Reprodução da Folha de S.Paulo
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Depois do suicídio de Getúlio Vargas (1954) e da renúncia de Jânio Quadros (1961), ambos os fatos acontecidos no mês de agosto criou-se a máxima "agosto mês de desgosto para a política brasileira". Junte-se a eles o episódio do impeachment de Dilma Rousseff que teve o desfecho no Senado em 31 de agosto do ano passado.

Do jeito que a crise política atual caminha o mês de desgosto pode marcar também a queda de Michel Temer. Com o recesso do Congresso no final da próxima semana e com a delação de Eduardo Cunha é bem provável que Temer caia no mês de agosto.