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sábado, 17 de fevereiro de 2018

17/02/2018

14:03

A Lava Jato e a ALERJ

Jorge Picciani (na frente), Paulo Melo (atrás à esquerda) e Edson Albertassi (atrás à direita) sendo conduzidos presos pela Polícia Federal
Jorge Picciani (na frente), Paulo Melo (atrás à esquerda) e Edson Albertassi (atrás à direita) sendo conduzidos presos pela Polícia Federal

Não tenham dúvidas de que está para sair do forno e não vai demorar muito mais uma operação da Lava Jato no Rio de Janeiro. Será o desdobramento da etapa Cadeia Velha, que levou para a prisão os deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, por envolvimento no esquema de propinas da Fetranspor. Os poderosos Jacob Barata, José Carlos Lavoura e Lélis Teixeira, que mandam nos ônibus do Rio de Janeiro estão colaborando com o MPF e a PF. As duas instituições receberam reforço no final do ano passado. O que está por vir será uma bomba de muitos megatons que cai explodir no meio do plenário do Palácio Tirandentes, sede do Legislativo fluminense, e atingirá um número substancial de deputados. Vai ser um Deus nos acuda.

17/02/2018

12:30

Disputa pelo dinheiro do MDB-RJ

Leonardo Picciani e Marco Antônio Cabral; ao lado Moreira Franco
Leonardo Picciani e Marco Antônio Cabral; ao lado Moreira Franco

Com a prisão do "todo poderoso" presidente da ALERJ, agora licenciado, deputado Jorge Picciani, a presidência do MDB-RJ está temporariamente nas mãos do vice-presidente, o deputado federal Marco Antônio Cabral, filho de Sérgio Cabral. Mas não terá o comando do MDB-RJ por muito tempo. O ministro Moreira Franco já está se movimentando para tomar o partido no Rio, só aguarda a decisão do STF sobre o pedido de habeas corpus de Picciani. Caso o habeas corpus não saia, Moreira vai travar um duelo com o clã Picciani. Na hipótese de continuar preso, Jorge Picciani quer na presidência do partido seu filho Leonardo, atual ministro do Esporte, que deixará o cargo em abril para disputar a reeleição como deputado federal. Quem presidir o partido terá o controle do fundo partidário e do fundo eleitoral, consequentemente facilitando a vida dos candidatos que fizerem dobradinhas na eleição. E lembrando que Moreira Franco anda pensando em disputar vaga de deputado federal para garantir foro privilegiado.

17/02/2018

11:02

A ressaca de Jair Bolsonaro

O deputado federal Jair Bolsonaro está criticando a intervenção, mas não fala em público os reais motivos. Em vídeo gravado no Facebook alega que a intervenção foi planejada "nos porões do Palácio do Planalto" sem ouvir o comando das Forças Armadas e das polícias Civil e Militar do Rio. Esse é o argumento para o público.

Em privado, Bolsonaro sabe que a intervenção esvazia o seu discurso de linha dura na segurança pública. Levou uma rasteira do governo que vai atrapalhar seus planos eleitorais.


17/02/2018

09:16

A hipocrisia do MDB

Reprodução do blog de Josias de Souza, do UOL
Reprodução do blog de Josias de Souza, do UOL

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16/02/2018

12:57

Intervenção na segurança: Por que não tirar Pezão?

Há meses que venho afirmando que a saída para o Estado do Rio de Janeiro é a federalização do sistema de segurança pública. O governo federal optou pela saída errada: a intervenção, que em outras oportunidades já demonstrou ser ineficiente. A diferença entre as duas situações é clara.

Na federalização as forças de segurança passam a ter o tratamento, não só o comando, das forças de segurança do Distrito Federal, com salários especiais, recursos e apoio integral do governo federal. Aliás, do ponto de vista histórico isso seria justíssimo, e é devido ao nosso estado desde a transferência da capital.

A intervenção é um mero paliativo para acalmar a população diante dos desastres cometidos na área de segurança pelos governos de Sérgio Cabral e Pezão.

