Reprodução da Folha de S. Paulo
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Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo já tinham virado réus na Operação Calicute por quadrilha, corrupção e lavagem de dinheiro por conta das propinas das empreiteiras Andrade Gutierrez e Carioca Engenharia. O juiz Marcelo Brêtas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do MPF contra o casal. Além deles também se transformaram em réus:

Wilson Carlos, ex-secretário do Governo
Hudson Braga, o Braguinha - ex-secretário de Obras
Carlos Miranda, o Avestruz - Laranja de Cabral
Luiz Carlos Bezerra - Laranja de Cabral
Wagner Jordão Garcia - Operador de Braguinha
Pedro Ramos de Miranda - Operador de Cabral
Paulo Fernando Magalhães Pinto Gonçalves - Laranja de Cabral
José Orlando Rabelo - Operador de Braguinha
Luiz Paulo Reis
Carlos Jardim Borges
Luiz Alexandre Igayara

Agora, Sérgio Moro aceitou a denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro contra Cabral e Adriana Ancelmo no caso das propinas pagas na obra do COMPERJ, da Petrobras. Além deles também são réus: Carlos Miranda, o Avestruz, Wilson Carlos e a esposa, além de dois executivos da Andrade Gutierrez. E isso é só o começo.