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16/12/2016 17:35
Luiz Zveiter e Sérgio Cabral
Luiz Zveiter e Sérgio Cabral


Conforme podem ver abaixo foi o desembargador Luiz Zveiter que assinou o contrato para construção da lâmina central do Tribunal de Justiça. Dois estudos cuidadosamente feitos e que constam da notícia-crime que apresentei na PGR em Brasília, mostram que o Fundo do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pagou R$ 33 milhões acima daquilo que estava previsto e que foi de fato executado.



Como foi mostrado pela revista Veja, o empreiteiro Fernando Cavendish, dono da construtora Delta, tem dito que uma das obras que delatará como tendo pago propina é justamente a obra do TJ-RJ.

Reprodução da Veja
Reprodução da Veja


Para ter uma ideia do tamanho das discrepâncias, só em um item do edital “instalações do canteiro de obras”, a variação entre o previsto e o que foi pago foi de 544%.

Previsto: 600 horas – Valor: R$ 121.518
Pago: 8.640 horas – Valor: R$ 1.749.859


Além disso, os técnicos do Tribunal de Contas do Estado afirmam categoricamente que a obra foi entregue com vários itens não concluídos, mas atestados e pagos.

Uma coisa me intriga, recentemente, como poderão ver no vídeo abaixo, numa manifestação em Niterói, o desembargador Zveiter foi hostilizado pela população e resolveu processar a mim e a Rosinha que não tínhamos nada com isso.




O que me intriga é que até agora ele não tomou nenhuma iniciativa de interpelar judicialmente Fernando Cavendish para que ele confirme ou não as declarações que teria dado sobre a propina paga.

Afinal a quem Cavendish deu propina na obra do tribunal?



Cometários

         

16/12/2016 21:50:30
fjunior - rio
Juízes são impolutos, inimputáveis? Não! Por essa Natureza é nescessário aprovar leis para todos. O Senado atropelou o Judiciário, mas o judiciário é a raiz. Durante anos o judiciário brasileiro se vendeu e se vestiu de crises morais de todo teor. Eles são a chave da corrupção no Brasil, vide o encoberto escânda-los dos precatórios que a sociedade devem nem saber do que se trata. O outro lado da impunidade são as prescrições, e os "utópicos segredo de justiça", sem contar o uso de dinheiro público e mesmo privado, vide caso Eike. Não obstante, os juízes se politizaram e defendem interesses inescrupulosos. É lamentável ter de reratar isso de juízes! Muito embora haja juízes sanos e respeitosos. Os juízes e Membros do Ministério Público do Brasil nao estao acima da lei.Seria interessante as refacoes de vestibular tratar esse nível! Mas será que querem que as pessoas pemsem?



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