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sábado, 10 de abril de 2021

06/04/2021

08:29

Parabéns, Rosinha!

Hoje é aniversário do meu amor. Rosinha minha vida, meu chão, minha estrela brilhante que me faz caminhar na escuridão.
Seu presente é você, pois como encontraria algo mais puro e verdadeiro para oferecer àquela que me mostrou o caminho da felicidade?
O universo te homenageia.
Parabéns Rosinha.

05/04/2021

08:26

Ceciliano denuncia chantagem de Guedes contra o RJ e apresenta projeto antileilão da Cedae

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), apresentou, nesta segunda-feira (05), projeto de decreto legislativo que impede o leilão da Cedae, marcado para 30 de abril, caso o Regime de Recuperação Fiscal do Rio não seja renovado nos termos previstos em 2017, quando fora incialmente pactuado. O deputado pautará a proposta em regime de urgência ainda esta semana.

Na justificativa, Ceciliano faz acusações graves contra o Ministério da Economia de Paulo Guedes, que estaria chantageando o Governo do Rio a assinar um acordo, segundo novas regras, draconianas, que se aplicadas inviabilizariam a administração pública estadual, com a proibição de reajustes de servidores e de contratação de pessoal, inclusive para áreas de Educação e Segurança, por nove anos, período de validade do plano.

“É uma chantagem clara, que beira a imoralidade tendo em vista a crise sanitária pela qual a humanidade passa, tendo atualmente o Brasil como seu epicentro”, escreveu o deputado.

Após protestar contra as imposições de Paulo Guedes, André Ceciliano lembrou o desempenho pífio do governo federal no enfretamento da pandemia do novo coronavírus. “O governo federal tenta impor suas cartilhas administrativas aos entes federativos, mas não foi capaz de reabrir até o momento os cerca de 500 leitos que permanecem ociosos em hospitais federais, o que teria decerto evitado a morte de vários pacientes vitimados pela COVID no Rio de Janeiro, estado que infelizmente ostenta o maior número de óbitos per capta de todo o Brasil”, protestou.

Em entrevista ao Valor, Ceciliano afirmou que o projeto de decreto legislativo tem o sentido de pressionar o governo federal, embora possa ter reação negativa de agentes econômicos. “Aí você pode perguntar: não parece chantagem? A gente precisa ter a tranquilidade de ter o regime renovado, o Rio precisa de paz e de regras claras. Estamos num limbo. Aí se vende um bem do Estado sem contrapartida nenhuma? A única coisa que temos para forçar esse acordo de prorrogação é a Cedae, que é o único troféu do [ministro da Economia Paulo] Guedes”, disse.

O movimento do presidente da Alerj visa a impedir que Paulo Guedes, após fracassar em seu plano de privatização de ativos federais, tente transformar a concessão na Cedae em vitrine de seu projeto neoliberal, a despeito da visível má vontade e do arrocho fiscal draconiano imposto ao Governo do Rio.

Em 2017, o Regime de Recuperação Fiscal suspendeu o pagamento de dívidas do Rio com a União pelo prazo de três anos e deveria ter sido prorrogado pelo mesmo período, em setembro do ano passado. No entanto, o Ministério da Economia se opôs à renovação automática contratual prevista, alegando que o Rio teria descumprido cláusulas do contrato.

O impasse foi temporariamente resolvido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que impediu o governo federal de retirar o Rio do RRF pelo prazo de seis meses, ou seja, até fevereiro deste ano.

Em janeiro deste ano, o Ministério da Economia alterou as regras do RRF, alongando as dívidas dos estados com a União por até nove anos desde que se comprometam a não dar reajustes e a não contratar servidores em todas áreas, inclusive as consideradas essenciais como Educação e Segurança. Regras absolutamente inexequíveis que, se cumpridas, implodiriam a administração pública do estado.

REPRODUÇÃO: REVISTA FORUM

24/03/2021

07:50

Cármen Lúcia muda voto, e 2ª Turma do STF declara que Moro foi parcial ao condenar Lula

Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal declarou em julgamento nesta terça-feira (23) que o ex-juiz federal Sergio Moro agiu com parcialidade ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá.