Como venho afirmando há anos a implantação das UPPs desorganizou o sistema de segurança precário que existia no Rio. Foram abandonadas as delegacias legais, os cursos de formação de policiais, o policiamento ostensivo, como o GETAM (Grupamento Especial Tático Móvel) e outros.

No Estado sob as mãos, primeiro de Beltrame, e depois de Roberto Sá, o que se viu foi a explosão dos grupos milicianos, o privilégio de uma determinada facção sobre outras na implantação de UPPs, e milhões de recursos jogados fora em sucessivos investimentos equivocados para a Olimpíada e a Copa do Mundo.

É inegável também que faltou uma escala de contenção da violência, que se inicia pela prevenção, seguido da organização e modernização do aparelho policial, do sistema penitenciário, dos batalhões de polícia, do sistema de inteligência, e por fim de uma repressão qualificada que evite a quantidade de mortes de policiais e pessoas inocentes, atingindo somente quando necessário criminosos, porque o objetivo principal é prendê-los.

O governo federal demorou a tomar a decisão, e tomou o caminho errado. Se essa for a primeira etapa da federalização melhor, mas não parece. Digo que demorou porque se tivesse feito há mais tempo teria evitado o desperdício dos milhões que foram roubados no aluguel de viaturas superfaturadas na Polícia Militar. Teria evitado o constrangimento de ver o secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, morando na casa de um dos operadores (laranja) do grande saqueador do Rio, Sérgio Cabral. Teria evitado ainda a desorganização do sistema prisional com a criação de um presídio vip, e a colocação à frente da Secretaria de Administração Penitenciária de pessoas incompetentes para desempenhar uma função importante, que é evitar que de dentro dos presídios as ordens continuassem sendo dadas aos criminosos entrincheirados em suas áreas de atuação.

Toda a sociedade quer a paz, mas achar que ela virá somente pela atuação das forças policiais é um equívoco. Os jovens que hoje estão saqueando supermercados ou sendo "aviões" do tráfico poderiam estar participando de programas sociais como o Jovens Pela Paz e Reservistas da Paz. As comunidades que receberam UPPs, um latão sem o mínimo de condições de trabalho para os policiais, não receberam do Estado nada além de polícia. Viram seus programas sociais serem extintos, e a elite política do Rio se esbaldando e esbanjando na farra dos guardanapos, na compra de mansões e iates, contas no exterior, e outras falcatruas que tanto o Ministério Público Estadual como a Justiça Estadual assistiram de camarote, como se estivessem na Marquês de Sapucaí. O que acontece no Rio é o desfile da Paraíso do Tuiuti somado com o desfile da Beija Flor.

Achar que uma intervenção da Forças Armadas vai resolver o problema é querer iludir o povo mais uma vez. Segurança pública requer capacitação, investimento em tecnologia, restabelecimento da autoridade moral nas polícias, além de outros fatores que compõem o conjunto de ações para impedir que numa sociedade desigual, comandada por larápios, uma geração inteira caia no crime.

Faço pequenas observações para terminar este texto. Se o governo federal não estender a intervenção até o sistema penitenciário será tempo e dinheiro jogados fora. Se for para colocar, mais uma vez, tanques nas avenidas Atlântica, Vieira Souto, Brasil e nas Linhas Vermelha e Amarela para proporcionar sensação de segurança, como foi feito em 1994, também é jogar dinheiro fora. Se for criado um Ministério da Segurança para colocar sentado lá gente que participou ativamente da roubalheira no Rio, como está se falando, pois afirmam que o preferido de Temer é José Mariano Beltrame, aí a farsa estará consumada.

Agora se for o primeiro passo para a federalização pode ser um bom começo. Aliás, uma pergunta que se faz necessária: essa figura melancólica chamada Pezão já não controla as finanças estaduais, após a assinatura do Plano de Recuperação Fiscal, pois a delegação foi dada a um representante do Ministro da Fazenda, conforme previsto na lei aprovada pela ALERJ e no decreto presidencial. Agora não terá mais comando das polícias, dos bombeiros, e esperamos também dos presídios. Ele já está cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral apenas com recurso aguardando julgamento no TSE. O líder do seu governo, deputado Edson Albertassi está preso em Benfica. O grande articulador de suas iniciativas no Legislativo, Jorge Picciani, também está preso em Benfica. O seu ex-braço-direito, Hudson Braga também está preso. O seu mentor como governador do estado, Sérgio Cabral, foi mandado para Curitiba sob acusação verdadeira de que dava ordens de dentro do presídio que Pezão mandou construir para ele e seus amigos.

