Piscinão de Ramos: abandono total
Piscinão de Ramos: abandono total


O Piscinão de Ramos, inaugurado em setembro de 2001, no meu governo, é uma das iniciativas das quais muito me orgulho. Foi a sensação do verão carioca naquele ano, e virou sucesso nacional, na novela O Clone, como aquela personagem engraçada, a Odete (Mara Manzan), que adorava o Piscinão e dizia “cada mergulho é um flash”. Virou a grande opção de lazer da Zona Norte e até de muitos moradores da Baixada. Dezenas de milhares de pessoas, famílias inteiras, aproveitavam não apenas o piscinão, como as quadras esportivas, as áreas de lazer, os shows e atividades recreativas da Lona Cultural. Abaixo, reproduzo fotos do Piscinão, dos bons tempos, que em nada lembram o abandono atual.

Os culpados pelo abandono do Piscinão de Ramos, que hoje, a água está imunda, não é trocada, cheia de lixo, vive às moscas, e tudo está quebrado, têm nome e sobrenome: Sérgio Cabral e Eduardo Paes. Cabral foi o primeiro a abandonar o Pisicinão, porque era obra do meu governo. Repassou para Eduardo Paes que deixou tudo ficar no estado em que está. Paes se preocupa muito em fazer shows na Zona Sul, em Rock in Rio, que é pra poucos, mas para a Zona Norte, é abandono total.


O Piscinão de Ramos, no verão 2001 / 2002
O Piscinão de Ramos, no verão 2001 / 2002



Em tempo: Amanhã vou mostrar para vocês como Cabral jogou no lixo milhões e abandonou os Restaurantes Populares; as Farmácias Populares; os Hotéis Populares, que tiraram muita gente da rua; as Clínicas de Tratamento de Dependentes Químicos, que não recebem mais pacientes.

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