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domingo, 24 de setembro de 2017

11/09/2017

13:39

Joesley Batista achou que era professor de malandragem

A gravação de uma conversa entre Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud, da JBS, mostrou como o empresário se achava o mais esperto, que passava a perna em quem quisesse. Agora está a caminho da prisão em Brasília, onde deverá permanecer, pelo menos até sexta-feira, quando vence sua prisão temporária. Mas a esta altura, diante dos fatos, Joesley corre sério risco de ter a prisão temporária transformada em preventiva. O homem que riu do Brasil, que ganhou milhões com a venda de ações antes da divulgação da delação, que se achava professor de malandragem deve estar começando a aprender uma velha lição: quem ri por último ri melhor.

11/09/2017

11:55

Encontro Marcado com Garotinho (Segunda, 11/09/2017)

11/09/2017

09:25

Fala Garotinho (Segunda, 11/09/2017)

10/09/2017

22:50

A escandalosa Operação Chequinho

Até as paredes do fórum de Campos dos Goytacazes sabem a verdade da Operação Chequinho. Uma ação política, midiática, judicial com intenção de interferir no resultado da eleição em Campos e impedir o avanço nas investigações sobre figuras do Judiciário fluminense envolvidas em diversos esquemas ilícitos. Para ficar fácil de entender o caso vamos citar pontualmente alguns absurdos da Operação Chequinho.

1 – O promotor de Justiça, Leandro Manhães, que foi o mais ativo neste processo sabia desde o início que não poderia atuar no caso, pois desde 2015 já havia sido denunciado por mim e por Rosinha por atos irregulares e por integrar uma organização criminosa com ramificações em várias áreas da cidade de Campos e municípios da região.

2 – O promotor Leandro Manhães foi o responsável pela solicitação verbal que desviou as provas do processo do juízo prevento ao juiz que lhe interessava, dr. Ralph Manhães.

3 – As denúncias seguidas de provas apresentadas por mim ao Ministério Público resultaram num PIC (Procedimento de Investigação Criminal) contra o promotor Leandro Manhães pelo próprio MP Estadual. Se não houvesse fundamento nos fatos e documentos apresentados, o referido procedimento, que corre em segredo de justiça, não teria sido instaurado.

4 – Todos os advogados que atuaram no caso acusam o juiz Ralph Manhães de cerceamento de defesa e outras arbitrariedades. O caso mais gritante é o advogado dativo Amyr Mussalem, nomeado por ele para o caso, e que deixou a causa acusando o juiz e pressioná-lo e ofendê-lo, inclusive representando contra Ralph Manhães junto à OAB.

5 – Não menos inusitada foi a nomeação do novo advogado dativo pelo juiz Ralph Manhães. Além do referido advogado nunca ter atuado na área criminal, conseguiu a proeza de ler 3 mil páginas do processo e escrever 80 páginas das alegações de defesa em apenas seis dias.

6 – Aliás é curioso que o juiz Ralph Manhães tenha estipulado como honorários do advogado dativo a quantia de R$ 130 mil, fora de qualquer parâmetro praticado corriqueiramente na justiça brasileira. Mais estranho ainda é que o funcionário da 100ª Zona Eleitoral aceitou as alegações finais do advogado indicado pelo juiz, mesmo já havendo um novo advogado com procuração há mais de 5 dias.

7 – Tão surpreendente quanto a agilidade do advogado em produzir esta peça de defesa é o conteúdo e a forma como ela foi feita. Sendo ele meu advogado nomeado pelo juiz nunca me telefonou, o que é obrigatório pela lei brasileira. Imensos trechos da defesa foram copiados do Google, no caso da defesa apresentada pelo então ministro José Eduardo Cardozo á Presidente Dilma não teve o cuidado sequer de corrigir a pontuação. Uma vergonha.

8 – Mas não é só. O dr. Ralph Manhães impediu a perícia técnica dos computadores da prefeitura pelo perito contratado pela defesa, Ricardo Molina. Também não deixou que o meu depoimento fosse gravado, como manda a lei, alegando que o equipamento estava com defeito embora nos dias em que as testemunhas prestaram depoimento os aparelhos estivessem funcionando. Deve ter sido coincidência.

