Visitantes online: 334
logo topo

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

25/11/2018

16:42

Recibos do Hotel Portobello mostram Cabral pagando despesas de Beltrame

Reprodução da coluna do Lauro Jardim
Reprodução da coluna do Lauro Jardim
Hoje, O Globo afirma que Cabral pagou despesas para BELTRAME e família no Hotel Portobello, na região do Condomínio dos Poderosos, em Mangaratiba. Nenhuma novidade.

A surpresa da Lava Jato no Rio é saber porque BELTRAME ainda não foi preso diante de tantas evidências e provas contra ele.

Morava no apartamento de Paulo MAGALHÃES PINTO, laranja confesso de Cabral, preso em uma das etapas da operação.

Assinou um vergonhoso contrato de aluguel de viaturas de polícia hiperfaturadas, mesmo com parecer contrário da Procuradoria do Estado. Para se ter idéia, na Bahia que fez um contrato igual, todos foram presos, inclusive o comandante da PM. O valor pago pelo aluguel e a manutenção, durante 6 meses, dariam para comprar 3 carros novos por ano. Foi uma farra com dinheiro do contribuinte.

Além de muitos outros fatos suspeitíssimos envolvendo BELTRAME, na delação premiada de Carlos MIRANDA, o principal operador de propinas de Cabral, homologado pelo STF, ele afirmou que pagava mensalmente R$ 30 mil reais a BELTRAME a mando de Cabral, dinheiro que vinha do fundo de propina que ele administrava.

BELTRAME conseguiu enganar muita gente por um bom tempo e só deixou o Governo Estadual quando a prisão de Cabral era iminente.

O procurador chefe da Lava Jato no Rio foi categórico ao afirmar durante uma coletiva que ”havia corrupção em todos os setores do governo Estadual.”

Um homem do setor de inteligência, delegado da Polícia Federal, não viu nada debaixo de seu nariz?
Conta outra....

Seu maior crime porém está aos olhos de todos e os policiais sérios sabem disso. Acabou com as polícias civil e militar do Rio, gerando a crise profunda que o Estado vive hoje.

24/11/2018

20:18

Zveiter não é Deus

Hoje os jornais e TVs, especialmente os ligados às organizações Globo, noticiaram fartamente a condenação de minha esposa ROSINHA GAROTINHO, por injúria contra o desembargador Luiz Zveiter.
A perseguição que esse senhor tem comandado contra minha família,um dia a verdade será mostrada e talvez haja justiça e imprensa livre.
Rosinha não disse nenhuma mentira e todo o tribunal de Justiça e o mundo jurídico sabe disso.
Mas, o poder desse senhor no judiciário Fluminense é cada vez maior já que a imprensa do Estado tem medo de falar de qualquer ato praticado por influência ou diretamente por ele.
Vejamos o que ocorre atualmente. Existe um grande debate sobre o aumento dos salários dos ministros do STF.
É ou não é apropriado o momento para o aumento?
O debate é intenso. Cai ou não o auxílio moradia?
Embora toda a imprensa saiba da lei aprovada no Rio de Janeiro,e quem são os envolvidos na questão, não há uma linha sobre o assunto nos jornais ou uma palavra nos noticiários de TV e rádios.
Vamos direto ao ponto: em meio ao recesso parlamentar de 2009, em julho mais precisamente, a Assembleia Legislativa aprovou a Lei dos Fatos Funcionais, elaborado por Zveiter e sancionada por Cabral.
Ela garantiu aos magistrados fluminenses muito mais que auxílio moradia,vejamos alguns direitos dados pela lei Cabral/Zveiter: auxílio saúde, auxílio educação, auxílio alimentação, auxílio por dar aula (não é o pagamento da aula) e outros tantos que somam 14 benefícios, além claro do auxílio moradia.
O último levantamento mostrou que 98,5 % dos magistrados do Estado recebem bem acima do teto.
A absurda lei dos Fatos Funcionais foi questionada pela Procuradoria Geral da República no ano de 2010. A PGR questionou a inconstitucionalidade da lei Cabral/Zveiter alegando que a norma estadual criava vantagens não previstas na Lei Orgânica da Magistratura.
O julgamento andou pouco, o primeiro voto, foi do ministro Ayres BRITO, que acompanhou a tese da PGR afirmando que o legislativo Fluminense extrapolou de suas funções criando super-salários,não previstos em nenhuma lei.
Logo em seguida o ministro Luís Fux pediu vistas do processo,que até hoje não retornou ao plenário.
O voto do ex-ministro Ayres Brito foi em 2012, são pelo menos 6 anos que o assunto parou de ser discutido.
No mesmo período, entre 2007 e 2010,o escritório de advocacia da família Zveiter, então presidente do TJ/RJ recebeu dos cofres da CEDAE a quantia de R$ 30,9 milhões,por serviços prestamos a empresa, cujo presidente foi escolhido por Sérgio Cabral.
Mas, a imprensa do Estado não está preocupada com isso, afinal na carteira de clientes do escritório da família também consta as Organizações Globo!
O importante agora é privatizar a CEDAE.
Aliás, talvez esse seja o motivo pelo qual nenhum dos órgãos de comunicação do grupo tenha noticiado que a variação patrimonial do deputado Federal Sérgio Zveiter foi de 500% entre 2010 e 2014, segundo dados obtidos pela organização contas abertas,alcançando o valor de R$ 15 milhões.

