Visitantes online : 1569 sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
28/12/2016 14:38
Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online


Nos últimos meses quase todos os "especialistas" em segurança pública que são ouvidos pela imprensa carioca, são sempre os mesmos, de repente chegaram à mesma conclusão, muito tardia, diga-se de passagem. Falam que a "pacificação" e as UPPs foram uma farsa e denunciam a falência da política de segurança de Cabral, Pezão e Beltrame. Ora, há alguns anos eu venho dizendo o que todos só agora descobriram. Fui acusado até de sabotador das UPPs, quando na verdade eu só apontava o que estava errado e previ tudo isso que estamos vendo hoje. Aliás, um que batia palmas para a "pacificação" era o deputado Marcelo Freixo. Agora deveria fazer um mea culpa. Pode até ser coincidência, mas só depois que Pezão parou de liberar verba para alguns institutos de estudos sobre a violência, aos quais alguns desses "especialistas" estão ligados, é que viram a luz, descobriram a verdade sobre a farsa da pacificação e das UPPs. Por sinal em mais uma medida que não serve para nada, o governo Pezão anunciou que os caveirões que atuam nas comunidades, os poucos que ainda funcionam, vão ser todos pintados de branco. Nada mais do que maquiagem.

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28/12/2016 12:57
Reprodução do Zero Hora
Reprodução do Zero Hora


A grande verdade é que o governador Pezão tentou passar a perna no governo. Foi para a Câmara negociar com os deputados para que o projeto de refinanciamento das dívidas dos estados não tivesse nenhuma contrapartida, ou seja, aprovaram um cheque em branco. Com isso Pezão pretendia mais uma vez fugir do corte de gastos do seu governo e continuar a farra das isenções fiscais. Os deputados fizeram média com os governadores, mas o Palácio do Planalto vai acabar com a festa. Para ajudar o Rio e outros estados com as finanças devastadas haverá a exigência de contrapartidas. Com isso o contrato entre a União e o Estado do Rio só deverá ser sacramentado em fevereiro. A "esperteza" de Pezão atrasou ainda mais o socorro ao nosso estado. Aliás, Pezão deveria ter se empenhado para garantir uma ajuda do governo federal para o 13º salário dos servidores. Essa possibilidade chegou a ser aventada pela Fazenda, mas Pezão só arregaçou as mangas para tentar se dar bem. Mais uma burrice e uma furada.

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28/12/2016 09:20
Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online


Ontem foi mais um dia em que Michel Temer foi bombardeado nas redes sociais. Já era de se esperar. O Brasil numa crise terrível com 12 milhões de desempregados, a sociedade cobrando o corte de gastos do governo e o Palácio do Planalto pretendendo gastar R$ 1,75 milhão com guloseimas, doces e sorvetes importados para o avião de Michel Temer, realmente não há como justificar. Foi mais um equívoco que só serviu para aumentar o desgaste do governo.

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27/12/2016 19:42


Por 11 votos a 9, a Câmara de Vereadores de Campos ratificou o parecer favorável do Tribunal de Contas do Estado à aprovação das contas do governo Rosinha Garotinho, relativas ao ano de 2015. A análise do TCE apontou para o equilíbrio fiscal da gestão de Rosinha, o cumprimento de todos os índices constitucionais, com destaque para a saúde onde a prefeita gastou 50,1% do orçamento.

Na sessão de hoje, que teve a ausência de 3 vereadores que estão impedidos de comparecer por ordem da Justiça Eleitoral de Campos, e do presidente da Câmara, Edson Batista, que se recusa a presidir sessões considerando inadmissível a interferência do Judiciário no poder Legislativo, votaram a favor os vereadores Abdu Nehme, Álvaro Cesar, Albertinho, Fábio Ribeiro, Magal, Auxiliadora, Cecília Ribeiro, Mauro Silva, Ozéas, Paulo Hirano e Miguelito.

Pela desaprovação votaram, além de Rafael Diniz, o vereador Neném, que participou ativamente dos trabalhos da Fundação do Esporte, cuja indicação do presidente coube a ele. Provavelmente Neném votou contra porque deve ter solicitado ao seu indicado coisas impróprias, que ele se recusou a fazer. O nome diz tudo ao contrário, Neném é bem crescidinho e espertinho.