9 – Mesmo tendo voltado atrás após decisão da desembargadora Cristina Feijó, do TRE-RJ, para conceder diligências a serem cumpridas pela Prefeitura de Campos deu o prazo de apenas 24 horas, o que fez a prefeitura, mesmo comandada por um adversário político, informar através de ofício, que as informações podiam conter alguns equívocos devido à exiguidade de tempo para cumpri-las.

10 – De fato elas têm várias contradições. Duas muito importantes. Uma das testemunhas arroladas pelo MP não ganha próximo de R$ 4 mil, conforme afirmou o ofício dirigido ao juiz, e sim R$ 12 mil, como mostra a própria folha de pagamento da prefeitura. A outra, uma testemunha que mudou de depoimento após sofrer pressão do delegado Paulo Cassiano, não foi demitida pelo prefeito Rafael Diniz, como afirma o ofício da prefeitura, e sim admitida na mesma data do ofício da prefeitura,

11 – Teria dezenas de outras ilegalidades, irregularidades, arbitrariedade, desvios de finalidade, cometidos pelo juiz, o advogado e o promotor, mas são tantas que encheriam páginas e mais páginas com os desacertos dessas autoridades.

Atenção: Em minhas alegações finais apresentei um anexo onde relato a pressão que sofri por um intermediário do desembargador Luiz Zveiter para não protocolar a denúncia contra ele por recebimento de propina da Delta, junto à Procuradoria Geral da República. Embora tenha muito mais a falar sobre esse tema, preferi tratar dele no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para não envolver o nome de importantes autoridades da Justiça que podem estar sendo vítimas dos falastrões enviados pelo senhor Luiz Zveiter para coagir, ameaçar quem tenta denunciá-lo.

Finalizando lembro a atual situação das 4 autoridades diretas desse processo.

Promotor Leandro Manhães – Responde a procedimento criminal no MP Estadual.

Juiz Ralph Manhães – Responde a procedimento administrativo no CNJ.

Juiz Glaucenir Oliveira – Responde a procedimento administrativo-disciplinar no CNJ por ter autorizado uma transferência médica colocando em risco a vida do paciente (meu caso).

Delegado Paulo Cassiano – Responde na Corregedoria da Polícia Federal sobre vários procedimentos que adotou neste caso, como por exemplo, obtenção depoimentos à base de tortura psicológica, constrangimento de testemunhas, uso de seu telefone funcional par pedir votos ao candidato Rafael Diniz e outros.

Como afirmei há dias, Cabral continua dando ordens de dentro do presídio, aliás jornais e televisões do Rio mostraram isso. Pergunto: não seria hora de tirá-lo daqui para um presídio federal em outro estado? Da mesma maneira que enfrentei perseguições, humilhações, injustiças quando denunciei a corrupção do poder executivo, nunca tive dúvida que sofreria fortes represálias, como venho sofrendo, quando as denúncias avançassem para outros poderes.

10/09/2017

18:37

Conversa franca com Garotinho sobre 2018



10/09/2017

12:00

PMDB é o cupim da política brasileira

Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney; abaixo Jader Barbalho, Edison Lobão e Valdir Raupp, todos denunciados por esquema criminoso de propinas
Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney; abaixo Jader Barbalho, Edison Lobão e Valdir Raupp, todos denunciados por esquema criminoso de propinas

A semana terminou com a denúncia da PGR contra a cúpula do PMDB no Senado. A nova semana terá duas outras denúncias explosivas contra Michel Temer e o PMDB da Câmara. Para Rodrigo Janot, um grupo de políticos do PMDB comporia a maior estrutura de corrupção em atividade no país, montada no governo Itamar Franco, passando por FHC, Lula e Dilma, e, evidentemente, "fazendo a festa" com Michel Temer no poder. O PMDB é um cupim de devora o dinheiro público do país há décadas. Janot diz ainda na denúncia do PMDB do Senado que o objetivo central desse grupo é ocupar cargos estratégicos nos governos para usá-los como fontes de recursos para financiamento de campanhas eleitorais e enriquecimento pessoal. O PMDB é assim. Em 2002, após deixar o governo do Rio com alta aprovação, mais de 70%, como governador mais bem aprovado entre os 27, segundo o Datafolha, me lancei pré-candidato a presidente, estava muito bem nas pesquisas, pela primeira vez o partido tinha um nome competitivo, venci as prévias com os filiados, mas num golpe dessa turma dos negócios vendeu-se ao PT e a Lula, e preferiu não ter candidato na disputa presidencial. Sabiam que eu não faria o jogo deles, diziam: "Garotinho não dá pra gente controlar".

