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sábado, 15 de dezembro de 2018

03/12/2018

20:49

Mais uma para Cabral



Sérgio Cabral foi condenado hoje pela oitava vez pelo juiz Marcelo Bretas na Operação Lava Jato –desta vez, a 14 anos e cinco meses de prisão por lavagem de dinheiro.

Agora, as penas do ex-governador do Rio somam 197 anos e 11 meses de prisão. Cabral tem, no total, nove condenações –a outra veio de Curitiba, pelo então juiz federal Sergio Moro.

02/12/2018

23:57

JÁ AVISEI HÁ TANTO TEMPO



A delação de Carlos Miranda, o operador de Sérgio Cabral, pode implicar dezenas de políticos e empresários ainda não denunciados.

Os 81 anexos iniciais da delação de Miranda, homologada há um ano, descrevem 19 fontes de propina que ainda não foram objetos de denúncia contra o ex-governador. Há também sete ex-secretários de Cabral na mira, além dos cinco já presos —e outros dois da gestão Luiz Fernando Pezão (MDB) também detidos”.

Também são mencionadas na delação dez empreiteiras que ainda não foram tema de acusação formal a Cabral.

A listinha inclui ainda fornecedores de viaturas para a Polícia Militar e do setor de saúde.

02/12/2018

07:01

Programa Fala Garotinho - 02 de Dezembro 2018

01/12/2018

17:04

"Fala Garotinho" de volta na SUPER RÁDIO TUPI

Neste domingo estarei de volta ao microfone da Super Rádio Tupi.
O FALA GAROTINHO agora tem novo horário: de 07h00 às 09h30. Eu espero vocês com muita alegria, prêmios e um show de atrações.
Sintonize 96,5 FM, 1280 AM, ouça pelo site www.tupi.fm ou pelo nosso Facebook.
Partiu, Tupi!

30/11/2018

20:27

DESINFORMAR PARA CONFUNDIR

Nem eu ou Rosinha fomos acusados de desvio de dinheiro público ou enriquecimento ilícito.

Contra nós fizeram acusações eleitorais que partiram de pessoas acusadas de corrupção que se juntaram à quadrilha de Sérgio Cabral para proteger integrantes do Ministério Público e do judiciário Fluminense.

Somos perseguidos, não somos bandidos!

As denúncias que levaram a quadrilha do PMDB à prisão foram feitas por mim, desde 2012. Todos que acompanham a política do Estado do Rio sabem disso!

Essa é a verdade que parte da mídia tenta esconder e será revelada em detalhes no livro que estou terminando de escrever.

29/11/2018

22:42

Garotinho ao vivo no Facebook

29/11/2018

17:07

NOTA OFICIAL - GAROTINHO JAMAIS FOI PRESO DEVIDO A INVESTIGAÇÕES DA LAVA JATO

A defesa de Anthony Garotinho informa que o ex-governador jamais foi preso devido a investigações da Lava Jato tampouco por recebimento de propina de qualquer natureza.
O caso dele diz respeito a um processo da Justiça eleitoral de Campos que está suspenso pelo STF.

A defesa arguiu que o promotor era suspeito de atuar já que tinha sido denunciado anteriormente por Garotinho.

29/11/2018

16:30

BEM QUE O GAROTINHO AVISOU

Matéria original do Blog do Garotinho publicada em 23/09/2014
Matéria original do Blog do Garotinho publicada em 23/09/2014
Em 2014 participei de um debate promovido pela VEJA. Assistam o vídeo com bastante atenção.
TUDO que eu avisei sobre o governo do PMDB aconteceu. Veja a publicação original do Blog acima.
Tem muita gente por aí dizendo: "BEM QUE O GAROTINHO AVISOU...".

Assista ao vídeo:

29/11/2018

08:09

Mais informações sobre a Operação Boca de Lobo, que prendeu o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão

29/11/2018

07:05

PEZÃO E MAIS OITO PRESOS POR ORDEM DO MINISTRO DO STJ

29/11/2018

06:40

URGENTE: Pezão é preso no Rio

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, foi preso por volta das 6h desta quinta-feira (29) no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do estado. A operação é baseada na delação premiada de Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sérgio Cabral, que está preso.

