Reprodução do Globo online
Reprodução do Globo online

Começa a ser desvendado o milagres da vacas premiadas do presidente da ALERJ, Jorge Picciani. Além do esquema delatado pelo ex-presidente do TCE, que revelou que Picciani comandava a distribuição de propinas da caixinha da Fetranspor para os conselheiros do tribunal, agora surgem as propinas da Odebrecht. Segundo Benedicto Júnior, executivo da empreiteira, Picciani recebeu três depósitos de 700 mil euros, depositados no banco BVA, o que dá em torno de R$ 6,5 milhões. Além disso foram pagos mais R$ 400 mil em que o presidente da ALERJ usou o coordenador dos doleiros de Sérgio Cabral, Álvaro Novis. A vaca de Picciani, definitivamente, está indo para o brejo.