Reprodução do blog de Lauro Jardim, do Globo
Reprodução do blog de Lauro Jardim, do Globo



Surpresa seria se os registros de contabilidade dos operadores financeiros de Sérgio Cabral não incluíssem os nomes de Pezão e do filho do ex-governador, o atual secretário estadual de Esportes, Marco Antônio Cabral. E me permitam discordar da avaliação de que os registros "isoladamente não indicam prova de nada". Ora, como não? Se constam repasses de dinheiro, é claro que isso é prova. No caso de Pezão quem sabe de tudo é Hudson Braga, o Braguinha, que era o seu "homem da mala". Braguinha, que está negociando delação premiada, motivo de briga feia com Cabral, na cela de Bangu 8, é que sabe o caminho das pedra, ou melhor, o caminho do dinheiro de Pezão. Já o caso de Marco Antônio Cabral era com Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz, que a Operação Calicute descobriu que bancava as despesas da família Cabral, incluindo sua primeira mulher.

E é bom não esquecer de outro filho de Cabral, João Pedro e seus 12 cavalos de raça usados em competições de polo, que é conhecido como o "esportes dos reis". Cada cavalo não custa menos de R$ 300 mil. Adivinhem de onde veio o dinheiro para a compra desses cavalos?