Reprodução do Diário do Poder
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Acostumado com o poder de presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) não quer se transformar, a partir de 1º de fevereiro quando será eleito seu sucessor na Casa, em apenas mais um dos 81 senadores. Renan quer mais poder. A sua preferência, é claro, seria por um cargo de ministro no governo Temer. O problema é que responde 12 inquéritos criminais que correm no STF, sendo oito relativos à Lava Jato. Com esse potencial explosivo, Temer não vai dar um ministério da Renan. Por isso a alternativa de virar líder do PMDB no Senado é o que lhe resta como prêmio de consolação para poder continuar participando das reuniões de líderes com o governo. Isso enquanto a Lava Jato deixar.