Reprodução do Extra
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O presidente da ALERJ, Jorge Picciani dá prazo até abril para Pezão resolver os atrasos nos salários do funcionalismo estadual, caso contrário não vê mais condições de governabilidade. E claro, cita Pezão e Dornelles, porque em caso de impeachment só do governador assumiria o vice. Picciani já cita até eventuais nomes para assumirem o Governo do Estado porque ele não quer pegar esse rabo de foguete: o deputado estadual Luiz Paulo (PSDB), Eduardo Paes e os economistas Pedro Parente (atual presidente da PETROBRAS) e Armínio Fraga. Não me parece que nenhum deles esteja interessado no cargo com Estado completamente quebrado. Na verdade, como venho falando há algum tempo, a situação do Rio de Janeiro é de necessidade de intervenção imediata, mas Michel Temer não quer saber disso porque suspenderia a tramitação de Propostas de Emendas Constitucionais no Congresso, o que inviabilizaria as reformas que quer aprovar. Estamos naquela situação de que se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.