Visitantes online : 1549 sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
13/12/2016 15:05


Em primeiro lugar o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa disse no RJ TV que o salário de novembro será pago em parcelas, sendo que a última só no dia 20 de janeiro. Só o pessoal da segurança e educação vai receber o salário integral no dia 20 de dezembro. Para o restante dos servidores nem o calendário do parcelamento foi divulgado.

Mas Pezão e Picciani estão articulando uma negociação em separado com os servidores da área de segurança. O objetivo é esvaziar o movimento de luta do funcionalismo. A dupla Pezão - Picciani propõe saldar o 13º integral do pessoal da segurança no dia 20 de janeiro, para os demais não há nem previsão de pagamento. Com isso a dupla espera que policiais, bombeiros e agentes do Desipe aceitem e parem de comparecer aos protestos.

Dentro dessa estratégia, Picciani adiou mais uma vez a votação do projeto que pretende passar para 2020 os aumentos previstos para 2017, agora foi marcado para a próxima segunda-feira, não mais amanhã. Conta que a turma da segurança aceite a proposta, e como disse a vários deputados, o movimento de luta reúne segurança, educação e mais meia-dúzia. De fato muitos servidores de outras áreas reclamam nas redes sociais, mas não se mobilizam para ir à rua defender seus direitos, como se diz popularmente "estão na aba da segurança" esperando serem beneficiados.



Cometários

         

13/12/2016 15:50:57
carioca - rio de janeiro
CARADURA, não tem outra explicação para o choro dos governadores, sabedores que quem vai pagar esse rombo dos estados é o pobre, via impostos federais. Pois 50% do total da carga tributária do governo federal vem dos trabalhadores que ganham até 3 salários-mínimos. Fácil mesmo,o pobre não reclama e não sonega impostos… Uma coisa é cristalina, Estado, Município e a União nunca se entendem sobre assuntos tributários, embora um dependa do outro, como exemplo, a sonegação do ICMS estadual esconde a sonegação de IRPF, IRPJ e INSS beneficiando os mais ricos, empresas ricas e seus patronos “pobres” contribuintes do IR e, muito trabalho informal sem INSS. A prova disso são os ROMBOS nas arrecadações estaduais com sonegações das notas fiscais, desonerações e isenções de impostos. Além da absoluta falta de fiscalização do ICMS, agravada pela cultura popular sobre o assunto que é o consumidor comum afirmar que não pede nota fiscal(ou cupom fiscal) legítima ou contrato formal em outros casos, porque os políticos desviam dinheiro público ou os gastos públicos não tem qualidade, um erro fatal essa sonegação fiscal consentida nestepaiz ou trabalho informal sem recolhimento de INSS. Pois é isso que causa a desigualdade social no Brasil , mesmo estando entre os dez países do mundo com o PIB mais alto, no caminho contrário, é o oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo. A sonegação fiscal é a grande indutora da violência urbana, ao comprar um produto sem documento legal, o consumidor não imagina o rastro de violência e sangue agregados nesse produto, mais assaltos e assassinatos…embora conviva sem reclamar com a taxa recorde dilmesca de 60.000 homicídios/ano, sem perceber as causas na origem. Quem quiser que faça um teste diante da recusa do comerciante ou prestador de serviços de fornecer a nota fiscal legítima, ao menos tente reclamar junto à burocrática administração pública, percebendo logo porque o estado faliu…



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