Também há buscas na casa de Pezão em Piraí, no Sul do estado, base do governador, e no Palácio Guanabara, sede do governo, em Laranjeiras. Motoristas que passavam em frente, na Rua Pinheiro Machado, buzinavam, em sinal de comemoração.

Além de Pezão, a força-tarefa da Lava Jato tenta prender outras oito pessoas. A ordem de prisão preventiva foi expedida pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro. Com a prisão de Pezão, assume Francisco Dornelles, seu vice.

Além da prisão de Pezão, a ação tem como alvo o atual secretário estadual de Obras do Rio, José Iran Peixoto. Há buscas e apreensão na casa de Hudson Braga, que foi secretário de Obras durante o governo de Sérgio Cabral.

Carlos Miranda, o Avestruz, detalhou o pagamento de mesada de R$ 150 mil para Pezão na época em que ele era vice do então governador Sérgio Cabral. Também houve pagamento de 13º de propina e ainda dois pagamentos de R$ 1 milhão como prêmio. A ação é mais uma etapa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

28/11/2018

23:02

Câmara de Campos tem mais porteiros do que vereadores



Segundo a matéria da InterTV, em outubro eram 30 porteiros, com um gasto mensal total de R$172 mil reais.



Clique aqui e veja a matéria



28/11/2018

23:00

Paulo Melo diz que Pezão ofereceu DETRAN para loteamento entre deputados

O governador Luiz Fernando Pezão (MDB) foi citado pelo deputado estadual Paulo Melo na terça-feira, durante o depoimento que o parlamentar prestou à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal durante as investigações da Operação Furna da Onça, deflagrada no último dia 8, que apura o envolvimento de políticos e servidores públicos numa rede de corrupção ligada ao ex-governador Sérgio Cabral. No depoimento, ele afirma que foi o governador que procurou os deputados para que eles indicassem cargos no governo, em especial no Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran), incluindo o da presidência do órgão.

Paulo Melo e os deputados Jorge Picciani e Edson Albertassi passaram nove horas depondo na sede da PF, na Praça Mauá, na última terça-feira. Segundo as investigações, parlamentares são acusados de transformarem à Assembleia Legislativa (Alerj) numa “propinolândia”.

Paulo Melo, ex-presidente da Alerj, também admitiu durante seu longo depoimento que fez indicações, revelando que um dos nomes foi o de Carla Adriana Pereira, diretora de Registro do Detran, suspeita de ser uma das operadores do esquema de loteamento do órgão. Ela foi uma das pessoas que tiveram a prisão decretada durante a operação Furna da Onça. Ao todo a Justiça mandou prender 22, dez eram deputados. Melo, Picciani e Albertassi já estavam presos.

O loteamento de cargos no estado envolvendo parlamentares e secretários de governo foi descoberto com a apreensão de uma planilha no computador do deputado Edson Albertassi, durante a Operação Cadeia Velha, deflagrada em 2017 pela Polícia Federal e o Ministério Público federal. Na relação há 290 nomes de pessoas indicadas por 64 políticos e secretários para ocuparem cerca de 870 cargos no governo fluminense. O computador foi encontrado na casa de Albertassi. Para os investigadores da PF e do MPF, o documento é a prova de que os parlamentares transformaram a Assembleia Legislativa (Alerj) numa “propinolândia”.

Segundo investigadores, o esquema montado pelos deputados foi intenso entre de 2011 a 2014, movimentou R$ 54 milhões e prosseguia na Alerj e no Palácio Guanabara. O inquérito aponta que os deputados recebiam “mensalinhos”, que variavam de R$ 20 mil a R$ 900 mil. O dinheiro seria proveniente de sobrepreço de contratos firmados entre o estado e empresas. A investigação começou após uma delação de Carlos Miranda, que era conhecido como “o homem da mala” do ex-governador Sérgio Cabral.