O desembargador Zveiter vem tentando me intimidar e praticando obstrução à investigação que pedi a PGR em Brasília sobre a construção do prédio do TJ/RJ.

As injustiças que eu e minha família estamos sofrendo,inclusive com prisões e tortura praticadas por agentes do Estado, não contaminam minha fé na verdadeira justiça,um dia ela prevalecerá.
A quantidade de processos contra minha família nos órgãos sob influência do desembargador é assustadora.

O desembargador Zveiter, pelo poder e dinheiro que acumulou, pode até se sentir Deus,mas ainda existem pessoas que o alertam para a distância que o separa daquele único que está acima de qualquer julgamento, este sim, eterno e imortal.

24/11/2018

14:21

Novo presidente da Caixa é um poço de conflito de interesses

Pedro Guimarães, sócio e membro do comitê  executivo do Brasil Plural
Pedro Guimarães, sócio e membro do comitê executivo do Brasil Plural
O Conversa Afiada reproduz nota da Associação Nacional dos Auditores da Caixa Econômica Federal:

É com imensa preocupação que as entidades representativas dos empregados da Caixa acompanham a indicação do sócio e diretor do Banco Brasil Plural, Pedro Guimarães, para a presidência da empresa pública federal.

O Brasil Plural é o principal credor no processo de recuperação judicial da empresa Ecovix, na qual Caixa e Banco do Brasil também são credores.

É evidente, portanto, a incompatibilidade, por conflito de interesses, de um sócio-diretor do Brasil Plural ocupar qualquer cargo de gestão na Caixa ou no Banco do Brasil.

Além do evidente impedimento, pesa contra a empresa de Pedro Guimarães a suspeita de envolvimento na supervalorização artificial registrada pelo FIP Florestal, fundo do qual a empresa Brasil Plural é gestora. A operação causou prejuízos à Funcef e à Petros e está sob investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal no âmbito da Operação Greenfield.

Esses motivos tornam a indicação de Pedro Guimarães extremamente temerária e suspeita, para muito além dos interesses privatistas os quais, ademais, jamais foram mantidos em segredo.

É importante lembrar que a CAIXA não pertence a um Governo, mas ao Estado Brasileiro. A CAIXA mantém hoje a melhor estrutura de capital entre todos os bancos brasileiros, já alcançou este ano o maior lucro da sua história, vem sendo administrada nas últimas gestões por empregados de carreira da empresa e continua sendo o banco essencial para a sociedade. Precisamos estar atentos.

Fonte: Blog Conversa Afiada

23/11/2018

09:48

Lava Jato investiga se ex-procurador-geral da Alerj era usado para questões pessoais de Picciani

Emails interceptados pela Lava Jato e obtidos com exclusividade pelo RJ2 revelam que a atuação do ex-procurador-geral da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) ia além do interesse público, na avaliação de investigadores.

Procuradores afirmam que, no papel, Hariman de Araújo era o responsável pelas questões jurídicas da Alerj, mas que na prática, ele era mesmo um faz tudo pro presidente afastado da casa, Jorge Picciani.

O nome de Hariman foi citado por outros funcionários da Alerj durante uma confusão no dia 17 de novembro quando seguranças da casa chegaram a barrar uma oficial de justiça, e afirmaram que as ordens eram do ex-procurador. Na ocasião, o oficial de Justiça levava uma liminar liberando as galerias da Alerj para a população.

A sessão era justamente uma votação sobre a prisão do ex-presidente da Alerj, Jorge Picciani, de Edson Albertassi e Paulo Melo, todos deputados do MDB atualmente presos.

Hariman Antônio Dias de Araújo foi nomeado procurador-geral da Alerj por Jorge Picciani em 2010.