O importante é que o TCE confirma aquilo que venho dizendo, que poucas cidades serão entregues aos seus sucessores com as contas equilibradas da forma como Rosinha está fazendo. Aliás, a contas de 2015 representam o ano mais difícil da administração, pois a perda de receita incluindo royalties, transferências federais e estaduais, além da queda da atividade econômica somou mais de R$ 1 bilhão. Governar com poucos recursos mantendo os serviços essenciais em dia é somente para gestores experimentados.

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27/12/2016 17:33
Esse período de transição de governo nas cidades do Brasil não tem sido fácil para a maioria dos prefeitos. No estado do Rio de Janeiro, algumas cidades não pagaram ainda o salário de novembro, a maioria não pagou 13º salário e nem dezembro. A situação é dramática. Felizmente, Campos vai ser entregue ao próximo prefeito com os salários em dia, mês de dezembro já pago, 13º integralmente quitado, todos os programas sociais pagos, dentre eles o Cheque Cidadão e a passagem a 1 real, competência do mês de dezembro, 90% das obras prontas e inauguradas e finanças equilibradas. Embora a mídia tente distorcer os fatos, a experiência de Rosinha como ex-governadora foi fundamental para Campos atravessar o momento difícil que o país está vivendo, agravado pelo desgoverno do estado.

Agora mesmo acabei de receber fotos da prefeita Rosinha de caminhões de medicamentos sendo entregues para abastecer os hospitais e os postos de saúde de emergência da virada do ano. Rosinha também está deixando recursos para o próximo prefeito quitar no dia 5 de janeiro o pagamento dos RPAs da prefeitura. O dinheiro ficará empenhado para evitar que ele seja desviado para outra finalidade. A prefeita também determinou que todos os programas com recursos federais tenham suas contas regularizadas com os órgãos competentes para evitar qualquer transtorno ou dúvida para os próximos gestores.



Infelizmente, a equipe do próximo prefeito é inexperiente e pouco qualificada para enfrentar o ano mais difícil da história do Brasil recente, que será 2017. As previsões são de aumento de desemprego, atualmente 11,6% para 13%, queda da atividade econômica e redução do PIB e ainda mais desequilíbrio nas contas estaduais. No cenário econômico, as notícias boas para Campos são: o aumento do preço do petróleo, que já está próximo de 60 dólares o barril, quando este chegou a alcançar 27 dólares no ápice da crise; e a nova determinação do STF de sobre um novo modo de calcular o valor dos royalties do petróleo, que pode dar ao município de Campos uma receita adicional de mais 200 milhões por ano. Se a eleição não estivesse viciada pela fraude, poderíamos até admitir a presença de companheiros nossos que serviram ao nosso governo com lealdade e honestidade na administração que se aproxima.
Isso se tornou inviável à medida que o Sr. Rafael Diniz mente de todas as formas possíveis e imagináveis, direta e indiretamente, pelos meios de comunicação, como os jornais Folha da Manhã e Terceira Via, as rádios Campos Difusora e 97 FM, além de uma dezena de blogueiros ávidos por dinheiro.

A decisão que tomamos ontem, após uma longa reflexão, junto com a prefeita Rosinha e que tornamos pública nesse momento é a seguinte: todas as pessoas são livres para escolherem os seus caminhos mas devem fazê-los de forma consciente e responsável, arcando com as devidas consequências. O governo que se desenha para os próximos dias em Campos com Rafael Diniz é muito parecido com a dupla Cabral/Pezão, focado no patrimonialismo, sem projeto para a cidade e fortemente sustentado pela mídia. Não é preciso dizer qual foi o resultado no estado. Todos já sabem. Por isso, aqueles que serviram em cargo de confiança em nosso governo, fiquem desde já ciente que não contam com a nossa aprovação e que numa provável eleição em maio de 2017, infelizmente estaremos em lados opostos. Sendo mais claro e objetivo: quem ocupou cargo de confiança no governo Rosinha e vier a fazê-lo agora no governo Rafael Diniz estará concordando com as críticas mentirosas que ele fez ao nosso governo, e por isso, se afastando do nosso grupo político.