Para verem o que o cupim faz com o dinheiro público, na denúncia contra os senadores, Rodrigo Janot fala em R$ 860 milhões de propina, causando prejuízo de R$ 5 bilhões à Petrobras. E estamos falando só no esquema da Petrobras, se formos somar tudo os números serão estratosféricos. Se na Câmara tinha o "boca de jacaré", Geddel Vieira Lima, no Senado o "apetite" desses seis e mais alguns é mega. Muita gente só estranhou que o atual presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE) tenha escapado da denúncia, homem de sorte, mas está em outros dois inquéritos autorizados pelo STF onde é investigado por outras propinas.

Com essa turma do PMDB, do Senado e da Câmara, controlando há 25 anos ministérios e cargos estratégicos, com orçamentos poderosos para gastar, pegando carona na ironia, não havia risco do Brasil dar certo. E isso vale também para o Rio de Janeiro com Sérgio Cabral, Pezão, Jorge Picciani, Paulo Melo, Eduardo Paes, além, claro, do ex-todo poderoso Eduardo Cunha que roubava lá (em Brasília) e cá.

10/09/2017

11:06

Quem vai abonar a roubalheira de Pezão?

Reprodução do Extra
Reprodução do Extra

A resposta à pergunta-título nós deveremos saber na quarta-feira quando as contas de Pezão de 2016 forem votadas no plenário da ALERJ. Em caso de reprovação, Pezão responderá por crime de responsabilidade, e, teoricamente será aberto o processo de impeachment. Digo teoricamente, porque da atual composição da ALERJ podemos esperar de tudo. Vale lembrar que as contas já foram reprovadas por unanimidade no Tribunal de Contas do Estado e não há nenhum argumento que justifique sua aprovação, a não ser preservar Pezão e abonar a roubalheira que quebrou o nosso estado. Na votação ficará claro quais são os debutados que estão no bolso do governador. Na Comissão de Orçamento, foi aprovado parecer pela aprovação com votos dos deputados Edson Albertassi (relator), Paulo Melo (presidente) e Pedro Fernandes, todos do PMDB, além de Milton Rangel (PSD). E, claro, vamos mostrar aqui no blog o nome e as caras de quem trair o povo e os servidores mais uma vez.

10/09/2017

10:01

O "Boca de Jacaré" atormenta o "mordomo de filme de terror"

Charge de Carlos Latuff para Brasil 247
Charge de Carlos Latuff para Brasil 247

Na política baiana reinou por algumas décadas o governador, senador e ministro Antônio Carlos Magalhães, apelidado pelos adversários da terra do acarajé como Toninho Malvadeza, pela forma como perseguia desafetos. Toninho Malvadeza, avô do atual prefeito de Salvador, ACM Neto, tinha entre seus desafetos o deputado Afrísio Vieira Lima, pai dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima, o Lucinho. Geddel, por sinal, ganhou dos adversários baianos o apelido de "boca de jacaré", alguns atribuem a ACM, numa alusão ao apetite voraz por propinas, que afirmam ser marca registrada de sua trajetória na vida pública.

De fato leio nos jornais que aos 25 anos, em 1983, o jovem Geddel, ainda sem carregar ou fazer jus ao apelido de "boca de jacaré" ganhou seu primeiro emprego público na distribuidora de valores do Banco Estadual da Bahia. No seu primeiro ano de vida pública, Geddel foi acusado de desviar R$ 2,7 milhões. Isso foi o começo. O final nós conhecemos esta semana no apartamento das malas de R$ 51 milhões.

Em depoimento à força-tarefa da Lava Jato, Lúcio Funaro fez uma descrição curiosa de Geddel: "Ele é boca de jacaré para receber e carneirinho para trabalhar e ainda reclamão". Pela fortuna encontrada Geddel está mais para "boca de crocodilo do Nilo".

Pois, o presidente Michel Temer, outro desafeto de ACM, foi "homenageado" pelo "coronel" da política baiana, que o chamava de "mordomo de filme de terror".

