Reprodução do Extra online
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A ordem veio de Pezão e Beltrame. Reforço máximo na Zona Sul e no caminho do Rock in Rio para evitar arrastões e mais danos à imagem da cidade do Rio. Mas sem gastos extras, sem pagar RAS (Regime Adicional de Serviço), onde os policiais ganham para trabalhar na folga. Com isso só restou a alternativa de reduzir ao mínimo o policiamento no interior, além de tirar policiais dos batalhões da Região Metropolitana e das Zonas Norte e Oeste do Rio. E domingo ainda tem Flamengo e Vasco no Maracanã. É uma temeridade, além de um absurdo, essa decisão de Pezão e Beltrame. Salve-se quem puder!

Comentários

25/09/2015

11:48

Jhonny - Rio de Janeiro

Enquanto isso 734 Oficiais de Cartório Policial - PCERJ aguardam nomeação e posse para entrarem em exercício a mais de 05 meses!!!! https://www.facebook.com/cadeogovernador01?fref=ts

25/09/2015

12:05

Faro Fino - rj

Garotinho, estava lendo seu jornal folha da manhã, li que você está sendo novamente julgado, agora por brinde . O cabral seu pupilo não é investigado em nada. Por que será ?

25/09/2015

12:35

Especialistas listam o que a polícia pode fazer durante uma revista - Rio

Especialistas listam o que a polícia pode fazer durante uma revista. RIO - A atuação policial para prevenir os arrastões no Rio suscitou dúvidas a respeito de quais ações são contempladas pela lei e quais não estão de acordo com os parâmetros legais. Advogados ouvidos pelo GLOBO elaboraram um “manual" com o que é permitido e o que extrapola a função da Polícia Militar. De acordo com os especialistas, os agentes podem revistar qualquer um, adultos ou adolescentes, sem necessidade de mandado judicial. O policial, no entanto, deve ter alguma suspeita que justifique a revista — questão subjetiva e que cabe ao agente definir. Além disso, segundo os advogados, o alvo da ação tem o direito de ser comunicado sobre o motivo pelo qual está sendo revistado. — É necessário um fundamento racional. Não pode ser justificada com base em estereótipos — assinala Rafael Medina, professor de Direito Penal do Ibmec-RJ. RIO - A atuação policial para prevenir os arrastões no Rio suscitou dúvidas a respeito de quais ações são contempladas pela lei e quais não estão de acordo com os parâmetros legais. Advogados ouvidos pelo GLOBO elaboraram um “manual" com o que é permitido e o que extrapola a função da Polícia Militar. De acordo com os especialistas, os agentes podem revistar qualquer um, adultos ou adolescentes, sem necessidade de mandado judicial. O policial, no entanto, deve ter alguma suspeita que justifique a revista — questão subjetiva e que cabe ao agente definir. Além disso, segundo os advogados, o alvo da ação tem o direito de ser comunicado sobre o motivo pelo qual está sendo revistado. — É necessário um fundamento racional. Não pode ser justificada com base em estereótipos — assinala Rafael Medina, professor de Direito Penal do Ibmec-RJ. — O policial tem autorização para uso de força moderada, para conter a violência. Mas tem que evitar lesionar o preso — explica. O desacato, de acordo com Vizeu, acontece quando o policial é ofendido "em razão de seu cargo". Medina destaca ainda que as pessoas devem agir com respeito e têm o "dever" de colaborar com as autoridades. O policial, por sua vez, também precisa agir de forma respeitosa durante a abordagem. Medina e Vizeu destacam ainda outro ponto importante: não há artigo algum no Código Penal que justifique uma prisão ou apreensão (no caso dos adolescentes) baseada na suspeita de que ela possa vir a cometer um crime. - Levar alguém para a delegacia para averiguação é uma lembrança dos tempos de ditadura militar - reforça. Jornal Extra 25/09/15 - A DEMOCRACIA TEM QUE SER RESPEITADA, DITADURA MILITAR NUNCA MAIS

