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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

08/11/2017

09:25

Fala Garotinho (Quarta, 08/11/2017)

07/11/2017

18:32

Servidores vão empurrar a aprovação de Temer para quase zero

Reprodução da Veja online
Reprodução da Veja online

O número de brasileiros que aprovam o governo de Michel Temer é irrisório, insignificante, míseros 3%, eu sei que é perto de zero, ainda mais quando a margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos. Mas vai piorar a partir de janeiro. Até lá ninguém sentirá melhora no bolso, no dia-a-dia, ainda que o governo fale que a economia já está se recuperando. E o adiamento dos reajustes salariais dos servidores federais, de 2018 para 2019, além do aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14% (para quem ganha acima de R$ 5 mil) vão provocar muitos protestos de servidores. Aliás, na próxima sexta-feira já teremos a primeira manifestações dos servidores federais contra o pacote de maldades de Temer. Ou seja, a aprovação do presidente Michel Temer ainda cairá mais, se é que isso é possível. Vai acabar dando traço, que é como nas pesquisas de audiência de rádio e televisão se diz quando ninguém ouve ou assiste determinado programa ou horário.

07/11/2017

17:48

Reforma da Previdência "caiu do telhado"

Reprodução do Brasil 247
Reprodução do Brasil 247

Nem é mais o caso de se dizer que a Reforma da Previdência "subiu no telhado", na verdade "já subiu e já caiu do telhado". Não há mais a menor chance de Temer conseguir aprová-la. Ele mesmo já admitiu isso em conversa com líderes partidários no domingo no Palácio do Jaburu. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles diz que aprovar este ano será difícil. Ora, se não conseguiram até agora, podem esquecer, o próximo ano teremos eleições e nenhum parlamentar vai querer se queimar com seu eleitorado. Além do mais Temer gastou a munição (cargos e emendas) que tinha para escapar das duas denúncias por corrupção.

07/11/2017

17:00

Propaganda do governo Temer só engana trouxas




O Governo Temer diz que "viramos esse jogo". Bem, só se estiver se referindo à "operação abafa" que comprou votos de deputados para arquivar a denúncia de corrupção contra o presidente e os ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha. Aliás, para colocar um senhor para sambar, como se estivesse comemorando a "virada", deveriam ter chamado o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), aquele que dançou no plenário depois da vitória no plenário que barrou a denúncia contra Temer.

07/11/2017

14:02

Garotinho é notícia no UOL

Reprodução do UOL
Reprodução do UOL

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07/11/2017

11:55

Encontro Marcado com Garotinho (Terça, 07/11/2017)

07/11/2017

09:00

Fala Garotinho (Terça, 07/11/2017)

06/11/2017

16:14

Novo protesto dos servidores contra o calote de Pezão

Reprodução do Facebook
Reprodução do Facebook

Os servidores estaduais querem colocar 100 mil pessoas na porta da ALERJ. Diante do calote de Pezão seria de se esperar um número expressivo de manifestantes, afinal existem mais de 450 mil servidores da ativa, inativos e pensionistas. Mas a falta de combatividade de alguns sindicatos que representam determinadas categorias do funcionalismo atrapalha o movimento dos servidores. O PMDB contaminou várias instituições, incluindo representantes dos trabalhadores. O pessoal da Segurança diz que vai em peso.

06/11/2017

15:05

Segundo delator, Leonardo Picciani também armou esquema de propina com agências de publicidade

Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online

O marqueteiro do PMDB-RJ Renato Pereira entregou na sua delação não apenas Sérgio Cabral, Eduardo Paes, Pezão e Pedro Paulo. Também contou o esquema montado em 2015 com o deputado federal Leonardo Picciani, atual ministro do Esporte, que queria 4,5% dos contratos de publicidade do Ministério da Saúde, controlado pelo PMDB. Na negociação, o publicitário diz que a propina ficou acertada em 3% dos contratos. Deve ser a tal "taxa de oxigênio".

Leonardo Picciani, é claro, nega tudo e chama de "fantasiosa" a delação de Renato Pereira. Admitiu ter se encontrado com o publicitário, mas vejam que coisa, não consegue lembrar quando, onde e quem intercedeu para que se reunisse com Renato. É um caso de amnésia seletiva.

06/11/2017

13:45

Sem fazer alarde, Temer abre caminho para venda de estatais

Michel Temer com chapéu do Banco do Brasil
Michel Temer com chapéu do Banco do Brasil

Foi dada a largada para a venda da: Petrobras,Banco do Brasil e Eletrobras.

O presidente Michel Temer publicou no Diário Oficial da União, numa sexta-feira enforcada por um feriadão, um decreto presidencial que isenta a publicação de editais para a venda das ações do governo em empresas de economia mista. Na prática, o governo não necessitará de leilões ou publicações que causem qualquer alarde ou publicidade para “desinvestimento” público em empresas de capital misto. A Petrobras, o Banco do Brasil, a Eletrobras e outras são empresas dessa natureza.

