Reprodução do jornal O Dia
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A engenheira Luciana Salles Parente, que integrou o consórcio que construiu a Transcarioca, na gestão de Eduardo Paes delatou mais um esquema de propinas. Desta vez envolvendo o secretário de Obras na gestão de Paes, Alexandre Pinto, que teria ficado com 1% do valor do contrato, os conselheiros do Tribunal de Contas do Município, que teriam dividido 1%, além de integrantes do Ministério das Cidades, que teria, embolsado 3%.

Vale aqui relembrar que só as obras da Transcarioca custaram R$ 1,9 bilhão, além de mais R$ 300 milhões com desapropriações, um superfaturamento de quase 50% do preço previsto, e receberam verbas federais. Bem 5% do valor do contrato representam R$ 95 milhões em propinas. Como se diz popularmente "está tudo dominado", todo mundo recebia propina. Era o esquema do PMDB-RJ, "somando propinas".