A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que representa a Igreja Católica, quer que os padres alertem nas missas que a reforma previdenciária do governo Temer vai provocar mais "exclusão social". E não é que foi o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) quem pulou na frente para defender Temer. Bem, ele tem o direito de defender quem quiser ou que quiser, aliás, sua subserviência ao Palácio do Planalto é de longe a maior vista em muitos anos e vários presidentes da Casa. Mas tentar enganar a CNBB com um discurso vazio de que exclusão social acontecerá é se a reforma da Previdência não for aprovada, e que a aprovação vai gerar empregos, queda da inflação e crescimento do país, acho que está achando que é um espertalhão.