Vejam os artigos do decreto:

“Art. 1º Fica estabelecido, com base na dispensa de licitação prevista no art. 29, caput, inciso XVIII, da Lei nº 13.303, de 30 de junho de 2016, e no âmbito da administração pública federal, o regime especial de desinvestimento de ativos das sociedades de economia mista, com a finalidade de disciplinar a alienação de ativos pertencentes àquelas entidades, nos termos deste Decreto”.

§ 1º As disposições previstas neste Decreto aplicam-se às sociedades subsidiárias e controladas de sociedades de economia mista”.

Na prática, o governo passa a ter liberdade para vender as ações no mercado capitais, sem qualquer tipo de aviso, sem licitação. Fica aberto o caminho para a liquidação em tempo recorde, de todas as maiores e mais lucrativas empresas estatais, as de capital misto.

O povo brasileiro precisa rapidamente se mobilizar para evitar a entrega desse patrimônio público que foi construído ao longo de gerações.

Será a maior negociata da história da República.

VAMOS IMPEDIR ISSO!

06/11/2017

11:55

Encontro Marcado com Garotinho (Segunda, 06/11/2017)

06/11/2017

09:25

Fala Garotinho (Segunda, 06/11/2017)

05/11/2017

12:30

A delação do publicitário Renato Pereira entrega Cabral, Paes, Pezão, Pedro Paulo e outros

Já há mais de um mês falei em meu programa de rádio sobre a delação do publicitário Renato Pereira, da Prole, o marqueteiro oficial do PMDB e dos governos do Rio. Inclusive quando da apreensão ilegal dos meus pen drives pela Polícia Federal, até hoje não devolvidos, faço citação à delação de Renato Pereira. Hoje, além da manchete principal, o Globo publica extensa matéria sobre a delação. Não sei se foi de forma proposital ou se ainda pretende divulgar outros detalhes, mas a matéria omite várias situações e outros políticos, a menos que Renato Pereira não tenha conseguido documentação para comprovar o que falou em relação a outras pessoas. Também estranho que quando recebi a informação e os detalhes da delação fui alertado que um vazamento detalhado, e foi o que eu evitei, apenas comentando os assuntos no blog e no programa, poderia gerar um pedido de nulidade da delação. Hoje o Globo publica até gráfico entre os valores declarados nas campanhas de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo, que certamente algum deles poderá solicitar ao ministro Ricardo Lewandowski, a quem cabe a homologação dessa delação, a nulidade visto que ainda não foi quebrado o sigilo. Como Eduardo Paes é o “queridinho” das Organizações Globo fica a dúvida. Vazaram o que interessava para gerar a nulidade ou não têm a delação completa?

Vamos a um resumo do que disse Renato Pereira.

As licitações no governo Sérgio Cabral eram fraudadas, e que ele próprio escolhia junto Maurício Cabral (irmão de Sérgio Cabral) as empresas que seriam vencedoras. Ajudou inclusive a redigir os editais de concorrência junto com Regis Fichtner e Wilson Carlos. Segundo Renato Pereira até mesmo pareceres e justificativas para notas baixas das agências concorrentes eram escritas por sócios da Prole e depois homologadas pela comissão de licitação do Governo do Estado. Ele afirmou que tudo foi acertado num café da manhã no Copacabana Palace em 2007. Segundo ele, Ricardo Cota, subsecretário de Comunicação do governo Cabral, o procurou para que coordenasse os editais de licitação. O publicitário designou seu sócio Flávio Horácio Peixoto Azevedo para apresentar os pareceres e as propostas. Além de Cota e Flávio Horácio, o publicitário afirma que participavam das reuniões e decisões, o ex-secretário de Governo, Wilson Carlos, já preso, Regis Fichtner, ainda solto, além de Maurício Cabral. Na primeira licitação, como a Prole não tinha condições de aparecer entre os cinco vencedores, indicou a PPR (Profissionais da Propaganda Reunidos). A empresa de Renato Pereira venceu os editais seguintes. Entre 2008 e o início de 2014, a PPR e a (Prole) faturaram R$ 230 milhões, resultantes de licitações fraudulentas onde havia mais 4 agências. Segundo o delator 1/3 do lucro dos contratos da PPR era repassado à Prole e outro 1/3 ao irmão de Sérgio Cabral. O favorecimento tinha o aval de Wilson Carlos, de Ricardo Cota e do próprio Sérgio Cabral, a quem Renato Pereira declara gratidão pelo crescimento súbito de sua agência. Ainda segundo ele, também participavam do esquema a Carioca Filmes, a Agência 3, que também ganhou a conta da CEDAE no valor de R$ 50 milhões, e a agência Eurofort. Todas praticavam o mesmo sistema, 1/3 do lucro para a Prole e 1/3 para Maurício Cabral.

