Reprodução da Veja
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Às vésperas do Natal, o governador Pezão anulou o decreto que ele mesmo assinou em novembro, após retornar ao cargo, que estranhamente concedia à joalheria Sara Joias mais isenções fiscais, com o agravante de ser retroativo a 2013, portanto quase 4 anos antes. É bom lembrar que só nas joalherias H. Stern e Antonio Bernardo, Cabral e Adriana Ancelmo gastaram mais de R$ 8 milhões. Todo mundo sabe que a mulher de Pezão também coleciona joias, vide o assalto ao apartamento do Leblon, de onde levaram 14 caixas de joias, crime nunca esclarecido. Nenhum estado deu tantos incentivos fiscais a joalherias como o Rio de Janeiro. E já denunciei aqui no blog que o esquema de lavagem de dinheiro comprando joias não foi adotado apenas por Cabral, Adriana Ancelmo e seus amigos. Cerca de 20 deputados e ex-deputados do Rio usaram o mesmo expediente. Esperamos que o MPF, a PF e a Receita Federal vão fundo na investigação das joalherias porque vão descobrir "as joias da Coroa".