Reprodução da Folha de S. Paulo
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Apesar do que Michel Temer definiu como "belíssimo presente de Natal", referindo-se à liberação de saques de contas inativas do FGTS e do promessa de queda dos juros do cartão de crédito, além das mudanças trabalhistas, as projeções para a economia não são nada animadoras, pelo menos para o primeiro semestre de 2017. Segundo relatório dos bancos Santander e Bradesco, o desemprego que está hoje na faixa de 12%, com 12 milhões de desempregados deve aumentar ainda mais, para 13%, o que representa mais um milhão de pessoas sem trabalho formal. As vendas de Natal caíram, o comércio continua fechando lojas, só nos shoppings 18 mil estabelecimentos cerraram as portas. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles reconhece que antes de junho não deveremos ter boas notícias na economia. Ou seja, a situação ainda vai piorar mais antes de começar a se reverter.