A gravação de uma conversa entre Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud, da JBS, mostrou como o empresário se achava o mais esperto, que passava a perna em quem quisesse. Agora está a caminho da prisão em Brasília, onde deverá permanecer, pelo menos até sexta-feira, quando vence sua prisão temporária. Mas a esta altura, diante dos fatos, Joesley corre sério risco de ter a prisão temporária transformada em preventiva. O homem que riu do Brasil, que ganhou milhões com a venda de ações antes da divulgação da delação, que se achava professor de malandragem deve estar começando a aprender uma velha lição: quem ri por último ri melhor.