De fato no Palácio do Planalto a prisão de Geddel virou "filme de terror". O "Boca de Jacaré" assombra Michel Temer por causa da sua falta de equilíbrio emocional. Uma delação seria como cravar uma estaca no peito de Temer.

09/09/2017

15:02

A delação de Funaro

É melhor dividir por tópicos porque Funaro fez um estrago na República.

1 – Ele diz que tem provas que o filho do ex-ministro Edison Lobão é sócio, através de laranjas, de várias pequenas usinas hidrelétricas no Pará.

2 – Funaro afirma “tinha uma conta corrente entre eu e Geddel. Às vezes eu repassava valores quando solicitado e às vezes fazia remessas mensais”. Segundo ele, somente entre fevereiro de 2014 até maio de 2015 tem registros e comprovantes que repassou R$ 11,4 milhões a Geddel, provenientes de propina em negócios da Caixa onde o político baiano era vice-presidente.

3 – Funaro apresentou documentos que comprovam que atuou para liberar junto à Caixa R$ 2 bilhões para uma concessionária do grupo Bertin na obra do Rodoanel de São Paulo. Nesta operação a propina foi de R$ 40 milhões. Segundo o delator foi dividida entre ele, Geddel e Eduardo Cunha.

4 – Funaro escracha Moreira Franco: “dando dinheiro Moreira faz qualquer coisa”. Segundo Funaro, com a ajuda de Moreira a CIBE obteve empréstimos de R$ 300 milhões. A propina de 4% foi dividida da seguinte forma: 60% para Moreira; 25% para Cunha; e 15% pra Funaro. O doleiro ainda disse que o operador de Moreira Franco na Infraero era André Luiz Marques, conhecido como André Bocão.

5 – Além de dizer que Michel Temer sempre soube de tudo, se beneficiou de muito dinheiro, Funaro apontou como operadores do presidente quatro pessoas: José Yunes (ex-assessor especial), Wagner Rossi (ex-ministro da Agricultura), Marcelo Azeredo, além do coronel João Batista Lima Filho. Para Funaro, Yunes era o maior operador, e usou a empresa do coronel Lima para escoar propinas do contrato de Angra 3, enquanto Rossi e Azeredo operavam as propinas do Porto de Santos e outras.

6 – Funaro apresentou documentos que comprovam o pagamento de propina, a pedido de Eduardo Cunha, aos seguintes políticos:

Michel Temer – R$ 1,5 milhão
Henrique Eduardo Alves – R$ 4,95 milhões
Sandro Mabel – R$ 2 milhões
Gabriel Chalita – R$ 9,8 milhões
Toninho Andrade (atual vice-governador de Minas Gerais (PMDB)) – R$ 9,8 milhões
Manoel Júnior – R$ 150 mil
Cândido Vaccarezza – R$ 700 mil
Soraia Santos (PMDB-RJ) – R$ 1 milhão
Alexandre Santos (ex-deputado do PMDB-RJ) – R$ 1 milhão
Marcelo Castro (PMDB-PI) – R$ 1 milhão

Funaro diz que a lista é muito maior e ficou de apresentar outros comprovantes envolvendo outros políticos.

7 – Funaro mostrou documentos que comprovam que ele repassou 5 milhões de francos suíços do empresário Jacob Barata Filho ao presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (PMDB). O repasse foi feito a pedido de Eduardo Cunha na campanha de 2014, e saiu de uma offshore cujo nome é Tuindorp Enterprise, no Banco Audi, na Suíça. Ele informou até o número da conta. Após uma operação dólar-cabo, efetuada por um doleiro chamado Tony, a quantia foi sacada no Brasil e entregue ao senhor Milton, operador de Jorge Picciani. Para comprovar o que afirmou, além do extrato da conta, Funaro entregou as mensagens que trocou com Eduardo Cunha no celular que não foi apreendido pela Polícia Federal no dia da operação.

8 – Funaro confirmou a versão que recebeu dinheiro para manter o silêncio sobre Michel Temer. Valor: R$ 100 milhões pagos por Joesley Batista, que tinha como intermediário Geddel Vieira Lima.

9 – Segundo Funaro, ele transferiu para Michel Temer, via Eduardo Cunha, R$ 13,5 milhões em propina sendo R$ 7 milhões da JBS, R$ 5 milhões de Henrique Constantino, do grupo Gol, e R$ 1,5 milhão do grupo Bertin.

