Ontem mostrei que o delegado federal Paulo Cassiano, o juiz Ralph Manhães, o promotor Leandro Manhães agiram para tomar a Santa Casa de Misericórdia, uma instituição que pertence ao povo de Campos, e colocar à frente do hospital o pai do delegado.

UNIDOS no mesmo propósito e agindo como uma organização política , a eles se juntaram os grupos de mídia TERCEIRA VIA, cujo proprietário é dono de um hospital privado, de um plano de saúde e é o maior devedor de impostos da cidade, Cidinho Neves. Também o grupo FOLHA DA MANHÃ que além de jornal e rádios detêm participação na Globo local.

Politicamente alinhados com Cabral e Pezão, que roubaram e faliram o estado, eles também ganharam o apoio dos braço legislativo e judiciário do grupo.

UNIDOS eles tinham dois objetivos: fazer negócios com a Prefeitura de Campos, direta ou indiretamente e me liquidar politicamente. Para isso era preciso afastar do comando da cidade de Campos qualquer pessoa vinculada ao grupo político do GAROTINHO.

Como perderam as duas eleições anteriores para Rosinha, precisavam ganhar de qualquer jeito, para manter o controle sobre vários negócios na cidade, usando em muitos casos, um inspetor de polícia civil chamado Rogério Pontes, que mesmo sendo um simples funcionário estadual,tem imposto de renda declarado de mais de R$ 6 milhões de reais.

É nesse clima de cobiça pelo poder e a possibilidade de muito dinheiro que se associaram ao candidato Rafael Diniz, ajudaram a elegê-lo, participaram ilegalmente de sua campanha, mesmo que para isso tivessem que passar por cima das leis, cometer arbitrariedades, condenar pessoas inocentes e até mesmo cometer ou acobertar ilegalidades.

O policial-empresário e lobista Rogério Pontes, o delegado federal Paulo Cassiano, o promotor Leandro Manhaēs,o juiz Ralph Manhães juntaram-se de forma escandalosa a mídia local e ao então candidato Rafael Diniz, para mentir à população e tomar o poder no município de Campos de forma ilegal.

É a partir desse contexto que nasce a OPERAÇÃO CHEQUINHO, como mostrarei nos próximos capítulos.

Mas com GAROTINHO solto e denunciando a armação isso seria possível?

Não!

Era preciso prendê-lo ou proibi-lo de falar.

E foi o que tentaram fazer.

Ė o que vou mostrar no próximo capítulo, passo a passo, para desmascarar a farsa midiática, jurídica e eleitoral chamada operação CHEQUINHO.

Vocês saberão quem eles já indicaram no governo municipal para controlar e manipular grandes orçamentos,
quem os garante para tomar atitudes tão absurdas e fora da lei e principalmente como tornaram um jornal local o diário oficial de Justiça do estado.

Na semana do dia das mães, por exemplo, solicitei autorização para ir a Campos ver minha mãezinha de idade avançada.

Antes que eu ou o advogado soubéssemos de qualquer decisão já estava publicada a resposta na FOLHA MANHÃ.

Em outra oportunidade o juiz se valeu de uma simples nota, que nem citava a origem da informação, que mesmo que fosse verdadeira não seria ilegal, publicada no mesmo jornal, para decretar mandado de recolhimento de câmeras do apartamento alugado onde resido no Rio de Janeiro e na empresa Palavra de Paz.

Várias de suas decisões são informadas primeiro ao jornal e depois à parte interessada.

Abuso atrás de abuso.

Ilegalidades uma após outra.

A justiça utilizada como partido político e outros fins inaceitáveis.

É o que está ocorrendo em Campos e continuaremos mostrando aqui.

Desde já sabendo que o juiz já tem uma sentença pronta para me condenar e que a maior vitima nesse esquema é a verdade.