A matéria do Globo relatou com riqueza de detalhes a fraude nas licitações do Estado, mas não deu uma linha sobre como o esquema funcionava na Prefeitura do Rio, sob o comando de Eduardo Paes.





O caixa 2 de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo

Subitamente a matéria esquece o esquema das verbas oficiais e passa a tratar das campanhas eleitorais. “Cuidadosamente” o texto não usa nunca a palavra corrupção, cita sempre “caixa dois”. Renato Pereira revela a diferença entre o que foi declarado pelos candidatos à Justiça Eleitoral e o que ele efetivamente recebeu.



O publicitário relata também que ele e seus sócios da Prole recebiam pessoalmente dinheiro vivo em sacolas, repassado por empresas prestadoras de serviço, empreiteiras ou fornecedoras dos governos estadual e municipal do Rio. Segundo ele, os maiores colaboradores foram Andrade Gutierrez, Odebrecht e pelo empresário de ônibus Jacob Barata, e diz mais, que a pré-campanha de Pezão ao Governo do Estado (2013, um ano antes da eleição) foi bancada pelo “rei dos ônibus” e custou R$ 5 milhões, valor acertado numa reunião no Palácio Guanabara onde participaram além dele, Sérgio Cabral, Pezão e Wilson Carlos. Diz Renato Pereira que Pezão necessitava de uma atenção especial em razão da sua dificuldade de comunicação, e ele ficou responsável pelo treinamento de fala, vídeos para redes sociais e aparições em programas de TV, e ainda conta que o responsável pelos pagamentos era Hudson Braga, o Braguinha. Foram entregues, entre junho de 2013 e junho de 2014, R$ 400 mil mensais no prédio da agência Prole, na Urca. Outros R$ 700 mil foram entregues também na agência por Paulo Fernando Magalhães Pinto, amigo e ex-assessor de Cabral, que foi preso e está condenado a 9 anos de prisão. Renato Pereira afirma que o mesmo método usado nas campanhas de Cabral e Pezão se usou nas últimas duas eleições para a Prefeitura do Rio. Ele afirma que foi o próprio Eduardo Paes que lhe comunicou como funcionaria o esquema. No caso da prefeitura além das entregas de dinheiro na sua agência, na Urca, também aconteciam entregas na Nimbus Comunicação, uma produtora pertencente ao seu grupo. O dinheiro dos pagamentos ilícitos da campanha de Paes à reeleição e da de Pedro Paulo era entregue diretamente a ele por Guilherme Schleder, integrante da Casa Civil da prefeitura, que tinha como secretário Pedro Paulo. Ocorriam normalmente em restaurantes e citou o Outback da Barra da Tijuca. Segundo ele repasses foram feitos por Fernando Duba, assessor de Pedro Paulo, e Bernardo Fellows, subchefe de gabinete de Eduardo Paes. A delação conta ainda que uma das grandes fontes de contribuição financeira da pré-campanha de Pedro Paulo foi o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, colega de cela de Cabral, e outro, Jacob Barata. O valor de Jacob Barata na pré-campanha foi de R$ 2 milhões. Renato afirmou também que Sérgio Cabral chegou a lhe pedir ajuda para receber no exterior uma dívida de propina da Odebrecht no valor de US$ 130 mil, que acabou sendo depositada na conta de um doleiro, que transformou em dinheiro e repassou a Wilson Carlos e Carlos Emanuel Miranda, o Avestruz, outro preso com Cabral em Benfica. Também disse que a pré-campanha de Cabral em 2010 custou R$ 12 milhões, que foram bancados pela Odebrecht. O dinheiro foi entregue à Rua General Garson, no Jardim Botânico, onde fica o prédio da sua produtora Nimbus. Durante a campanha quando os valores aumentaram passaram a ser transportado em uma Pajero blindada e entregues no estúdio onde a equipe trabalhava.

O que Renato Pereira retirou da delação ou o Globo ainda não publicou

1 – O esquema montado por ele na Prefeitura de Niterói com o ex-secretário da Cabral e atual prefeito da cidade, Rodrigo Neves.

2 – Quem participou das fraudes nas licitações da Prefeitura do Rio.

3 – Seu envolvimento com Nelson Bornier e a Prefeitura de Nova Iguaçu.

4 – As contas onde depositou dinheiro no exterior para Eduardo Paes e Pedro Paulo.

5 – Os nomes dos fornecedores do Estado e da Prefeitura do Rio, além daqueles já conhecidos, que colaboraram para as campanhas de Cabral, Paes, Pezão e Pedro Paulo, através de notas frias que ele emitia de sua agência.