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27/12/2016 17:11
Reprodução de O Dia online
Reprodução de O Dia online


Confesso que me deu vontade de rir com essas previsões de que "o Rio vai ficar sem governador". Mas existe governador hoje no Rio? Convenhamos, que o presidente da ALERJ, Jorge Picciani acertou na mosca quando disse, numa alusão a Pezão e Dornelles, que o Estado tinha dois governadores, mas não tinha nenhum. Os dois somados, Pezão e Dornelles, não dão meio governador. E aqui para nós, não é preciso ser vidente para prever que Pezão vai ser colocado para fora do Palácio Guanabara em 2017.

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27/12/2016 15:40
Reprodução do Globo
Reprodução do Globo


Bem, a crise só atinge a nós que somos simples mortais. Para o presidente Michel Temer e seus convidados nos voos do avião presidencial, o Aero Temer, o cardápio não enfrenta crise, muito pelo contrário. Quinhentos potes de sorvete importado, uma tonelada e meia de tortas de chocolate, entre outros ítens, convenhamos... Aliás, o consumo de açúcar vai ser elevado, cuidado com diabetes.

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27/12/2016 13:58
Reprodução do Facebook
Reprodução do Facebook


Enquanto os servidores estaduais não recebem, muitos se humilham entrando em filas para receber a doação de cestas básicas, o presidente da ALERJ, Jorge Picciani está almoçando hoje na churrascaria Rio/Brasa, antiga Barra/Brasa, onde o rodízio por cabeça sai a mais de R$ 150 (R$ 139,90 + 10%). É claro que para ele isso é troco, mas nas redes sociais a revolta dos servidores é total, aliás, com xingamentos de todos os tipos.



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27/12/2016 12:37
Reprodução da Folha de S. Paulo
Reprodução da Folha de S. Paulo


Apesar do que Michel Temer definiu como "belíssimo presente de Natal", referindo-se à liberação de saques de contas inativas do FGTS e do promessa de queda dos juros do cartão de crédito, além das mudanças trabalhistas, as projeções para a economia não são nada animadoras, pelo menos para o primeiro semestre de 2017. Segundo relatório dos bancos Santander e Bradesco, o desemprego que está hoje na faixa de 12%, com 12 milhões de desempregados deve aumentar ainda mais, para 13%, o que representa mais um milhão de pessoas sem trabalho formal. As vendas de Natal caíram, o comércio continua fechando lojas, só nos shoppings 18 mil estabelecimentos cerraram as portas. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles reconhece que antes de junho não deveremos ter boas notícias na economia. Ou seja, a situação ainda vai piorar mais antes de começar a se reverter.

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27/12/2016 08:33
Reprodução do Extra
Reprodução do Extra


Temendo a reação de policiais, bombeiros e agentes dos presídios, o governador Pezão vinha pagando integralmente esses servidores antes dos demais. Mas em janeiro não haverá como manter essa programação. O salário de novembro de mais da metade dos servidores, aposentados e pensionistas só terá a última das cinco parcelas pagas no dia 17. Só após isso, Pezão terá como pagar o salário de dezembro do pessoal da Segurança. Por isso existe grande apreensão sobre qual vai ser a reação desses servidores. Esta manhã estão se concentrando em frente ao Copacabana Palace para um protesto e alguns líderes das categorias da Segurança defendem uma paralisação no réveillon. A situação é preocupante.


Reprodução do Facebook
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26/12/2016 20:50
Rafael Diniz e Pezão
Rafael Diniz e Pezão


O ano de 2016 será o marco da derrocada final da manipulação da informação na república do chuvisco

A prefeita de Campos dos Goytacazes Rosinha Garotinho (PR) desmoralizou a mídia de plantão em sua cidade. Enquanto jornais, sites apócrifos, blogueiros e emissoras de rádio vociferavam a cantilena de que a prefeitura faliu, o governo está saldando todos os débitos com fornecedores, pagou 13º dos servidores, antecipou o salário de dezembro, assim como fez com os programas sociais, como Cheque Cidadão.

Não há nada de extraordinário em governo que paga salário em dia e honra suas dívidas, obviamente, mas o feito se dá no momento em que a maior parte das prefeituras e o governo do Estado fecham o ano sem pagar salários.

Os pagamentos em Campos promoveram um fluxo de renda extraordinário no comércio durante as vendas de natal, a melhor data promocional para o setor. Isso no momento de refluxo econômico e desemprego. Enquanto isso, a mídia nativa focou a pauta no prenuncio do caos e quebrou as mandíbulas, quando esperava quebrar a banca.