Desculpem a franqueza, mas não seria mais fácil decretar uma intervenção no estado e afastar Pezão?

Talvez o STJ faça isso que Temer não teve coragem de fazer. Aguardemos os próximos dias.

16/02/2018

11:40

A ilusão de Eduardo Paes

Francisco Dornelles e Eduardo Paes
Francisco Dornelles e Eduardo Paes

O ex-prefeito Eduardo Paes e seu pupilo Pedro Paulo vão deixar o MDB. Até aí tudo dentro do esperado. Paes que foi até agora um dos principais nomes do partido, ao lado de Sérgio Cabral e Jorge Picciani, está vendo o navio afundar atingido pela Lava Jato. E é aquela história quando o navio está afundando os ratos abandonam o porão. Está fechando uma negociação com o PP, do vice-governador Francisco Dornelles. Acha que mudando de sigla partidária, indo se alojar no reduto de Dornelles os eleitores vão esquecer a roubalheira do PMDB, hoje novamente MDB. Mas alguém deveria alertar o ex-prefeito que não adianta o partido para onde vá. A Lava Jato está prestes a o alcançar de forma definitiva. Em breve deverá estar em companhia de outros colegas do PMDB-RJ, que já estão "residindo" em Benfica.

16/02/2018

07:40

Governo Federal decide fazer intervenção na Segurança do Rio de Janeiro

Fuzileiro Naval atuando na segurança do RJ (Foto: TASSO MARCELO/ AFP)
Fuzileiro Naval atuando na segurança do RJ (Foto: TASSO MARCELO/ AFP)

Como venho dizendo desde o início, a situação de Pezão à frente do Estado está insustentável há muito tempo. Logo mais, após da publicação do decreto de Temer, farei uma análise detalhada sobre o assunto.

15/02/2018

22:13

Garotinho - Compromisso com a verdade

15/02/2018

20:07

Daqui a pouco, às 22h, Garotinho ao vivo no Facebook

Hoje estarei fazendo um live, um bate papo com todos vocês no meu Facebook, a partir das 22 horas.

Divulgue. Participe. COMPARTILHE.

15/02/2018

18:32

Pezão está com medo de demitir o secretário de Segurança Pública?

Secretário Roberto Sá com Pezão
Secretário Roberto Sá com Pezão

Há muito tempo que chamo o secretário de Segurança Pública, Roberto Sá de Rolando Lero, aquele personagem enrolados da Escolinha do Professor Raimundo. É impressionante a sucessão de erros no comando da segurança pública, e o blá, blá, blá do secretário, que nunca diz nada, só enrola. Mas o que vimos no carnaval foi o pior planejamento de segurança da história do Rio de Janeiro, a ponto de Pezão declarar: "Não estávamos preparados". A responsabilidade por essa tragédia é toda do secretário Rolando Lero, que, aliás, "sumiu" no carnaval. No ano passado cheguei a pedir a cabeça do senhor Roberto Sá. Agora é urgente a sua saída, não há comando, não há controle, ele perdeu as condições de liderar as polícias. Ou será que Pezão está com medo de demitir Rolando Lero? O que estará acontecendo?

15/02/2018

16:26

Ninguém no Palácio do Planalto acredita mais na Reforma da Previdência

Na segunda-feira o Congresso retoma os trabalhos. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia marcou para terça o início da votação da Reforma da Previdência, mas reservadamente já considera a reforma como paciente terminal. Ministros insistem no discurso do otimismo, mas só em público. Nos bastidores até os aliados mais aguerridos reconhecem que a reforma já era. O governo não tem nem perto dos 308 votos necessários para a aprovação. A única dúvida é quem comunicará oficialmente o "falecimento" e em que dia acontecerá o anúncio. O núcleo do Palácio do Planalto trabalha no momento é na estratégia para tentar mascarar a derrota de Temer.