A sentença que condenou Lula segue anulada por outra decisão, determinada pelo ministro Edson Fachin, que apontou a incompetência da Justiça Federal do Paraná para analisar os processos do petista e tornou sem efeito as condenações pela Operação Lava Jato de Curitiba.

Com a decisão desta terça, a Segunda Turma anulou todo o processo do triplex, que precisará ser retomado da estaca zero pelos investigadores.

A decisão resultou do julgamento pela turma de uma ação impetrada em 2018 pela defesa de Lula.

A maioria a favor da ação do ex-presidente foi formada com a mudança de voto da ministra Cármen Lúcia. Em 2018, quando o julgamento se iniciou, ela tinha rejeitado a ação, mas agora seguiu o entendimento dos colegas Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Cármen Lúcia entendeu que novos elementos mostraram que a atuação de Moro não foi imparcial, favoreceu a acusação e, portanto, segundo avaliação da ministra, houve um julgamento irregular.

A suspeição não é automática para outros processos de Lula — a defesa terá, por exemplo, que questionar os outros casos na Justiça. Moro não foi o autor da condenação de Lula no caso do sítio de Atibaia, mas recebeu a denúncia e transformou o petista em réu nesse caso.

Para o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, a suspeição de Moro tem efeitos que vão além do caso de Lula e abre brecha para que advogados de condenados na Lava Jato questionem na Justiça a conduta do ex-juiz e apontem outras sentenças como ilegais.

O voto da ministra

Cármen Lúcia justificou que novos elementos juntados ao processo permitiram uma nova análise sobre os fatos levantados pela defesa de Lula que apontavam uma conduta irregular do juiz na sentença.

De acordo com a ministra, ninguém deve ser perseguido por um juiz ou tribunal nem condenado por determinado voluntarismo.

Segundo ela, há elementos de que houve uma “confusão” entre o juiz e o Ministério Público, que é o órgão acusador.

Cármen Lúcia afirmou que não estava considerando diálogos obtidos por hackers que demonstrariam uma ação combinada entre o juiz Sergio Moro e procuradores da Operação Lava Jato e afirmou que reconhecer a parcialidade de Moro na condenação de Lula não significa que isso terá impacto em outros casos da Operação Lava Jato.

“Tenho para mim que estamos julgando um habeas corpus de um paciente [Lula] que comprovou estar numa situação específica. Não acho que o procedimento se estenda a quem quer que seja, que a imparcialidade se estenda a quem quer que seja ou atinja outros procedimentos. Porque aqui estou tomando em consideração algo que foi comprovado pelo impetrante relativo a este paciente, nesta condição”, disse a ministra.

Segundo ela, “essa peculiar e exclusiva situação do paciente neste habeas corpus faz com que eu me atenha a este julgamento, a esta singular condição demonstrada relativamente ao comportamento do juiz processante em relação a este paciente”.

“Não estou portanto fazendo algum tipo de referência à Operação Lava Jato, mas sobre um paciente julgado e que demonstra que, em relação a ele houve comportamentos inadequados e que suscitam portanto a parcialidade”, afirmou a ministra.

Nunes Marques

Antes de Cármen Lúcia, votou o ministro Nunes Marques, que, no último dia 3, interrompeu o julgamento ao pedir vista (mais tempo para analisar o processo).

Marques rejeitou a ação de Lula, o que, naquele momento, formou um placar de 3 a 2 contra a declaração de suspeição de Moro. Com a mudança de voto, Cármen Lúcia alterou o resultado, com 3 a 2 a favor do acolhimento da ação de Lula.

Nunes Marques considerou que os fatos colocados pela defesa de Lula foram “enfrentados” pela Justiça e que não cabia reanalisá-los.