A desmoralização editorial é visível, porque os noticiários demonstram uma completa falta de conhecimento sobre finanças administravas e ordenação de despesas na administração pública. Uma prova inequívoca de que se perdeu o contato com o jornalismo moderno, focado na geração de conteúdo consistente e confiável.

Não mais se apura notícias. Apenas se ouve o galo cantar e repercute. Chega a ser constrangedor. O jornalismo de qualidade deu lugar a uma imprensa que funciona como aparelho difusor e colaborador de ações policialescas. Numa cidade em que a imprensa exerceu uma importância vital na campanha abolicionista (quem diria!), a mídia contemporânea optou por funcionar como braço auxiliar da polícia, tarefa que antes do advento da tecnologia moderna já pertenceu ao X-9.

As razões desta falência editorial são múltiplas: estão aviltando salários, demitindo profissionais em troca de mão de obra barata e gratuita (travestida de blogueiros colaboradores) e apostando na incerteza de verbas publicitárias de governos.

É um modelo comercial esgotado, porque diante da crise econômica os próximos governos estarão descapitalizados para esse tipo de investimento. Publicidade oficial será artigo de luxo. As mídias sociais, plataforma bem mais barata e abrangente, já assumiram o protagonismo. A mídia local ainda não descobriu o que Nelson Rodrigues chamava de “óbvio ululante”.

Rosinha fecha o governo deixando uma mensagem subliminar para o sucessor: o próximo governo terá a obrigação de não atrasar salários, manter programas sociais e manter dívidas com credores em dia.

Por outro lado, o prefeito eleito Rafael Diniz, a partir de primeiro de janeiro, conviverá com uma mídia inquieta e apetitosa, acostumava a cobrar faturas por meio de programas de rádio. Como diria o ex-governador Leonel Brizola, “quem vence herda os problemas”.

Vai aqui uma outra frase para o prefeito eleito de Campos ler na cama: “vida de prefeito é boa do dia da vitória até o dia da posse”. Esta vem do sábio ex-prefeito de Macaé-RJ Sílvio Lopes (PSDB).



Essa análise do jornalista Roberto Barbosa reflete o que as cabeças mais lúcidas de Campos já perceberam. O prefeito eleito não tem equipe, não tem projeto para a cidade, e ainda não percebeu que a eleição já acabou. O prefeito provisório Rafael Diniz, uma jovem cópia de Pezão, sabe que tem validade no máximo até maio. Essa é a única explicação para o secretariado de baixíssimo nível escolhido por ele. Um secretário de Fazenda que tem militância ativa com Ricardo Teixeira não pode ser boa coisa. Uma secretária de Saúde que inviabilizou a saúde de S. João da Barra, que até hoje faz “ambulância-terapia” mandando os pacientes para Campos não deve criar na população expectativa em relação a essa área. Um procurador-geral que foi estagiário do escritório da família Zveiter dispensa comentários. Além disso, uma fila interminável de inexperientes criou a República do Colégio Auxiliadora, nata da burguesia campista, a maioria deles se for deixada num bairro da periferia nem sabe chegar ao Centro da cidade. É com tristeza que vejo os próximos meses em Campos. A minha esperança está na certeza que este “mingau” administrativo só vai durar no máximo cinco meses, isso se ele resistir até a eleição suplementar.

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26/12/2016 17:32
Michel Temer e abaixo o Réveillon de Copacabana (2016)
Michel Temer e abaixo o Réveillon de Copacabana (2016)


Uma pesquisa do instituto Ipsos revela que 87% dos brasileiros acham que o Brasil vai no rumo errado e não têm muitas esperanças para 2017. No meio do ano, na época do processo de impeachment de Dilma, era pior, mas não muito: 94%. Outra pesquisa, essa do Ibope, mostra que apenas 1/3 dos brasileiros (34%) segue a máxima "sou brasileiro, com muito orgulho". Os números mostram que o sentimento para o réveillon é bastante desanimador. Mas se fizerem essas pesquisas no Estado do Rio de Janeiro vão encontrar resultados ainda mais pessimistas. A situação por aqui é de amargar. Em todo caso é preciso ter esperança, fé em Deus, quem sabe as coisas não melhoram em 2017.