15/02/2018

14:24

Beija Flor foi campeã mostrando a corrupção e a Gangue dos Guardanapos

A farra da Gangue dos Guardanapos no desfile da Beija Flor
A farra da Gangue dos Guardanapos no desfile da Beija Flor

Houve um tempo em que Sérgio Cabral e a Gangue dos Guardanapos reinavam no Sambódromo durante o carnaval. Eram reverenciados pela elite carioca, incluindo grandes empresários de olho nas negociatas do governo estadual, que aplaudiam suas performances alteradas, visivelmente fora de si, protegidos pelo silêncio da mídia.

Alguns anos se passaram desde que denunciei a roubalheira de Cabral e as farras da Gangue dos Guardanapos. O ex-governador acabou preso e condenado, tudo o que revelei se comprovou, outros ladrões da quadrilha também foram parar em Benfica, e outros ainda irão lhes fazer companhia.

E em 2018 mais uma vez a Gangue dos Guardanapos reinou na Marquês de Sapucaí. Só que desta vez dentro do enredo crítico da Beija Flor, que falou das mazelas sociais, da corrupção, e que acabou dando o título à escola de samba de Nilópolis. E desta vez Sérgio Cabral não assistiu o carnaval de camarote. Restou-lhe a opção de acompanhar tudo pela televisão instalada na cela de Curitiba.

E parabéns à Beija Flor pelo título e pela coragem de abordar o tema da corrupção.

15/02/2018

12:01

Ano político está começando e vai ser quente

Na prática o ano político começa pra valer na próxima segunda-feira. E a temperatura será muito quente, afinal teremos eleições para escolher o próximo presidente da República e seu vice, além de governadores, senadores, deputados federais e estaduais. E em meio a esse contexto muitas decisões judiciais que afetarão o processo político, além de desdobramentos da Lava Jato. Por isso, a partir de hoje, o Blog do Garotinho voltará a se debruçar sobre as questões políticas, nacionais, estaduais, além do que acontece nas cidades do Rio de Janeiro e Campos dos Goytacazes.

14/02/2018

19:22

Hora de definição rumo à eleição

Companheiros:

É importante convidar o maior número de integrantes do nosso grupo político para a reunião dia 20, no Clube Municipal na Tijuca, às 14 horas, quando discutiremos o caminho que tomaremos após a venda do PR no estado para o grupo do ex-governador Sérgio Cabral, e debateremos alguns pontos do nosso projeto para a reconstrução do ESTADO.

1-Revitalização do setor naval,através de incentivos a toda cadeia produtiva.

2-Fim dos incentivos fiscais para os setores que não geram empregos ou novas tecnologias.

3-Retomada do programa Delegacia Legal e implantação pela PM do Batalhão de Defesa Social.

4-Retomada dos programas Jovens pela paz e Reservistas da Paz nas comunidades de todo estado.

5-Fechar questão contra a venda da CEDAE e criar o programa de desprivatizaçao a começar pelo antigo BANERJ, hoje ITAÚ, e o Terminal Menezes Cortes, ambos altamente lucrativos e que poderiam financiar a segurança pública.

5-Retomar a produção de medicamentos do Vital Brasil e reabrir as Farmácias Populares e ampliar a oferta de remédio em todo estado.

6-Reassumir definitivamente o Maracanã e retomar o programa GOL DE PLACA em parceria com a Loterj.

7-Estabelecer o calendário de pagamentos anual do funcionalismo, como havia anteriormente.

8-Renegociar a dívida do Estado com a União e fornecedores. Levar em conta os créditos do Estado do Rio junto ao Governo Federal e suas empresas.

9-Retomar o programa de renda mínima Cheque Cidadão e os Restaurantes Populares.

10-Ampliar o ensino integral e as escolas da FAETEC.

11-Rediscutir o papel das Universidades Publicas estaduais e fortalecer o papel de cada uma na recuperação do Estado.

