A Polícia Federal quer saber de Maristela Temer qual é a origem do dinheiro usado na reforma da sua casa, de 300 m², localizada no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Segundo as investigações, ex-coronel da polícia militar, João Batista Lima, dono da empresa Argeplan e amigo do presidente Temer, bancou a reforma com R$ 1 milhão. Os investigadores suspeitam que seja de propina da JBS.

Em março, o coronel Lima foi preso junto com outros aliados de Temer na Operação Skala e passou três dias na carceragem da PF em São Paulo, mas não chegou a prestar depoimento. Os advogados alegaram problemas de saúde.

A investigação faz parte do inquérito dos portos, que apura se empresas do setor portuário pagaram propina em troca de um decreto presidencial.