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26/12/2016 16:10
Reprodução da Folha de S. Paulo
Reprodução da Folha de S. Paulo


A ida do ex-deputado Cândido Vaccarezza que deixou o PT e foi para o PTdoB é só mais um capítulo na debandada das hostes petistas, mas é revelador. Vaccarezza foi líder dos governos Lula e Dilma na Câmara dos Deputados. Se notabilizou por aquela troca de mensagens de texto com Sérgio Cabral na época da CPI do Cachoeira quando tranquilizou o então governador que temia ser convocado para explicar os negócios com a Delta: "Você é nosso e nós somos teu(sic)". Vaccarezza assumiu a presidência do PTdoB em São Paulo e vejam a sua primeira iniciativa, quer trocar o nome do partido porque acha que muita gente relaciona a sigla ao PT. Pretende mudar para Nova Democracia porque não quer que a sigla tenha as iniciais PT. É o ônus da desmoralização. E podem se preparar que a partir de janeiro com o fim do mandato de dezenas de prefeitos petistas a debandada será ainda maior do que a de 2016.


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26/12/2016 14:47
Reprodução da Veja
Reprodução da Veja


Às vésperas do Natal, o governador Pezão anulou o decreto que ele mesmo assinou em novembro, após retornar ao cargo, que estranhamente concedia à joalheria Sara Joias mais isenções fiscais, com o agravante de ser retroativo a 2013, portanto quase 4 anos antes. É bom lembrar que só nas joalherias H. Stern e Antonio Bernardo, Cabral e Adriana Ancelmo gastaram mais de R$ 8 milhões. Todo mundo sabe que a mulher de Pezão também coleciona joias, vide o assalto ao apartamento do Leblon, de onde levaram 14 caixas de joias, crime nunca esclarecido. Nenhum estado deu tantos incentivos fiscais a joalherias como o Rio de Janeiro. E já denunciei aqui no blog que o esquema de lavagem de dinheiro comprando joias não foi adotado apenas por Cabral, Adriana Ancelmo e seus amigos. Cerca de 20 deputados e ex-deputados do Rio usaram o mesmo expediente. Esperamos que o MPF, a PF e a Receita Federal vão fundo na investigação das joalherias porque vão descobrir "as joias da Coroa".

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26/12/2016 13:39


Não deixem de assitir o vídeo abaixo, que circula nas redes sociais, que retrata bem o drama vivido hoje pelos servidores estaduais do Rio de Janeiro.




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26/12/2016 12:25
Reprodução da Veja
Reprodução da Veja


O PT correu a caixinha para arrecadar, via internet, R$ 500 mil para a campanha de defesa de Lula. Mas só conseguiu R$ 270 mil. Bem menos do que uma campanha semelhante feita no meio do ano para ajudar a defesa de Dilma. Na época foram arrecadados R$ 700 mil. E aí tem gente que deve estar se perguntando por que Lula sendo mais popular que Dilma arrecadou menos. É elementar, meu caros. Na época da campanha de Dilma os petistas ainda não tinham perdido as boquinhas no governo federal, além de que contavam com as reeleições de vários prefeitos, que acabaram derrotados ou não fizeram o sucessor. Com o desemprego dos petistas no governo federal e agora na virada do ano em dezenas de prefeituras pelo Brasil afora, muito militantes não têm mais condição de ajudar Lula. Tá ruim para todo mundo.

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26/12/2016 08:49
Reprodução do Extra
Reprodução do Extra


O presidente da ALERJ, Jorge Picciani dá prazo até abril para Pezão resolver os atrasos nos salários do funcionalismo estadual, caso contrário não vê mais condições de governabilidade. E claro, cita Pezão e Dornelles, porque em caso de impeachment só do governador assumiria o vice. Picciani já cita até eventuais nomes para assumirem o Governo do Estado porque ele não quer pegar esse rabo de foguete: o deputado estadual Luiz Paulo (PSDB), Eduardo Paes e os economistas Pedro Parente (atual presidente da PETROBRAS) e Armínio Fraga. Não me parece que nenhum deles esteja interessado no cargo com Estado completamente quebrado. Na verdade, como venho falando há algum tempo, a situação do Rio de Janeiro é de necessidade de intervenção imediata, mas Michel Temer não quer saber disso porque suspenderia a tramitação de Propostas de Emendas Constitucionais no Congresso, o que inviabilizaria as reformas que quer aprovar. Estamos naquela situação de que se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
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