Reprodução do Globo
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Na área de obras a quadrilha de Sérgio Cabral roubava 7% dos contratos, 5% ia para governador, 1% era a "taxa de oxigênio" cobrada por Braguinha, o "homem da mala" de Pezão, e 1% era dividido pelos conselheiros do TCE. Mas na saúde a roubalheira tomava 10% dos contratos. Eram 5% para Cabral, 2% para Sérgio Côrtes, 1% para Cesar Romero (subsecretário que delatou), 1% para o TCE, e 1% para "manutenção do esquema". Segundo Cesar Romero, a roubalheira atingia R$ 300 milhões por ano.

Aliás, já disse aqui inúmeras vezes, que ainda falta muita gente em Bangu. Hoje foi Côrtes, mas ainda falta Regis Fichtner e muitos outros.

Prestem atenção no que disse o procurador Eduardo El Hage, coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Rio: "O governador Cabral roubou dos cofres públicos em todas as áreas. Até o fim do ano vamos mostrar isso". É exatamente o que venho sustentando há vários anos.

Aliás, abaixo desta postagem vou relembrar alguns esquemas de Sérgio Côrtes denunciados aqui no blog.