Reprodução da BBC Brasil
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No primeiro semestre de 2017 deverá ser julgada no TSE a ação que pede a cassação da chapa Dilma - Temer. As chances da cassação ocorrer são cada vez maiores, ainda mais depois da delação da Odebrecht. A última pesquisa do Ibope mostrou que 63% defendem a renúncia de Temer, o que é extremamente improvável de acontecer. Tem ainda a possibilidade do impeachment, por enquanto ainda remota. Mas em caso do TSE cassar a chapa Dilma - Temer criou-se uma outra alternativa com a aprovação do novo Código Eleitoral, que estabelece que em caso de impedimento ou cassação do presidente e do vice (Dilma e Temer) antes de faltarem seis meses para a nova eleição a escolha do substituto seria por voto direto, e não por via indireta, através do Congresso. A Procuradoria Geral da República entrou com ação pela inconstitucionalidade. É nessa ação que o ministro do STF, Luís Roberto Barroso já elaborou seu voto, falta a presidente Cármen Lúcia colocar na pauta do plenário. Mas até lá muita água vai rolar.