Reprodução da Veja
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O presidente Michel Temer demorou quatro dias a se manifestar sobre o massacre que matou 66 detentos do presídio de Manaus. E quando falou do problema classificou como "acidente pavoroso", o que gerou ainda mais críticas. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes negou ter recebido pedido de ajuda da governadora de Roraima, mas acabou desmentido com a divulgação de ofício recebido em novembro alertando para o risco de rebelião. No presídio de Boa Vista foram 33 executados, com cabeças cortadas e até corações arrancados do corpo. E o Secretário Nacional da Juventude, líder da Juventude do PMDB, Bruno Júlio defendeu um chacina por semana, para ele a solução é matar mais presos. Bem, esse "perdeu a cabeça" depois da declaração insensata. E agora dizem que a cabeça do ministro da Justiça também pode rolar. O fato é que em matéria de gestão de crise o governo Temer ficou muito mal na fita.