Reprodução do Radar online, da Veja
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O que o Palácio do Planalto precisa entender é que não adianta gastar R$ 208 milhões ou quanto seja mais quando não se tem "produto" bom para "vender" à população. Vejam o caso do Rio de Janeiro. Cabral e Beltrame montaram a farsa da pacificação. Esse "produto" servia para campanhas publicitárias. Mas no caso de Temer não existe - pelo menos hoje - um "produto" bom para a propaganda, mesmo forçando a barra. Por isso o governo vai jogar dinheiro fora. Enquanto a crise econômica e, acima de tudo, o desemprego não cederem não há propaganda que mude o quadro de reprovação de Temer.