Reprodução do Diário do Poder
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Na denúncia sobre a roubalheira na saúde estadual, onde Cabral, Sérgio Côrtes e o Rei Arthur, entre outros, viraram réu, o MPF sustenta que o decreto de emergência na saúde, assinado pelo ex-governador assim que tomou posse, não passou de uma jogada para facilitar o desvio de dinheiro público.

Na época eu disse que não fazia o menor sentido a decretação da emergência, afinal Rosinha deixou a área de saúde em boas condições. É claro que havia problemas, como é impossível não acontecer numa rede tão ampla e com tanta capilaridade, mas nada que, nem de perto justificasse o decreto. Tudo não passou de um embuste, que a mídia "comprou", para fazer contratos emergenciais sem licitação. É simples assim.