Reprodução do Estadão
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O secretário nacional Antilavagem de Dinheiro do Uruguai Carlos Díaz estava negociando um acordo com o MPF para ajudar a rastrear as contas usadas naquele país por Sérgio Cabral e outros investigados na Lava Jato. O acordo seria assinado depois do carnaval. Mas, de repente, no sábado, Carlos Diaz apareceu morto na piscina de sua casa. A autópsia diz que morreu de enfarte. Bem, a questão é saber se o enfarte foi natural ou foi induzido. Hoje existem substâncias que provocam enfarte. Agora mesmo acompanhamos o caso do irmão do ditador norte-coreano Kim Jong-um, que foi envenenado por gás VX no aeroporto de Kuala Lumpur, na Malásia. O fato é que a morte de Carlos Diaz é uma coincidência misteriosa e muito conveniente para os brasileiros que usaram o Uruguai para lavar dinheiro da corrupção, como é o caso de Sérgio Cabral.


Em tempo: Daqui a pouco vou mostrar o castelo na Espanha comprado pelos operadores do PMDB, Jorge Luz e Bruno Luz, que foram presos em Miami e trazidos para o Brasil.