Segundo ele, os pontos relacionados como argumentos na ação — “condução coercitiva, quebra de sigilo, divulgação dos áudios, teor de informações prestadas ao STF pelo magistrado, fundamentos declinados por ocasião do recebimento da denúncia, postura do magistrado, obras literárias tendo como tema Operação Lava Jato, participação de magistrado em eventos políticos, pré-disposição em condenar do magistrado, considerações do magistrado em artigo acadêmico” — já foram apreciados pela Justiça.

Para Nunes Marques, é preciso ter provas para se declarar uma suspeição.

“No meu entendimento, todos esses fatos já foram objeto de análise em todas as instâncias do Poder Judiciário. É inviável a reanálise de três fundamentos nesta via eleita. Na hipótese de suspeição, é preciso provas.”

No voto, Marques comentou as manifestações de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski a respeito de diálogos obtidos por hackers que demonstrariam uma ação combinada entre o juiz Sergio Moro e procuradores da Operação Lava Jato.

“Se o hackeamento fosse tolerado, mesmo que para a defesa, ninguém estaria seguro de sua intimidade, de seus bens, de sua liberdade. No caso em exame, as provas são materiais obtidos por hackers. Tenho que são absolutamente inaceitáveis tais provas, por serem frutos diretamente de crimes. Entender de forma diversa seria uma forma transversa de legalizar a atividade hacker no Brasil.”

Gilmar Mendes

Após o voto de Nunes Marques, o ministro Gilmar Mendes pediu a palavra, contestou os principais pontos colocados pelo colega e voltou a defender que houve parcialidade de Moro.

Mendes discordou das questões processuais apontadas por Nunes Marques, pegou pontos da defesa e aprofundou trechos do voto que já havia apresentado. Ele afirmou que não se pode permitir uma combinação entre juiz e o ministério público.

Mendes disse que habeas corpus pode ser usado para declarar ilegalidade em qualquer julgamento, citou que houve irregularidades no processo como a condução coercitiva, a interceptação do escritório da defesa do ex-presidente. e citou nominalmente Nunes Marques várias vezes.

Mendes afirmou ainda que independente do resultado do julgamento o caso já representou a desmoralização da Justiça.

“Não se trata de ficar brincando de não conhecer de habeas corpus. É muito fácil não conhecer de um habeas corpus. Atrás, muitas vezes, da técnica de não conhecimento de habeas corpus, se esconde um covarde. E Rui falava: ‘O bom ladrão salvou-se, mas não há salvação para o juiz covarde’”, afirmou.

O ministro reforçou que julgou com as provas do processo. “Caráter seletivo e manipulado dos vazamentos não apaga os registros de quando [Moro] virou herói nacional. Tomou como sinal de apoio protestos pela prisão de Lula. Encerro reafirmando meu voto e destacando que em nenhum momento – e disse isso claramente – não vou usar as informações de hackers para falar deste caso. Não me façam nenhuma injustiça. Agora, acho que esses fatos são historicamente relevantes”, declarou.

REPRODUÇÃO: G1

19/03/2021

08:27

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO - PARTE 8

A delegada é clara"o juizo prevento era da 75 zona eleitoral.mas os delegados e o promotor disseram que pela 100 zona eleitoral estavam todos engajados.
Ou seja,escolheram os juizes,os delegados e o promotor.
Fraude escancarada.
Compartilhe esses videos para que seja feita justiça.

17/03/2021

23:05

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO - PARTE 7

Delegada confessa que violou normativa interna para direcionar a investigação para o delegado Paulo Cassiano, a pedido do Promotor e do Delegado Marco Aurélio.
TUDO COMBINADO.
Ela depois se arrependeu.

15/03/2021

20:18

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO - PARTE 6

A delegada chefe afirma que a máquina estatal foi usada para atender o juiz que passou a dar todas as decisões de interesse dos delegados.
Uma brutal ilegalidade.

13/03/2021

05:49

RESGATANDO A VERDADE DA OPERAÇÃO CHEQUINHO.