A barração do oficial de Justiça foi um dos fatos que fizeram o Ministério Público Federal investigar a suposta atuação de Hariman para proteger os interesses de Jorge Picciani.

Citações em interceptações

O MPF revela que em interceptações telefônicas na operação Cadeia Velha, que prendeu Jorge Picciani, Edson Albertasssi e Paulo Melo, foram verificados diálogos entre Picciani e o deputado Bruno Dauaire, do PRP, nos quais Hariman é citado várias vezes, em contextos de elaboração de estratégia de defesa do ex-presidente da Alerj.

Hariman também fala diretamente com Rafael Picciani, filho de Jorge Picciani, no dia da operação Cadeia Velha.

Na transcrição do áudio, Hariman avisa que já tinha falado com Felipe Picciani, que tinha sido preso em Uberlândia (MG). Rafael pergunta se Hariman já conseguiu falar com ele. O ex-procurador responde avisando: “Providencias tomadas”. Rafael pergunta se Felipe tinha ligado.

Hariman diz que sim, que falou com ele e que já tinha mandado advogados para a casa do seu pai, Jorge Picciani.

A força-tarefa da Lava Jato também interceptou e-mails de Hariman. Em 14 de abril de 2011 o assunto é um imóvel ligado a Jorge Picciani. O então procurador-geral da Alerj recebe o pedido de um despachante para providenciar documentos para a regularização de obras.

Em 16 de abril de 2015, Hariman participa de uma troca de emails que tratam da empresa de mineração que pertence à família de Jorge Picciani, a Tamoio. No anexo está um registro de ações da empresa.

Em 7 de julho de 2015 a assessora de Piciani, Daniela Sholl, recorre a Hariman sobre o pedido de informações de uma jornalista sobre folhas de ponto. Ela pede que o então procurador-geral da Alerj a ajude a responder juridicamente a uma repórter para não dar o que ela pede.

O Ministério Público Federal lembra que Hariman cuidou da parte jurídica na elaboração do documento levado ao presídio pra soltar, sem mandado judicial, os deputados do MDB Paulo Melo, Edson Albertassi e Jorge Picciani – menos de 24 horas depois deles terem sido presos.

No último dia oito, na Operação Furna da Onça, que prendeu 7 deputados estaduais, policiais fizeram busca e apreensão na casa de Hariman.

Hariman Antônio Dias de Araújo pediu exoneração do cargo de procurador geral na semana passada. O Ministerio Público Federal investiga se ele participava da organização criminosa do MDB no estado

O que dizem os citados

Hariman Araújo disse que é um advogado com longa carreira jurídica, que sempre embasou seus pareceres em fundamentos jurídicos, que pediu exoneração do cargo pra se defender melhor e que está à disposição da Justiça.

A assessora Daniella Sholl disse que as folhas de ponto são documentos específicos dos gabinetes e que a procuradora da casa é sempre acionada quando há questões jurídicas envolvendo a Alerj.

A defesa de Jorge Picciani disse que Hariman Araújo não trabalha para o deputado, que ele é sócio do escritório que representa o deputado em diversas ações, mas que não atua nem atuou em nenhum processo particular de Picciani. O ex-presidente da Alerj também diz que os e-mails citados podem se referir apenas a algum encaminhamento de documento paro escritório.

Reprodução: G1

23/11/2018

09:45

Cabral é condenado a mais 47 anos de prisão

A condenação, pela 7ª Vara Federal Criminal, é por crimes de corrupção, formação de quadrilha e pertinência à organização criminosa em obras realizadas com recursos federais, inclusive provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento, no Estado do Rio de Janeiro, como o Arco Metropolitano, PAC Favelas e Linha 4 do Metrô.

Além de Cabral, também foram condenados o ex-secretário de Gestão, Wilson Carlos (21 anos e oito meses de reclusão), o ex-assessor do Governo do Rio e operador de Cabral, Luiz Carlos Bezerra (cinco anos e seis meses de reclusão), o ex-secretário de Obras, Hudson Braga (10 anos de reclusão), o ex-diretor da RioTrilhos, Heitor Lopes de Sousa Júnior (10 anos e dois meses), o ex-subsecretário de Transportes, Luiz Carlos Velloso (17 anos de reclusão), o ex-assessor da Secretaria de Obras, Wagner Jordão Garcia (quatro anos de reclusão) e José Orlando Rabelo (quatro anos e um mês de reclusão).

Reprodução: G1

PrimeiroAnterior1 2 3 4 PróximoÚltimo