Reprodução de O Dia online
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O prefeito Eduardo Paes decidiu acabar com as linhas de ônibus que vêm da Zona Norte direto até Zona Sul. Para dificultar a chegada à praia do que ele e Beltrame chamam de "gangues de baderneiros que provocam arrastões". A Globo está manipulando as notícias criando um clima negativo como se todos os jovens da Zona Norte fossem para a praia fazer arrastões. Isso é uma política de segregação social. Por isso jovens de comunidades da Zona Norte estão marcando um "farofaço" para o domingo, 4 de outubro. A praia é democrática. O que é preciso é policiamento para impedir arrastões e garantir o direito de todas as pessoas de bem.

Comentários

22/09/2015

05:38

COMO SE SE TIRASSE O SOFÁ DA SALA FOSSE ACABAR COM A PUT... - RJ

ENFIM, A MÍDIA CORRUPTA, PAGA COM O NOSSO DINHEIRO, CADA VEZ MAIS "DIFÍCIE", COVARDE E ASSASSINA É QUE DÃO SUPORTE E GÁS PARA ESSA CORJA DE LADRÕES INSACIÁVEIS! DESSE JEITO, E MAIS COM AS URNAS "ROUBOELETRÔNICAS", ESSA MÁFIA NUNCA MAIS SAIRÁ DO PODER, GAROTINHO!?... AH, SE EXISTISSE PUNIÇÕES, BEM AO ESTILO FBI, PARA ESSAS MÍDIA CANALHAS PARTICIPANTES DESSES CRIMES CONTRA O POVO, O BRASIL E A DEMOCRACIA! NO MÍNIMO, DEVERIAM PERDER SUAS LICENÇAS... GAROTINHO, TEM QUE SE DAR UM FIM NESSAS FAMOSAS VERBAS PUBLICITÁRIAS! MAS, SÓ MESMO AS FORÇAS ARMADAS PARA FOÇAREM ISSO, NO CANGOTE DESSES POLÍTICOS MERCENÁRIOS E LADRÕES... PARA QUE, ENFIM, PARASSEM DE FAZER QUE NEM O PT E A DILMA, QUE SÓ FICAM BLEFANDO E SÓ TRAZENDO BRASAS PARA AS SARDINHAS DELES... SER POLÍTICO DEVERIA SER FAZER SÓ PARA OS OUTROS. CASO CONTRÁRIO, DEVERIAM "COMPLETAREM" SEUS MANDATOS SÓ CAPINANDO SENTADOS NUMA CADEIA BEM LIMPINHA E BEM CUIDADA; POR ELES PRÓPRIOS...

22/09/2015

07:15

Pobre e favelado? Na minha praia, não!, apartheid carioca - Rio

Pobre e favelado? Na minha praia, não!. Gostaria de saber quem é que acha legítimo invadir um ônibus, expulsar os passageiros, espancar alguns deles caracterizando-os como bandidos pelo simples fato de serem pretos, pobre e moradores de favelas da Zona Norte do Rio? Essa pergunta, que voltou a me incomodar neste fim de semana, e quem vem latejando há muito tempo na cabeça, é fruto da tentativa de superação do medo e da imposição de um comportamento que me oprimiu desde a infância. Sentimento que me faz pensar, compreender a lógica da ação e da reação nos conflitos territoriais. Questiono-me quando vejo centenas e milhares de jovens como eu tendo seus direitos violados, quando não exterminados. Jovens, negros e favelados que representam os 77% dos jovens assassinados neste país, que são a maior população carcerária, que compõem em grande maioria as fileiras do exército de mão de obras esquecidas pelo Estado. Sabemos que o racismo está presente no Brasil desde a sua colonização, porém ser negro, pobre e favelado nestas terras se tornou mais difícil do que nunca. Somos diariamente criminalizados por nossa cor e classe social, pagamos sempre com nossa liberdade, quando não com nossas próprias vidas. Para gerar mais contestação e aumentar o sentimento de revolta vimos cenas de reprodução do ódio e da violência passando nos telejornais e estampadas nos periódicos impressos e tabloides no domingo de sol e de praia neste último 20 de setembro. A opção pela estigmatização dos já criminalizados jovens da favela reafirma a posição da classe média, branca, heteronormativa da Zona Sul do Rio de Janeiro. Em sua grande maioria, moradores dos bairros de Ipanema, Leblon, Copacabana, e tantos outros deste território, opta pelo fim da ligação entre as zonas Sul e Norte, revelando o já existente apartheid carioca. Nos bons tempos em que meus pais viveram, podia-se aproveitar a praia de Ramos e a praia da Moreninha. Tempos esses, com a fartura de peixes na Baía de Guanabara, fazia do Complexo da Maré um dos maiores polos de diversão e lazer da Zona Norte. Hoje, com a Baía de Guanabara poluída, tentam nos isolar e iludir com piscinões artificiais e parques com chuveiros e recursos hídricos. Tudo isso para dar ‘alternativas’ de lazer para a Zona Norte e impedir que esse cidadão vá à Zona Sul ter acesso a lazer, cultura e comodidades oferecidas somente ao povo na Zona Sul. Atreladas a esse projeto de isolamento social estão a redução e extinção das linhas de ônibus que ligam o subúrbio à praia, revelando o interesse das políticas de transporte da Cidade. Enfim, como o militante político Bernardo Cotrim recentemente escreveu em suas redes sociais, “a metrópole dos megaeventos segue a marcha de confinamento dos seus pobres, a classe média racista, ignorante e egoísta clama por mais chibata (redução da maioridade penal, linchamentos, polícia que esfola antes de prender) e o ciclo de exclusão se reforça. Não reclamem quando os rolezinhos e arrastões virarem algo parecido com as riots que literalmente botaram fogo em Londres. Ninguém apanha calado a vida inteira". * Walmyr Júnior é morador de Marcílio Dias, no conjunto de favelas da Maré, é professor e representante do Coletivo Enegrecer como Conselheiro Nacional de Juventude (Conjuve). Integra a Pastoral Universitária da PUC-Rio. Representou a sociedade civil no encontro com o Papa Francisco no Theatro Municipal, durante a JMJ.