6 – A ordem que ele deu para jogar milhões de reais na Baía de Guanabara no dia da Operação Calicute, quando Cabral foi preso, cujas notas apareceram boiando durante vários dias para alegria de pescadores e endividados.

É bom lembrar a Renato Pereira que omissões assim como acusações sem provas materiais podem anular a delação. Seu acordo foi altamente benéfico diante dos crimes que cometeu em parceria com a Gangue do PMDB. Pelos crimes confessados, ele vai pagar uma multa entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões, valor irrisório diante da montanha de dinheiro que recebeu. Sua pena também deverá ser bem reduzida. Um bom conselho a Renato Pereira, um ótimo marqueteiro: Fale tudo antes que perca tudo. A mentira pode convencer no marketing, mas não na justiça.

Em tempo: A semana promete fortes emoções para figuras influentes do PMDB do Rio. Dizem as más línguas que será servida uma bela macarronada à italiana. A conferir.

05/11/2017

10:37

Facção criminosa do PMDB relembra os rituais do antigo Comando Vermelho

Reprodução da coluna de Lauro Jardim, do Globo
Reprodução da coluna de Lauro Jardim, do Globo

Como diz a nota do jornalista Lauro Jardim, Sérgio Cabral é "amigo dos amigos", expressão que virou nome da facção criminosa A.D.A.. Podem imaginar a cena? A Gangue dos Guardanapos perfilada, atendendo a ordem de Cabral, saudando com aplausos a chegada de Carlos Arthur Nuzman é cena antológica, merece estar num filme.

Mas para os mais novos relembro aqui uma cena semelhante ocorrida nos idos dos anos de 1980 quando o Comando Vermelho ainda era conhecido como Falange Vermelha, tendo como um dos seus principais líderes o traficante José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha, do morro do Juramento, que se notabilizou por sua fuga cinematográfica do presídio da Ilha Grande usando um helicóptero.

Os presos da Falange Vermelha ficavam no presídio Milton Dias Moreira, no complexo de Frei Caneca. Escadinha, preso mais uma vez foi levado para a galeria A. Ao chegar, Francisco Viriato, o Japonês, outro cabeça da facção criminosa que já estava no presídio fez os presos se perfilarem e recepcionarem Escadinha com aplausos.

O tempo passou, surgiu no Rio uma nova facção criminosa, a do PMDB, chefiada por Sérgio Cabral, mas os velhos hábitos dos presídios se repetem. E mais uma vez fica claro quem manda no presídio vip de Benfica.

04/11/2017

14:41

Pedro Paulo foi matar saudades de Eduardo Paes nos Estados Unidos?

Reprodução do Extra (a foto da matéria é de um turista brasileiro)
Reprodução do Extra (a foto da matéria é de um turista brasileiro)

O deputado federal Pedro Paulo (PMDB-RJ) aproveitou o feriadão para correr ao encontro do seu ex-chefe, Eduardo Paes em Maryland, no estado americano da Virgínia. Um turista brasileiro os flagrou numa degustação de vinhos na vinícola Sugarloaf Mountain Vineyard. Só não se sabe se o vinho embalou boas lembranças ou lamúrias pela tempestade que se avizinha, o furacão Lava Jato, que será para eles tão devastador quanto o Irma que recentemente varreu os Estados Unidos, e chegou à Virgínia onde se encontram.

O que a matéria não diz é que - vejam a tremenda coincidência - de Maryland até Delaware, conhecido paraíso fiscal onde Sérgio Cabral, Sérgio Côrtes e outros integrantes da Gangue dos Guardanapos montaram esquemas de lavagem de dinheiro da corrupção através de offshores, de garro gasta-se pouco mais de uma hora. Será apenas coincidência?

04/11/2017

13:10

Pezão manda jogar a sujeira para baixo do tapete

Reprodução do Globo
Reprodução do Globo

O ministro da Justiça, Torquato Jardim deixou Pezão possesso com suas afirmações sobre o envolvimento do crime organizado com a PM e autoridades, além de políticos. Foi até ao STF contra Torquato. Mas vocês não acham muito estranho, estranhíssimo que tenha mandado exonerar a equipe da Corregedoria da PM, um grupo de oficiais que vinha batendo recordes de prisões de policiais com má conduta, que se envolveram em crimes. Todo mundo sabe nos principais gabinetes do Palácio Guanabara e do Quartel General da PM que a ordem é abafar investigações que possam levar à prisão de policiais envolvidos com o crime organizado para não dar margem a operações mais aprofundadas pelo Ministério Público ou pela Polícia Federal, dependendo da natureza dos crimes. E tão grave é o apoio dissimulado, através da omissão, que recebe da ALERJ nessa escandalosa "operação abafa".

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