A Furna da Onça cumpriu 22 mandados de prisão expedidos pelo Tribunal Regional Federal, sendo dez contra deputados — além de Picciani, Albertassi e Melo, foram detidos André Correa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Coronel Jairo (MDB), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante), Marcus Vinicius Neskau (PTB) e Marcelo Simão (PP). Apenas o último não cumpre prisão preventiva.

O secretário estadual de Governo, Affonso Monnerat, também está entre os presos. Investigadores o acusam de cuidar do pagamento de propinas, fazendo uma ponte entre a Alerj e o Palácio Guanabara. Mas, segundo procuradores da República, não há indícios de envolvimento do governador Luiz Fernando Pezão no esquema.

A Furna da Onça também levou à cadeia Leonardo Jacob, presidente do Detran até o dia em que a operação foi desencadeada, e Vinícius Farah, que comandou o órgão e foi eleito deputado federal pelo MDB.

Fonte: O Globo

27/11/2018

16:52

Afastamento de Rafael Diniz pode sair mais cedo do que esperávamos

O envolvimento do ex-procurador de Justiça Claudio Lopes com investigação envolvendo a prefeitura de Campos dos Goytacazes pode levar o afastamento do prefeito Rafael Diniz da chefia do poder executivo, por prazo determinado.

A informação obtida com exclusividade pelo site "Tribuna NF", dá conta de que a medida pode acontecer mais cedo do que esperávamos.

O governo de Rafael Diniz estaria totalmente envolvido nas investigações contra o procurador Cláudio Lopes.

Resta saber quantos secretários também poderão ser afastados.

26/11/2018

20:38

MP pede bloqueio das contas pessoais de Pezão por improbidade administrativa

Foto: Folhapress / Zô Guimarães
Foto: Folhapress / Zô Guimarães
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), através do procurador-geral de Justiça interino e do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (GAECC/MPRJ), ajuizou nesta segunda-feira ação civil pública (ACP) contra o governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, por ato de improbidade administrativa. A ação, que versa sobre desperdício de dinheiro público na reforma do estádio do Maracanã, pede o bloqueio das contas pessoais de Pezão. O valor total é de R$ 8,9 milhões e o objetivo é resguardar a futura quitação das multas e a "efetiva reparação dos danos que vierem a ser fixados ao final do processo".

Segundo as investigações, durante as obras de reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014, Pezão, na época era Secretário Estadual de Obras, coordenador executivo de Projetos e Obras de Infraestrutura e vice-governador do Estado, não seguiu as reiteradas recomendações do Tribunal de Contas do Estado para consultar o Comitê Olímpico Internacional sobre os requisitos para o uso do estádio nos Jogos Olímpicos de 2016, visando ajustar o estádio para atender ambas as competições e evitar o desperdício de recursos públicos.

Ainda segundo a ACP, a omissão causou danos aos cofres públicos na ordem de R$ 2,9 milhões. O documento aponta que o prejuízo teria sido causado pela contratação da empresa GE Iluminação do Brasil Comércio de Lâmpadas para trocar o sistema de iluminação do estádio pouco tempo depois do término da reforma anterior, que também havia tido por objeto a iluminação do referido espaço.

Ainda em 2011, mesmo antes da realização dos 16 aditivos ao contrato que fizeram o custo final da obra superar R$ 1,3 bilhão, auditoria do TCE-RJ já constatava que o Maracanã também sediaria as cerimônias de abertura e de encerramento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 e, por isso, alertava que adequações às exigências do Comitê Olímpico Internacional deveriam ser consideradas nos projetos básico e executivo da reforma em andamento, a fim de evitar outras obras nos anos seguintes.