Nesses últimos dias, publicamos vídeos gravados em novembro de 2016 pela delegada chefe do delegacia da Polícia Federal em Campos.
Ela vai revelando aos poucos, todas as irregularidades do inquérito,que foram praticadas pelos delegados que conduziram a investigação, o promotor Leandro Manhães e o juizes Glaucenir Oliveira e Ralph Manhães.
Na próxima semana vamos mostrar a trama das autoridades envolvidas para evitar que a corregedoria da PF no Rio de Janeiro, descobrisse os crimes cometidos por eles.

Segue o primeiro vídeo da série e os links para os demais já publicados.
Segunda tem vídeo novo.
#JUSTIÇA JÁ!!!

Parte 1


Clique e assista:PARTE 2
Clique e assista:PARTE 3
Clique e assista:PARTE 4
Clique e assista:PARTE 5

11/03/2021

19:14

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO - PARTE 5

No vídeo de hoje, a delegada chefe da PF confessa que viu uma idosa ser presa para confessar crimes que não cometeu e que computadores foram apreendidos sem cuidados técnicos, ou seja, as informações podiam ser adulteradas.

Assista e compartilhe.

11/03/2021

07:00

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO

Assista e compartilhe

10/03/2021

11:26

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO - PARTE 4

A delegada afirma:"Eles faziam tudo às pressas, era preciso terminar a operação antes da eleição."
A farsa da chequinho vai aparecendo.

Veja o novo vídeo. Compartilhe.

10/03/2021

11:24

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO - PARTE 3

A delegada conta mais detalhes de como tudo foi feito fora da lei.

Assista o vídeo. Compartilhe.

10/03/2021

11:19

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO - PARTE 2

TUDO COMBINADO: JUÍZES, DELEGADOS E PROMOTOR

Dando continuidade à publicação dos trechos do vídeo gravado pela delegada chefe da Polícia Federal em Campos em 2016.

Com receio da trama que envolvia os delegados Marco Aurélio e Paulo Cassiano, o Promotor Leandro Manhães e os Juízes Glaucenir Oliveira e Ralfh Manhães, ela resolveu gravar tudo para se proteger dos crimes que eles cometeram contra nós e outras pessoas inocentes. O vídeo tem 2h de duração, por isso resolvemos ir por etapas. Veja como ela denuncia o crime cometido pelas autoridades.

Assista o vídeo. Compartilhe.

Publicado por Anthony Garotinho em Domingo, 7 de março de 2021

10/03/2021

11:09

A FARSA DA OPERAÇÃO CHEQUINHO - PARTE 1

Conforme falei no Programa da Rádio Costa Verde, que iria publicar o vídeo da Delegada da Polícia Federal responsável em 2016 pela delegacia de Campos. Um depoimento onde ela fala abertamente da "organização criminosa" formada em Campos dos Goytacazes contra nós, criando o processo da "Chequinho". Ela afirma que pessoas sabidamente inocentes foram presas para dar depoimentos contrários ao nosso grupo político. Afirma também que o promotor, o delegado e o juiz agiam em conjunto de tal maneira que chegou ao ponto do delegado preparar peças para o juiz assinar, mandando levar numa academia de ginástica onde ele estava. Um verdadeiro absurdo.

Como a "Justiça " ignorar tudo isso? Prefere a condenação pela cara de quem julga?
Nos ajude a mostrar a verdade. Compartilhe.

13/01/2021

12:33

Parabéns, Wladimir!

Que Deus prolongue seus dias, conceda paz, sabedoria e uma família abençoada.

Parabens Wlad! Saúde e força, inspiração que venha do povo e uma renovada esperança na vida.

FELICIDADES!

11/01/2021

15:31

Cabral condenado mais uma vez

REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF
REPRODUÇÃO: TRIBUNA NF

10/01/2021

20:28

O FEITIÇO E O FEITICEIRO

Rosinha deixou o governo com o 13° pago e salário de dezembro quitado dentro do mês.
Rafael preferiu pagar alguns fornecedores e empreiteiros e deixou os servidores ardendo na chama de seu feitiço.
Vai morar em Rio Preto numa fazenda de mais de 300 alqueires, casa luxuosa para receber os poucos amigos, muito boi e pouco povo.
A maldição dos pobres cai sobre gente assim, só é bem recebido em velório.