É ingenuidade achar que o esquema de corrupção do PMDB no Estado, liderado por Sérgio Cabral, funiconava apenas no governo estadual. Como podem ver acima, ainda no ano de 2013, pedi providências à Câmara dos Deputados e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, quanto à existência de duas contas no Panamá (paraíso fiscal) da família de Eduardo Paes, em nome do pai e da irmã, no valor de R$ 8 milhões.

Àquela época PMDB e PT eram namoradinhos e a preferência foi esquecer a providência solicitada por mim, como deputado federal, mas o ofício está aí para lembrar aos esquecidos.

Podem anotar o esquema de fraudes, superfaturamentos, propinas na Prefeitura do Rio na gestão de Eduardo Paes é tão grande como no Estado, a única diferença é no estilo. Enquanto Cabral gostava de ostentar, Eduardo Paes preferia disfarçar.