Hoje os jornais e TVs, especialmente os ligados às organizações Globo, noticiaram fartamente a condenação de minha esposa ROSINHA GAROTINHO, por injúria contra o desembargador Luiz Zveiter.
A perseguição que esse senhor tem comandado contra minha família,um dia a verdade será mostrada e talvez haja justiça e imprensa livre.
Rosinha não disse nenhuma mentira e todo o tribunal de Justiça e o mundo jurídico sabe disso.
Mas, o poder desse senhor no judiciário Fluminense é cada vez maior já que a imprensa do Estado tem medo de falar de qualquer ato praticado por influência ou diretamente por ele.
Vejamos o que ocorre atualmente. Existe um grande debate sobre o aumento dos salários dos ministros do STF.
É ou não é apropriado o momento para o aumento?
O debate é intenso. Cai ou não o auxílio moradia?
Embora toda a imprensa saiba da lei aprovada no Rio de Janeiro,e quem são os envolvidos na questão, não há uma linha sobre o assunto nos jornais ou uma palavra nos noticiários de TV e rádios.
Vamos direto ao ponto: em meio ao recesso parlamentar de 2009, em julho mais precisamente, a Assembleia Legislativa aprovou a Lei dos Fatos Funcionais, elaborado por Zveiter e sancionada por Cabral.
Ela garantiu aos magistrados fluminenses muito mais que auxílio moradia,vejamos alguns direitos dados pela lei Cabral/Zveiter: auxílio saúde, auxílio educação, auxílio alimentação, auxílio por dar aula (não é o pagamento da aula) e outros tantos que somam 14 benefícios, além claro do auxílio moradia.
O último levantamento mostrou que 98,5 % dos magistrados do Estado recebem bem acima do teto.
A absurda lei dos Fatos Funcionais foi questionada pela Procuradoria Geral da República no ano de 2010. A PGR questionou a inconstitucionalidade da lei Cabral/Zveiter alegando que a norma estadual criava vantagens não previstas na Lei Orgânica da Magistratura.
O julgamento andou pouco, o primeiro voto, foi do ministro Ayres BRITO, que acompanhou a tese da PGR afirmando que o legislativo Fluminense extrapolou de suas funções criando super-salários,não previstos em nenhuma lei.
Logo em seguida o ministro Luís Fux pediu vistas do processo,que até hoje não retornou ao plenário.
O voto do ex-ministro Ayres Brito foi em 2012, são pelo menos 6 anos que o assunto parou de ser discutido.
No mesmo período, entre 2007 e 2010,o escritório de advocacia da família Zveiter, então presidente do TJ/RJ recebeu dos cofres da CEDAE a quantia de R$ 30,9 milhões,por serviços prestamos a empresa, cujo presidente foi escolhido por Sérgio Cabral.
Mas, a imprensa do Estado não está preocupada com isso, afinal na carteira de clientes do escritório da família também consta as Organizações Globo!
O importante agora é privatizar a CEDAE.
Aliás, talvez esse seja o motivo pelo qual nenhum dos órgãos de comunicação do grupo tenha noticiado que a variação patrimonial do deputado Federal Sérgio Zveiter foi de 500% entre 2010 e 2014, segundo dados obtidos pela organização contas abertas,alcançando o valor de R$ 15 milhões.

O desembargador Zveiter vem tentando me intimidar e praticando obstrução à investigação que pedi a PGR em Brasília sobre a construção do prédio do TJ/RJ.

As injustiças que eu e minha família estamos sofrendo,inclusive com prisões e tortura praticadas por agentes do Estado, não contaminam minha fé na verdadeira justiça,um dia ela prevalecerá.
A quantidade de processos contra minha família nos órgãos sob influência do desembargador é assustadora.

O desembargador Zveiter, pelo poder e dinheiro que acumulou, pode até se sentir Deus,mas ainda existem pessoas que o alertam para a distância que o separa daquele único que está acima de qualquer julgamento, este sim, eterno e imortal.

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