Reprodução do G1
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Eduardo Cunha esperava que seu pedido de habeas corpus junto ao Supremo Tribunal Federal fosse apreciado pelo ministro-relator da Lava Jato, Teori Zavascki antes do recesso do Judiciário que começa na próxima terça-feira. Mas o ministro jogou o caso para o plenário do STF. Com isso a presidente, ministra Cármen Lúcia marcou o julgamento para o dia 8 de fevereiro. Pelo menos até lá, Cunha continuará preso em Curitiba.