Hoje pela manhã, o Ministério Público Estadual cumpriu mandado de busca e apreensão em 30 locais, determinados pela juíza Amália Regina Pinto, da Comarca de Duque de Caxias, em função de um inquérito que apura supostas irregularidades cometidas pela empresa GAP, que prestou serviços, além da Prefeitura de Campos, para diversas prefeituras do estado e do Brasil, além da própria Polícia Civil e a Alerj.

Um dos locais desses mandados de busca e apreensão foi minha residência em Campos, onde os servidores do MP Estadual, depois de realizar diligências na minha casa, constataram que não havia “nenhum tipo de documento especificado no competente mandado de busca e apreensão relacionado ao rol de empresas investigadas”.

Com isso nada levaram e deixaram a minha residência.

Confesso que fiquei surpreso com a medida, pois jamais fui instado a prestar qualquer tipo de esclarecimento a respeito do tema pela Delegacia de Polícia Fazendária, da Polícia Civil do Rio, controlada por Pezão e Picciani, que originou o pedido da pretensão cautelar, que culminou a equivocada busca e apreensão.