22/09/2015

07:28

Cabeção - Rio de Janeiro

- Só de falar em farofa já dá água na boca, ainda mais aquela farofa temperada no caldo do frango ensopado na qual ainda misturam pedaços de carne, torresmos e legumes...uuuuhmmmm, q delícia! Vou me alistar neste santo e sagrado "Farofaço na Zona Sul", nem rico aguenta quando vê uma farofa apetitosa...Tive um vizinho rico q pedia pra minha mãe "faça uma quantidade grande daquela farofa q vejo a senhora comer na panela com a mão q eu compro", aí minha mãe fazia e ele, esposa e filhos caiam dentro da farofa e queria pagar...rs.

23/09/2015

12:44

O Brasil foi o último País a acabar com a escravidão - ilha

Segregação é a Politica da Globo e as elites malditas deste País. Uma elite que nega educação ao seu povo, é uma elite maldita. Cieps, Cieps e mais Cieps é o futuro de um Brasil mais justo e igual

23/09/2015

08:26

Freixo defende marginais dos arrastões - RJ

https://youtu.be/ReGrw0XzZ8I

23/09/2015

07:39

Os “justiceiros” são uns babacas e vão se dar mal - Rio

Se estivesse vivo, o traficante Pablo Escobar com certeza iria adorar o Rio de Janeiro dos dias atuais. Escobar gostava de fazer festinhas íntimas na nossa querida cidade maravilhosa. Hoje, além das mulatas, ele iria se esbaldar com o clima de cidade sem lei que impera de Ramos ao Pontal. No próximo final de semana, a Babilônia brasileira vai voltar a ferver. A rapaziada que vem de Madureira, Del Castilho, Bangu e outros subúrbios não vai encontrar vida fácil até chegar às praias da Zona Sul. Além da polícia, os jovens “suspeitos” vão enfrentar a fúria de lutadores de academias de Copacabana e adjacências, que desejam fazer justiça com as próprias mãos. Esses justiceiros de araque, criados com sopinha de aveia da vovó, são uns renomados babacas. Primeiro, não é formando grupos de imbecis fortões e dando porrada a torto e a direito em quem você acha que é suburbano, que se resolve o problema dos arrastões nas praias cariocas. Segundo, esses caras acham que a bandidagem vai aceitar apanhar numa boa? E se um desses idiotas levar um tiro?. Para o bem ou para o mal, tem que deixar a polícia agir. Os policiais, por mais que sejam despreparados, são muito mais preparados para encarar esses criminosos. Não dá para imaginar quem em pleno 2015, na cidade que é sinônimo de Brasil para o restante do mundo, alguns idiotas queiram resolver as coisas como no tempo de Lampião. Sei muito bem que a violência no Rio e em praticamente todo o país está altíssima; que a polícia, quando não é incapaz, é corrupta; que a sensação de insegurança corrói qualquer vista deslumbrante do mar; que esses bandidos merecem uma cana dura; que esses “menores” são diplomados no crime há anos. Mas, não dá para sair esmurrando todo mundo que é “diferente “. No fundo, essa reação dos justiceiros apenas esconde um sentimento de preconceito de boa parte da elite carioca contra os suburbanos. Tá lendo por quê? Por Bruno Krasnoyev R7 23/09/15