25/09/2015

01:09

Custo de vida e negação de direitos aos pobres dividem o Rio - RJ

Custo de vida e negação de direitos aos pobres dividem o Rio dos arrastões. Com o acentuado aumento no custo de vida, o Rio de Janeiro passou a ocupar o topo das listas de cidade mais caras para viver no Brasil nos últimos anos. O cenário econômico aliado à falta de direitos sociais básicos por uma parcela da população carioca foram apontados por especialistas como motivações para a divisão da cidade evidenciada pelos arrastões ocorridos no último fim de semana nas praias da zona sul. Cinquenta anos atrás, a cientista política norte-americana Elizabeth Leeds desembarcou na cidade ao lado do marido, o antropólogo Anthony Leeds, e os dois iniciaram visitas a dezenas de favelas. As pesquisas deram origem, em 1978, ao livro "Sociologia do Brasil Urbano", considerado um clássico do estudo sobre o país. De volta à cidade esta semana, a pesquisadora disse acreditar que parte da violência nas praias da zona sul se deve aos apelos da sociedade de consumo. "Eu, como estrangeira, fico chocada com os preços aqui no Brasil e no Rio de Janeiro. É claro que essa dinâmica existe há muito tempo, mas hoje em dia os preços são absurdos, obscenos e também contribuem para aumentar a tensão", declarou. A segregação entre autores e vítimas dos arrastões, opina Leeds, é resultado de uma política pública que não atende as necessidades sociais dos jovens de periferia. "Eu sempre falo que o Estado esteve ausente durante muitos anos e que a única parte que estava presente era a polícia. E de uma forma muito negativa", disse a cientista política. A percepção da norte-americana é compartilhada por dois historiadores ouvidos pela reportagem do UOL nessa quarta-feira (23), durante o seminário "O Rio que se queria negar: as favelas do Rio de Janeiro", promovido pela Fiocruz. "Se a gente pensa uma democracia a partir do acesso a direitos, então um dos direitos que a gente não pode negar por estar numa sociedade capitalista é o direito ao consumo. Os jovens querem consumir. Mas estamos muito aquém desse processo republicano, democrático", argumentou Cláudia Ribeiro da Silva, coordenadora do Museu da Maré, que fica no complexo de favelas de mesmo nome. As pessoas têm cada vez mais acesso a informações, a outras realidades, e também querem o que cabe a elas. O discurso que vem do poder público é o de acesso a direitos, mas na prática as pessoas não vivenciam isso. Cláudia Ribeiro da Silva, historiadora. "Tudo isso é atravessado por outros fatores como tráfico de drogas, desestruturação de famílias, habitação, educação. Em algum momento, a coisa vai explodir, porque você não tem como conter isso o tempo todo", complementou a historiadora. Para Mauro Amoroso, professor da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), a violência cometida pelos jovens da periferia pode ser entendida como uma reação ao fechamento do "direito à cidade". Ele se refere à decisão da Prefeitura do Rio de alterar trajetos de coletivos na cidade, com o objetivo de "racionalizar as linhas", a partir de outubro. A medida tem sido encarada com desconfiança por moradores da zona norte carioca, já que, das 48 linhas que serão encurtadas e extintas, 18 fazem o trajeto direto da região até as praias da zona sul. "Não é pura coincidência. Acho que foi uma reação inconsciente, uma revolta interna", diz. "Tenta-se impedir o acesso àquilo que é vendido como Cidade Maravilhosa. E isso inclusive é uma construção. O Rio nunca foi uma cidade maravilhosa, é apenas um balneário como outro qualquer", declarou Amoroso. Desde o início deste ano, a ida de jovens da periferia às praias da zona sul em fins de semana de sol passou a ser interrompida no meio do caminho por operações da Polícia Militar. Nas blitzes, os ônibus que levavam os jovens da periferia eram parados durante o trajeto. Muitas vezes, eles foram impedidos de seguir viagem, ainda que não tivessem cometido crimes. Em um só dia, em agosto, 150 adolescentes foram apreendidos. Questionado pela Defensoria Pública do Rio, este tipo de ação foi proibido pela Justiça no último dia 10, o que gerou reclamações do secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame. Uma parte da sociedade carioca perdeu o significado de uma palavra muito forte que é a empatia. O poder de se reconhecer no outro. E aí entra a questão do 'eu pago caro, então você não pode entrar no meu sonho dourado'. O problema é que é só um sonho. A realidade não tem paz. Mauro Amoroso, professor da Uerj. Em uma frase, Elizabeth Leeds sintetiza o que acredita ser a raiz do problema: "o acúmulo da falta de políticas públicas adequadas ao longo dos anos e da constante agressão por parte [dos agentes] da segurança pública criou um clima de confronto, de raiva, de revolta". Do UOL, no Rio 25/09/2015 - Obs: O Rio nunca foi uma cidade maravilhosa, é apenas um balneário como outro qualquer", declarou Amoroso. FALOU TUDO, ESTA QUE É A GRANDE VERDADE

25/09/2015

01:58

jose medina - d de caxias

A elite da zona sul, por não ter visão social e ser egoísta, só vota em político, que as formaram, por isso cidade tornou-se a mais criminosa do Mundo e as praias, estão todas podres, e, arrastão por todas elas: Se Deus não vigiar a cidade, em vão, é a sentinela!

25/09/2015

11:32

Sulamita - Rio de Janeiro - RJ

O Pezão e o Beltrame estão mais perdidos do que filho de prostituta no dia dos pais...