Reprodução do Brasil 247
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O coronel João Baptista Lima Sobrinho é alvo de nova suspeita de propina investigada pela Polícia Federal. Num cofre da Argeplan, empreiteira do coronel, a PF encontrou uma planilha que indicaria o repasse de 17% de um contrato de R$ 50 milhões firmado entre uma empresa de coleta e incineração de resíduos e a Codesp, administradora do porto de Santos.

Segundo a Polícia Federal, na planilha, o percentual aparece associado ao nome J.P. Tecnolimp, do grupo Julio Simões, que, segundo a PF, fechou no mesmo ano um acordo de acionistas com a empresa Eliland, braço de uma offshore no Uruguai.