Já temos mais de 200 medidas a serem adotadas em todas as áreas do estado.

Precisamos validar com os companheiros e nossos candidatos.

Espero todos vocês.

DIA 20, NO CLUBE MUNICIPAL

14/02/2018

15:46

Estadualizar o Carnaval é uma proposta sem cabimento e oportunista!

Por Clarissa Garotinho

Nestes dias de folia um pré-candidato a governador afirmou que vai estadualizar o Carnaval. Aproveitou o tom de críticas levantado na festa para fazer discurso oportunista e delirante.

O Carnaval é uma das maiores festas do planeta, televisionada em vários países do mundo e uma tradição da cidade do Rio de Janeiro! O Carnaval é expoente da cidade e mesmo quem não gosta da festa reconhece isso. Tirar a organização do carnaval do município e passar para o estado é querer esvaziar a cidade do Rio de Janeiro!

O fato de terem escolas de samba de outras cidades do estado participando como protagonistas da festa não é razão para tirá-la da responsabilidade do município. É da cidade do Rio de Janeiro o desafio para organizar a participação de mais de 5 milhões de foliões nos blocos de rua e recepcionar os turistas que chegam de todas as partes do mundo através do Porto e dos nossos aeroportos. É desafio da prefeitura do Rio organizar a limpeza das ruas e o trânsito que precisam de esquema especial. É aqui na cidade que recebemos o impacto econômico, social e logístico deste grande evento.

Tirando este aspecto, que já seria suficiente para refutar tal proposta, o governo do estado não está conseguindo assumir sequer suas responsabilidades básicas. Fechou as Bibliotecas Parque e os Restaurantes Populares, que ficaram destruídos e agora estão sendo reabertos sob a responsabilidade do Município. O Estado não quer a gestão do Maracanã e quer entregar a do Theatro Municipal. Já tentou municipalizar a gestão de hospitais, postos de saúde e escolas... e mesmo neste cenário aparece gente querendo estadualizar o Carnaval. É inacreditável! Só para deixar claro: é necessário aumentar a participação de capital privado na festa. O que não faz nenhum sentido é tirá-la do município!

Por fim, nosso estado está vivendo a maior crise financeira da sua história recente. Estamos convivendo com a insegurança constante, com a péssima qualidade dos serviços e atrasos constantes nos salários dos servidores. O próximo governador terá desafios enormes com os quais se preocupar ao invés de ser fiscal da Sapucaí e da Liga das Escolas de Samba, que tem feito o Carnaval acontecer durante tantos anos.
É tempo de Carnaval! É tempo de brincar nas ruas, não em palanque eleitoral!

11/02/2018

08:51

Agora vai mudar

O que estamos vendo nas ruas do Rio - violência sem limites; hospitais desabastecidos, que tem provocado sucessivas mortes que poderiam ser evitadas; ainda escolas, universidades, a rede de proteção social, tudo destruído - não é fruto do acaso. Com grupo de técnicos analisamos todos os números do estado nos últimos 10 anos.
É verdade que a corrupção de Cabral/Pezão transferiu milhões de dinheiro público para negócios escusos.
Mas não é só isso. Avaliamos o comportamento das instituições de fiscalização e controle, o judiciário, a omissão do Ministério Público estadual, a conivência de grande parte da mídia, que chamava o desmonte do estado de "choque de gestão". A recuperação do nosso Rio de Janeiro dependerá de uma forte engenharia econômica, mas principalmente de uma autocrítica dos setores que, por diferentes motivos, ou se calaram ou se aliaram ao maior desastre administrativo que o estado já viveu.

A situação é complexa, mas tem jeito. Após o carnaval divulgaremos vários estudos, tabelas da situação atual, números relativos ao endividamento de curto e logo prazo e as alternativas para o estado voltar a crescer e funcionar.

Espero que você leia, aprimore as sugestões e acredite: Não é simples e nem fácil. Mas é possível fazer o nosso Estado retomar o caminho certo e a nossa gente voltar a ser feliz.

ANTHONY GAROTINHO

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