O MP diz que, mesmo sendo notificado por ofício expedido em 29 de julho de 2011, o então secretário de obras Pezão sequer respondeu à Corte de Contas. Em 2013, o TCE-RJ comunicou a Pezão que ele seria pessoalmente responsabilizado por eventuais novos gastos com adaptações no estádio para os eventos de 2016. A recomendação do TCE-RJ pretendia empregar as verbas públicas com melhor relação custo-benefício, evitando desperdícios de recursos com novas obras no futuro, como havia já ocorrido em oportunidade anterior, quando milhões de reais investidos na reforma do mesmo estádio para os Jogos Pan-Americanos de 2007 foram perdidos em razão da demolição e reconstrução parcial do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014.

"Como o demandado foi expressamente notificado pelo Tribunal de Contas do Estado para se certificar junto ao Comitê Olímpico Internacional sobre as exigências técnicas para os eventos de 2016 a tempo de providenciar as alterações dos projetos de reforma em curso no estádio à época e quedou-se inerte, a realização da nova obra pouco tempo depois da reforma quase integral do Maracanã deixou claro que sua conduta omissiva extrapolou os limites da mera incompetência para configurar ato de improbidade administrativa”, diz a ACP.

Pezão fez 'manobra' para mudar iluminação do estádio de novo em 2016, diz MP

De acordo com as investigações, no ano seguinte à realização do Mundial de 2014, quando Pezão já era governador, teria começado uma estratégia para que o contribuinte arcasse com os custos da instalação de um novo sistema de iluminação no Maracanã de forma escamoteada, usando benefícios fiscais para tentar camuflar a lesão ao erário decorrente dos custos da nova obra.

Com uma manobra jurídico-financeira, o Governo do Estado autorizou o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016 a celebrar contratos aprovados pela Secretaria de Estado da Casa Civil para realização de obras destinadas a atender as exigências para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, dentre os quais a troca do recém-instalado sistema de iluminação do Maracanã.

Para não chamar atenção da sociedade e do TCE-RJ sobre o descumprimento da recomendação e a realização de mais gastos públicos com esse contrato, uma operação de crédito com antecipação de receitas públicas autorizou a concessionária Light a adiantar ao Estado parte dos valores que deveria recolher a título de ICMS para custear a obra, em troca a correspondente compensação tributária, autorizada pela Secretaria Estadual de Fazenda.

Em seguida, o Comitê Rio 2016, sob supervisão da Secretaria da Casa Civil, contratou a GE Iluminação do Brasil Comércio de Lâmpadas Ltda para realizar a troca do sistema de iluminação que havia sido instalado recentemente pela mesma empresa e efetuou o pagamento pela obra com os recursos adiantados pela LIGHT, dando a falsa impressão de que era custeada com recursos privados, quando na verdade eram recursos públicos decorrentes da antecipação de receitas de ICMS e submetidos à prestação de contas ao Governo do Estado.

Reprodução: O Dia Online

26/11/2018

20:35

TJRJ mantém prisão e sequestro de bens de Claudio Lopes, ex-procurador-geral do MP

Jorge Picciani, Cabral e Cláudio Lopes
Jorge Picciani, Cabral e Cláudio Lopes
O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) manteve, em decisão nesta segunda-feira (26), a prisão preventiva e o sequestro de bens de Claudio Lopes, ex-procurador-geral do Ministério Público.

Foram 16 votos favoráveis à prisão e um contrário. Cinco desembargadores se declararam impedidos. A questão foi votada depois que o desembargador Antonio Carlos Armado pediu para que o caso fosse analisado pelo Tribunal Regional Federal (TRF-2), em vez do TJRJ.

Cláudio Lopes é alvo de uma investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, que indica que ele recebeu propina para “blindar” a organização chefiada pelo ex-governador Sérgio Cabral.

Ele foi denunciado por Carlos Miranda, o operador financeiro do esquema de Cabral que assinou delação premiada.

As mesadas seriam de R$ 300 mil para beneficiar a quadrilha e, ao longo do tempo, ele teria recebido um total em propina de R$ 7,2 milhões. Cabral teria, inclusive, “patrocinado” a campanha dele à procuradoria.

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