Mas verificou-se a necessidade de se antecipar a ação", afirmou o procurador da República, Leandro Mitidieri.

Com a colaboração da Controladoria-Geral da União, a força-tarefa passou a inspecionar a aquisição e a distribuição de remédios.

No âmbito do inquérito instaurado na PF, as apurações recaíram sobre os recursos federais para combate ao Covid-19 no município.

O que diz a Prefeitura de Cabo Frio

A Prefeitura de Cabo Frio informou, em nota, "que as denúncias têm como alvo principal contratos firmados na gestão anterior e que irá colaborar com toda e qualquer investigação. Esclarece ainda que preza pela transparência e toda informação sobre a verba federal destinada para o combate ao Covid-19 é encaminhada para Câmara de Vereadores e órgãos competentes. As informações também estão disponíveis no Portal da Transparência."

REPRODUÇÃO: G1

15/06/2020

08:00

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14/06/2020

20:00

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14/06/2020

14:00

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14/06/2020

08:00

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13/06/2020

23:41

Denúncias de corrupção mancham imagem de Witzel

REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER
REPRODUÇÃO: AGENDA DO PODER

13/06/2020

20:00

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13/06/2020

14:00

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13/06/2020

10:15

O Garotinho está no ar! Programa FALA CAMPOS - Rádio Difusora Sábado, de 10h às 12h

13/06/2020

08:00

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