Reprodução do Diário do Poder
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Na denúncia sobre a roubalheira na saúde estadual, onde Cabral, Sérgio Côrtes e o Rei Arthur, entre outros, viraram réu, o MPF sustenta que o decreto de emergência na saúde, assinado pelo ex-governador assim que tomou posse, não passou de uma jogada para facilitar o desvio de dinheiro público.

Na época eu disse que não fazia o menor sentido a decretação da emergência, afinal Rosinha deixou a área de saúde em boas condições. É claro que havia problemas, como é impossível não acontecer numa rede tão ampla e com tanta capilaridade, mas nada que, nem de perto justificasse o decreto. Tudo não passou de um embuste, que a mídia "comprou", para fazer contratos emergenciais sem licitação. É simples assim.

Comentários

13/10/2017

05:34

Elizete - Estado do Rio de Janeiro

Esse Cabral para tomar jeito e nunca mais desviar dinheiro público com aliados, o peemedebista deveria tomar um banho de sol sem camisa em uma temperatura de 45 graus durante duas horas.

13/10/2017

05:34

Igor - Rio de Janeiro - RJ

Quem era o chefe da assessoria jurídica da Secretaria de Saúde na gestão do ladravaz Sérgio Côrtes? Não viu nada? Não viu que a corrupção grassava ao seu redor? Alô, Ministério Público Federal, faltam notórios nessa denúncia!

13/10/2017

11:28

Roberto - Rio de Janeiro

Um cara desses merece ser preso? Nao, merece pena capital.Desde o momento que se tornou Governador, seu projeto de governo era roubar

14/10/2017

10:16

Daniel - Tijuca

O Antagonista: " Funaro, Picciani e a ‘conexão suíça’ Em seu depoimento de 23 de agosto à PGR, Lúcio Funaro disse ainda ter recebido 5 milhões de francos suíços a pedido de Eduardo Cunha, para financiar a campanha do PMDB no Rio. O doleiro disse ter sido informado pelo ex-presidente da Câmara de que o repasse fora acertado entre Jorge Picciani, presidente do PMDB no Estado, e Jacob Barata Filho, o “rei dos ônibus”. “Ele [Cunha] disse: ‘Esse dinheiro é do Jacob Barata. É um dinheiro que ele acertou com o Picciani de doação de campanha'”, declarou Funaro aos procuradores. A ideia, sempre segundo o doleiro, era usar metade para a campanha de deputados federais e metade para a de deputados estaduais do PMDB do Rio. Pela cotação da época, o dinheiro era equivalente a R$ 12 milhões, que Funaro diz ter recebido num banco suíço."

14/10/2017

10:56

Reinaldo Luiz - Rio de Janeiro

Lembrando também que o governo Lula nomeou Sérgio Cortes para fazer intervenção nos hospitais municipais do então pré-candidato a presidente Cesar Maia, fez milhões de reais sem licitação e nunca foi investigado por isso. Os hospitais municipais não melhoram nada na época, tudo roubalheira do Lula, que infelizmente não ficou sabendo de nada.