Reprodução do Extra online
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Pezão avisou que não tem dinheiro para repassar a verba constitucional mensal (duodécimo) para a Justiça fluminense. Com isso o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Milton Fernandes de Souza avisou juízes, desembargadores e serventuários que não tem como pagar o salário no dia 31 (sexta-feira). O clima ficou quente no TJ com a revolta de vários desembargadores. Ontem mesmo o o presidente do Tribunal foi para Brasília onde ingressou com ação no STF pedindo o bloqueio de R$ 275 milhões das contas do Estado. Acabou o bom relacionamento de Pezão com a Justiça do Rio. No final do dia de ontem, Pezão já sofreu a primeira derrota judicial. O TJ proibiu o governador de cortar 30% dos salários dos professores que fizeram greve na UERJ. Caso o bloqueio seja decretado pelo STF o salário de fevereiro para metade dos servidores estaduais não tem previsão de começar a ser pago, e já estamos no final de março. A situação está se agravando cada vez mais e Pezão que não conte mais com a compreensão do Judiciário do Rio.

Em tempo: Pezão também não repassou o duodécimo do Legislativo, do Tribunal de Contas, do Ministério Público e da Defensoria Pública.

Comentários

28/03/2017

10:13

ANONIMO - XXX

Sabe aquela pessoa que está com a corda no pescoço só faltando alguém bater no rabo do cavalo para se enforcar? Pois esse é o pezão, nunca vi em toda a minha vida uma pessoa tão incompetente como ele, se eu fosse ele já tinha pedido para sair a muito tempo, está sacrificando o povo do Rio de Janeiro, com a sua incompetência. Também vindo do Cabral só poderia dar nisso, o chefe está preso, só esperando por ele, ai teremos um governador e um vice presos, atados igual a carangueijo, sem contar os peixes piranha que lá estão e a 1ª dama também presa. Que quadro lindo.

29/03/2017

10:32

Reinaldo - Rio de Janeiro

O senhor tem que rebater todas as acusações para não dar margem a figuras como Boechat ficar te chamando de quadrilheiro. Por exemplo, essa acusação de máquinas caça-níqueis é totalmente falsa. A polícia fazia as apreensões, mas como não tinha legislação clara, era a Justiça que atendia aos pedidos dos empresários de caça-níqueis e mandava devolver as máquinas para os empresários.