10 – Funaro aceitou pagar pelo acordo de delação premiada R$ 45 milhões, que serão em quitados em 10 parcelas semestrais, terá que cumprir dois anos em regime fechado, e mais 6 em prisão domiciliar, com regime progressivo a cada dois anos (fechado, semiaberto e aberto). Ele também se compromete a cumprir 4 anos de serviço à comunidade. Tudo isto e muito mais já está assinado e homologado pelo Supremo Tribunal Federal.

09/09/2017

14:00

A revolta do ex-procurador e a delação de Guido Mantega

O ex-procurador Marcelo Miller e o ex-ministro Guido Mantega
O ex-procurador Marcelo Miller e o ex-ministro Guido Mantega

O ex-procurador Marcelo Miller está inconformado com a decisão do Procurador Geral, Rodrigo Janot de pedir sua prisão. Afirma a pessoas próximas que fez tudo o que foi combinado. Mas afinal o que foi combinado? Joesley e Saud querem ser ouvidos pelo ministro Edson Fachin antes do pedido de prisão feito por Janot. Aliás, Fachin está agora em seu gabinete e pode decidir a qualquer momento o pedido de prisão requerido por Janot.

Outra notícia é que para não ser preso, o ex-ministro Guido Mantega fechou acordo com o Ministério Público Federal e se comprometeu a falar sobre os seguintes assuntos:

1 – Como tramitavam as Medidas Provisórias durante os governos do PT.
2 – Detalhar como recolhia o dinheiro para o partido.
3 – Como movimentava as contas do PT no exterior.

09/09/2017

13:45

A hora de Pezão está chegando

Reprodução da Veja
Reprodução da Veja

Há mais de 30 dias que eu disse que Pezão sairia preso do Palácio Guanabara. E os leitores mais antigos sabem que há vários anos que mostro que Hudson Braga, o Braguinha, preso com Cabral em Benfica, é o homem da mala de Pezão. O primeiro a denunciar esquemas de Braguinha fui eu aqui no blog. Braguinha está para Pezão como Lúcio Funaro para Eduardo Cunha. Sabe tudo sobre as propinas, era o sub de Pezão quando ele acumulava a secretaria de Obras e comandou intervenções na Região Serrana, no Maracanã, no Arco Metropolitano, só para citar as principais. Braguinha vai enterrar Pezão.

09/09/2017

13:14

Delação de Funaro é bomba pura



09/09/2017

10:27

Doleiro ajudou a comprar votos favoráveis ao impeachment de Dilma

Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247

Que Eduardo Cunha e Michel Temer comandaram o golpe parlamentar para cassar Dilma Rousseff, isso todo mundo sabe. Mas a delação do doleiro Lúcio Funaro lança luz sobre as sombras do impeachment de Dilma. Além de ter comandado o esquema de propinas que garantiu a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara, Funaro revelou na sua delação premiada que participou da compra de votos na Câmara para a abertura do processo de impeachment de Dilma. Bem, a mim não me surpreende. O que, também não me surpreende, mas é curioso, é que quase toda a mídia ignorou essa parte da delação.

08/09/2017

17:35

Delegado amigo de Sarney pode ser o próximo diretor da Polícia Federal

Reprodução do Radar online, da Veja
Reprodução do Radar online, da Veja

É tudo o que o pessoal do PMDB sonhava. Vamos aguardar.

08/09/2017

16:12

O gran finale de Rodrigo Janot

Rodrigo Janot
Rodrigo Janot

Rodrigo Janot só tem mais cinco dias úteis à frente da Procuradoria Geral da República. Seu último dia no cargo será domingo (17). Portanto a próxima semana será a última de Janot como Procurador Geral da República. Seu último ato, o gran finale, será a segunda denúncia contra Michel Temer, que eu adiantei que não seria baseada na delação da JBS, mas sim na do doleiro Funaro. E podem estar certos que depois do episódio da delação da JBS, que chamuscou Janot, ele vai com tudo para a denúncia contra Temer, deve apresentar uma peça devastadora, quer que seja a marca que vai coroar seu mandato, além de tudo o que fez na Lava Jato.

08/09/2017

14:37

Segundo denunciante, Nuzman tinha proteção de juízes

Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online

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